A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

OS SINAIS DE QUE O RELACIONAMENTO É SAUDÁVEL

Conhecer as “bandeiras verdes” ou as “bandeiras vermelhas” pode ser útil em um relacionamento que está começando. Os termos se referem a comportamentos positivos e negativos ou tóxicos, respectivamente. São indicadores para saber com antecedência se vale ou não a pena investir naquela relação, alertam especialistas ouvidos em reportagem do La Nacion.

Passada a paixão do início, a realidade prevalece, e muitas vezes começam a aparecer aspectos até então desconhecidos, como ciúmes excessivos, exigências de acesso ao celular do outro ou demonstração de desconfiança quando o casal se encontra com outras pessoas.

“Acho pertinente definir um relacionamento saudável como aquele vínculo do qual você não precisa, mas que, por algum motivo, te faz sentir melhor e você consensualmente escolhe mantê-lo, sem nenhum tipo de coerção”, diz a psicóloga Florencia Berrade.

O QUE É PRECISO PARA TER UM RELACIONAMENTO BEM-SUCEDIDO E SAUDÁVEL?

 Segundo Berrade, cada pessoa dá importância a características diferentes, o que impossibilita a generalização. No entanto, existem “bandeiras verdes” ou indícios positivos que caracterizam aquelas pessoas que cuidam de seus relacionamentos afetivos.

Se você perceber que está numa relação tóxica, por outro lado, a orientação é pedir ajuda. A psicóloga Bárbara Ayub sugere trazer o assunto para uma conversa entre familiares e amigos para que possam tornar as “bandeiras vermelhas” mais fáceis de serem identificadas caso apareçam em nosso relacionamento.

Ayub enfatiza que para trabalhar os relacionamentos é preciso pensá-los como algo carente de cuidado, atenção, carinho. E, sobretudo, ser revisto com frequência por meio do diálogo.

“Acordos são essenciais e sugiro revisá-los em cada etapa do ciclo de vida”, conclui.

SEIS INDICADORES

BOA COMUNICAÇÃO

A boa comunicação é baseada na expressão clara e assertiva e na escuta ativa. Para Berrade, a primeira característica inclui ser capaz de falar sobre suas emoções em primeira pessoa. Ela garante que isso evita criticar o outro e, em vez disso, abre caminho para uma conversa que deixe claro seus próprios desejos.

Por exemplo, em vez de reclamar que o parceiro não sai do celular, vale trocar a crítica por um pedido como: “Quando jantamos juntos, gostaria que você usasse menos o celular para compartilhar um momento mais íntimo comigo”, exemplifica. Em relação à escuta ativa, demonstre interesse pela opinião de seu par e valide-a.

ACORDOS CLAROS

“A chave para um relacionamento bem-sucedido é chegar a um acordo”, diz a psicoterapeuta de relacionamento Kate Moyle:

“Sempre haverá uma luta entre as necessidades individuais de cada um, e não devemos esperar estar de acordo em tudo.”

A psicóloga clínica Bárbara Ayub explica que se às vezes não há discussões ou desentendimentos é porque uma das partes está cedendo muito ou não tem interesse na relação.

RESPEITO À INDIVIDUALIDADE

Ninguém deve se sentir obrigada a estar disponível 24 horas por dia uma para a outra pessoa. A cultura do imediatismo, impulsionada pela tecnologia, mostra que, se uma mensagem não é respondida com rapidez suficiente, é porque não há interesse. “A verdade é que além dos vínculos afetivo-sexuais, o casal deve poder ter outras atividades: profissionais, sociais, de lazer, momentos de solidão, etc.”, afirma Ayub.

INDEPENDÊNCIA

A independência emocional baseia-se no fato de que os membros do vínculo amoroso sabem que são capazes de gerar felicidade, satisfação ou emoções positivas para si mesmos— individualmente — e sem a necessidade de se sentirem obrigados a isso pelo(a) parceiro(a).

EMPODERAMENTO

“Um relacionamento deve nos fortalecer e nos levar ao engrandecimento pessoal. E não limitar nossas habilidades, projetos ou objetivos pessoais”, diz a Berrade.

Os casais devem procurar promover todos os aspectos positivos do outro e até colaborar com a melhoria das características negativas que o outro possa ter.

ATENÇÃO A ‘BANDEIRAS VERMELHAS’

Por outro lado, as “bandeiras vermelhas” ou sinais de alarme também são muito visíveis.

Esses poderiam ser pensados como o contraponto aos bons indicadores (já mencionados) que geram um vínculo saudável. Geralmente são aspectos negativos que se repetem constantemente e dão origem a padrões de comportamento difíceis de mudar. Alguns perguntas ajudam a avaliar se a relação não está totalmente saudável: existem situações de desrespeito? Há dependência do parceiro de alguma forma (emocional/econômica)? Essa relação gera danos ou emoções negativas?

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Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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