OUTROS OLHARES

PACIENTES TRANS FAZEM CIRURGIAS E PROCEDIMENTOS PARA FEMINIZAÇÃO FACIAL

Tratamentos médicos tornam os traços do rosto mais próximos aos de mulheres cisgênero, mas planejamento deve ser individualizado

“As pessoas apontam na rua e riem quando veem mulheres [trans] com características ditas masculinas, nós viramos piadas por isso”, afirmou a influenciadora e modelo Bruna Andrade, 25. Esse cenário, que cobra que mulheres trans sejam femininas, faz com que a mudança de gênero no Brasil ainda esteja associada à mudança cirúrgica corporal.

Como resultado, muitas dessas mulheres têm dificuldade de aceitar a própria imagem, e ainda sofrem com a disforia de gênero – um desconforto agudo que algumas pessoas trans sentem em relação ao próprio corpo. Segundo especialistas, esta sensação pode ser ainda maior em relação ao rosto.

Por isso, mulheres trans têm recorrido a cirurgias e tratamentos estéticos de feminização facial, que tornam os traços do rosto semelhantes ao de mulheres cisgênero. Muitas afirmam, porém, que falta conhecimento dos médicos brasileiros para a realização dos procedimentos. Especialistas ponderam que o tratamento não é indicado para todas, mas pode ser um aliado. “Amenizar o que está visível não é só pelo padrão estético, mas para não passar pelos constrangimentos que surgem quando alguém nota em público que a pessoa que está ali é trans por determinada característica física”, afirma Keila Simpson, 57, travesti e presidente da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais).

Simpson lembra que grande parte do público trans não dispõe de recursos para os procedimentos – um problema antigo que se agrava com a influência das redes sociais na indústria da beleza. Para ela, as necessidades de pessoas trans nunca foram encaradas com seriedade pela medicina. “Não sabem cuidar porque não pesquisaram o corpo trans. Fazer vista grossa e dizer ao paciente para procurar quem faz o procedimento não é a resposta que um médico deve dar. Mais dia ou menos dia, esses profissionais vão entrar em contato com essa população, seja para cuidar da sua saúde física e psicológica ou da sua saúde estética”, pondera Simpson.

A atriz e cantora Verónica Valenttino, 38, foi uma das participantes de um estudo brasileiro inédito publicado na revista científica internacional Clinical, Cosmetic and Investigational Dermatology. De acordo com a médica Bianca Viscomi, autora da pesquisa, padronizar a beleza trans descartando as características individuais pode piorar a aceitação da própria imagem pela paciente.

Viscomi diz que procedimentos ajudam a pessoa a identificar o que gosta antes de optar por uma cirurgia. O estudo qualitativo foi feito com cinco voluntárias e estabeleceu três etapas ao longo de 90 dias: tratamento de músculos, ligamentos e reposicionamento da gordura facial, melhora da pele com bioestimuladores de colágeno, e preenchimento com ácido hialurônico. Os objetivos foram individualizados.

“O osso frontal do homem é reto e o da mulher tem uma leve concavidade. Uma das pacientes sempre quis mexer nisso e fomos fazendo com o preenchimento. Ao final, ela disse que estava pronta para o avanço cirúrgico”, afirma.

O custo da feminização dermatológica gira em torno de até R$ 30 mil – a pesquisa contou com a doação de materiais de uma empresa farmacêutica especializada, a Merz Aesthetics Global, para ser concluída. Um procedimento cirúrgico completo de face e corpo no Brasil, por sua vez, pode custar até R$ 150 mil em média.

O cirurgião Jose Carlos Martins Junior, médico fundador da Transgender Center Brazil e autor do livro “Transgêneros: Orientações Médicas para uma Transição Segura”, afirma que 90% dos pacientes trans que procuram a cirurgia em sua clínica não buscam redesignação de sexo, mas estão focadas na aparência do rosto. “O que é indicado para uma mulher trans pode não ser indicado para outra. De cada 10, por exemplo, só uma ou duas vão fazer [a raspagem do] pomo de adão. Agora 100% fazem testa, remodelam crânio, as órbitas, puxam cabelo para frente, fazem o contorno facial”, diz o médico.

GESTÃO E CARREIRA

TRABALHADOR BUMERANGUE É REQUISITADO NO MERCADO CORPORATIVO

Definido como trabalhador bumerangue, resumidamente é o profissional que optou por sair da empresa, por diversos motivos, mas que aceitou retornar diante de uma nova proposta.

“A princípio, não há uma única razão que define o retorno de um colaborador, contudo é possível listar algumas das mais prováveis, como exemplo: alinhamento com a proposta de valor da organização ou da marca, maior alinhamento das competências ao negócio da empresa, proposta desafiadora de trabalho e desenvolvimento profissional, além de remuneração e condições de trabalho mais atrativas que as anteriores concedidas pela própria empresa”, explica Eliete Carina de Melo, docente do Senac-SP.

Para as organizações, a volta de um funcionário é notada como positiva. Conhecer a cultura da empresa, práticas, políticas, normas e o negócio em que atua, agiliza o pro- cesso de imersão e gera resultados mais rápidos.

“Por outro lado, em casos em que colaboradores retornam com ascensão de carreira, mesmo que o colaborador bumerangue retorne com novas habilidades, pode surgir a cultura de “que é necessário deixar a empresa para ser valorizado”, explica Carina.

Nesse cenário, o trabalho do departamento de Recursos Humanos é muito importante. Antes de contratar um ex-colaborador é importante analisar os motivos que o levaram a deixar a organização e o que o faz retornar.

“Por outro lado, é importante ter planos estratégicos que fortaleçam a cultura interna de desenvolvimento, reconhecimento de pessoas e o fortalecimento do senso de pertencimento, e assim permitir que a trajetória do colaborador seja maximizada na própria organização e não seja necessário deixar a companhia, novamente, para ter novos desafios e oportunidades”, ressalta a educadora.

O cenário é de transformações rápidas com reflexos marcantes em razão da pandemia. Cabe ao trabalhador bumerangue a flexibilidade para possíveis readequações, pois esteve fora da empresa por algum tempo.

Por outro lado, os desafios organizacionais podem ser endereçados a alguém já conectado e alinhado, ou seja, com um perfil adaptativo e transformador.

EU ACHO …

DO SEU JEITO

“I’ ve lived a life thafs full/Vve traveled each and every highway/But more, much more than this/fve lived it my way.”

Este é um verso de My Way, canção que foi imortalizada por Frank Sinatra e que também foi gravada pelo Sex Pistols e por Nina Hagen. É a história de um cara que viajou, amou, riu e chorou como todo mundo, mas fez isso do jeito dele. Numa sociedade cada vez mais padronizada, essa letra deveria virar hino nacional.

Abro revistas e encontro fórmulas prontas de comportamento: como ser feliz no casamento, como ter uma trajetória de sucesso, como manter-se jovem. Resolve-se a questão com meia dúzia de conselhos rápidos. Para ser feliz no casamento, todo mundo deve reinventar a relação diariamente. Para ter uma trajetória de sucesso, todo mundo deve ser comunicativo e saber inglês. Para manter-se jovem, todo mundo deve parar de fumar e beber. Todo mundo quem, cara pálida?

Todo mundo é um conceito abstrato, uma generalização. Ninguém pode saber o que é melhor para cada um. Fórmulas e tendências servem apenas como sinalizadores de comportamento, mas para conquistar satisfação pessoal pra valer, só vivendo do jeito que a gente acha que deve, estejamos ou não enquadrados no que se convencionou cha mar de “normal”.

O casamento é a instituição mais visada pelas “fórmulas que servem para todos”. Na verdade, todos convivem com o casamento desde a infância. Nossos pais são ou foram casados, e por isso acreditamos saber na prática o que funciona e o que não funciona. Só que a prática era deles, não nossa. A gente apenas testemunhou, e bem caladinhos. Ainda assim, a maioria dos noivos diz “sim” diante do padre já com um roteiro esquematizado na cabeça, sabendo exata- mente os exemplos que pretende reproduzir de seus pais e os exemplos a evitar. Porém, noivo e noiva não tiveram os mesmos pais, e nada é mais diferente do que a família do outro. Curto-circuito à vista.

É mais fácil imitar, seguir a onda, fazer de um jeito já testado por muitos, e se não der certo, tudo bem, até reações de angústia e desconsolo podem ser macaqueadas, nossas dores e medos muitas vezes são herdados e a gente nem percebe, amamos e sofremos de um jeito universal. Agir como todo mundo é moleza. Bendito descanso pra cabeça: é uma facilidade terem roteirizado a vida por nós. Mas, cedo ou tarde, a conta vem, e geralmente é salgada.

Fazer do seu jeito – amores, moda, horários, viagens, trabalho, ócio – é uma maneira de ficar em paz consigo mesmo e, de lambuja, firmar sua personalidade, destacar-se da paisagem. Claro que não se deve lutar insanamente contra as convenções só por serem convenções – muitas delas nos servem, e se nos servem, nada há de errado com elas. Estão aí para facilitar nossa vida. Mas se não facilitam, outro jeito há de ter. Um jeito próprio de ser alguém, em vez de S1mplesmente reproduzir os diversos jeitos coletivos de ser mais um.

*** MARTHA MEDEIROS

ESTAR BEM

CREMES ANTIRRUGAS PARA OS OLHOS FUNCIONAM?

Especialistas explicam que produtos podem ajudar a prevenir o envelhecimento, mas devem contar alguns ingredientes ativos importantes para realmente fazer diferença: retinóis, retinoides prescritos ou vitamina C

Seja pelo envelhecimento, exposição ao sol, tabagismo ou por apertar muito os olhos, sorrir ou franzir a testa, ninguém está imune aos vincos e linhas finas da pele que surgem com a idade. E a área ao redor dos olhos é especialmente suscetível a essas mudanças.

“A pele sob e ao redor dos olhos é delicada e mais fina. É um lugar onde rugas e linhas podem aparecer com mais destaque”, explica Sara Perkins, professora de dermatologia da Escola de Medicina da Universidade de Yale. Enquanto algumas pessoas não se importam muito com as rugas, outras podem querer retardar o processo de envelhecimento e manter a pele com aparência mais jovem. Isso pode levá-las a se perguntar: será que esses potes minúsculos e caros de creme para os olhos valem a pena? Aqui está o que dizem os especialistas.

Sara Perkins e Zakia Rahman, professoras de dermatologia da Universidade de Stanford, dizem que há evidências de que cremes para os olhos – e até mesmo hidratantes faciais comuns – podem ajudar a prevenir e reparar rugas. Mas há uma grande ressalva: eles devem conter algum dos ingredientes ativos importantes: retinóis, ou retinoides prescritos ou vitamina C.

“Quando falamos sobrea eficácia dos cremes para os olhos, não é justo analisar todos os produtos como uma coisa só. Porque alguns deles podem ser apenas hidratantes sem nenhum ingrediente biologicamente ativo presente”, esclarece Perkins.

Os retinóis e os retinoides de prescrição são compostos químicos relacionados derivados da vitamina A. Os retinoides são prescritos, enquanto os retinóis são geralmente encontrados em produtos comuns.

Essas substâncias podem aumentar a renovação celular, prevenir a degradação do colágeno, produzir novo colágeno e criar mais ácido hialurônico (uma substância que o corpo produz naturalmente que ajuda a manter a pele hidratada). Especialistas dizem que há boas evidências de que esses compostos podem ajudar a prevenir e melhorar as rugas.

“Todo dermatologista que conheço, inclusive eu, os usa como parte de seu regime de cuidados com a pele”, afirma Zakia Rahman. As duas especialistas observam que tanto os retinóis quanto os retinoides  – mas particularmente os segundos, que são mais potentes – podem causar irritação na pele, embora isso deva diminuir com o tempo. Se você está comprando um produto sem receita com retinol, Perkins recomenda procurar um com pelo menos 0,25% a 1% do ativo.

Sara Perkins também alerta que esses produtos podem piorar as queimaduras solares, então ela recomendou aplicá-los à noite e usar protetor solar durante o dia. Ela também ressalta que eles se tornam menos eficazes quando expostos à luz solar. Além disso, ambos as especialistas enfatizaram que, se você estiver grávida, não deve usar produtos com retinol ou retinoide.

VITAMINA C

Há também evidências moderadas de que a vitamina C tópica ajuda a inibir e a reparar rugas.

“É um antioxidante potente”, diz Rahman.

Ela acrescenta que a vitamina C neutraliza moléculas nocivas chamadas radicais livres, que podem danificar a pele. Também ajuda na produção de colágeno.

No entanto, Perkins observou que, embora haja “evidências convincentes” de que a vitamina C tópica ajude com rugas, os dados são mais robustos para retinóis e retinoides. Se você estiver escolhendo entre os dois, ambas as especialistas recomendaram o uso de um retinol ou retinoide em vez de uma vitamina C tópica. Existe a possibilidade de que a vitamina C cause irritação na pele.

As médicas americanas também mencionaram que há evidências de que produtos de cuidados com a pele contendo ácido hialurônico podem melhorar a aparência da pele. Este ingrediente pode engordar a pele, dando-lhe uma aparência mais jovem. No entanto, ambas observaram que esses efeitos eram apenas temporários.

“Existem dados que mostram que o uso de ácido hialurônico melhora a aparência de linhas finas e rugas do rosto. Mas funciona de uma maneira diferente, trazendo água para a pele em vez de trabalhar em nível molecular”, acrescenta Sara Perkins.

HIDRATANTES FACIAIS

“Creme para os olhos como categoria é uma das minhas maiores preocupações”, aponta Perkins, acrescentando que os ingredientes dos cremes para os olhos são geralmente os mesmos encontrados nos hidratantes faciais mais comuns.

Zakia Rahman concorda. Os cremes para os olhos podem ser um pouco mais espessos ou ter uma concentração menor de ingredientes ativos em comparação com outros produtos de cuidados com a pele facial, uma vez que são feitos sob medida para a superfície sensível das pálpebras.

“Mas, no geral, eles tendem a custar muito mais por grama do que os hidratantes comuns usados para o rosto, e muitas vezes não têm ingredientes muito diferentes”, explica Zakia Rahman, que prefere usar hidratante facial regular para a pele ao redor dos olhos no seu dia a dia.

Então, vale a pena comprar um creme antirruga para os olhos?

A menos que você faça questão de usar um creme específico para os olhos, um hidratante facial regular que contenha os principais ingredientes ativos mencionados pelas especialistas deve funcionar da mesma forma nas rugas.

Se você comprar um creme para os olhos com esses ingredientes, provavelmente estará pagando mais caro por uma quantidade menor de produto com benefícios semelhantes. Mas com qualquer um desses itens de cuidados com a pele, você também não deve esperar um milagre, e os resultados podem levar tempo.

“Os efeitos levam meses, não dias”, ressalta Zakia Rahman.

Quanto ao melhor método de prevenção de rugas nos olhos? Ambos as especialistas concordaram inequivocamente: a proteção solar é fundamental.

A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

POR QUE TEMOS TANTO MEDO DA SOLIDÃO?

Metade dos brasileiros se sentem solitários; para psiquiatra, é importante estar bem consigo mesmo

De acordo com o levantamento Perceptions of the Impact of Covid-19 (Percepções do Impacto da Covid-19), realizado pelo instituto Ipsos em 2021 com pessoas de 28 países, 50% dos brasileiros dizem que se sentem solitários. É o maior índice entre todas as nações. Já na Holanda (15%), no Japão (16%) e na Polônia (23%), as pessoas são as que menos se sentem sós.

A solidão, sem dúvida, ainda será objeto de estudo de profissionais de saúde mental pelos próximos anos. Isso porque, após a pandemia de covid- 19 e a imposição do isolamento social, muitos estão com dificuldades de estabelecer novas relações. E as antigas, em grande parte, se desgastaram.

De um tempo para cá, a palavra solitude ganha força. No latim, significa “a glória de estar sozinho”. “É uma oportunidade de refletirmos, como se estivéssemos silenciando para nos conectar com um estado que vai propiciar aproximar-se do sentido da nossa vida. É o melhor campo de energia condensada que nos protege da sensação de vazio, da falta de companhia, do abandono”, explica o psiquiatra Luiz Cuschnir, com 40 anos de atuação.

Segundo Cuschnir, a solidão pode causar sentimentos como tristeza, desalento e desesperança e o indivíduo pode ter dificuldade para sentir alegria novamente. “Há um ciclo de constante retorno, em se viver eternamente uma biografia se lamentando por quem se foi, pelo passado, pelo que não deu certo. O ataque à autoestima vem poderoso”, diz.

Por isso, segundo ele, é tão importante apreciar a própria companhia, curtir um momento consigo. “Através do autoconhecimento, conseguimos nos entender para dar lugar a outra pessoa em nossa vida.”

O especialista explica que a solidão surge quando nos apegamos àquilo que perdemos. “Precisamos comemorar e valorizar a vida para ser vivida como algo maravilhoso, não como cheia de perdas e lamentos, mas de frutos e conquistas. Especialmente nestes tempos desafiadores em que estamos vivendo”, afirma.

O sentir-se sozinho, na visão do especialista, pode vir acompanhado de culpa, raiva, vergonha, fracasso, incompetência. “São ‘temperos’ que se vão somando a outros para constituir perigosamente o lugar da vítima e da falta de opções para seguir em busca do melhor presente, que é estar vivo”, reflete.

RELAÇÕES AFETIVAS

Mas engana-se quem pensa que a solidão é própria de quem não tem ninguém com quem conviver. É possível, mesmo rodeado de outras pessoas, sentir-se solitário. E isso ocorre sobretudo quando não há uma interação de qualidade, seja pelo fato de não ser ouvido ou acolhido em suas opiniões ou por dilemas afins.

Muitos casais reclamam da falta de interesse ou de tempo dos seus parceiros. Seus momentos de convivência se resumem a assistir a um filme no streaming ou jantar em um restaurante – e, mesmo assim, cada um conferindo o seu celular. “As relações afetivas devem propiciar o reconhecimento dos aspectos vitais para que o melhor de cada um alimente os caminhos necessários para trocas saudáveis e duradouras dos relacionamentos”, explica o psiquiatra. “Só se alcança o nível de autoconsciência exigido para nos relacionarmos – conosco e com os outros – se corrigirmos a forma como nos enxergamos na solidão diante do espelho.”

Segundo o médico, muitas vezes um relacionamento pode ter mais camadas do que percebemos. “Por isso, precisamos saber lidar com nossa solidão, criando mecanismos para torná-la construtiva. Às vezes imaginamos que o outro irá nos salvar de algo que nem conhecemos.” Cuschnir afirma que é importante discernir os aspectos positivos e negativos da solidão. “Isso nos tira da confusão do que somos, do que queremos ser, do que temos a obrigação de ser, das nossas crenças sobre realização, felicidade ou segurança.”

Blog O Cristão Pentecostal

"Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertam-se! Convertam-se dos seus maus caminhos!" Ezequiel 33:11b

Agayana

Tek ve Yek

Envision Eden

When We Improve Ourselves, We Improve The World

4000 Wu Otto

Drink the fuel!

Ms. C. Loves

If music be the food of love, play on✨

troca de óleo automotivo do mané

Venda e prestação de serviço automotivo

darkblack78

Siyah neden gökkuşağında olmak istesin ki gece tamamıyla ona aittken 💫

Babysitting all right

Serviço babysitting todos os dias, também serviços com outras componentes educacionais complementares em diversas disciplinas.

M.A aka Hellion's BookNook

Interviews, reviews, marketing for writers and artists across the globe

Gaveta de notas

Guardando idéias, pensamentos e opiniões...

Isabela Lima Escreve.

Reflexões sobre psicoterapia e sobre a vida!

Roopkathaa

high on stories

La otra luna de Picasso

El arte es la esencia de la espiritualidad humana.