GESTÃO E CARREIRA

TRABALHO HÍBRIDO AFASTA EMPRESAS DE MANHATTAN

Gestores buscam ficar mais perto de suas equipes; êxodo corporativo é um desafio para o setor imobiliário de NY

Antes da pandemia, o trajeto de Maz Karimian até Manhattan era um deslocamento muitas vezes degradante de 30 minutos entre duas linhas de metrô que costumam estar lotadas ou atrasadas. Mas, quando ele voltou ao escritório na semana passada, seu trajeto parecia tranquilo: um passeio de bicicleta de sua casa em Carroll Gardens até o escritório realocado de sua empresa, a cerca de 10 minutos, em Dumbo. “Adoro o metrô e acho que é um ótimo meio de transporte, mas, sinceramente, se eu puder escolher entre ar fresco e ar compartilhado e em ambiente fechado, escolherei  isso aqui todas as vezes”, disse Karimian, diretor de estratégia do Ustwo, um estúdio de design digital.

Mais de dois anos após a pandemia provocar um êxodo em massa dos prédios de escritórios da cidade de Nova York, e depois de muitas empresas anunciarem e depois suspenderem os planos de retorno ao escritório, os funcionários finalmente começaram a voltar para suas mesas. Mas, o trabalho remoto basicamente reformulou a maneira como as pessoas trabalham e diminuiu a predominância do local de trabalho dentro das corporações. As empresas se adaptaram.

As salas de reuniões ganharam uma nova cara. As mesas que antes eram usadas apenas por uma pessoa passaram a estar disponíveis a qualquer um por ordem de chegada. Os gestores adotaram acordos de trabalho flexíveis, permitindo que os funcionários decidam quando querem trabalhar presencialmente.

E algumas estão tomando medidas para tornar o retorno ao local de trabalho interessante: realocando seus escritórios em áreas mais próximas aos locais onde seus funcionários vivem. Em Nova York, as mudanças refletem um esforço das organizações para reduzir um grande obstáculo para ir trabalhar: o deslocamento. Antes da pandemia, os trabalhadores da cidade tinham o trajeto de ida mais longo dos EUA: cerca de 38 minutos, em média.

RETOMADA

Há sinais recentes de que a Nova York está se recuperando. Os turistas estão chegando em número maior do que em 2021, a ocupação dos hotéis aumentou e, no início deste mês, o número diário de passageiros do metrô alcançou um recorde para os tempos de pandemia com 3,53 milhões de passageiros. Embora esses sinais sejam promissores, um elemento vital da economia da cidade continua prejudicado: os prédios de escritórios.

O prefeito Eric Adams e a governadora Kathy Hochul fizeram apelos para que as empresas exigissem o retorno das pessoas ao escritório. Mas, do fim de abril ao início de maio, 8% dos funcionários de Manhattan trabalhavam presencialmente cinco dias por semana, segundo pesquisa da Partnership for New York City, grupo que reúne os principais CEOs da cidade. Cerca de 78% dos 160  principais empregadores entrevistados disseram que adotaram sistemas de trabalho híbrido. A maioria dos trabalhadores planeja voltar ao escritório apenas alguns dias por semana.

Essa situação tem sido uma das mais desafiadoras em décadas para o setor imobiliário de Nova York. Cerca de 19% dos escritórios em Manhattan estão vagos. Antes da pandemia, esse número era de 12%.

Antes da pandemia, era comum que empresas mudassem os endereços de seus escritórios pela cidade. A cidade oferece um incentivo fiscal de até USS3 mil em créditos no imposto de renda para empresas que se mudam para um bairro mais distante. Quase 200 empresas receberam o desconto em 2018, totalizando US$ 27 milhões, segundo o Departamento de Finanças da cidade.

Algumas construtoras de escritórios estão apostando que bairros fora de Manhattan são atraentes por conta própria. Milhares de metros quadrados estão em construção no Brooklyn, incluindo um prédio de 24 andares. “Você não pode ignorar a base de talentos que se mudou para o Brooklyn e para o Queens”, disse Jed Walentas, CEO da incorporadora imobiliária Two Trees Management.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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