OUTROS OLHARES

GRAVIDEZ EXPLICITA

Pós-graduada em poses sexy e atitudes polêmicas, Rihanna, agora grávida, inaugura um novo estilo de roupas para gestante, no qual barriga de fora é obrigatório

Estrela do mundo pop, Rihanna sempre foi do tipo que faz o que quer, fuma o que bem entende e veste o que tem vontade – aí incluídas peças variadas de sua bem-sucedida marca de lingerie, a Savage X Fenty, avaliada em 3 bilhões de dólares. Em janeiro, a cantora, nascida em Barbados, fez mais uma das suas travessuras de quebrar a internet: em um “flagrante” evidentemente combinado com os paparazzi, foi fotografada na rua em Nova York, ao lado do namorado, o rapper ASAP Rocky, com um casaco rosa Chanel aberto, deixando à mostra a barriga de grávida (de quantas semanas, ninguém sabe, embora as dimensões indiquem estar agora no último trimestre). Desde então, não parou mais de exibir o barrigão em toda e qualquer oportunidade, da farmácia ao tapete vermelho, fazendo dele, muito rihannaniente, um símbolo de poder. “Eu não vou comprar calça de gestante, vestido de gestante, nada do que a sociedade me manda fazer’, proclamou.

E tome calça e minissaia com a cintura baixíssima, blusinhas de um palmo de altura, transparências à vontade e, invariavelmente, salto agulha bem alto. Na Semana de Moda de Paris, circulou de sutiã, calcinha e franjas no desfile da Dior e de calça e microtop no da Gucci. Na Vogue, fotografada pela celebrada Annie Leibovitz, apareceu na capa de macacão vermelho transparente Alaia e, no recheio, de saia e casaco assinados por Rick Owens que deixavam os relevos frontais expostos. “Meu corpo está passando por coisas incríveis e não vou ter vergonha disso. O momento é de celebração. Por que haveria de esconder minha gravidez?”, pergunta Rihanna, 34 anos, ciente deque está, sozinha e com muita atitude, revolucionando a moda para grávidas. “Todo o seu figurino é pensado para valorizar a barriga. Ela está influenciando uma geração de mulheres que vão engravidar e saberão que podem vestir o que quiserem”, prevê a consultora de moda Regina Martelli.

O corpo das grávidas passou muito tempo disfarçado por roupas largas, quando não escondido dentro de casa, como se fosse uma visão impura resultante de atos indecorosos. A situação começou a mudar com o advento da pílula anticoncepcional, nos anos 1960, que permitiu à mulher optar por se e quando engravidar e, consequentemente, retomar o domínio de seu corpo. “A maternidade deixou de ser uma obrigação e virou escolha. E tudo que vem de uma escolha dá mais orgulho de ser mostrado”, explica Denise Bernuzzi, historiadora da PUC-SP. Aos poucos, o closet de grávida foi se modernizando até chegar aos dias atuais, em que muitas atravessam os nove meses usando as roupas de sempre. “Adaptei o que eu já tinha no armário e consegui continuar usando basicamente todos os meus vestidos até o final da gravidez”, conta a consultora de varejo carioca Joana Nolasco, 39 anos, na terceira gestação.

Ativista convicta, Rihanna da opinião sobre feminismo, racismo, política e temas polêmicos em geral. Também está à frente de uma fundação que distribui recursos para a educação infantil e a recuperação de regiões afetadas por desastres climáticos. Assídua frequentadora do Instagram, causou incidentes internacionais ao apoiar lavradores em greve contra o governo na India e ao publicar fotos proibidas de uma mesquita em Abu Dhabi (da qual foi convidada a sair). Seus vídeos mostram nudez, drogas e cenas de tortura. Após uma apresentação sua no popular programa X Factor, quase 3000  telespectadores reclamaram da coreografia “sexy demais para famílias”. Indagada sobre como qualifica seu estilo atual, responde: “Rebelde, talvez”?

A dela não é a primeira barriga de grávida a deixar o público de queixo caído. No Rio de Janeiro, nos longínquos anos 1970, Leila Diniz estremeceu as barracas da Praia de Ipanema com um biquíni mínimo, aos sete meses de gravidez – ousadia que ecoou como um grito de libertação (ou de sem-vergonhice, para os mais conservadores) em toda parte. Vinte anos depois, a atriz Demi Moore apareceria nua e gravidíssima na capa da Vanity Fair, inaugurando uma pose que seria repetida por Cindy Crawford, Britney Spears, Serena Williams, Beyoncé e muitas outras famosas. A diferença é que elas marcaram seu tento e pronto. Já Rihanna faz questão de escandalizar em tempo integral. Fazendo compras em Beverly Hills recentemente, usava meias Miu Miu, sandália Saint Lament, bolsa Balenciaga, shorts e camisa listrada Alexander Wang. Aberta, naturalmente.

GESTÃO E CARREIRA

 OPORTUNIDADES PARA MÃES ATÉ CRESCEM, MAS BÁSICO AINDA FALHA

Pesquisa da FGV indica que brasileiras são demitidas até dois anos após o término da licença-maternidade

Ser contratada gravida ou promovida durante a licença-maternidade parecem alvos inatingíveis para mulheres. Ainda mais se pensarmos que metade das mães que trabalham no Brasil, são demitidas até dois anos após o término da licença, ou que ano passado 7,5 milhões delas estavam fora do mercado de trabalho (dados da FGV), esses “benefícios” ficam ainda mais distantes.

Natália, Arico, 33, sabe que é exceção. Foi contratada pela Endered há um ano, quando estava grávida de seis meses de Giovanna. “Foi unânime a surpresa das pessoas ao saberem meu início em uma nova empresa, ainda mais com uma gravidez avançada”, conta.

Ela foi convidada para participar de um processo seletivo por meio de sua rede social. “Confesso que me deu um receio na época, mas depois me senti empoderada e desafiada”, conta. Em 2021, esse foi o segundo caso de contratação de grávida na empresa.

Natália, que hoje é business partner – profissional que liga o RH aos demais setores da  empresa, teve direito a seis meses de licença-maternidade, o tempo mínimo recomendado pela OMS para que o bebe seja amamentado exclusivamente no peito, então, retornar ao trabalho.

A arquiteta Amanda Caribé, 35, também vivenciou a contramão no mercado de trabalho para as mães. Foi promovida na Gafisa durante a licença-maternidade de Rafael. “Não conheço nenhuma mulher que tenha sido promovida, no entanto, conheço mulheres que foram demitidas poucos meses após o retorno”, observa

O receio de virar estatística também influenciou a decisão de se tornar mãe. São poucas  empresas que encaram a maternidade de forma natural e empática: diz. Ela retornou à empresa no último dia 3 de março, quando o filho completou cinco meses após emendar férias à licença de apenas quatro meses.

Mariana de Marchi, 32, também experimentou uma contratação grávida. Ela descobriu a gestação perto das seis semanas e logo em seguida recebeu a proposta de emprego. Ao abrir a informação para a empresa, conta que recebeu acolhimento e segurança. Com 10 semanas de gestação mudou de emprego.

“Senti que eles usaram isso como uma oportunidade para se reinventar, para gerar pautas positivas e mudar a forma de contratar ou, de se posicionar como uma empresa inclusiva”,  lembra.

“Eu me cobrei muito desde o início. Cheguei a trabalhar 22, 23 horas em alguns dias, como se devesse essa sobrecarga para a empresa, pois iria sair de licença brevemente”, diz. Vestiu a camisa da empresa e até saiu em fotos da campanha do Dia das Mães como exemplo de contratação de grávidas.  Por causa da pandemia, trabalhou toda a gestação e o pós-parto de forma remota, o que foi ótimo para a amamentação de João Pedro. Porém, pouco tempo após seu retomo, viu todos os homens do departamento serem promovidos automaticamente, enquanto ela precisou passar por um processo realizado por uma consultoria externa para subir de cargo.

Mariana conta que não participou de debates, que resultaram em profundas mudanças estruturais em sua equipe.

Ouvia que não tinha experiencia, apesar de estar desde 2005 no mercado de trabalho e ter diversas certificações. “Meu chefe falava pausadamente e dizia que estava falando devagar para ver se eu entendia. Fui descredibilizada na frente de colegas e em diversos momentos fui humilhada”, lembra.

A carga emocional desse período somado a descoberta de um câncer de mama em sua mãe, mais a introdução alimentar, a sobrecarga invisível da casa e a privação de sono a levaram a ter constantes crises de ansiedade, insônia, variações na produção de leite, ganho de peso e muito estresse. Foi demitida oito meses após retornar da licença. Ela lamenta a empresa dizer que apoia as mães, mas ignora as demandas invisíveis que estão por trás dessa profissional.

Essas demandas ganharam mais espaço durante a pandemia, quando muitas casas viraram ambiente de trabalho. Antes tabu, a flexibilidade na jornada passou a ser realidade em muitas empresas, que passaram a adotar o modelo híbrido de trabalho, permitindo ao profissional atuar de casa em alguns dias de semana.

Essa flexibilização é tão importante para as trabalhadores com filhos, que aparece em primeiro lugar na pesquisa “Mapeando um ambiente pró-família nas organizações realizada pela Filhos no Currículo, consultoria focada em criar espaços corporativos cada vez mais acolhedores para pais e mães.

A possibilidade de um trabalho mais flexível superou inclusive os desejos pela licença maternidade e paternidade ampliada, o auxílio-creche, e o plano de saúde estendido aos dependentes.

No levantamento, quatro em cada 10 entrevistados afirmam que contar sobre a gestação gera algum grau de insegurança e metade das mães ouvidas disseram que sustentar a amamentação após o retorno da licença é a maior preocupação. Especialistas em aleitamento materno dizem que o tempo da licença-maternidade está diretamente ligado a manutenção da alimentação exclusiva ao peito.

Um quarto dos profissionais apresentou alguma parentalidade desafiadora, que inclui experiências como aborto, luto gestacional, parentalidade de filhos atípicos, adoção ou parentalidade solo. Para esses, a  percepção de acolhimento dentro das organizações é ainda menor:

“A pessoa que volta de uma licença depois de uma perda gestacional tem um trauma físico e emocional muito grande que precisam ser cuidados nesse retorno. De que forma essa liderança está preparada para acolher?”, questionou  Michelle Terni, cofundadora da Filhos no Currículo e idealizadora da pesquisa.

Além de ter entrado para a estatística das demitidas pós-licença, Mariana de Marchi lembra que também não teve apoio quando perdeu um bebê na empresa anterior: “Ouvi do RH: ‘ah, isso é supernatural’. Foi desumano, devastador e eu tive que seguir em frente como se absolutamente nada tivesse acontecido, mesmo tendo me tornado mãe, sem a parte que mais me importava: o meu bebê, lamenta.

Todas as mudanças necessárias para que as empresas sejam justas com as mães só vão    ocorrer quando o debate for feito com isonomia. “Não é uma pauta só da mulher: As mães carregam a carga mental, histórica e estrutural, mas a solução passa por entendermos essa pauta como uma pauta da família, uma pauta de todas as pessoas”, diz Michelle.

Na opinião da CEO, o conceito de licença parental, que traz ao pai a corresponsabilidade na criação dos filhos, fará com que um recrutador não pense duas vezes antes de contratar uma mulher. “Ele não vai mais ficar pensando que ela ficará fora quatro ou seis meses. Esse pai também vai precisar se ausentar, e quando o ônus é dos dois, o bônus também será dos dois”, frisa. Na pesquisa da Filhos no Currículo, as mães apareceram mais criteriosas do que pais e lideres quando o assunto é satisfação no ambiente de trabalho.

Enquanto 90% dos homens dizem acreditar que a empresa na qual trabalham é um bom lugar para as mães, apenas 68% delas responderam ter essa percepção. A discrepância também aparece entre líderes (83%) e colegas de profissionais com filhos (80%).

Entre as ações apontadas como desejáveis, a liderança acolhedora e empática aparece como requisito principal (72%). Vem seguida da recepção no retorno da licença, a preparação para a licença e mentoria de carreira após a chegada dos filhos, apoio psicológico e, por fim, programas de acompanhamento para gestantes e parceiros.

Ao serem perguntados se sentiam alguma insegurança ao comunicar suas necessidades para o gestor, 45% responderam ainda ficar inseguros, e 35% dos colaboradores, em geral, afirmaram ter nenhuma ou pouca clareza sobre as políticas de parentalidade da empresa onde trabalham.

A pesquisa “Mapeando um ambiente pró-família nas Organizações” ouviu 1.568 profissionais de empresas de todas as regiões do país. entre novembro de 2021 e janeiro de 2022. O levantamento teve o apoio da Talenses Group e do Movimento Mulher 360.

EU ACHO …

A JUVENTUDE DA MATURIDADE

“Feliz aniversário!”

Foi só ela ouvir essa frase e virou o rosto como se estivesse sendo agredida. “Não repita isso de novo. Não sei o que há de feliz em ficar mais velha.”

Respondi: “Você diz isso porque está fazendo 34 anos. Quando fizer 52, vai sentir vontade de pendurar balões pela casa”.

Ela desvirou o rosto e voltou a me encarar como se eu estivesse tendo algum surto de insanidade. “ÃHN?”

Só quem atravessa ao menos cinco décadas de vida pode entender a benção que é entrar na segunda juventude.

Claro que antes é preciso passar pelo purgatório. Poucos chegam aos 50 anos sem fazer uma profunda reflexão sobre a finitude, e dá um frio na barriga, claro. Amedronta principalmente quem ainda não fez nem metade do que gostaria de já ter feito a essa altura. Será que vai dar tempo’

Passado o susto, a resposta: vai. E se não der, não é o fim do mundo. Você não precisa morrer colecionando vontades não realizadas. Troque de vontades e siga em frente sem ruminar  arrependimentos. Você finalmente atingiu o apogeu da sua juventude: é livre como nunca foi antes.

Então, não passe mais nem um dia ao lado de alguém que te esnoba, te provoca, que não se importa com seus sentimentos.  Pare de inventar razões para manter seus infortúnios, você já fez sacrifícios suficientes, agora se permita um caminho mais fácil. Se ainda dá trela a fantasmas, se ainda pensa em vingancinhas ordinárias, se ainda não perdoou seus pais e seu passado, se ainda perde tempo com vaidades e ambições desmedidas, se ainda se preocupa com o que outros pensam sobre você, está pedindo: logo, logo estará um caco.

Para alcançar e merecer a segunda juventude, é preciso se desapegar de todas aquelas preocupações que havia na primeira. Quando essa Juventude Parte 2 terminar, não virá a Juventude Parte 3, mas o fim. Ou seja, esta é a última e deliciosa oportunidade de abandonar os rancores, não perder mais tempo com besteiras e dar adeus à arrogância, à petulância, à agressividade, ou seja, adeus às armas, aquelas que você usava para se defender contra inimigos imaginários. Agora ninguém mais te ataca, só o tempo – em vez de brigar contra ele, alie­ se a ele, tome o tempo todo para si.

Eu sei que você teve problemas, e talvez ainda tenha – muitos. Eu também tive, talvez não tão graves, depende da perspectiva que se olha. Mas isso não pode nos impedir a graça de sermos joviais como nunca fomos antes. Lembra quando você dizia que só gostaria de voltar à adolescência se pudesse ter a cabeça que tem hoje> Praticamente está acontecendo.

Essa é a diferença que tem que ser comemorada. Na primeira juventude, tudo vai acontecer. Na segunda, está acontecendo.

*** MARTHA MEDEIROS

ESTAR BEM

É POSSIVEL SE TRANSFORMAR EM UMA PESSOA MAIS MATINAL?

 Embora a genética exerça influência sobre os hábitos de sono, algumas ferramentas podem ajudar a ‘reprogramar’ seu cérebro

Então você é uma pessoa de hábitos noturnos, mas precisa acordar todos os dias cedo para trabalhar. O que fazer? Se suas tendências noturnas estão arruinando seu sono, algumas atitudes podem ajudar a torná-lo uma pessoa mais matinal.

A primeira coisa a ter em mente é que sua hora de dormir, até certo ponto, é influenciada por sua genética. Todo mundo tem um ritmo biológico pessoal, ou cronotipo, que determina o momento ideal para adormecer e acordar. Estudos mostram que existem  muitos genes que levam alguns de nós a ser pessoas matinais, notívagas ou a ficar na coluna do meio.

Um estudo publicado na revista Nature Communications analisou os hábitos de sono de quase 700 mil pessoas e identificou um grande número de genes que ajudam a definir se alguém é uma pessoa matinal ou não. Em média, os que carregavam o maior número de variantes genéticas para “manhã” tendiam a adormecer e acordar meia hora mais cedo do que quem levava o menor número. “Suas tendências de ritmo circadiano são genéticas e não podem ser alteradas”, adverte a dra. Ilene M. Rosen, especialista em medicina do sono, referindo-se aos ciclos corporais que definem quando acordamos e adormecemos. “Mas a boa notícia é que podemos dar aos nossos relógios biológicos algumas dicas para influenciá-los.”

DISTRAÇÕES

É possível que você fique acordado além da hora ideal de dormir por causa de distrações. Muitas pessoas que podem adormecer naturalmente por volta das 22.h, por exemplo, acabam ficando acordadas até a meia-noite para trabalhar, navegar na web ou assistir à Netflix. Isso torna mais difícil acordar pela manhã.

Mas você pode mudar isso. Primeiro, decida a que horas gostaria de acordar. Então, saia da cama exatamente nesse horário todos os dias – independentemente de quão cansado você esteja – e se exponha ao sol. A luz solar diz ao seu cérebro que é hora de acordar. Estudos descobriram que a luz da manhã pode avançar seu ritmo circadiano, o que ajudará seu corpo a se ajustar a uma programação anterior.

À medida que seu corpo se acostuma a começar o dia mais cedo, você naturalmente vai adormecer mais cedo. Idealmente, você deve sair de manhã e se exercitar ou fazer alguma atividade que o deixe alerta. “Uma caminhada rápida ao ar livre pela manhã é uma boa maneira de começar a dizer ao seu relógio interno que é hora de fazer isso”, admite Rosen.

LUZ BRILHANTE

Se estiver escuro quando você pretende acordar, tente a terapia de luz brilhante, que envolve acender uma lâmpada especial por cerca de 30 minutos pela manhã enquanto você se prepara para o dia. Neste cenário, um abajur ou uma luz de teto não funcionarão. Você também deve tentar obter bastante luz solar durante o dia.

À noite, tente minimizar sua exposição à luz artificial e evitar a exposição à luz azul – computadores, TVs, smartphones – duas a três horas antes do horário em que você quer dormir. Estudos mostraram que a exposição à luz azul à noite pode atrapalhar o sono e suprimir a melatonina, que ajuda a regular o sono. Pesquisadores descobriram que a luz azul pode atrapalhar seu relógio circadiano, tornando mais difícil para você tornar-se uma pessoa matinal.

Outra coisa que pode ajudar é tomar uma dose muito baixa de melatonina, observa Sabra Abbott, professora de neurologia em medicina do sono em Chicago. Ela recomenda não tomar mais do que meio miligrama uma hora antes de dormir. É importante manter a dose baixa para que ela limpe seu sistema rapidamente. “Estamos tentando apenas fornecer um pequeno sinal de que é o início da noite”, conclui Abbott.

A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

ANSIEDADE RECORRENTE INDICA CHANCE DE TRANSTORNO

Brasil é o país com mais casos do problema no mundo, segundo OMS. Médicos alertam que quadros prolongados exigem avaliação

Coração acelerado durante uma prova, nervosismo antes de uma apresentação importante -, sentir-se ansioso é uma resposta natural e temporária do corpo humano a situações de estresse que fogem da rotina. Porém, nem sempre esses sintomas são  passageiros  e em níveis proporcionais aos fatores que motivam a preocupação.

Nesses casos, especialistas alertam que pode não se tratar de um desconforto ocasional, e sim de um transtorno de ansiedade, doença que demanda acompanhamento médico e tratamento específico.

Segundo os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2019, 18,6 milhões de brasileiros, quase 10% da população, conviviam com o transtorno o transtorno, o maior número de pessoas com a doença em um país no mundo.

O coordenador do Centro de Estudos do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Alexandre Valença, esclarece quando os sintomas deixam de apontar para algo comum e acendem o alerta.

“A diferençada da ansiedade normal para a ansiedade patológica é que a primeira todos podemos apresentar no dia a dia. Já o transtorno de ansiedade se caracteriza como sendo uma ansiedade que traz limitações ao cotidiano da pessoa. Ela pode não conseguir trabalhar ou estudar, tem o sofrimento físico e psíquico mais intenso, e os sintomas não são necessariamente relacionados a um problema específico”, explica o psiquiatra.

Os sintomas do transtorno de ansiedade variam de pessoa para pessoa, mas podem ser bem semelhantes ao de uma ansiedade rotineira. Porém, no ocaso da ansiedade patológica, a tendência é que os sinais durem por mais tempo e sejam mais intensos. Entre os sinais mais frequentes, estão: preocupações, tensões ou medos exagerados; sensação continua de desastre iminente; falta de controle, sobre pensamentos, imagens ou atitude; insônia; taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos); sudorese; tremores; ondas de calor ou de frio; falta de ar.

Há também as chamadas crises de ansiedade, ou ataques de pânico. São episódios em que a pessoa pode experienciar um conjunto de sintomas ao mesmo tempo, em intensidade maior. Eles podem ser desencadeados por um evento estressante ou ocorrer de forma súbita, com duração de 5 a 20 minutos.

A terapia pode envolver medicamentos (como antidepressivos e ansiolíticos), psicoterapia ou ambos. O psiquiatra Jairo Werner ressalta a importância de evitar o consumo de álcool, cigarro ou outras substâncias psicoativas, manter uma alimentação equilibrada e cuidar da qualidade do sono.

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