GESTÃO E CARREIRA

LINHA DE FRENTE NÃO TEVE PREPARO PARA O DIGITAL

Por outro lado, trabalhadores essenciais disseram ter aprofundado vínculo com colegas, indica relatório da Microsoft

Mais da metade dos cerca de 2 bilhões de trabalhadores que atuam em setores essenciais da economia – os da linha de frente – sentiram que precisaram aprender sozinhos e de maneira adaptada a usar ferramentas de tecnologia e outras soluções digitais para seguir na ativa durante a pandemia.

O sentimento mundial é compartilhado também entre os brasileiros: 60% dos entrevistados relataram não ter recebido treinamento formal algum para usar novas tecnologias, segundo relatório divulgado pela Microsoft. O percentual global é de 55%.

A publicação da empresa de origem americana ouviu 9.000 trabalhadores em setores industriais para os quais o home office é praticamente impossível. São funcionários da indústria de bens, de automóveis, energia, finanças, hospitalidade, telecomunicações, mídia, varejo e saúde.

“Eles mantiveram as mercearias abastecidas, garantiram que as redes de energia seguissem funcionando, forneceram serviços de saúde essenciais e produziram e distribuíram os produtos dos quais o mundo precisa, tudo isso enfrentando riscos pessoais e contínuas rupturas”, afirma o relatório.

Jared Spataro, vice-presidente de uma divisão da Microsoft batizada de “trabalho moderno” diz que o percentual de trabalhadores da linha de frente que afirmou se sentir sob estresse já era esperado. Mas ele afirma ter ficado surpreso com certa “cultura de preocupação” identificada pela pesquisa.

Segundo a Microsoft, 76% dos trabalhadores da linha de frente disseram se sentir muito ligados aos colegas. Essa proximidade vem, principalmente, do estresse compartilhado durante a pandemia. A média mundial é muito similar ao resultado no Brasil, onde 77% dos trabalhadores desses setores disseram estar mais próximos daqueles com quem dividiram as angústias na crise sanitária.

Ao mesmo tempo, os trabalhadores da linha de frente disseram sentir que a comunicação precisa ser priorizada a partir do alto escalão.

Entre os que disseram se sentir estressados, 45% citaram a carga de trabalho pesada, 44%, os salários baixos, e 41%, as longas jornadas.

Para os brasileiros, o rendimento baixo foi citado como fator de estresse por 55% dos trabalhadores da linha de frente, que também apontaram entre as preocupações: muito trabalho a ser feito (51%), jornadas muito longas (42%), medo de perder o emprego (34%) e rotina de trabalho rígida (34%).

Outro ponto surpreendente para o executivo da Microsoft foi o que ele chamou de uma visão positiva da tecnologia. Globalmente, 63% dos trabalhadores da linha de frente disseram estar animados quanto às oportunidades de trabalho que podem ser  abertas pelo uso de tecnologias.

Segundo a Microsoft, nesses segmentos de mão de obra, os trabalhadores são tradicionalmente mal- atendidos pela tecnologia.

Outra conclusão do relatório da Microsoft aponta para o que a empresa chama de um ponto de inflexão, em meio a uma grande reorganização do trabalho. Essa inflexão se expressa no estudo, por meio do desejo de melhores salários e balanceamento da vida pessoal com a profissional.

No Brasil, 80% disseram que melhores salários efeito para reduzir o estresse. Para 63%, melhorar o tipo de tecnologia aplicada ao trabalho seria um meio de melhorar as condições. Licenças remuneradas também foram citadas por 57% dos entrevistados.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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