A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

COMO PAIS SEPARADOS PODEM TER UM FELIZ NATAL COM OS FILHOS E O EX

 Para uma reunião de sucesso, deixe conflitos e tensões de lado, comunique-se com antecedência e mantenha as expectativas claras

Morgan Havens e sua melhor amiga, Jerilyn, compartilham uma tradição de véspera de Natal: depois que Havens bota os filhos na cama, ela, Jerilyn e seus parceiros passam a noite assando cookies e embrulhando presentes. Não há nada incomum nessa história, exceto por um detalhe: Havens era casada com o atual marido de Jerilyn e as crianças dormindo são deles. Havens e sua família toda junta e misturada não estão sozinhas. A guarda compartilhada, especialmente nas festas de fim de ano, muitas vezes significa que um dos pais ou mães perde a decoração da árvore, o que pode gerar ansiedade entre os envolvidos. Uma solução é juntar todo mundo para celebrar. O tilintar dos copos com um ex­ parceiro não é para qualquer um. Mas as crianças se beneficiam com o arranjo.

Aqui vão estratégias para ter sucesso ao reunir ex-parceiros nas festas de fim de ano, sugeridas por especialistas em co- parentalidade. Todos fazem a mesma advertência: o primeiro ano pode ser desafiador.

DEIXE OS CONFLITOS DE LADO

As crianças são boas em sentir o que está acontecendo ao seu redor. ”Se nos propomos a fazer algo que achamos que é bom para nossos filhos, mas estamos ansiosos ou virando aquela segunda ou terceira taça de vinho para encarar a situação, não é uma boa escolha”, disse Karen Bonnell, divorciada, coach de parentalidade, mediadora e autora do The Co-Parenting Handbook. Marisa C. Franco, psicóloga e especialista em amizades concorda “Se surgir tensão ou ressentimento, tente deixar o assunto para mais tarde.”

Terapia pode ajudar. Foi o que fez a psicóloga Sarah Gundle. Nos últimos quatro anos, o ex-parceiro e a filha agora com 6 anos, vêm se reunindo para uma noite de Chanuká, junto com sua filha de 15 anos de um casamento anterior, a namorada de seu ex parceiro e a mãe dele. Gundle se encontra em ambas as extremidades da co-parentalidade. Ela e o ex-marido não compartilham a parentalidade, mas ela e o pai da filha mais nova a criam cooperativamente. “Vi isso nos meus dois filhos, e é melhor para a criança quando os pais mantêm algum tipo de contato positivo.”

RECONHEÇAM SEUS PAPÉIS COMO ADULTOS QUE COMPARTILHAM FILHOS

“É importante que, quando as pessoas encerram uma relação, elas não pensem mais em si mesmas como ex-parceiros”, avalia Bonnell. “Você precisa pensar nessa pessoa como o pai ou mãe de seus filhos.”

Na manhã de Natal, Laura Lopez, seu noivo e a filha de 5 anos, que divide com seu ex­ companheiro de uma relação de dez anos, se encontrarão na casa de seu ex para tomar café da manhã e abrir presentes com ele e sua nova esposa. No ano passado, Lopez encomendou pijamas combinando para todo o grupo e juntos tiraram uma foto natalina. “O relacionamento entre o pai da minha filha e eu nunca foi tão saudável”, garante.

ALINHE AS COISAS ANTES DAS FESTAS

Franco explica que a comunicação deve ser uma parte contínua da co-parentaildade. “Telefone antes para discutir ‘como vamos fazer para que nossos filhos tenham uma ótima experiência juntos? Onde queremos nos encontrar e quem cada um de nós pode levar?’ Isso pode fazer toda a diferença”, afirma.

Além disso, reserve alguns minutos para discutir os presentes. Bryan Johnson, pai de filhos de 21, 19 e 16 anos, coordena as ideias de presentes com a ex­ mulher. Eles compartilham sugestões sobre o que os filhos querem no Natal e dividem o custo dos itens mais caros.

DEFINA A INTENÇÃOE OS LIMITES PARA O DIA

Os ex-parceiros devem evitar impor um ao outro como o dia vai se desenrolar, mas é importante transmitir como cada um imagina o dia se desenrolando. Lembre-se de que o foco deve estar nos filhos e que não há exigência de que os ex-parceiros sejam próximos ou que os novos parceiros se tornem melhores amigos. Katherine Woodward Thomas, terapeuta matrimonial e familiar licenciada e autora de Conscious Uncoupling: 5 Steps to Living Happily Even After, sugere estabelecer limites para a reunião, especialmente se ainda houver tensão ou relacionamento. “Talvez seja uma boa ideia convidar o ex-parceiro para comer cookies, tomar chocolate quente e abrir um presentinho”, observa. “Veja se as pessoas estão dispostas a ficar tempo suficiente para que as crianças tenham uma sensação de coesão entre as famílias.”

Nos últimos sete anos, Johnson, que foi casado durante 16 e está divorciado há dez, passou o dia de Natal na casa de sua ex­ mulher e do marido dela. Ele chega para o café da manhã, os filhos desembrulham os presentes e ele vai embora algumas horas depois. “No início, era difícil ser uma visita na festa de Natal dos meus filhos”, lembra ele. “Foi preciso limpar a lousa e criar um novo conjunto de expectativas para as festas.”

PENSE EM FAZER OS EVENTOS EM LOCAL NEUTRO

Enquanto algumas famílias comemoram na casa de um dos pais ou mães, outras se sentem mais confortáveis se reunindo em outro lugar. Sage Herman, seu novo marido, sua filha de 9 meses, seu ex-parceiro e sua filha de 8 anos se encontram na casa de seus pais para o jantar de Natal. “É muito tenso receber meu ex na minha casa porque esta é a casa que compramos juntos”, conta ela.

FAÇA ALGO DE BOM PARA O NOVO PARCEIRO DE SEU EX-CÔNJUGE

Não foque no custo, mas sim na intenção. “Olhe-os nos olhos quando entrarem na sua casa e diga: “Obrigado por vir e estar conosco”, ressalta Woodward Thomas. “É  importante que as pessoas saibam que é possível ter uma família amigável e solidária após o divórcio. Você precisa criar esse sentimento de afinidade com pequenos gestos generosos.”

Os relacionamentos valiam muito, é claro, mas quando os pais e mães que compartilham a criação percebem que é menos trabalhoso se dar bem durante as festas do que forçar os filhos a se envolver num cabo de guerra, todos se beneficiam. Ver a alegria no rosto de uma criança quando ela vê pais e mães curtindo o tempo que passam juntos  pode fazer com que o planejamento e a disposição valham o esforço. “A dinâmica é que todos cooperamos e nos comunicamos”, conclui Laura Lopez. “Sempre temos o objetivo final de ajudar nossa filha a se sentir feliz, segura e saudável. Parece uma família de verdade”,

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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