GESTÃO E CARREIRA

JOVENS APRENDEM ‘SOFT SKILLS’ FORA DA ESCOLA

 Iniciativas ajudam na escolha da carreira a partir de habilidades comportamentais exigidas pelo mercado; em workshop de autoestima, adolescentes têm acesso a mentora

Se para quem está no mercado já é difícil acompanhar as mudanças, para quem está começando é ainda mais desafiador. Para preparar os futuros profissionais além das ementas escolares, projetos sociais capacitam jovens com habilidades técnicas e comportamentais.

“A gente tem uma mentalidade de escola de que tem de escolher uma carreira, mas o foco tem de ser nas possibilidades do que o jovem pode fazer. Tem gente que gosta de exatas e, por isso, vai fazer Engenharia. Pergunto: ‘Será que gostando de exatas você só pode fazer Engenharia?’. É preciso considerar habilidades, aptidões e estilo de vida”, explica Eduardo Valladares, designer de experiências de aprendizagem.

Segundo o professor, que deu aula por 16 anos, alunos de ensino médio e universitários costumam chegar ao mercado apenas com os conteúdos técnicos mais tradicionais e com uma lacuna em habilidades comportamentais, as softs skills,por ele consideradas as mais necessárias.

”Tem de se mudar a mentalidade de querer ir para a escola apenas para escolher uma carreira, mas ir para aprender a ter mais ousadia, resiliência, senso crítico, capacidade de colaboração. Aí, sim, dá para aprender a escolher um futuro melhor”, diz.

NOVIDADE

Valladares lançou neste ano um novo projeto para ajudar na capacitação e na empregabilidade dos jovens. A iniciativa “Criaway: não é sobre seguir caminhos, é sobre criar futuros” é um playbook (livro com tarefas) para provocar reflexões em quem está começando e até mesmo para os que estão questionando a sua trajetória de carreira.

No Instituto Plano de Menina – com foco em conectar meninas de comunidades com mentoras e, depois, com o mercado -, as alunas têm aulas com coaches de carreira e criam um mapa de planos para ajudá-las a ter uma direção profissional. Trabalhar a autoestima foi o ponto mais importante do curso para Erika Lucy, de 20 anos, que participou do projeto quando estava no último ano do ensino médio, há três anos. Na época, ela lidava com episódios de fobia social, ansiedade e timidez.

“Eu pude conversar com outras pessoas que tinham os mesmos problemas, e isso fez com que eu me sentisse mais confortável. Eu comecei a pensar que eu ia chegar a algum lugar um dia”, conta Érika, que já participou de duas edições do projeto (saiu de ambas empregada) e começou a cursar Artes Visuais na Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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