POESIA CANTADA

CANÇÃO DA AMÉRICA

MILTON NASCIMENTO

COMPOSIÇÃO: FERNANDO BRANT / MILTON NASCIMENTO

Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver o seu amigo partir

Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou

Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam: Não
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração

Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar

OUTROS OLHARES

HOMENS PRETOS E PARDOS SE TORNAM PAIS ANTES E TEM MAIS FILHOS, DIZ IBGE

Estudo indica que população com baixo nível de estudo e de menor renda também vira pai antes

Um novo estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que homens pretos ou pardos costumam ter mais filhos e viram pais mais cedo, na comparação com o restante da população.

A mesma lógica também vale para quem tem pouco estudo ou está nas menores fatias de renda, indica a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, divulgada nesta quinta-feira (16).

0 estudo inclui novos recortes de dados frente a edição anterior; de 2013. O levantamento, contudo, ainda não capta os reflexos da pandemia de coronavírus na área de saúde, já que a Covid-19 chegou ao país em 2020.

Uma das novidades da pesquisa e justamente o retrato sobre os homens de 15 anos ou mais que já tiveram pelo menos um filho.

Conforme o estudo, pais pretos ou pardos tinham, em média, 25 anos quando o primeiro filho nasceu. A marca entre os brancos foi maior; de 26,8 anos.

A média de filhos entre os homens pardos que já eram pais ficou em 2,8. Pretos vieram logo na sequência, com 2,7. Já entre os brancos, o número foi de 2,4.

No recorte por nível de escolaridade, os dados apontam que homens com ensino fundamental completo e médio incompleto tinham 24,6 anos quando viraram pais. É a menor marca da pesquisa.

Já os homens sem instrução ou ensino fundamental incompleto se tornaram pais com 25,1 anos.

Brasileiros que tem ensino superior completo, por sua vez, viraram pais mais tarde. A média nesse grupo foi de 27 anos para iniciar a paternidade.

Segundo o IBGE, o número de filhos foi superior entre os pais sem instrução ou fundamental incompleto: 3,5. Já entre os homens com ensino superior completo, a marca foi de 2 filhos.

Quando a variável é nível de renda, os brasileiros com renda domiciliar per capita inferior a um quarto do salário mínimo ingressaram na paternidade antes, com 24 anos, e eram os que tinham o maior número de filhos (3,1).

Na faixa de renda mais alta da pesquisa, com rendimento domiciliar per capita de mais de um salário mínimo, a idade era maior (26,7 anos), e a média de filhos, menor (2,4).

Os dados também trazem recorte por região. Segundo o estudo, homens do Norte e do Nordeste viraram pais antes e tinham mais filhos.

Outro módulo pesquisado pela PNS é o da saúde da mulher. De acordo com o estudo, em torno de 80,5% das mulheres de 15 a 49 anos sexualmente ativas usavam algum método para evitar a gravidez em 2019.

A fatia de 40,6 % considerava a pílula anticoncepcional como o método mais eficaz. Em seguida, vinham a camisinha masculina (20,4%) e a laqueadura (17,3%).

No Brasil, 4,7 milhões de mulheres de 15 anos ou mais tiveram filhos entre 29 de julho de 2017 e 27 de julho de 2019. Em  relação ao parto, 87,2% foram atendidas por médicos, 10,4 % por enfermeiros e 1% por parteiras. O levantamento também indica que, em 2019, 81,3% das mulheres entre 25 e 64 anos haviam realizado o exame preventivo para câncer de útero no período de menos de três anos. Enquanto isso, 6,1% nunca haviam feito o procedimento.

De acordo com o IBGE, cerca de 58,3% das mulheres de 50 a 69 anos haviam realizado mamografia nos últimos dois anos. O percentual foi ligeiramente mais alto do que o verificado em 2013 (54,3%). O estudo mostra ainda que em 2019, 17,3 milhões de pessoas com dois anos ou mais tinham alguma deficiência no país. O número equivale a 8,4% da população nessa faixa etária.

Segundo o  IBGE, apenas 28,3% das pessoas com deficiência e em idade de trabalhar (14 anos ou mais) estavam na força de trabalho em 2019. Entre as pessoas sem deficiência, o percentual era superior; de 66,3%.

A força de trabalho e o conceito que reúne tanto os profissionais empregados (ou ocupados) quanto os desempregados (ou desocupados, que seguem em busca de novas vagas).

ALIMENTO DIÁRIO

GOTAS DE SABEDORIA PARA A ALMA

DIA 16 DE SETEMBRO

A GENEROSIDADE ABRE PORTAS

O presente que o homem faz alarga-lhe o caminho e leva-o perante os grandes (Provérbios 18.16).

Um coração generoso é o nosso melhor cartão de visitas. O amor traduzido em atitudes abre portas para novos relacionamentos. Você quer falar com alguém importante? Leve um presente, e será fácil. Um simples gesto de bondade pavimenta o caminho para novas amizades. Ninguém perde por ser gentil. O coração aberto é revelado por mãos abertas, e estas são generosas para presentear. Às vezes ficamos constrangidos em presentear alguém que tem tudo do bom e do melhor. Porém, não é uma questão do que estamos oferecendo, mas de como estamos oferecendo. O que importa não é o valor monetário do presente, mas seu significado. É o gesto de amor que conta. É a demonstração de carinho que enternece. Ninguém é tão rico que não possa receber um presente, e ninguém é tão pobre que não possa dá-lo. A generosidade consegue entrar em palácios. A generosidade nos coloca em companhia dos príncipes. Quando temos amor no coração e um presente nas mãos, alargamos o caminho para novos contatos, e esse gesto nos leva à presença dos grandes. A generosidade é uma chave que abre o cofre dos mais difíceis relacionamentos e pavimenta o caminho para as mais profundas amizades.

GESTÃO E CARREIRA

ERROS QUE VALEM OURO NO MUNDO DOS NEGÓCIOS

Antes de seguir a leitura, enfatizo que são experiências reais de um sonhador que visualiza uma empresa estruturada e que não dependa de seu fundador para seguir atuante no mercado. São erros. Erros de quem conseguiu perceber exatamente em quais pontos agir para recuperar o campo cultivado que foi temporariamente invadido por um “vírus” – cujos tentáculos foram neutralizados até que a atualização de sistema seja concluída e o vírus eliminado.

Quatro anos de imersão prática entre dezenas de projetos entregues para clientes, construção de rede de contatos profissionais, muita persistência, busca por informações a todo instante a fim de defender um propósito validado pelo mercado. Desde menino eu sonhava ser empresário e às vezes questionava meu pai, depois de ouvir notícias no rádio, sobre “por que eles [governo] não conseguiam melhorar o Brasil?”, “os donos de empresas não podem ajudar?”.

Saí para rua e troquei picolés por dinheiro antes mesmo de frequentar as aulas na pré-escola. Segui carreira no varejo e, hoje tenho uma agência especializada em Internet Marketing. Em 2011 surgiu A Oportunidade e então nasceu minha empresa. Era uma produtora de sites (desenvolvimento web) que também oferecia serviços de marketing no mundo digital. Muitas “coisas” aconteceram, pessoas entraram e outras saíram, clientes, tecnologia. A verdade é que eu não me sentia realizado com aquela entrega. Um dos meus mentores perguntou durante um café: “qual o seu propósito, por qual razão você faz o que faz?”.

Foram oito meses incansáveis de busca por resposta até que um dia “a ficha caiu”. Decidi então mudar o modelo de negócio da agência, a estratégia, procedimentos, ferramentas, portfólio de entregáveis… A equipe também sofreu alterações [de forma orgânica, inclusive]. Passamos a fazer algo que está no nosso DNA e vai além do resultado financeiro. Vendas por atração, estratégia de comunicação digital (e performance) para fortalecer relacionamentos antes e depois da venda é o que entregamos para nossos clientes.

1. VIRADA RADICAL VS. REPOSICIONAMENTO – Inovação, reposicionamento e mudanças no modelo de negócio são, em geral, paradigmas que assumem que as empresas podem e devem utilizar ideias e caminhos tantos internos quanto externos para ofertar novidades ao mercado em seu caminho de crescimento.

Quando se fala de governança corporativa, sustentabilidade de negócios, gestão de projetos, etc., os gestores levam a sério a famosa “Curva-S”.

Posso garantir que este conceito faz uma baita diferença na tomada de decisão.

Minha escolha foi radical ao ponto de que, numa sexta-feira vendíamos sites; na segunda-feira seguinte, não mais. Focamos 100% em Content/Inbound Marketing. Reposicionamento até permite uma virada de curto/médio prazo por entrar no contexto de campanha. Estratégia sustentável deve assumir o lugar da “virada radical disruptiva” quando se pretende adotar um novo modelo de negócio, um novo produto/ serviço, uma tecnologia.

Olhando agora, teria sido inteligente deixar de fazer sites somente quando o número de clientes de Content/Inbound garantissem faturamento superior aos projetos de desenvolvimento web. Ao invés de entrar no vermelho, manteria a saúde financeira da empresa estável e crescente. Primeira grande lição.

2. CICLO DE VENDA – Imagine o estoque de um supermercado. Considere que o giro de “produto xpto” na prateleira aconteça três vezes ao mês. Ou seja, a mercadoria fica no máximo dez dias em exposição até que alguém compre o item. Significa que o estoque destes produtos sofre exatas 36 reposições ao ano para atender a demanda de compra. Ciclo de venda é exatamente a linha do tempo necessária para fechar um novo negócio. O restaurante tem ciclo diário, a escola particular é mensal, o IPTU anual.

Para cada tipo de negócio um ciclo, fases, abordagens específicas. Identificar os passos e estágios chave para nova estratégia gera fortes impactos nas vendas. O empresário deve ter em mente que será necessário rever os processos, talvez contratar novo time comercial, ajustar as previsões financeiras. Em minha experiência, estava absolutamente confiante e não fiz nenhuma verificação. Afinal, era comum vender um projeto de criação de site em duas semanas, além de colocar em produção (pagamento pontual).

Quatro meses após a “virada radical”, percebi que vender projetos de consultoria era algo desafiador e demorado porque o contrato era assinado depois de três ou quatro meses após a primeira abordagem de venda (pagamento recorrente). Qual é o ciclo de vida média de um site? Três anos? Vender, entregar, cobrar, finalizar em seis meses é um prazo razoável? Parece que sim. Já o modelo adotado para projetos de consultoria em Inbound é anual com pagamentos mensais.

Como otimizar tudo isso e manter a saúde financeira da empresa em modo estável crescente? O custo de aquisição de novos clientes é o mesmo para ambas as situações? Mudou o cenário, mudaram as escolhas. Considerar esses conceitos e métricas torna-se imprescindível na tomada de melhores decisões. Segunda grande lição.

3. REFUTAR PARCERIAS ESTRATÉGICAS – Características comporta- mentais do empreendedor fazem toda diferença no processo de inovação e raramente se encontra alguém completo. Quando o assunto é dominância cerebral, por exemplo, me destaco nas esferas experimental e relacional – pontos que endossam visão mercadológica, encontrar alternativas, fazer correlações, transformar problemas em projetos, negociação e valorização do cliente.

Mas nem só de liderança, estratégia e propósito vive o homem. A moeda tem dois lados e é necessário o equilíbrio tático em torno de análises e controles efetivos. Ou seja, administrar, implementar, acompanhar, garantir entregas são responsabilidades vitais na empresa.

Sempre fui resistente à ideia de sociedade e optei por atuar como empresário individual. Hoje entendo que um sócio, um colaborador de alta confiança, além de excelentes parceiros alinhados ao ganha-ganha também é vital para o negócio. Um empreendedor como eu precisa ser apoiado por pessoas com perfil tático/útil e que divida uma meta em pequenas partes, que administre e implemente o plano.

Refutei em fechar parcerias altamente estratégicas que trariam receita para a agência porque achava que o mundo girava em torno do meu umbigo e discordava em passar por treinamentos específicos. Lembro de argumentos como “especializei-me em SEO há mais de seis anos e vou ter que passar pelo programa ‘engage’ para poder firmar um compromisso?”

Por sorte, esses parceiros persistiram e seis ou sete meses depois assinamos contrato por conta do principal ingrediente: relacionamento. Ter maturidade para compreender que um sócio ou um time de pessoas pode acelerar a realização proposital de uma visão de negócio e conquistar resultados sustentáveis dá segurança ao empresário e dispara a produtividade. Como diz o provérbio africano: “Se queres ir rápido, vá sozinho. Se queres ir longe, vá em grupo.”

4. NÃO SER PRODUTO DO PRODUTO – Lembra da Curva-S? Ela cabe aqui também. Se você ainda não tem um caso de sucesso, não é produto do seu produto, como pode ousar uma mudança brusca de atividade empresarial? Não considerei sequer o básico de campanha publicitária. Sim, dei um tiro no pé. A velha crença de que na casa de ferreiro o espeto é de pau já venceu.

O grande psicólogo Robert Cialdini recomenda que você deve ser exemplo para potencializar o poder de persuasão e consequentemente obter sucesso em negociações, por exemplo. A estratégia de comunicação, a abordagem de venda, a forma de atendimento de uma produtora de sites não combina com uma consultoria de Content/Inbound marketing. Além da demora em promover o próprio negócio, perdemos oportunidades durante o período em que relutava a aceitar as propostas de parceiros.

Focamos então na solução e cada pessoa da equipe trabalhou na construção de um “case” de Inbound Marketing, inclusive em projetos pessoais. A ideia de ser produto do produto passou a fazer parte do dia a dia e transformou-se em um enorme brainstorming. O time ganhou confiança e alinhou as entregas com o discurso do comercial, resultando em entregas com melhor qualidade para os clientes. Use seus próprios produtos, abuse dos seus próprios serviços.

5. QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE X ENTREGA – Entre no jogo para ganhar. Tenha certeza de que seus jogadores estão preparados para correr, criar soluções em campo e fazer o gol. E mais do que isso, que estão preparados para fazer o que deve ser feito propositadamente. É comum que o empresário esteja enlouquecido com as rotinas do dia a dia da empresa e deixe passar detalhes que certamente irão comprometer a eficiência e os resultados.

É compromisso do líder assumir que o desempenho necessário para equipe atingir metas e objetivos depende pessoalmente dele e não adianta investir somente em ferramentas esperando que os liderados resolvam processos e caminhem sozinhos. Delegar com excelência significa direcionar, orientar e acompanhar as entregas da equipe.

Bem, estamos falando de erros que valem ouro. Quando decidi reposicionar o negócio, compartilhei a estratégia com a equipe e eles disseram estar preparados para atuar nas novidades e, acredite, fui convidado a “vai pra rua vender que nós tocamos os projetos” e fiquei anestesiado com aquela atitude. No entanto, não verifiquei em termos práticos se, de fato, aqueles profissionais estavam capacitados o suficiente para entregar um novo tipo e formato de projeto.

Pessoas. Taí o maior desafio de qualquer empresário… Outra lição! Mudou o modelo, as pessoas, os processos, o perfil de cliente, a tecnologia e tudo estava bem aqui na minha cabeça. A equipe não tinha clareza de processos, não dominava as ferramentas, tinha dificuldade em interpretar uma estratégia e desenvolver as ações necessárias. Só validei essas deficiências quando os clientes começaram a manifestar insatisfação com as entregas.

Fizemos esforços para melhorar o atendimento e CRM (gestão de clientes) da agência, mas nossa atuação ainda era fraca. Os maiores desafios consistiam em descentralizar a comunicação, cumprir prazos e, de fato, fazer a gestão dos projetos. Decidi mapear as deficiências, estruturar um programa de estudo colaborativo e estimular cada pessoa a desenvolver suas habilidades, dar aula aos demais colegas sobre os temas previamente planejados.

Foram três meses intensos de aprendizagem, talentos revelados e boas surpresas. Reforçamos a importância de ser produto do produto, geramos conteúdo, melhoramos muito a comunicação, revisamos os projetos… todos entendiam o que era um workflow de CRM (processo) e os motivos pelos quais tínhamos que nos conectar com os valores de cada cliente. Passamos a entregar valor no lugar de bits.

6. VENDER OU FAZER? – Definitivamente, quem faz tudo não faz nada. Com um lado da moeda descoberto, passei a alternar as atividades (comercial, atendimento, produção) até o ponto em que me vi desfocado e ao mesmo tempo imerso nos projetos. Cheguei à conclusão de que o vendedor deve evitar contato com o operacional para manter-se imune à insegurança e pensamentos do tipo “vou vender, mas será que os caras vão conseguir entregar?”.

De outro lado, é natural para os responsáveis pela entrega pensarem que “o pessoal do comercial só perde tempo com reunião, networking, etc.”. Penso que o ideal é que cada profissional se dedique àquilo que se propõe a fazer com maestria. Gosto de fazer, mas as consequências neste caso acenderam a luz vermelha e comprometeram complemente minhas ações comerciais.

Somente depois da equipe visitar cada cliente, equilibrar as entregas, reduzir os conflitos e eliminar jobs “ladrões de tempo/dinheiro” é que voltamos a dar atenção para as oportunidades e propostas paradas no pipeline de venda. Ter pessoas chave para atividades vitais da empresa é essencial para garantir proposta de valor ao cliente e atingir objetivos e metas. Também é importante expressar confiança na sua própria capacidade de realizar uma tarefa difícil ou enfrentar um desafio.

7. OLHAR PARA CRISE ECONÔMICA E POLÍTICA – É preciso dizer que os recursos financeiros se esgotaram depois de todos esses erros? A sequência de erros me fez desalinhar o foco e, para completar, me deixei contaminar pelo pessimismo brasileiro alimentado pela crise política e questões sociais que destroem a economia e nos levam para a recessão.

Noticiário, besteirol de redes sociais, mensageiros como WhatsApp, excesso de informação, estafa… Tudo isso contribui para a perda de foco e tempo do empresário, que por sua vez, baixa a guarda para persistência, se distrai a cada minuto e “esquece” de fazer as coisas antes de ser solicitado ou é forçado pelas circunstâncias.

Enfim! Olhar para fontes de informações que o mantenham no trilho e deslizar rumo aos objetivos do plano estratégico é o mais adequado. Ao invés de timelines como Facebook, faça ligações telefônicas para os clientes a fim de ajudá-los a mapear novas oportunidades, entender as dificuldades, buscar novos negócios. Faça como sugere o psicólogo Daniel Goleman e reserve tempo para refletir, manter foco no foco.

Para finalizar, fontes como IBGE e Sebrae apontam que cerca de 53% das empresas brasileiras fecham após quatro anos de atuação (dados de 2013). Para o empresário, um oceano de variáveis a serem administradas diariamente e sem descanso. Para os americanos, fracasso significa crescimento, maturidade. Os brasileiros tendem a desqualificar o empreendedor.

Não vejo problema algum em compartilhar estas experiências aprendidas a preço de ouro. Tomar consciência e usar os erros para potencializar as forças me faz acreditar ainda mais que iniciativa somada a conhecimento, dinheiro e atitudes positivas (sim, com- portamento) são fundamentais para materialização de um projeto. Gosto de ver o copo cheio e avalio estes erros como experiência prática, como impulso produtivo que me possibilita transformar um sonho em algo concreto e de valor para sociedade, tanto em termos econômicos como sociais.

É necessário dizer ‘Não’ e enfrentar o caos com valentia. Você precisa concentrar pessoas, energia, fazer com que o ambiente ao seu redor apoie suas ideias e queira realizar os projetos com ambição. Cuidar da saúde, alimentar-se bem, tirar folgas também é necessário para manter o foco no foco e lidar melhor com os desafios do dia a dia. Lembre-se: o empresário nunca faz o que faz somente pelo dinheiro.

Nem tudo são flores. Decisões dolorosas foram tomadas para podermos ajustar a empresa e garantir que o plano fosse executado de forma propositada. Afinal, resultado positivo é relevante para a continuidade do negócio. Estamos fora da estatística fúnebre do IBGE. Sim, boiando e finalizando a limpeza de um “vírus” no sistema para acelerar os motores e buscar ouro em terra firme.

ROGÉRIO MATOFINO – É arquiteto de negócios e publicitário especializado em gestão. Atua também como professor universitário e palestrante nas áreas de Vendas, Comunicação, Marketing e Transformação Digital.

EU ACHO …

VACINA OSTENTAÇÃO

As reuniões de  trabalho têm agora uma nova conversa de aquecimento. O tempo e a família foram, afinal, substituídos, depois de uma vida estando entre os temas favoritos daquele momento “quebra-gelo” antes de um encontro profissional. Foram quase dois anos sem as reuniões formais e presenciais – assunto é o que não falta, mas todos têm o mesmo foco nos dias de hoje: a vacina

– Tudo bem? Quanto tempo! Vacinada?

– Sim! Tomei a segunda dose esta semana, estou mais tranquila.

– Já? Nossa, tomei apenas a primeira. Qual você tomou?

– Pfizer

– Claro… você, né.

De encontro em encontro, quem tomou Pfizer cresce, quem tomou Janssen é até “considerado” e quem tomou CoronaVac se dá por vencido, “qualquer uma vale, né?”, dizem, com os olhos sorrindo “amarelo” entre as máscaras. Nenhuma das indústrias farmacêuticas que fabrica vacinas contra Covid-19 fez um plano estratégico de posicionamento, muito menos construiu a imagem de marca em estudos elaborados por agências de comunicação ou pensou que a vacina pudesse virar sinônimo de status, mas, no Brasil, virou.

Costumamos investir nosso dinheiro na bolsa da marca tal ,no sapato, na roupa, na gravata, no carro, no restaurante, no hotel e nas classes dos aviões, mas agora está mais difícil. O nome da fabricante da vacina que tomamos, todos sabem, é para ser uma escolha aleatória, mas avaliações e julgamentos são feitos e piadinhas, reiteram: “Você tem cara de CoronaVac, claro que trocaram na hora que te viram”, ouve-se em tom de brincadeira, como se o destino privilegiasse os mais abastados que passam a ter ainda mais status.

“Como se posicionar em uma reunião com pessoas influentes que só tomaram Pfizer?”, foi a pergunta que um colaborador disparou durante um encontro. Resposta padrão: “Não estou planejando viajar, então, tanto faz” ou a Pfizer pode ser perigosa, preferia CoronaVac, coisa nossa”. Apesar de todo esse debate, a ciência mostra que todas as vacinas disponíveis no Brasil são seguras e eficientes. A comparação entre elas não faz sentido técnico porque foram testadas em grupos de pessoas diferentes.

Na verdade, a simples pergunta, ”qual vacina você tomou?” já demonstra que existe uma classificação por estrato social, pois nunca alguém na vida soube ou perguntou qual nome da vacina para varíola que tomamos. Será que existe mais que uma? E febre amarela? E gripe? Está claro: a marca da vacina importa agora. É o Brasil lançando a moda da vacina ostentação.

*** ALICE FERRAZ

A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

SOBREPESO ADIANTA IDADE DE EXAME PARA DIABETES

Especialistas americanos recomendam que investigação seja feita a partir dos 35 anos; no Brasil, onde quase 15,5 milhões são diabéticos, população acima do peso já tem indicação para análise, sem restrição de idade

Adultos com sobrepeso devem ser examinados para diabetes tipo 2 e para detecção de níveis elevados de açúcar no sangue a partir dos 35 anos, cinco anos antes do que era recomendado até então nos Estados Unidos.

A nova recomendação que partiu de uma força-tarefa de especialistas e não se aplica a mulheres grávidas, surge em meio ao aumento das taxas de obesidade e diabetes nos Estados Unidos. Isso significa que mais de 40% da população adulta americana agora deve ser rastreada, de acordo com   uma estimativa. A recomendação da força-tarefa (que orienta as seguradoras americanas) e um resumo das últimas evidências científicas foram publicados na semana passada na revista Jama (Journal of the American Medical Association).

No Brasil, segundo a última pesquisa Vigitel do Ministério da Saúde, divulgada em 2020, 20,3% dos brasileiros estão obesos. Conforme o mesmo levantamento, 7,4% da população brasileira é diabética, o que equivale a 15,5 milhões de brasileiros.

Por aqui, explica o endocrinologista Paulo Miranda, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, toda a população obesa e com sobrepeso já tem indicação para fazer o exame para diabetes, sem restrição de  idade e independentemente de outros fatores de risco. Já para a população geral, a recomendação para o rastreio é a partir de 45 anos.

“O diagnóstico de pré-diabetes é muito importante, porque essas pessoas já têm fatores de risco maiores para doenças cardiovasculares, doenças renais e outros problemas do que a população em geral. E (o rastreio de) uma alteração mais leve da glicose é uma oportunidade de prevenir diabetes com medidas não farmacológicas, com mudança de hábitos de vida, como a prática de atividades físicas, o controle alimentar e a perda de peso.(O diagnóstico de pré-diabetes) é um momento muito pertinente para prevenir”, diz Miranda.

Ele explica ainda que, no Brasil, estima-se que 40 % das pessoas que tenham diabetes potencialmente ainda não foram diagnosticadas e, portanto, não estão em tratamento.

“A diabetes do tipo 2 é uma doença silenciosa, que vai gerar sintomas e complicações no longo prazo. Se o diagnóstico é precoce, existe uma chance maior de prevenir as principais complicações”, alerta.

Quase um em cada sete adultos americanos agora tem diabetes, a taxa mais alta já registrada no país, descobriu um estudo recente. Na última década, houve pouca melhora na capacidade dos pacientes de controlar a doença, ou seja, reduzindo seus níveis de açúcar no sangue, pressão arterial e colesterol.

O aumento é especialmente preocupante em meio à pandemia, já que o diabetes é uma das condições médicas crônicas que aumentam o risco de uma infecção por coronavírus levar a quadros graves, hospitalização e até à morte por Covid- 19.

O diabetes está relacionado a doenças cardíacas e hepáticas, e é a principal causa de insuficiência renal e nova cegueira em adultos. A condição pode levar à amputação de membros, danos aos nervos e a outras complicações.

A força-tarefa disse que os prestadores de cuidados de saúde devem considerar a triagem de alguns indivíduos ainda antes dos 35 anos, se eles estiverem sob risco elevado. Isso inclui pessoas com histórico familiar de diabetes ou histórico pessoal de condições como diabetes gestacional e pessoas que são negras, hispânicas, nativas americanas, nativas do Alasca ou asiáticas americanas.

Todos esses grupos têm taxas mais altas de diabetes do que os americanos brancos.

“A epidemia da Covid é realmente importante, mas também temos uma epidemia de diabetes e pré-diabetes impulsionada pela obesidade e falta de exercícios”, disse Michael J. Barry, vice­ presidente da força-tarefa e diretor no Massachusetts General Hospital, em Boston. “Todas essas condições com as quais vivemos por anos ainda estão valendo.”

Cerca de um terço dos adultos norte-americanos têm níveis elevados de açúcar no sangue, uma condição chamada pré-diabetes que geralmente precede a diabetes tipo 2 e pode progredir para uma doença desenvolvida. A maioria não sabe que tem a doença, que não produz sintomas óbvios, e é por isso que o rastreamento é essencial, disse Michael J. Barry.

PRÉ-DIABETES

Estar acima do peso ou ser obeso é fator de risco mais importante para o tipo mais comum de diabetes, diabetes tipo 2 e pré-diabetes. Mudanças no estilo de vida – incluindo aumento da atividade física, alimentação mais saudável e perda até mesmo de uma pequena quantidade de peso – podem prevenir a progressão de pré-diabetes para diabetes completo. (O tratamento medicamentoso também é uma opção).

A triagem geralmente envolve um exame de sangue para determinar se o açúcar no sangue (ou glicose) está elevado. A força-tarefa pediu a redução da idade da primeira triagem para 35, porque é quando a prevalência de diabetes tipo 2 começa a aumentar. A triagem deve ser realizada a cada três anos até os 70 anos, disse a força-tarefa.

Tannaz Moin, endocrinologista que coescreveu um editorial acompanhando as novas recomendações, disse que reduzir a idade para o rastreamento foi um passo na direção certa e que ficou satisfeita com o fato de as diretrizes enfatizarem a importância de detectar o pré-diabetes. “Há muito mais reconhecimento de que o pré-diabetes é um grande problema que muitas vezes passa despercebido”, disse Moin. É fundamental detectar pré-diabetes em adultos jovens, porque eles podem viver com diabetes por muito tempo se desenvolverem uma condição em uma idade relativamente jovem, e terão maior risco de desenvolver complicações.

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