GESTÃO E CARREIRA

HOME OFFICE EXIGE PROTEÇÃO A COLABORADORES

Empresas que oferecem benefícios como assistência para reparos em casa tendem a reter mais talentos com a consolidação do novo modelo de trabalho após a pandemia

O que vai acontecer com o home office? O trabalho a distância, que antes parecia uma tendência para um futuro ainda longe, foi adotado com urgência a partir do final do primeiro trimestre de 2020. Ao longo de poucos meses, esse novo modelo transformou as rotinas das empresas. Elas agora se posicionam para manter o formato, em algum nível, para ao menos parte de seus times.   

De acordo com um levantamento realizado pela plataforma Workana, 84,2% dos líderes no Brasil pretendem manter, de uma forma ou de outra, o trabalho remoto em suas organizações. Não se trata apenas de um novo local: na avaliação dos entrevistados, a mudança está levando as organizações a valorizarem o cumprimento de objetivos e metas, mais do que jornadas fixas com horários rígidos.

Os colaboradores concordam e, no geral, sentem-se mais ativos profissionalmente: 40,6% das pessoas que responderam à pesquisa indicam que sua produtividade está excelente, 39,3%, muito boa, e 14,8%, boa. Já para 63,2% dos gestores, a performance das equipes se manteve ou aumentou.

Em coerência com esse pensamento, 96,7% dos trabalhadores ouvidos paro o levantamento dizem que o benefício do home office será decisivo na hora de escolher um emprego. E 91% afirmam que podem desempenhar suas tarefas com qualidade sem passar necessariamente oito horas diárias em um escritório.

FUTURO HÍBRIDO

A consultoria McKinsey analisou duas mil tarefas, realizadas por 500 atividades profissionais diferentes, em nove países. Concluiu que, na média, mais de um quinto da força de trabalho pode, ao menos em teoria, trabalhar de três a cinco dias por semana à distância. É um percentual três a quatro vezes maior do que o identificado antes da pandemia: se antes; 5% a 7% dos trabalhadores de países desenvolvidos atuavam de casa, agora a tendência é de estabilização entre 15% e 20%.

O levantamento identificou que muitas atividades manuais, que demandaram o uso de equipamentos fixos ou o atendimento presencial a outras pessoas, precisam ser realizadas de forma inteiramente presencial – elas incluem desde o trabalho de um mecânico ao de uma médica que atende em pronto-socorro.

Outras tarefas, em especial as que envolvem a capacidade de reunir e processar dados, de contadores a professores de ensino superior, teoricamente podem ser realizadas inteiramente à distância. E existem dezenas de casos em que a solução estará no trabalho híbrido, em que ações remotas são combinadas com momentos em que o trabalho presencial é mandatório.

O trabalho híbrido, de fato, é uma tendência identificada por 38% dos 500 executivos entrevistados para uma outra pesquisa da McKinsey. Antes da pandemia, apenas 22% das lideranças pensavam dessa forma.

SEGURO SOB MEDIDA

Essa é uma mudança que veio para ficar e transforma radicalmente a forma como os profissionais atuam – e também suas demandas por segurança, que agora se estendem para novos ambientes, em especial suas casas.

Para que as organizações possam garantir a segurança de seus colaboradores neste novo momento, a Kovr Seguradora está lançando o Seguro Home Office.

“Trazemos um produto especifico para que as empresas possam proteger o novo local de trabalho, que agora pode estar em qualquer lugar”, afirma o CEO da Kovr, Thiago Moura.

Os diferentes planos podem incluir cobertura para incêndio, danos elétricos, roubo na residência, equipamentos eletrônicos e acidentes pessoais, além de assistência 24 horas para uma série de situações, incluindo serviços de chaveiro, eletricista, reparos hidráulicos, assistência PET, baby sitter, cuidados para idosos ou mesmo limpeza de sofás e de colchões.

“Na Kovr, primeiro identificamos as necessidades dos clientes. Depois desenvolvemos produtos voltados para cada demanda. O Seguro Home Office é prova desse foco nas pessoas”, explica o CEO da Kovr Seguradora, que é resultado da fusão de outras empresas e da união estratégica de executivos com atuação destacada em grandes empresas do mercado de seguros. A companhia já nasce com mais de 47 anos de história, R$ 1 bilhão em faturamento e três mil colaboradores.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.