GESTÃO E CARREIRA

TRABALHOS MODERNOS

Uma pesquisa recente sobre ambiente de trabalho realizada pelo Ibope, sob encomenda da Microsoft, escancarou um fato ao qual os profissionais de recursos humanos precisam ficar atentos: a relação dos jovens com as tecnologias e a transformação que isso trará para as empresas em termos de estruturas e relacionamentos. Um ponto que me chamou a atenção foi a discrepância entre os setores público e privado – uma grande oportunidade, inclusive, para o RH.

De acordo com o estudo, flexibilidade de horário, espaços compartilhados e possibilidade de home office estão entre os principais elementos que definem um local de trabalho moderno. Dou aqui um exemplo dessa transformação: enquanto para as gerações anteriores o olho no olho sempre foi importante para a conquista de confiança, para os mais jovens, a presença física importa menos. Segundo 85% dos pesquisados, reuniões remotas oferecem experiência tão positiva quanto presenciais.

Essa é uma tendência inevitável e à qual devemos nos adaptar. Se o desafio já é grande para as organizações privadas, quem dirá para o setor público, onde essa realidade está ainda distante.

O levantamento aponta que os funcionários públicos são menos beneficiados pelo uso da informática em seu dia a dia. Quase 70% deles nunca fazem home office e somente 13% afirmam usar algum recurso de inteligência artificial no trabalho – apesar de 60% acreditarem que a tecnologia facilite o acesso a informações para fins profissionais. Nesse segmento, apenas 41% dos entrevistados consideram estar em uma empresa moderna, enquanto na análise geral esse percentual sobe para 62%.

Outro dado interessante é que 62% dos funcionários públicos enxergam o acesso e o compartilhamento de informações como o principal benefício trazido pela tecnologia no ambiente profissional ­ importante lembrar que o compartilhamento de informações não é um elemento cultural presente nesse setor, preso ainda ao conceito de que reter informação é poder.

De que forma os líderes de RH podem conduzir essas transformações, falar em conexão e flexibilidade, sendo que as estruturas públicas são mais engessadas do que o mercado privado? Especialmente no caso das estatais, realizar mudanças é uma questão de atitude. Se não houver uma mobilização interna e um real interesse em promover essa atualização, o processo de exclusão profissional poderá ser grande e as organizações perderão competividade. É preciso correr.

VICKY BLOCH – é psicóloga, sócia da Vicky Bloch associados e professora nos cursos de especialização em RH da FGV-SP e da FIA.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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