A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

VAMOS FALAR SOBRE AUTISMO?

No Brasil, estima-se que haja dois milhões de casos de TEA (Transtorno do Espectro Autista), com números baseados em pesquisas internacionais. E essa taxa tende a crescer, não em função da quantidade de casos, mas pela eficiência com que os diagnósticos vêm sendo feitos. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, uma em cada 68 crianças de oito anos de idade possui o transtorno. O resultado da pesquisa foi divulgado já tem quase cinco anos e representava um aumento de 30% em relação 2008, quando a prevalência era de uma criança a cada 88 pessoas – ou seja, se reavaliado, hoje esse número deve ser ainda mais expressivo. No entanto, um dos motivos que ainda continua dificultando o progresso em desvendar o autismo é a falta de conhecimento da grande maioria da população ainda que haja curiosidade e necessidade de conhecê-lo. Para sanar todas assuas dúvidas de maneira correta e sem equívocos, demos o passo inicial cedemos ao transtorno a devida atenção e reunimos nos próximos posts as melhores matérias já publicadas com repostas para as mais diversas perguntas relacionadas ao tema. Afinal, como definir o transtorno? De que maneira é feito o seu diagnóstico e quais são os principais níveis do problema? É possível identificá-lo em casa, nas brincadeiras comuns do dia a dia? A criança autista vai poder conviver normalmente com o restante da família? Existem formas de estimulá-la? O que há de mais avançado nas pesquisas sobre o assunto? Para responder a essas questões e buscar outras temáticas relacionadas, consultamos não só especialistas, mas entramos em contato com quem está inserido nesse contexto, ou seja, os familiares que convivem com os autistas. Eles revelaram não só os desafios, os medos, mas também suas motivações e as conquistas que batalham dia após dia. Convidamos você a fazer o exercício tão importante da empatia, de se colocar no lugar daqueles que reconhecem a necessidade de entender o TEA, a fim de tornar o mundo um lugar muito melhor e cada vez menos hostil para essas pessoas, permitindo a participação e inclusão plena dos indivíduos com autismo na sociedade. Para isso, é necessário dar a eles a mesma oportunidade, só assim será possível empoderá-los como seres humanos diversos e capazes que são.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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