ALIMENTO DIÁRIO

GOTAS DE CONSOLO PARA A ALMA

DIA 13 DE AGOSTO

TREVAS AO MEIO-DIA

Já era quase a hora sexta, e, escurecendo-se o sol, houve trevas sobre toda a terra até à hora nona (Lucas 23.44).

Quando Jesus, o Sol da Justiça nasceu, houve luz à meia-noite; quando Jesus morreu, houve trevas ao meio-dia. Até mesmo o sol escondeu o rosto diante das agruras do Calvário. O sofrimento do Filho de Deus não foi apenas físico, mas sobretudo espiritual. O inferno com toda a sua fúria vociferava contra Jesus. Mesmo com dor indescritível decorrente de açoites e torturas que precederam a fatídica jornada ao Gólgota, bem como da crucificação e das longas horas exposto a câimbras excruciantes, o maior sofrimento de Jesus foi ser abandonado pelo Pai. Do topo daquele leito vertical de morte, Jesus gritou: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (Mateus 27.46). Naquele momento, não havia beleza em Jesus. Ele foi feito maldição por nós.  Nossas transgressões estavam sobre ele. A feiura do nosso pecado o cobriu de vergonha e dor. A hediondez das nossas iniquidades foram lançadas sobre ele. Porque foi feito pecado por nós, a lei exigiu sua morte sumária, pois o salário do pecado é a morte. Foi na negridão daquele dia que o véu do templo se rasgou de alto a baixo e Jesus abriu para nós um novo e vivo caminho para Deus. Por meio de sua morte, fomos reconciliados com Deus. Na cruz, ele abriu-nos a porta do céu!

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.