GESTÃO E CARREIRA

WHATSAPP QUER SER SEU NOVO BANCO

Aplicativo anuncia ferramenta de pagamentos e transferências para usuários do Brasil e gera empolgação para uns e desconfiança em outros.

O WhatsApp começou como um simples aplicativo de mensagens. Tornou-se um dos principais serviços de transmissão de notícias. Também é usado como ferramenta para divulgar produtos e serviços. E ganhou o mundo. São 2 bilhões de usuários em 180 países. E agora, 11 anos após ser criado, entra no mercado financeiro ao permitir pagamentos e transferências entre usuários. “Estamos facilitando o envio e o recebimento de dinheiro assim como o compartilhamento de fotos”, disse Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, dona do WhatsApp, na segunda-feira (15), em anúncio que gerou um misto de empolgação e desconfiança no Brasil, primeiro país a receber a atualização do sistema.

A novidade já começou a ser liberada para algumas pessoas, tanto para o sistema IOS quanto para o Android. O acesso ao recurso será aos poucos. A opção ‘pagamento’ será incluída no menu de ações. Inicialmente, a parceria prevê transações com cartões de débito ou crédito de Banco do Brasil, Nubank e Sicredi, das bandeiras Mastercard e Visa. A processadora é a Cielo.

O serviço pode ser usado por pessoas físicas e jurídicas. Usuários poderão transferir dinheiro para outras pessoas, como pagar a mensalidade do aluguel da quadra de futebol com amigos e passar valores a familiares, além de quitar compras sem cobranças adicionais. Já as pequenas e médias empresas, que utilizam o WhatsApp Business (versão corporativa do app), pagarão taxa fixa de 3,99% do valor de cada transação para receber os pagamentos de clientes. Assim, o WhatsApp incrementa sua monetização como provedor de receita do grupo Facebook – que também inclui o Instagram e outras redes –, que faturou globalmente US$ 70,7 bilhões em 2019.

CICLO DE VENDA

O lançamento do WhatsApp Pay mexeu com o mercado brasileiro. Afinal, são 130 milhões de usuários no País, sendo cada vez mais utilizado para divulgar e gerar negócios. A ferramenta completa o ciclo de venda dentro da plataforma, de maneira fácil e ágil, o que entusiasmou alguns setores. O principal deles relacionado a vendas diretas. Segundo pesquisa nacional de perfil desenvolvida por uma consultoria independente a pedido da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o WhatsApp é o principal canal de vendas de 84,7% dos empreendedores independentes do setor, formado por 4 milhões de empreendedores, que comercializaram 2,5 bilhões de itens (produtos e serviços) em 2019 e geraram um volume de negócios de R$ 45 bilhões. Os dados foram coletados em janeiro e fevereiro e, portanto, não captam a aceleração digital ocasionada pela pandemia. O aplicativo, que já era uma das principais alternativas de vendas antes do isolamento social, tornou-se ainda mais importante e foi adotado, inclusive, por grandes redes varejistas.

“É um divisor de águas. Ajuda na recuperação da economia neste momento de crise causada pela Covid-19”, diz Renato Mendes, mentor da Endeavor Brasil, especialista em startups e empreendedorismo. “A nova função de pagamentos só ajudará os comerciantes a se adaptarem à economia digital, ao ‘novo normal’. Mais uma vez vemos na tecnologia uma saída para o crescimento e a recuperação financeira”, afirma Ricardo Zanlorenzi, CEO da Nexcore, especializada em soluções em atendimento e comunicação omnichannel para empresas otimizarem e personalizarem o relacionamento com clientes. “É uma experiência de uso interessante”, diz Carlos Netto, CEO da Matera, empresa de tecnologia voltada para o mercado financeiro, fintechs e gestão de risco.

CICLO DE VENDA

O lançamento do WhatsApp Pay mexeu com o mercado brasileiro. Afinal, são 130 milhões de usuários no País, sendo cada vez mais utilizado para divulgar e gerar negócios. A ferramenta completa o ciclo de venda dentro da plataforma, de maneira fácil e ágil, o que entusiasmou alguns setores. O principal deles relacionado a vendas diretas. Segundo pesquisa nacional de perfil desenvolvida por uma consultoria independente a pedido da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o WhatsApp é o principal canal de vendas de 84,7% dos empreendedores independentes do setor, formado por 4 milhões de empreendedores, que comercializaram 2,5 bilhões de itens (produtos e serviços) em 2019 e geraram um volume de negócios de R$ 45 bilhões. Os dados foram coletados em janeiro e fevereiro e, portanto, não captam a aceleração digital ocasionada pela pandemia. O aplicativo, que já era uma das principais alternativas de vendas antes do isolamento social, tornou-se ainda mais importante e foi adotado, inclusive, por grandes redes varejistas.

“É um divisor de águas. Ajuda na recuperação da economia neste momento de crise causada pela Covid-19”, diz Renato Mendes, mentor da Endeavor Brasil, especialista em startups e empreendedorismo. “A nova função de pagamentos só ajudará os comerciantes a se adaptarem à economia digital, ao ‘novo normal’. Mais uma vez vemos na tecnologia uma saída para o crescimento e a recuperação financeira”, afirma Ricardo Zanlorenzi, CEO da Nexcore, especializada em soluções em atendimento e comunicação omnichannel para empresas otimizarem e personalizarem o relacionamento com clientes. “É uma experiência de uso interessante”, diz Carlos Netto, CEO da Matera, empresa de tecnologia voltada para o mercado financeiro, fintechs e gestão de risco.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.