A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

TER OU NÃO TER FILHOS, EIS A QUESTÃO

Uma decisão que depende de vários fatores e que somente as pessoas envolvidas podem avaliar se estão preparadas psicologicamente para essa tarefa

Sou procurada frequentemente por mulheres que se questionam sobre ter ou não ter filhos. Perguntam: “vale a pena?” E a única resposta que consigo dar é: “depende”. Dúbia resposta, sei disso, porém mais dúbia é a questão. Afinal, não há uma receita, não há códigos nem regras. Há o acaso e a meta que cada uma quer seguir.

Há casais que se entendem perfeitamente, e quando nasce um filho se desestruturam. Há outros que não se entendem, e ao terem filhos acabam se unindo mais.

Há casos em que os casais se entendem maravilhosamente em meio a muitos filhos, outros que constroem seus mundos em torno de um único filho como tábua de salvação. Há os que vivem intensamente a vida toda (e a dois) sem sequer questionar o fato de ter um filho.

Há os que nunca se entenderam, continuam se desentendendo diante dos filhos e criando jovens desequilibrados por uma relação familiar totalmente desestruturada. Há até mulheres que querem tanto ser mães que dispensam o ato sexual com o marido ou homem conhecido e fazem uma produção independente, às vezes até com inseminação artificial heteróloga (quando o espermatozoide utilizado é de um doador desconhecido da mulher).

Resumindo: somente a própria pessoa pode saber o que espera da vida e do filho. Aliás, essa deve ser a pergunta-chave: “o que espero da vida e do filho que eu vier a ter?” Saliento que a resposta será diferente para cada mulher que se fizer essa pergunta. Dependerá de muitos fatores que, para cada uma, terão pesos diferentes. E, em meio a essa reflexão, algumas questões devem ser frisadas.

Um comentário que sempre faço é: filho não faz companhia a ninguém. Não pode haver maior erro do que conceber um filho para “ter companhia” e, infelizmente, esse parece ser um motivo forte para muitas mulheres. É preciso entender que o filho é um ser independente que viverá em simbiose com a mãe durante seus primeiros meses e passará para outras fases a partir de um ano e meio aproximadamente (cito aproximadamente porque cada criança tem sua própria fase de amadurecimento e a idade varia).

Pois bem, é preciso ter consciência de que o filho vai amadurecer, afastando-se gradativamente e, em algum momento, buscará sua vida de forma individual, provavelmente trabalhando, tornando-se independente financeiramente, morando sozinho, alguns até mudando de cidade ou país ou se casando e passando a dedicar-se mais à sua família (seus cônjuges e filhos).

Enfim, em algum momento o filho ou filha deixará de sê-lo em período integral para assumir-se como profissional, marido/ esposa, mãe/ pai… E a tão sonhada companhia do filho passará a ser apenas uma boa lembrança. Então, ter um filho apenas para se fazer companhia é um dos piores motivos e deve ser descartado.

Os filhos, muitas vezes, seguem caminhos que não incluem os pais e é uma grande bobagem qt1erer ter um filho para ter companhia.

Outras questões precisam ser respondidas pelas interessadas em ter filhos. Quem será o pai? É alguém que eu amo e que dividirá as responsabilidades comigo? Ou é apenas alguém que vai me engravidar e deixar toda a responsabilidade comigo? Tenho o perfil ideal da mulher que faz produção independente? Saberei assumir minha decisão e lidar bem com ela para sempre? (Afinal, filho é decisão irreversível.) Estarei sempre disposta a cuidar, amparar, orientar meu filho? Tenho condições financeiras e psicológicas de assumir meu filho sozinha caso o pai falte? Ou não o assuma desde o início?

São muitas as questões e não poderia enumerar todas neste artigo. Mas o importante é que cada mulher reflita sozinha e analise seu caso isoladamente sem se deixar influenciar por nada nem por ninguém. Afinal, cada mulher é única, tem uma vivência e um entendimento particular de tudo o que já viveu e sabe (ou deveria saber) o que espera da vida, no presente e no futuro que, incluindo ou não um filho, deve ser, preferencialmente, feliz.

E essa felicidade deve estar presente e ser autêntica também às mulheres que optam em não ser mães. Há mulheres que, por diversos motivos, escolhem não ter filhos e acabam sofrendo pressão da sociedade e, em especial, da família, por parecer estranho que uma mulher não queira ser mãe. Porém, a mulher moderna tem diversas funções como profissional, inclusive em cargos de chefia, busca atividades de lazer, tem um cotidiano bem diferente das mulheres que, no passado, eram criadas apenas para casar e ter filhos. Natural que, em tempos atuais, essa mulher queira se realizar por si mesma.

Aliás, tendo ou não filhos, a realização ideal é a que vem por si mesma, sem depender de nenhum fator externo. Essa é a verdadeira realização.

LOU DE OLIVIER – é multiterapeuta, psicopedagoga, psicoterapeuta, especialista em Medicina Comportamental. Criadora do método Multiterapia do Equilíbrio Total/ Universal, defensora da dislexia adquirida no Brasil e exterior. Dramaturga e escritora, é autora de 10 livros didáticos, diversos romances, 20 e-books, diversos artigos científicos internacionais. Portal Lou de Olivier: http://www.loudeolivier.com

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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