A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

MIL FORMAS DE AMOR

O amor não pode ser medido com o metro, diz o ditado. Psicólogos sociais o quantificam com outros métodos e verificam que várias máximas sobre esse sentimento são clichê ultrapassado

Experiências tão profundamente subjetivas como o amor podem ser cientificamente averiguadas? De fato, é difícil, se não impossível desenvolver um modelo abrangente do amor. Romantismo, paixão, amizade, ciúme, disposição para o sacrifício, zelo – o fenômeno parece se manifestar de várias formas. Ainda assim, cientistas supõem que o sentimento seja psicologicamente palpável e mesmo “mensurável”.

A pesquisa acadêmica sobreo amor já tem mais de duas décadas, mas ainda não conseguiu formular uma definição universal desse conceito. Alguns pesquisadores defendem um modelo segundo o qual sensações apaixonadas podem ser suscitadas por todo e qualquer tipo de excitação fisiológica, desde que o cérebro consiga alocá-la num contexto romântico. A pesquisa moderna, ao contrário, traz à cena nossas concepçõesdo amor.

Nesse âmbito, o sociólogo John Alan Lee, é responsável pelo marco inicial em 1973, para fazer jus à diversidade do fenômeno, o pesquisador da Universidade de Toronto, Canadá, identificou seis “estilos de amor”, colhidos em textos filosóficos e literários. Ele os chamou de Eros – o amor romântico; Ludus – o amor lúdico, Storge – o amor amigável; Mania – o amor ciumento; Pragma- o amor pragmático e Ágape – o amor altruísta. Lee tinha consciência de que esses estilos nunca apareciam isolados, mas sempre em combinações. Ele os via como “cores” se misturando em cada indivíduo para criar um tom pessoal e único.

Os seis estilos de amor de Lee abarcam um amplo espectro de concepções de parceria. Pesquisadores do relacionamento, no entanto, conhecem ainda outras características. A influência da primeira infância, por exemplo, é levada em consideração na teoria das ligações de John Bowlby, de 1969. Ela provém da tradição psicanalítica e analisa em que medida os relacionamentos emocionais entre pais e filhos se refletem em vínculos posteriores. Outra vertente, a chamada teoria do triângulo, de Roben Sternberg, ao contrário, descreve o amor como confluência de paixão, intimidade e união.

Os diferentes conceitos, porém, são apenas perspectivas e tentativas de explicar o fenômeno do amor e ainda não permitem quantificá-lo. Para podermos fazer afirmações estatísticas, necessitamos de instrumentos com os quais possamos normatizar experiências amorosas. Isso se explica a partir dos estilos de amor de Lee.

Mas, afinal, alguma dessas hipóteses foi confirmada? Para saber, analisamos os sentimentos de grande número de pessoas através de questionário. Com ele, pode-se calcular com que intensidade alguém se aproxima dos diversos estilos. O questionário contém dez afirmações, com as quais os entrevistados devem concordar ou das quais devem discordar, em nove graus de intensidade, de “absolutamente certo” a “absolutamente falso”. O questionário já foi preenchido por mais de 2 mil pessoas e mostrou que no Ocidente o estilo amoroso predominante é o romântico. Altruísmo, amizade e ciúme vêm em seguida, enquanto o pragmático e o lúdico são claramente menos frequentes. A maioria das pessoas procura menos aventuras sexuais, mas deseja um parceiro exclusivo, por quem possa estar apaixonada de modo romântico e a longo prazo.

No Oriente é um pouco diferente, os chineses gostam igualmente do amor romântico, mas valorizam mais o amor altruísta e o pragmático que ocidentais. Sendo assim, o modo de amar parece estar estreitamente ligado às influências culturais, em constante mutação.

AMORES POLÍTICOS

Além disso, também os regimes políticos influenciam a sensibilidade amorosa. Em 1996 o questionário foi proposto a pessoas dos dois lados da Alemanha então dividida. Alemães orientais obtiveram em quase todas as escalas do amor valores mais altos que os ocidentais. Aparentemente a sociedade que se pautava pelo coletivo favorecia uma coesão mais forte entre os casais. Ou talvez uma sociedade coletiva e ao mesmo tempo repressora faça as pessoas se refugiarem no nicho de uma relação a dois, onde podem ter seu espaço individual livre.

O ciúme, que ocupa a segunda posição no questionário, é mais marcante nas mulheres. Boas pistas para entendê-lo podem ser encontradas observando-se animais. Com efeito, eles apresentam comportamentos protetores e ciumentos, gerados por mecanismos de transmissão do patrimônio genético. Quando uma fêmea cruza com um macho, transmite esse patrimônio aos descendentes, mas corre o risco de o macho assegurar também a perpetuação genética de outras fêmeas.

Se esse for o caso, sua prole pode sucumbir à competição dos meio- irmãos que não têm seu patrimônio genético. Fêmeas não ciumentas desaparecem, já que deixam de proteger esse patrimônio. Além disso, um macho ocupado com outras relações consagra menos tempo e energia à prole, que fica em desvantagem: uma segunda “justificação” para o ciúme.

Como homens e mulheres são regidos, em certos aspectos de sua conduta, pelos mesmos “instintos genéticos” que outros mamíferos, podemos tirar algumas lições do comportamento animal sobre o ciúme feminino. As mulheres temem que o homem se fixe em algum outro lugar de forma durável, o que privaria os filhos de uma parte de seus recursos. De fato, o sexo feminino sofre mais quando o parceiro se apaixona por outra, pois ele poderá se ausentar por muito tempo. Como interpretar, nesse caso, que seja mais difícil para o homem perdoar uma simples infidelidade sexual? Simplesmente porque, até há pouco tempo, ele não tinha como saber se um filho era dele ou de outro homem. Seu patrimônio genético se encontra ameaçado, o que explica por que os genes atualmente presentes no genoma masculino predispõem a uma rigidez nesse assunto.

Quanto ao amor lúdico, ele apresenta ao homem uma vantagem: a de distribuir seus genes ao máximo. Para a mulher, os motivos são mais sutis: presumivelmente ela quer ter retaguarda, no caso de perder seu parceiro atual.

HARMONIA DE ESTILOS

Os estilos de amor dos parceiros devem combinar? “Opostos se atraem·”, diz um ditado. Mas a análise de nossos questionários revela que os estilos de amor nos casais não refletem essa lei de complementaridade. Os dois parceiros frequentemente tendem a ter o mesmo estilo de amor. Segundo o psicólogo social Harold Kelley, as pessoas só constroem uma relação durável se puderem ser e compensar mutuamente. Em analogia a processos econômicos de troca, numa relação surgem tanto lucros quanto custos, que podem ser reunidos num balanço do relacionamento. Se os estilos de amar dos parceiros forem parecidos, isso geralmente significa lucro de ambos – isso vale pelo menos para as formas romântica, amigável, pragmática e altruísta de amar. Entre dois amantes ciumentos, por sua vez, surgem tantos conflitos que os altos custos podem esfacelar a relação. Se dois amantes lúdicos se encontram, em algum momento pode acontecer o seguinte: se um se retrai, o outro também se distancia e o “jogo” acaba. É verdade que ambos usam o mesmo repertório comportamental, que leva aqui à ruptura da relação. A teoria da troca pode parecer muito prosaica, na medida cm que acha um denominador comum puramente racional para os relacionamentos amorosos. No entanto, uma análise fria de custo-benefício ajuda os pares a entender por que a sua relação não funciona, E também mostra o que ambos perderiam com uma separação.

Bowlby ressalta que o estilo de amar de uma pessoa parece repetir o de seus pais. Um estudo americano com gêmeos parece anular um componente biológico herdado: pesquisadores examinaram os estilos de amor em gêmeos que cresceram separados, sendo que os gémeos univitelinos, ou seja, geneticamente idênticos, não eram mais semelhantes entre si que os de zigotos, cujos genes se diferenciam tanto quanto em irmãos não gêmeos. Deduz-se daí que o amor é determinado essencialmente pelo aprendizado social. O modo de amar de uma pessoa parece ser influenciado fortemente por experiências amorosas na infância e na juventude, e com isso também por pai e mãe. Talvez um jovem se oriente pelo exemplo dos pais, ou chegue à conclusão de querer fazer tudo diferente, desenvolvendo sua própria construção social do amor. O amor não é uma fatalidade: é determinado em primeiro lugar por nossas experiências e essencialmente pelo que fazemos dele.

EXCITAÇÃO PRODUZ AMOR

Como surgem sentimentos de amor apaixonado? Pela teoria dos dois fatores do psicólogo social Stanley Schachter, as emoções aparecem quando interpretamos excitação fisiológica de origem sexual de modo cognitivo. Conferimos a elas, por assim dizer, uma etiqueta correspondente: euforia, tristeza, raiva etc. Mas, se há várias fontes de excitação, o cérebro parece ter problemas em distingui-las.

Situações dramáticas, portanto, podem aumentar sensivelmente o amor apaixonado. Esse fenômeno é ilustrado pelo chamado efeito Romeu e Julieta. Os dois famosos adolescentes tiveram de lutar pelo seu amor contra a resistência de todos em volta. Não seria espantoso que ambos Interpretassem a sua excitação em parte como expressão de seu interesse mútuo. De fato, pesquisas confirmam que pais que quiseram evitar relacionamentos românticos dos filhos acabaram por alcançar o contrário: a pressão de fora fortalece os sentimentos de um pelo outro.

Chama a atenção que a maior intensidade dos sentimentos amorosos parta de emoções negativas, como medo e stress. Mas também o desejo por aventura ou a excitação emocional em competições esportivas podem funcionar como elixir do amor.

RELAÇÕES AMOROSAS – UMA QUESTÃO DE ESTILO

Em 1973, o psicólogo John Alan Lee distinguiu seis “arquétipos” do amor. Atualmente, questionários avaliam o perfil amoroso, ou seja, as proporções desses arquétipos não pessoas. Os tipos mais característicos de amor foram agrupados, assim como algumas respostas típicas dos participantes.

Essas categorias representam apenas tendências. Em geral, uma única pessoa pode reunir vários estilos de amor: por exemplo, alguém que ama do modo altruísta pode tender a ser infiel. O amor romântico, o possessivo e o altruísta têm um elo positivo: quem considera o romantismo importante será mais facilmente ciumento ou disposto a sacrifícios. Diametralmente opostos são o amor romântico e o lúdico: os amantes românticos raramente procuram aventuras sexuais. É bem verdade que os elos estatísticos não são demasiadamente grandes para que se possa confiar neles sempre, mas podem sim, valer como regra básica.

OUTROS OLHARES

UMA IDEIA NA CABEÇA

Cresce entre as brasileiras a moda no poo, que prega a substituição do xampu por receitas caseiras. Mas atenção: o hábito, supostamente saudável, pode fazer mal aos cabelos

A história do xampu tal qual o conhecemos hoje, aquele que já nos anos 80 do século passado a atriz Farrah Fawcett, dona de lendária cabeleira mandava aplicar diariamente, porque continha sais minerais, vitaminas, proteínas e ervas, parece ter começado outro dia mesmo – mas vem de longe, é milenar. Os babilônios, cerca de 3.000 a.C. alimentavam uma crença: a de que os cuidados com o corpo e os adornos é que diferenciavam os seres humanos dos animais. Vestígios de antigas civilizações comprovam o uso habitual de água limpa e corrente, além de sabão feito de gorduras de bicho cozidas com cinza e armazenadas em potes de barro.

Tanto tempo e tanta ciência depois, vive-se uma volta ao passado – há uma nova tendência nas cabeças especialmente nas femininas: a do no poo na expressão em inglês algo como “nenhum xampu” e sua versão menos radical, o low-poo, ou pouco xampu. São modalidades de limpeza dos fios sem agressão química. Adeus, produtos industrializados. Salve as receitas caseiras como chás de camomila e bicarbonato. Os principais vilões na condenação ao xampu, são os sulfatos, da família de detergentes presentes na maioria das marcas. O maior inimigo é o laurel, éter sulfato de sódio, responsável por retirar a oleosidade do couro cabeludo. Os defensores do modismo afirmam que a substância torna os cabelos mais oleosos e vulneráveis à seborreia, um tipo de inflamação que causa descamação e vermelhidão. Também refutam as fragrâncias e o silicone (composto que dá brilho) supostamente danosos à cútis.

A fotógrafa paulistana Camila Sconee, de 21 anos parou de usar xampu há um ano. “Adoro meus cabelos rosa” diz. “Utilizo tintura vegana, mesmo assim, eles ficavam ressecados. A retirada do xampu deu vida a eles.” Há relatos de mulheres que estão há cinco anos sem aplicar cosméticos. Os especialistas condenam. “É um exagero”, diz o dermatologista Luciano Barsanti, do Instituto do Cabelo, de São Paulo. A substituição por chás e bicarbonato também é rechaçada pelos médicos. “As receitas caseiras não limpam os cabelos”, explica a dermatologista Lyvia Salem, do Hospital Santa Casa de São Paulo. “O acúmulo de resíduos como poluição e o próprio sebo é mais prejudicial que qualquer substância industrializada dos cosméticos. “O no poo subiu às cabeças como uma nova ideia. Colou, mas não tarda e será afastada pelos evidentes avanços científicos”.

GESTÃO E CARREIRA

SERÁ QUE REALMENTE VOCÊ É TÃO BOM PROFISSIONAL QUANTO SE CONSIDERA?

Ana diz que não se sente desafiada no trabalho, as atividades são simples demais para sua tamanha competência. Ana esqueceu de enviar uma proposta de serviços para um cliente e a empresa não fechou esse negócio.

Diego se julga mais inteligente que seu chefe, tem MBA, fala inglês e acha que não está sendo reconhecido como merece. Diego não preencheu o formulário de inscrição da companhia para participar de um processo de licitação importante que garantiria um contrato relevante.

Cátia acredita e deseja fazer coisas extraordinárias para a empresa em que trabalha, mas não consegue responder ao chamado do cliente dentro do prazo de 24 horas, causando reclamações constantes no SAC. Plínio acha burocrático, arcaico e defasado o sistema interno da empresa em que atua, porém não digitou o código correto para emissão da nota fiscal e gerou uma multa para a companhia, prejudicando o faturamento do mês.

Marina se vê como sócia do restaurante, enxerga infinitas possibilidades de aumentar a clientela e já teria feito mudanças no cardápio, no entanto, não anotou corretamente o pedido do cliente, demorou para atendê-lo e ele saiu insatisfeito, dizendo que nunca mais voltaria àquele local.

Eric trabalha como atendente do Detran e leva cerca de cinco minutos para marcar a renovação da CNH para qualquer cidadão. Porém, esqueceu de me avisar que só é possível renová-la com 30 dias de antecedência do vencimento. Assim, agendou para eu estar no Detran 35 dias antes. Resultado: não pude renovar e ainda perdi uma tarde de compromissos.

Mas qual é o problema? É só reagendar para daqui a alguns dias!

Thais é recepcionista em um shopping e acredita que pode fazer mais do que ficar no balcão, acha que é capaz de atrair mais clientes com uma simples ação nas mídias sociais. Hoje um cliente pediu orientação do local de uma loja específica e Thais não soube responder.

Qual a semelhança entre esses profissionais? Todos julgam que não estão sendo reconhecidos e valorizados, consideram que ganham pouco pelas tarefas que executam e acreditam que fazem um excelente trabalho.

Mas será que realmente são tão bons quanto consideram ser?

Os casos citados são todos reais, aconteceram comigo nesses últimos meses. Tenho observado inúmeros profissionais que são competentes, qualificados e têm boa vontade, contudo, por talvez não se identificarem com sua realidade, não aceitam fazer o básico que chamo de tarefas “tenho que”. Existem tarefas em nosso cotidiano que gostamos de fazer e outras tarefas que “temos que” fazer. São aquelas atividades tidas como chatas, operacionais e rotineiras, mas extremamente necessárias para a organização e o controle dos processos da empresa.

À medida que o profissional mostra resultado, a parcela de atividades “tenho que” diminui e aumenta a parcela de atividades que ele gosta de fazer. Portanto, ao receber uma tarefa chata, faça com excelência. Assim, bons resultados aparecerão e, em um curto espaço de tempo, estará livre daquele enrosco e se dedicando a atividades que acredita serem adequadas à sua competência.

Vejo um quadro de muita ansiedade, intolerância, nervosismo e angústia. A maioria está confusa sobre o caminho profissional a ser traçado. Isso sem contar os que se preparam muito, mas executam pouco.

Antes de se achar o suprassumo da empresa, que tal desempenhar bem o básico do seu trabalho? O bom profissional é aquele que aprende de forma rápida, cria soluções para a empresa e seus clientes e jamais esquece suas tarefas do dia a dia, fazendo-as com qualidade, afinal, a excelência mora nos detalhes.

É fato que também encontro alguns profissionais que são muito críticos consigo mesmos. Aqueles que têm uma “régua” muito elevada sobre seu desempenho, sempre acham que não são tão bons assim e que seu resultado poderia ser melhor. Infelizmente, ainda é minoria e geralmente os que pensam assim são os melhores profissionais.

Não tem nada de errado em pensar grande e sonhar alto! Eu recomendo!

Mas não se esqueça de olhar para sua realidade e fazer o que tem que ser feito com excelência. Lembre-se de que é preciso um passo de cada vez para chegar ao destino. E você? Será que realmente é tão bom profissional quanto considera ser?

DANIELA DO LAGO – é especialista em comportamento no trabalho, mestra em administração, coach de carreira, palestrante e professora na área de liderança e gestão de pessoas.   

http://www.danieladolago.com.br

ALIMENTO DIÁRIO

GOTAS DE CONSOLO PARA A ALMA

DIA 10 DE FEVEREIRO

O ALTO PREÇO DA REDENÇÃO

… fostes resgatados… pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo (1Pedro 1.18,19).

A nossa redenção não foi uma decisão de última hora. Antes mesmo de lançar os fundamentos da terra, espalhar as estrelas no firmamento e criar o vasto universo, Deus já havia colocado o seu coração em você. O amor de Deus por você é eterno, imutável e sacrificial. O preço por seu resgate foi o sangue de Cristo, o Cordeiro imaculado de Deus. A morte de Cristo na cruz foi a maior missão resgate do mundo. Esse resgate não foi pago ao diabo, mas ao próprio Deus. O Senhor vindicou sua própria justiça violada e providenciou o sacrifício substituto para que pudéssemos ser libertos do cativeiro da escravidão. Deus nos redimiu não mediante ouro e prata (metais nobres). Ele nos resgatou pelo precioso sangue de Cristo, o Cordeiro sem defeito e sem mácula. Deus deu tudo para nos resgatar. Deu seu Filho. Deu a si mesmo. Normalmente pensamos em Deus primeiro como Criador e depois como Redentor. Mas Pedro nos apresenta Deus primeiro como Redentor, depois como Criador: conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós (v. 20). Deus pagou o mais alto preço por você, o preço de sangue, sangue do seu Filho. Portanto, você tem um alto valor para Deus. Ele investiu tudo para ter você, a fim de que você nele se deleite.