A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

O TEMPO COMO ALIADO

O amadurecimento traz duas grandes vantagens: uma é ganhar tempo e condições neurológicas mais favoráveis para aprender com as próprias falhas; a outra é o aumento da capacidade mental de desfrutar as alegrias da vida de forma mais ampla

Uma das crenças que a sociedade contemporânea perpetua é de que os jovens são mais felizes que os idosos. Sem entrar na discussão sobre os interesses econômicos que sustentam a multimilionária “indústria da juventude”, é interessante constatar que, na prática, a coisa não é bem assim. Do ponto de vista psíquico, envelhecer traz ganhos no quesito satisfação pessoal. Um dos fatores que contribuem para isso é que o avanço da idade torna a memória mais generosa. Psicólogos da Universidade Estadual Winston-Salem, na Carolina do Norte, analisaram estudos provenientes de vários países acerca da memória autobiográfica e constataram que, em retrospectiva, a maioria das pessoas vê com satisfação a vida que levou, mesmo que ela tenha sido dificultada por grandes problemas. Isso ocorre porque as lembranças negativas se desvanecem com maior rapidez, e muitas pessoas de mais idade evitam conscientemente lembrar-se de coisas desagradáveis. Muitas vezes, o que acontece é também uma simples mudança no modo de encarar as coisas: passado algum tempo, experiências desagradáveis já não parecem ter sido tão ruins.

Além disso, as pessoas de mais idade são menos atormentadas pelas próprias emoções. Embora sintam tudo com a mesma intensidade de quando eram jovens, mas dispõem de maior autocontrole. E, felizmente, a capacidade de rir é algo que jamais perdemos. Como descobriram psicólogos do Centro de Geriatria Baycrest, em Toronto, no Canadá, jovens e idosos são capazes de se divertir com as mesmas piadas. Os psicólogos canadenses notaram também que os mais novos tendem a rir quando contagiados por outros. Nos homens, essa característica perdura pela vida toda; já as mulheres de mais idade, em geral, não dependem da companhia dos outros para encarar o mundo com humor.

Como demonstram levantamentos feitos nos Estados Unidos, os mais velhos tendem a estabilizar sua autoimagem, o que torna mais fácil aceitar o próprio corpo sem tantas cobranças. “Idosos saudáveis costumam se sentir capazes e, não raro, deixam de se comparar aos seus pares para se sentir em desvantagem, como frequentemente fazem os mais novos”, afirma a doutora em psicologia Jutta Heckhausen, coordenadora do Laboratório de Desenvolvi- mento e Motivação ao Longo da Vida da Universidade da Califórnia em Irvine. “Pelo contrário: acreditam ter menos problemas com a solidão, com sua situação financeira ou com a saúde do que pessoas de sua idade.

RISOS POR CONTA PRÓPRIA

psicólogos canadenses constataram que jovens tendem a rir quando estão na presença de outras pessoas; nos homens, essa característica perdura pela vida toda; já as mulheres de mais idade não dependem de companhia para encarar o mundo com humor.

OUTROS OLHARES

A REVOLUÇÃO DA SALA DE AULA

Novos colégios abrem as portas no Brasil para uma grande mudança no ensino deste século XXI – e os tradicionais se mexem para não ficar para trás. Nessa sacudida, quem ganha são os alunos

O extenuante exercício de escolher uma escola envolve esforço físico dos pais para peregrinar de uma em uma, frustração por não se identificar com a maioria e um monte de dúvidas sobre a trilha mais certeira para uma base sólida que permita ao filho alçar voo-solo na vida adulta. Prepare-se: essa árida jornada ganhou complexidade, como tudo nestes tempos modernos, extrapolando a questão clássica – vai de colégio tradicional ou construtivista? Mas isso embute uma ótima notícia: há mais opções por aí. Mesmo que muitas escolas brasileiras ainda patinem em mazelas básicas e sigam aferradas à tríade consagrada no século XIX (professor, lousa e giz), outras tantas começam a se sintonizar com o idioma desta era em que o saber enciclopédico cede lugar a uma sala de aula que ensina o aluno a se virar em meio ao desconhecido, conectar (esse é sempre o termo) disciplinas de distintas naturezas e chegar a respostas para problemas concretos. Pela potência da chacoalhada, especialistas enxergam uma revolução, e ela já causa tremores dos bons, no Brasil.

Esqueça as carteiras tediosamente enfileiradas e o ambiente estático. Agora, até as paredes se movem para criar ora uma sala mais ampla, ora urna mais concentrada, a depender da atividade. As escolas em busca dos ares do século XXI estão rompendo com o antigo desenho, que não dá espaço a um princípio que lá atrás, em 1897, o pedagogo americano John Dewey já enunciava em seu livro My Pedagogic Creed: Learning by Doing – a criança aprende fazendo, experimentando, e não apenas ouvindo. Muitos estudos e anos depois, a ideia se difundiu e desembarca em colégios brasileiros, posta em ação em laboratórios conhecidos como makerspace, em inglês mesmo, como tantos vocábulos da escola ultramoderna (veja o quadro abaixo). Ali, a garotada mexe com chips e baterias, cortadora a laser e até impressora 3D, que dá vida a outra prática bem século XXI, o design thinking (método de resolução de problemas que consiste em fraciona­los, produzir protótipos e testá-los). “Já viu uma aula que a criança não quer que termine? Elas ficam 100% envolvidas”, diz Priscilla Torres, diretora em São Paulo da Concept – uma das várias particulares a aderir ao chamado movimento maker.

Em prol da sobrevivência, colégios tradicionais estão sendo obrigados a sacudir a velha grade para fazer frente a urna recente leva de escolas que se propõem a oferecer o cardápio completo do século XXI, entre elas a própria Concept (também em Ribeirão Preto e Salvador), a Beacon (São Paulo), a Avenues (São Paulo) e a Eleva (no Rio e, em breve, em Brasília), cujo principal investidor é o empresário Jorge Paulo Lemann. São todas bilingues, com mensalidades de 5.000 a 9.000 reais. Nessa mexida modernizante, novas disciplinas, que antes eram eletivas ou não existiam, chegaram para ficar. A mais comum é coding, em que as crianças aprendem o básico de programação. “Todas as profissões do futuro vão exigir um conhecimento mínimo na área”, afirma Marcelo Pena, diretor pedagógico do colégio Farias Brito, fundado há 84 anos em Fortaleza, campeão no último Enem. O também tradicional Bandeirantes, em São Paulo, decidiu incorporar ainda robótica e cidadania digital, que trata de cyber­ bullying, fake news e etiqueta nas redes sociais. Outras ensinam –   e aí vai mais inglês – global connections (que põe crianças em várias nações debruçadas sobre um mesmo problema em tempo real) e public speaking (sobre falar em público).

A revisão da escola envolve uma saudável e radical reflexão sobre o que importa ensinar nos dias de boje. “Repassar uma montanha de conteúdo à criança não faz mais sentido em um mundo no qual o conhecimento de alto nível está a um clique”, diz o físico alemão Andreas Schleicher, que comanda na OCDE o mais reputado ranking mundial da educação. Por isso, países na vanguarda, como Finlândia, Austrália e Singapura, estão passando a faca em seus currículos de modo a ficar apenas com o essencial e abrir lugar para as tão requisitadas habilidades socioemocionais – trabalhar em equipe, lidar com diversidade e adversidades, afiar o senso crítico. É verdade que o Enem ainda demanda matérias a perder de vista, o que obriga as escolas a se manter firmes na quantidade, mas as que não entenderem a necessidade de ampliar o leque vão ficar logo, logo para trás.

O saber organizado em escaninhos muito estanques – matemática, ciências, história, geografia – se prestava bem a tempos em que a ideia era formar gente ultra especializada para a indústria. Agora, as gerações nas carteiras (ou reunidas ao redor de uma árvore, como em uma aula acompanhada pela reportagem na escola Eleva, onde, acredite, a lição rende muito mais) precisam ser equipadas intelectualmente para solucionar problemas que ainda estão por vir – e eles certamente serão multidisciplinares. “As verdadeiras questões da humanidade demandam a junção de todas as áreas do conhecimento para ser decifradas”, disse o sociólogo francês Edgar Morin, um dos grandes pensadores do século XX, que, aos 98 anos, segue como um astuto observador. É justamente sobre essa percepção de Morin que germina nas escolas mundo afora, e também no Brasil, o project-based learning, método que aciona as diversas matérias para olhar um mesmo assunto sob variados prismas. Na Concept, que bebeu da fonte finlandesa – referência número 1 no assunto -, o “projeto Lua” engloba gravidade (ciências), a conquista (história) e cálculos da viagem até lá (matemática). Depois, os alunos bolam uma base para fincar na Lua e roupas de astronauta – tudo prototipado em laboratório, claro. O conteúdo exigido está ali, mas embalado de um jeito atraente.

A tecnologia, outro recurso para arejar a aula, vem sendo amplamente empregada nessas escolas que ambicionam falar a língua dos tempos atuais – embora, é bom que se frise aos pais à caça de colégio, ela só faça diferença para valer se adotada sob a batuta de um bom professor. Do contrário, tablets e smartphones perigam ser desastrosos ao desviar a atenção do que verdadeiramente importa. “Os alunos só podem entrar na internet quando o professor pede, e ela tem sido útil. É o mundo dessa meninada, a língua que eles falam”, lembra o coordenador Wilton Ormundo, da Móbile, em São Paulo, que, como tantos colégios, embarcou na onda do bring yourown device, um convite aos estudantes a levar à escola seus celulares e notebooks, nos quais fazem pesquisa, trabalhos e muito exercício.

Além de animar a lição, propondo jogos – sim, eles fazem parte da nova escola – e interação, a tecnologia serve a um fim valioso: ela personaliza o ensino. Quanto mais inteligente a máquina, melhor. Assim, quando o aluno executa tarefas no computador, o sistema consegue discernir o nível em que ele está e o conduz conforme seu desempenho, seja sugerindo questões parecidas para sanar lacunas, seja elevando o grau do desafio aos que estão na dianteira. Cabe ao mestre valer-se desses diagnósticos instantâneos sobre cada um para intervir em tempo real, antes de dúvidas virarem grandes gargalos. “Começamos a usar inteligência artificial para dar a cada aluno um trajeto diferenciado dentro da escola”, diz Marcello Vannin diretor de tecnologia do grupo Objetivo, presente em todos os estados. Mas atenção: nesse campo tudo soa inovador, mas nem sempre é. “Antes de se encantarem com o uso de um tablet, é crucial os pais perguntarem como ele é utilizado e como contribui para o aprendizado”, observa André Carlos Ponce, professor de inteligência artificial da Universidade de São Paulo.

A revolução no ensino passa por um sacolejo no próprio papel do professor e da sala de aula. “A filosofia do século XXI é que o aprendizado extrapole os muros da escola”, ressalta Schleicher. O princípio vem sendo aplicado ao extremo em um conjunto de colégios encravado no Vale do Silício, na Califórnia, naco do planeta recordista em inovações. Ali vicejam as flipped classroom, sistema invertido em que o aluno assiste em casa, a seu tempo, via computador, às aulas expositivas gravadas e vai à escola para sanar dúvidas, interagir e debater com os colegas. Um dos propagadores do modelo é o matemático americano Salman Khan, que recebeu o primeiro empurrão do admirador Bill Gates, dono da Microsoft, e produziu um banco de aulas de altíssimo nível, acessado por qualquer um. O professor aí deixa de ser um mero repassador de conteúdo e atua como um tutor (essa é a palavra que começa a despontar) do aprendizado. Muitas escolas daqui oferecem material para que o estudante consuma de onde estiver – e isso é bom, porque resulta em mais horas de estudo, segundo indicam as pesquisas.

Nas últimas décadas, a neurociência produziu avanços notáveis na direção de entender como o cérebro absorve conhecimento. Curioso é que escolas no mundo inteiro tenham dado as costas a essas descobertas, insistindo na fórmula de sempre. Isso está aos poucos mudando no bojo das reviravoltas na sala de aula. Uma das constatações dos cientistas é que a janela de concentração humana durante uma aula expositiva se fecha em não mais do que vinte minutos (e por que mesmo teimamos tanto com os tempos de classe de uma hora?). Daí a relevância de se dobrar à crescente ideia de que a experiência ensina. “Quanto mais sentidos estiverem envolvidos na absorção de conteúdo, mais sólido ele será”, confirma o neurocientista Ariovaldo Silva, da Universidade Federal de Minas Gerais. É duro reconhecer, mas boa parte do que a criança aprende na escola vai sendo descartada ao longo da vida. Eis o pulo do gato: “As chances de uma informação ficar retida na memória aumentam exponencialmente quando ela tem alguma utilidade estratégica para a sobrevivência ou traz forte conexão emocional”, lembra Silva.

Toca-se aí em uma tecla teórica que escolas brasileiras começam aos poucos a desbravar: como deixar a mente mais receptiva ao aprendizado. Essa é uma possibilidade que abarca campos da emoção para os quais, não faz muito tempo, os mais conservadores torciam o nariz em toda parte. Colégios como o Bernoulli, em Belo Horizonte, no topo do Enem, ensinam técnicas de respiração aos pequenos e vão incluir ioga na grade dos maiores. Pisos de espuma, aliás, já não são tão raros em escolas daqui, simpáticas também à meditação e, como não?, ao conceito muito em voga de mindfulness. É sabido que técnicas dessa natureza ajudam a desenvolver concentração, autocontrole e memória, tudo bem-vindo no fascinante processo de assimilação do conhecimento. Quem diria que a posição de lótus, praticada desde o longínquo século VIII, iria parar nas salas de aula de escolas com os pés fincados ao futuro.

GESTÃO E CARREIRA

COMO A DESCRIÇÃO DA VAGA AJUDA VOCÊ A SE APROXIMAR DA CONTRATAÇÃO IDEAL

Confira o que tem a dizer sobre esse assunto o líder da Indeed no Brasil

Sabemos que encontrar um novo funcionário normalmente é uma tarefa que leva tempo, mas esse processo pode ser muito mais rápido se você definir desde o início as expectativas adequadas sobre suas vagas. Deixar claro o que implica o trabalho e quem exatamente você está procurando em termos de experiência, tornará as coisas mais fáceis para todos.

Dê uma olhada na sua lista atual de candidatos. Se a maioria deles não for adequada à sua vaga, você tem trabalho a fazer. Encontrar candidatos condizentes às suas expectativas depende da melhoria nas descrições das vagas divulgadas. Confira algumas dicas para construir uma descrição de vaga assertiva.

1. COMECE APRESENTANDO A EMPRESA E A VAGA DISPONÍVEL AOS CANDIDATOS

Pense na introdução da sua descrição como sendo um slogan. O que você pode dizer sobre a empresa e sobre a vaga divulgada que fará com que os candidatos fiquem interessados? Tenha cuidado para não exagerar. A introdução é o lugar ideal para incluir todas as habilidades necessárias nessa função e para reforçar a cultura da sua empresa. Por exemplo:

“O Salão Estilo é um cabelereiro e bar de serviço completo localizado no coração de São Paulo. Estamos no mercado há mais de 15 anos e temos uma equipe divertida e que trabalha duro, dedicada a fazer com que nossos clientes tenham uma experiência incrível. Precisamos de um cabelereiro que seja apaixonado, alto astral e com personalidade forte para compor a nossa equipe!”

2. DIGA EM VOZ ALTA AS RESPONSABILIDADES RELACIONADAS AO TRABALHO

Quando estiver escrevendo, explique as responsabilidades do dia a dia para si mesmo, como se estivesse contando a seu amigo sobre elas (e realmente precisasse explicar detalhadamente), e faça uma lista com essas responsabilidades.

Muitos recrutadores sentem que só precisam incluir informações que falam com o candidato qualificado, que já tem uma compreensão do cargo. Isso resulta em uma descrição básica, porque assume-se que o candidato qualificado saberá o que está sendo especificado com base no título. Mas essa perspectiva pode ter o efeito oposto, pois deixa os candidatos não qualificados com abertura para interpretar a vaga do seu jeito.

Os detalhes são importantes ao escrever as funções relacionadas à vaga. Mostrar a um candidato como será sua nova vida nessa função é uma das melhores coisas que você pode fazer. Se alguém não qualificado perceber que precisará “modificar o software existente para corrigir erros, adaptá-lo a novos hardwares ou atualizar interfaces e melhorar o desempenho”, eles evitarão se inscrever devido à falta de compreensão do que isso significa. Mas engenheiros de software experientes irão se inscrever com confiança!

3. LISTE OS REQUISITOS DO TRABALHO, MAS NÃO EXAGERE!

Você notou como a palavra “lista” foi mencionada acima? Isso porque procurar um emprego já é um trabalho em si, já imaginou se todos os currículos que você recebesse estivessem em forma de parágrafo?

Todos nós já passamos por esse processo de busca de emprego, e ele pode ir de animador para deprimente rapidamente se houver sobrecarga de informações. Ajude os candidatos a ajudá-lo, construindo uma lista com marcadores para que eles possam verificar mentalmente, visualmente e de forma eficaz se a vaga funcionará para ambas as partes.

Listas longas podem fazer com que um candidato veja apenas os pontos relevantes para sua experiência e ignore os que são mais importantes para realizar o trabalho com sucesso. Dados do Indeed mostram que ofertas de empregos com entre 700 e 2.000 caracteres têm 30% mais candidatos do que outras.

Nessa parte, o melhor é primeiro definir os requisitos mínimos. Isso significa que, sem estes, o candidato não será considerado. Pergunte a si mesmo se tais requisitos são de fato decisivos. Listar os “requisitos obrigatórios” irá desviar os candidatos que não se encaixam. Mas não exagere, listar muitos requisitos deixará o candidato pensando que é impossível ser qualificado para o cargo.

4. DESTAQUE OS BENEFÍCIOS DA VAGA

Agora que você vendeu o cargo para o público qualificado, é hora de se destacar da concorrência. Poucas pessoas vão dedicar tempo a uma empresa que não deseja retribuir, então, se são ótimos candidatos, por que não mostrar a eles o valor que terão se escolherem sua empresa?

Ao divulgar alguns dos benefícios que serão ofertados, você descobrirá que o candidato certo quer fazer parte da sua empresa tanto quanto você deseja que ele faça parte dela. Se não mostrar aos candidatos que você cuida de seus funcionários, eles encontrarão uma empresa que faça isso. Os benefícios são competitivos atualmente, então mostre o que você tem. Você oferece vale transporte?  Vale refeição? Pets são permitidos no escritório? Estas são algumas coisas que as pessoas podem querer em um novo trabalho.

Você não pode oferecer certos benefícios ou vantagens? Não há problema nisso. Nem todo mundo está procurando pelas mesmas coisas: o principal é ser transparente sobre o que você pode oferecer.

CONCLUSÃO

Da próxima vez que escrever uma descrição de vaga, compartilhe-a com outras pessoas de sua equipe, com diferentes cargos e qualificações. Pergunte se eles se candidatariam e por quê. Tente identificar tendências nos tipos de candidatos que está recebendo. Isso pode ajudá-lo a entender o que precisa mudar.

O processo de contratação deve ser empolgante. Afinal, você está recebendo um novo funcionário com uma nova perspectiva e potencial para ajudar sua empresa da maneira que for necessária. Você pode não acertar na primeira vez, mas saber o que procurar pode ajudá-lo a determinar o que funciona até você começar a ver um fluxo constante de candidatos qualificados.

FELIPE CALBUCCI – é country manager da Indeed no Brasil

ALIMENTO DIÁRIO

DIA 05 DE FEVEREIRO

A ALEGRIA É UM SANTO REMÉDIO

O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos (Provérbios 17.22).

Os sentimentos que você abriga em seu coração refletem diretamente em sua saúde. O bom humor é um santo remédio. Um coração feliz aformoseia o rosto, fortalece o corpo e balsamiza a alma com o óleo da alegria. A paz interior é a melhor espécie de medicina preventiva. O nosso corpo é o painel da nossa alma. Quando estamos angustiados, refletimos isso em nosso semblante. Um coração triste acaba produzindo um corpo doente, ao passo que um coração alegre é remédio eficaz que cura os grandes males da vida. Se a alegria previne contra muitas doenças, o espírito abatido é a causa de muitos males. O espírito abatido faz secar os ossos. Faz murchar sua vida de dentro para fora. Destrói seu vigor, sua paz e sua vontade de viver. Muitas pessoas perderam a motivação para viver. Vegetam. Passam pela vida sem viço, sem poesia, sem entusiasmo. Olham para a vida com lentes escuras. O tempo todo entoam o cântico fúnebre de suas desventuras. Choram com profundo pesar, suas mágoas. Curtem com total desalento suas dores. Capitulam ao pessimismo incorrigível. Por terem um espírito abatido, veem seus ossos secando, seu vigor estiolando e sua alegria desvanecendo. O caminho da cura não é o abatimento de alma, mas a alegria do coração.