ALIMENTO DIÁRIO

PORCOS NA SALA

CAPÍTULO 17 – A EQUIPE DE LIBERTAÇÃO

Jesus estabeleceu o método de trabalho para os Seus discípulos: trabalhar em equipe.

Ao enviar os doze a ministrar, Ele os mandou dois a dois. Ao enviar os 70, Ele também os mandou dois a dois. Outros grupos e outras equipes podem ser encontrados no livro de Atos. Na primeira viagem missionária foram Paulo, Barnabé e João Marcos.

Mais tarde eram Paulo e Silas. Barnabé escolheu João Marcos. Áquila e Priscila formaram uma equipe de marido e mulher. O ministério em equipe está baseado nas Escrituras. Trabalho em equipe é desejável e mais efetivo, especialmente no ministério de libertação.

OS ELEMENTOS E A ESTRUTURA

Quantas pessoas devem fazer parte de uma equipe de libertação? Esta pergunta não tem uma resposta que sirva de regra. As situações para libertação variam. Para ministrar a uma pessoa, um grupo composto de duas até seis pessoas, em geral, é suficiente.

A equipe deve incluir homens e mulheres. Por causa das circunstâncias fora do comum neste ministério, um homem não deve ministrar sozinho a uma mulher, nem uma mulher a um homem. A melhor equipe é marido e esposa, quando for possível. Uma vez que a imposição das mãos pode fazer parte do ministrar, é melhor incluir na equipe os dois sexos.

Os homens e as mulheres não deviam impor as mãos, indiscriminadamente, no sexo oposto. Além disso, a pessoa que é libertada, por vezes, tem de ser controlada fisicamente. Ainda que não lutemos contra carne e sangue, os demônios podem manifestar-se violentamente, de modo que a pessoa que está sendo libertada deve ser reprimida para não se ferir ou ferir a outros.

A UNIÃO E A CONCORDÂNCIA DOS MEMBROS

A concordância é um elemento essencial básico para uma equipe de libertação. Satanás se aproveitará da discordância. Ele vai criar desarmonia, de diversas maneiras. Esteja alerta dessa possibilidade. Isso está bem ilustrado numa experiência que tive na segunda vez em que Deus me usou em libertação. Seis ou sete de nós, num grupo de oração, estávamos orando pela libertação de uma senhora.

Ao ser chamado, o demônio disse: “Somente um de vocês está realmente seguindo o Senhor”. A finalidade dessa declaração era a destruição de nossa união, nossa concordância, e assim aconteceu. Num instante, cada um de nós estava pensando que era o único seguindo o Senhor, e ficamos suspeitando da dedicação dos outros. Assim, nossa atenção foi desviada do inimigo para nós mesmos e para os outros membros da equipe e não para a pessoa que estava sendo libertada.

Qualquer grupo que está trabalhando junto deve aprender a “fluir” no Espírito e a confiar nos outros membros da equipe. Durante a batalha contra poderes demoníacos não é a hora apropriada para acertar as diferenças entre vocês. Se houver um discernimento de espíritos por um membro da equipe, deve ser confirmado pelos demais. Mas é melhor enfrentar um espírito discernido do que discutir a validade do discernimento. Um erro, de vez em quando, vai acontecer, mas isso não vai acabar com o ministério.

OS MEMBROS DA EQUIPE E SUAS FUNÇÕES

Tem de ser enfatizado que não é possível delinear regras que sirvam para todos os casos. Cada membro da equipe tem de ser sensível e obediente ao Espírito Santo. Geralmente, é melhor que somente uma pessoa fique mandando nos espíritos. As outras estarão, em voz baixa, orando, lendo a Bíblia, louvando e cantando. Cânticos sobre o sangue de Jesus têm grande efeito e são apropriados. Não é incomum que a “liderança” mude várias vezes, especialmente se o trabalho continua por mais de uma hora. Essa transição ou troca de liderança pode ser feita sem problema nenhum.

É cansativo para uma só pessoa ficar na liderança por muito tempo. Você já viu os gansos voando em formação? A liderança muda de um para outro. O líder fica na frente aguentando o vento por um pouco e logo se retira daquela posição, deixando outro tomar a frente, enquanto ele descansa. A equipe de libertação pode funcionar da mesma maneira. O alvo é libertar o cativo e dar a Jesus toda a glória; assim não fará diferença quem está à frente da batalha. Cada posição na equipe é de importância vital.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.