GESTÃO E CARREIRA

PROFISSÃO: GESTOR AMBIENTAL

Com o meio ambiente em foco, profissionais graduados em gestão ambiental ganham relevância nas esferas pública e privada

A natureza está em pauta. Da ativista sueca Greta Thunberg, de 16 anos, que vem mobilizando estudantes contra as alterações climáticas, ao presidente Jair Bolsonaro, com as polêmicas envolvendo a crise na Amazônia. Do consumo consciente à defesa de um modelo econômico mais sustentável. Fato é que se tornou inviável fugir do assunto, inclusive no mundo corporativo. Segundo uma pesquisa da McKinsey, mais de 50% dos executivos já consideram a área de sustentabilidade essencial ao criar estratégias, desenvolver produtos e construir reputação. Não à toa, as perspectivas para quem atua nesse campo são animadoras. Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT), ações para promover uma economia mais verde têm potencial de gerar 24 milhões de empregos no mundo até 2030. Por aqui, apesar dos reveses (o orçamento do Ministério do Meio Ambiente diminuiu 23% em 2019, um corte de 187,4 milhões de reais), especialistas em gestão ambiental ganham cada vez mais relevância nas esferas pública e privada. “Os consumidores querem produtos socialmente justos, economicamente viáveis e ambientalmente corretos. E isso se reflete em aumento da demanda por esses profissionais. A maioria de nossos alunos se forma já com uma proposta de emprego”, diz Denírio Itamar Lopes Marques, coordenador do curso superior de tecnologia em gestão ambiental do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS). Elaborando, implementando e mensurando projetos de impacto ambiental e social, esse pessoal virou peça-chave nas empresas.

Sarita Severein, de 33 anos, formou-se na área pela Universidade de São Paulo (USP) em 2010. De lá para cá, viu proliferar as oportunidades. No ano passado, foi contratada como consultora de sustentabilidade na Suzano, empresa brasileira de papel e celulose. “Desenvolvo ações que passam por mudanças climáticas, capital natural e inovação em sustentabilidade”, diz Sarita. Para ela, uma das maiores dificuldades da carreira é a concorrência com outras graduações. Como ainda não é regulamentada no Brasil, a profissão de gestor ambiental disputa espaço com engenheiros, biólogos, geólogos e até administradores. A expectativa é que esse cenário melhore se o Projeto de Lei n° 2.664/11, que tramita no Senado e visa regulamentar a atividade, for sancionado. “A aprovação da lei trará mais solidez a essa profissão e mais vagas vão surgir no mercado, principalmente nos setores hospitalares e de gestão de águas residuais”, diz Denírio, do IFRS.

ATIVIDADES – CHAVE

Mitigar os impactos negativos no meio ambiente que surgem de processos produtivos e atividades comerciais; entender de regulação e garantir o respeito à legislação; gerar a integração entre os diversos departamentos da empresa para cumprimento de metas e inserção de viés sustentável e nas tomadas de decisão dos times.

PONTOS POSITIVOS

*** Os resultados do trabalho desses profissionais ajudam na conservação do meio ambiente;

*** A rotina não é monótona e sempre aparecerão novos desafios;

*** Atuar em uma área que é tendência e ganha cada vez mais espaço no debate global, tanto no âmbito público quanto no privado.

PONTOS NEGATIVOS

*** Ainda existe por parte das empresas e da sociedade resistência em enxergar a necessidade de discutir as questões ambientais;

*** A profissão carece de regulamentação.

PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS

Resiliência é essencial para os gestores ambientais que precisam reafirmar frequentemente a importância de seus projetos, muitos com retorno de longo prazo, estar antenado com as tendências mundiais é de extrema importância, assim como possuir conhecimento sobre o setor no qual se está trabalhando. É fundamental que haja domínio profundo de ecossistemas e jogo de cintura para lidar com questões sociais e políticas.

QUEM CONTRATA

O setor público, ongs e empresas de grande porte, como indústrias, aeroviárias, hospitais. Também buscam esses profissionais: consultorias, bancos, agências de investimento, instituições de ensino e de pesquisa, agencias setoriais e de fomento, para elaborar estratégias de sustentabilidade.

O QUE FAZER PARA ATUAR NA ÁREA

Embora a atividade não seja regularizada no país, a principal recomendação para atuar na área é fazer um bacharelado ou curso técnico em gestão ambiental. especialização em gestão de projetos ajuda o profissional a se diferenciar.

SALÁRIO:

3.584 Reais (Analista)

5.884 Reais (Coordenador)**

VAGAS:

1.534***

** De acordo com um levantamento da CATHO

***Segundo consulta feita com o termo “Gestão Ambiental” no LinkedIn em setembro/2019

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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