A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

SEXUALIDADE: PARÂMETROS PARA MEDIR A SATISFAÇÃO

A psiquiatra e psicoterapeuta Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) da Faculdade de Medicina da USP, criou um índice para medir a qualidade da vida sexual, o quociente sexual. “O QS é um instrumento simples e efetivo que leva em consideração os aspectos emocionais e físicos, como a função erétil, para avaliação da vida sexual”, afirma Carmita, cujo estudo se baseou numa extensa pesquisa (com 27 mil homens e mulheres de 26 países) patrocinada pela Pfizer, fabricante de um medicamento que facilita a ereção. ” Há muito interesse e especulação sobre o que é ter boa qualidade de vida sexual. O QS proporciona objetividade a esse debate, permitindo que os casais avaliem a própria vivência da sexualidade e a melhorem se for o caso”. O foco de atenção, no entanto, são os homens. Confira abaixo qual é o seu nível de satisfação sexual ou o de seu parceiro.

QUESTIONÁRIO DE AUTO AVALIAÇÃO DE QUOCIENTE SEXUAL

1. Seu interesse por sexo é suficiente para que vocêtome a iniciativa de começar a relação?

2. Você tem confiança em seu poder de sedução para se lançar numa conquista amorosa?

3. Você e sua parceira estão satisfeitos com as preliminares?

4.Seu desempenho sexual depende do interesse e da excitação sexual de sua parceira?

5. Você consegue manter o pênis ereto o tempo suficiente para levar uma relação sexual satisfatória até o fim?

6. Depois do estímulo sexual, suo ereção é suficientemente rígida para assegurar uma relação satisfatória?

7. Você é capaz de obter e manter a mesma qualidade de ereção nas várias relações sexuais que realiza em diferentes dias?

8. Você consegue controlar a ejaculação para que o ato se prolongue pelo tempo que desejar?

9. Com que frequência você chega ao orgasmo?

10. Seu desempenho sexual o estimula a fazer sexo outras vezes, em outras oportunidades?

ESCALA DE PONTUAÇÃO DO QS

As respostas oferecidas no site (www.desempenhosexual.com.br/login.asp) recebem valores de O a 5 e,de acordo com a pontuação alcançada, resultam nas seguintes avaliações:

MAIS DE 61 PONTOS: Você tem uma vida sexual bastante quente. Usufrui de todas as benesses proporcionadas pelo prazer do sexo.

De 60 a 41 pontos: Sua vida sexual é pouco morna. Ânimo! Procure descobrir quais são os problemas. Só assim poderá superá-los.

OUTROS OLHARES

MENINA OU MENINO?

Com a recém-lançada linha do brinquedo, a criança escolhe se vai brincar com boneca, boneco ou nenhum dos dois

Primeira boneca para crianças com cara e corpo de mulher adulta, a Barbie está completando 60 anos em pleno processo de reflexão sobre a própria identidade. Nascida alta, com longos cabelos loiros, olhos azuis, maquiagem e unhas pintadas, a boneca mais vendida no planeta adaptou-se pela primeira vez ao mundo que a rodeia nos anos 1980: embalada pelo movimento americano pelos direitos civis, a fabricante Mattel lançou a versão negra no cabelo e na pele (o corpinho proporcionalmente impossível permaneceu intocado). A partir dali, ela ganhou profissões, aderiu ao terninho, ao traje de astronauta, ao uniforme de policial, e foi se modernizando. Há três anos, estrearam a Barbie baixinha e a gordinha, em sete tons de pele. Agora, a linha chamada Mundo Criativo radicalizou: a(o) boneca(o) não tem gênero definido. A criança, de qualquer sexo, pode personalizar o brinquedo a seu gosto, como menina, menino ou nenhum dos dois.

PRODUTOS UNISSEX — termo cunhado pelo The New York Times em 1968, aplicado a calçados que podiam ser usados por homens e mulheres — são encontrados atualmente em diversos setores voltados para o chamado consumidor não binário, aquele que foge dos padrões de gênero vigentes. Marcas de maquiagem como Chanel e Maybelline usam homens nas suas campanhas. Gucci e Louis Vuitton puseram modelos masculinos nos desfiles femininos. A espanhola Zara e a holandesa C&A apostaram em coleções sem gênero definido — a maioria composta de jeans e moletom. Simulador eletrônico da vida real, o jogo The Sims, que já vendeu mais de 5 milhões de cópias, retirou a obrigatoriedade de o usuário definir seu avatar como homem ou mulher. “Existem dois fenômenos no lançamento da boneca de gênero neutro. Um é a customização, que agrada às crianças. O outro é a tentativa cada vez mais frequente de anular a classificação dos brinquedos como sendo de menino ou de menina”, explica Eduardo França, coordenador de MBA da Escola Superior de Propaganda e Marketing.

A Mattel garante que se baseou em pesquisas que comprovam que as crianças (ou, mais provavelmente, os pais delas) rejeitam cada vez mais os estereótipos definidos pelo gênero. “Tirar o rótulo faz com que o brinquedo seja para todos. Não há menino que não se divirta brincando com boneca”, diz a americana Monica Dreger, vice-­presidente de tendências globais da marca. A Barbie sem gênero se assemelha a um pré-adolescente: não tem maquiagem, pelos faciais, seios ou ombros largos. Vem acompanhada de um kit que inclui perucas de cabelo comprido e curtinho e opções de roupa que vão de saias e vestidos a calças, bermudas e jaquetas. Lançada nos Estados Unidos, ainda não tem data para chegar ao Brasil.

A boneca sem gênero espelha um mundo em transformação, onde os velhos escaninhos da sexualidade estão cedendo lugar a classificações que tomam boa parte do alfabeto — e germinam sob o olhar mais ou menos tolerante da sociedade. Foi festejada em círculos de ativistas e por pais que apoiam a ideia — muito politicamente correta — de que a criança deve tomar contato desde cedo com a diversidade sexual, de forma a vê-la com naturalidade mais tarde. Mas também rendeu críticas ferozes. Em Brasília, o pastor e deputado federal Otoni de Paula (PSC-­RJ) — o mesmo que advertiu que a cantora Anitta não é bom exemplo para as crianças — manifestou-se em prol dos pequenos indefesos. “Querem influenciar a primeira infância. É uma pilantragem”, vociferou na tribuna, no dia seguinte ao do lançamento.

Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), as bonecas e os bonecos representam quase 20% do mercado nacional, seguidos pelos carrinhos, com 17%. Presente exclusivamente das meninas até os anos 1970, a boneca ingressou no universo dos meninos na forma de um boneco macho até não poder mais: o Falcon, brutamontes de barba, músculos ressaltados, faca na mão e até uma cicatriz no rosto. Nos tempos atuais, ao contrário, manifestações explícitas de masculinidade (e feminilidade) são evitadas. Desde 2014 a gaúcha Xalingo não faz distinção de gênero na embalagem de seus produtos. “Não alteramos o brinquedo, mas as cores, a apresentação e a forma de divulgá-lo”, disse sua gerente de marketing, Tamara Campos. No site da marca, geladeiras, fogões e o jogo Brincando de Engenheiro trazem fotos de meninos e meninas na caixa. Árvores de Natal, preparem-se para mudanças.

GESTÃO E CARREIRA

A LIDERANÇA PELO EXEMPLO

”É por meio do exemplo e das pequenas atitudes e comportamentos que emitimos no dia a Dia que passamos a visão e os valores de nossa empresa aos funcionários”

Não se iluda. Em uma empresa, nada ocorre de baixo para cima. Ou os dirigentes dão o exemplo, ou nada ou pouco ocorrerá. Não adianta falar. Não adianta fazer discursos. Não adianta colocar faixas. Não adianta pregar quadrinhos nas paredes com frases de efeito e exortações para a qualidade, para o atendimento ao cliente, para a cortesia, para a prestação de serviços. Se os dirigentes não tiverem um genuíno comportamento e atitudes exemplares, tudo ficará no discurso, na intenção, e pouco ocorrerá de concreto, de efetivo dentro da empresa. Essa é a verdade, nua e crua.

Temos feito várias pesquisas de antropologia corporativa e os resultados são surpreendentes. Se você chega a um hotel e é friamente ou rispidamente atendido na recepção, pode ter certeza, o gerente do hotel trata as pessoas e seus funcionários fria e rispidamente. Se você é tratado com descortesia no estacionamento de um supermercado, o gerente desse supermercado trata as pessoas com descortesia. Se você em uma empresa tem dificuldades em ser atendido com uma reclamação ou pedido, pode ter certeza, a diretoria e as gerências têm uma atitude negativa em relação a pedidos de clientes. E assim por diante. Os funcionários de uma empresa repetem as atitudes e os comportamentos de suas chefias. Acredite!

É por meio do exemplo e das pequenas atitudes e comportamentos que emitimos no dia a dia que passamos a visão e os valores de nossa empresa aos funcionários. Não adiantam campanhas, faixas, cartazes. panfletos se não houver o exemplo da liderança, principalmente nas pequenas coisas.

Tenho visto empresas que gastam tempo e recursos em campanhas institucionais de qualidade, por exemplo. São dezenas de peças – folhetos, faixas, livretos, pôsteres e até palestras falando e disseminando o conceito e a importância da qualidade. Na prática, essas campanhas têm pouca eficácia. Por quê? Porque a liderança da empresa não está de fato comprometida com a qualidade. E isso é demonstrado a cada momento, a cada comportamento, a cada decisão da diretoria. Na hora de escolher os fornecedores de matéria-prima, escolhe-se não pela qualidade, mas pelo preço. Na hora de comprar equipamentos. escolhe-se não pela qualidade, mas pelo preço. Na hora de escolher a embalagem, escolhe-se a mais barata, e não a que melhor protegerá o produto. Na hora de escolher os operadores de logística, escolhe-se os mais precários porque são mais baratos. E a qualidade? A qualidade fica no discurso.

Da mesma forma, vejo os famosos programas de “Encantamento do Cliente”. Na maioria das empresas são verdadeiras peças de ficção. Novamente uma campanha é lançada com pompa e circunstância, discursos e coquetéis. Mas, na prática, os comportamentos emitidos pelos dirigentes vão em direção totalmente oposta ao tal encantamento dos clientes.

Na prática, os clientes são considerados impertinentes quando solicitam alguma atenção especial. Na prática, são mal atendidos pela diretoria. Na prática, os dirigentes são inacessíveis aos clientes. Na prática, tudo o que puder ser tirado do cliente é não dado a ele é a regra do dia a dia. E o encantamento do cliente fica, novamente, no discurso.

Enquanto os dirigentes e líderes não tiverem consciência de que, se não derem o exemplo de atendimento, qualidade, comprometimento, atenção aos detalhes, follow-Up, educação, cortesia, limpeza, respeito etc., nada disso ocorrerá na empresa, estaremos vivendo a melhoria continua do autoengano, a mentira dos quadrinhos e das faixas de exortação. Continuaremos ouvindo a telefonista repetir, com aquela voz mecânica, que nossa ligação é a coisa mais importante para a empresa e continuaremos a receber o tratamento frio descortês, descomprometido e sem os resultados que esperamos como clientes.

ALIMENTO DIÁRIO

A HISTÓRIA DO CASAMENTO

DIA 27 – A LÍNGUA DO CÉU

… porque a sua boca fala do que está cheio o coração. Lucas 6:45

Ao longo deste livro, enfatizamos repetidamente a importância de deixar Deus trabalhar no seu coração primeiro. A mudança vem quando nos rendemos ao Seu Espírito e nos submetemos à Sua Palavra. Como afirmamos, a mudança de comportamento não substitui a transformação interior. Mas à medida que você começar a ser transformado interiormente, seu mundo exterior será refeito. A primeira evidência da obra que Deus faz no seu coração poderá ser percebida nas palavras da sua boca.

Em todas as situações que enfrentamos, temos uma escolha: vamos usar a língua do Céu ou a língua da Terra? A Terra articula a realidade aparente. O Céu fala de acordo com uma Fonte de verdade superior.

“Pois os Meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os Meus caminhos”, declara o SENHOR. “Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os Meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos, e os Meus pensamentos, mais altos do que os seus pensamentos. Assim como a chuva e a neve descem dos céus e não voltam para eles sem regarem a terra e fazerem-na brotar e florescer, para ela produzir semente para o semeador e pão para o que come, assim também ocorre com a palavra que sai da Minha boca: ela não voltará para Mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei”. Isaías 55:8-11

Para falar a língua de Deus, precisamos conhecer Sua Palavra. Ela transformará nossa visão, fazendo com que vejamos o invisível e declaremos o que ainda pode ser. Ela transformará o que a nossa boca declara no dialeto da fé, algo que vai além de ser positivo ou emocionalmente otimista. Tem a ver com a firme convicção no que foi prometido.

Eis alguns exemplos de como as línguas do Céu e da Terra diferem: Nossa Terra diz: “Divórcio”. O Céu diz: “União”

Nossa Terra diz: “Não há esperança”. O Céu diz “Tudo é possível”. Nossa Terra diz: “Rejeição”. O Céu diz: “Aceitação”

Nossa Terra diz: “Você me deve!” O Céu diz: “Eu dou livremente”. Nossa Terra diz: “Vingança”. O Céu diz: “Perdão”.

Nossa Terra diz: “Não serei seu escravo”. O Céu diz: “Serei seu servo”.

Nossa Terra diz: “Desprezo sua fraqueza”. O Céu diz: “Vejo seu potencial e meu amor cobre sua fraqueza”.

Nossa Terra diz: “Você não atende às minhas necessidades”. O Céu diz: “Quero suprir as suas necessidades”.

Essas palavras podem ser inspiradoras por si só, mas quando estão enraizadas na verdade mais profunda da Palavra de Deus elas se tornam permanentes e nos enchem de poder. Nós o encorajamos a adotar a língua do Céu aprendendo a associar a Bíblia com cada atitude e declaração que você trouxer para o seu casamento. Como povo de Deus, nós sabemos que “os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno” (2 Coríntios 4:17-18).

A língua tem poder sobre a vida e a morte, e pela fé podemos chamar até mesmo coisas que ainda não estão aparentes como se fossem (ver Provérbios 18:21 e Romanos 4:17). Deixe que a Palavra de Deus molde o seu mundo.

DIZENDO A VERDADE

…falando a verdade com espírito de amor, cresçamos em tudo até alcançarmos a altura espiritual de Cristo… Efésios 4:15, NTLH

Falar a língua do Céu significa sempre dizer a verdade. Mas nem todas as formas de dizer a verdade estão certas. Falar a língua de Deus significa falar a verdade em amor.

Muitos casais erram adotando uma destas duas abordagens extremas: alguns cônjuges usam a Palavra de Deus para atacar ou diminuir seus cônjuges. Eles dizem a verdade, mas a dizem por se sentirem frustrados, com raiva, querendo se vingar ou ofender. Outros não querem causar dor ou criar conflitos, então suprimem a verdade que precisa ser dita e agem com um amor superficial e falsificado. Com o tempo, isso inevitavelmente gera sentimentos profundos de decepção e ofensa, o que eventualmente leva a algum tipo de explosão. Nenhuma dessas abordagens alcança o fim desejado por Deus – que nos tornemos cada vez mais semelhantes a Cristo.

Como marido ou esposa, você está ciente das fraquezas do seu cônjuge de uma forma que ninguém mais está. Você poderia facilmente se aproveitar desse conhecimento único para ferir, envergonhar ou condenar seu cônjuge. Mas abraçamos um chamado superior, não é mesmo? Nós nos comprometemos em servir nossos cônjuges mais do que qualquer outra pessoa, em buscar o que será melhor para eles. Nossas palavras sinceras podem ajudar nossos cônjuges a crescerem mais à semelhança de Cristo – mas nunca diremos palavras de valor eterno se usarmos nossas línguas como armas que ferem.

Se quisermos que nossos casamentos sejam saudáveis, teremos de tratar dos comportamentos destrutivos ou errados, mas há uma hora e um lugar certos para fazer isso. Você já percebeu que apontar as imperfeiçoes do seu cônjuge no meio de uma discussão nunca leva a uma mudança positiva? Ao contrário, isso costuma incitar um comportamento pior e interações nocivas. Quando achar que algo precisa ser discutido, espere até que você e seu cônjuge tenham se acalmado. Se a questão for séria, talvez seja uma boa ideia planejar um encontro para que você possa se expressar em um ambiente mais íntimo. Isso ajuda a estabelecer um ambiente no qual seu cônjuge esteja mais propenso a ouvir você.

Eu (Lisa) lembro-me claramente de Deus ter me dito certa vez: “Lisa, se você quer ser ouvida, diga as coisas da maneira que gostaria de ouvir”. Poderíamos facilmente acrescentar a isso: “Fale-as quando você gostaria de ouvir”. No meio de uma discussão geralmente não é a hora certa para fazer uma crítica construtiva. É melhor compartilhar uma crítica construtiva quando seu cônjuge estiver à vontade e receptivo. Quando vocês estão exaustos, é hora de deixar o problema de lado. Perdoem-se, abracem-se e decidam continuar a discussão pela manhã.

É indispensável expressarmos verdades sensíveis banhadas em amor. Ninguém gosta de ouvir suas falhas e erros, mas aqueles que são ensináveis se beneficiam quando passam a conhecer as áreas nas quais podem melhorar.

Antes de dar um conselho, verifique sua motivação. Pergunte a si mesmo: Estou dizendo isto baseado em amor, ou estou buscando meu benefício próprio ou tentando me proteger? Estou realmente preocupado com o bem-estar do meu cônjuge, ou estou tentando me vingar pela maneira como fui ferido? Se você está fazendo recomendações quanto ao comportamento do seu cônjuge no meio de uma discussão, é provável que essas sugestões tenham suas raízes no egoísmo. Na verdade, você está reagindo à maneira como seu cônjuge está fazendo você se sentir.

É muito difícil dizer a verdade em amor quando você está emocionalmente envolvido. Mas se você segurar sua língua, uma destas duas coisas vai acontecer: ou você perceberá que estava errado e ficará grato por não ter dito nada, ou poderá articular calmamente e com precisão alguma coisa que seu cônjuge precisa ouvir.

Aprendemos que é sempre melhor desconsiderar as ofensas menores entregando-as a Deus. Mas entendemos que algumas mágoas são difíceis de esquecer. No caso de um comportamento habitual destrutivo, é realmente pouco saudável segurar a língua. Mas a necessidade de confrontar não nos dá permissão para ferir o outro. Você pode dizer a verdade em amor:

• Examinando seus motivos à luz da Palavra de Deus.

• Resolvendo conflito atacando o problema e não o seu cônjuge.

• Controlando sua língua e não falando de forma destrutiva.

• Sendo misericordioso.

• Sendo sincero.

• Respondendo com gentileza.

• Oferecendo esperança constantemente.

• Falando da maneira que gostaria que ele/ela falasse com você.

•   Escolhendo as palavras, a hora e o lugar para confrontar com sabedoria.

Salomão disse: “Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro” (Provérbios 27:17). Há espaço para atritos e até mesmo para a discordância nos nossos relacionamentos sem que isso desagrade a Deus. Se lidarmos com eles corretamente, esses momentos de atrito forjarão a santidade em nossas vidas.

É importante abordar os problemas que poderiam comprometer a unidade do seu casamento. Pequenas mágoas podem se tornar feridas profundas quando não são tratadas adequadamente, e muitas vezes nossos cônjuges não estão cientes da dor que estão nos causando. Discutir as preocupações por amor a Deus e ao outro nos ajuda a crescer em unidade e a nos tornarmos cônjuges melhores.