ALIMENTO DIÁRIO

OS CAÇADORES DE DEUS

Os Caçadores de Deus - Tommy Tenney

CAPITULO 7 – O QUE DEUS FEZ UMA VEZ PODE FAZER DE NOVO

 

FAÇA CHOVER, SENHOR!

Queremos que Deus transforme o mundo. No entanto, Ele não vai transformar o mundo, antes que consiga nos transformar. Pois, em nosso estado atual, não estamos em condições de abalar nada. Porém, se nos submetermos ao Oleiro, Ele fará de nós aquilo que Ele quer. Ele nos moldará ao que precisamos ser. Se nos submetermos ao toque do Oleiro, Ele poderá refazer nosso vaso quantas vezes forem necessárias. Ele fará de nós vasos de honra, poder e vida.

Afinal, não foi Ele que transformou pescadores analfabetos em revolucionários, e cobradores de impostos mal-afamados em avivalistas destemidos? Se Ele fez isto uma vez, pode fazer de novo!

Quero romper com o padrão de escrever “regras” para livros evangélicos e pedir que você ore comigo agora, enquanto lê a primeira página deste capítulo. Este livro foi escrito para ajudá-lo a introduzir a presença de Deus em sua vida e em sua Igreja. Pode parecer tolice, mas quero que você coloque a mão sobre seu coração e ore comigo agora, a “oração do vaso de barro”:

“Pai, agradecemos por Sua presença! Sentimos no ar a possibilidade de estarmos próximos do Senhor. Sentimos que está por perto. Mas, não estamos perto o suficiente. Venha, Espírito Santo! Se não for agora, quando será? Se não vier a nós, sobre quem virá? Se não for aqui, diga-nos, onde? Instrua-nos, Senhor, e Lhe seguiremos. Buscaremos Sua presença, pois queremos o Senhor. Não estamos buscando nada menos do que a Sua presença.”

Algo está acontecendo no Corpo de Cristo. Muitos de nós (e cada vez mais irmãos) já não suportamos “brincar” de religião. Está se levantando, em nosso meio, um espírito de batalha, uma ânsia de conquistar territórios, em nome do Deus Eterno. Sei que recebi do Senhor a missão de colocar minha vida em cidades chaves, pontos estratégicos, onde sinto que Deus está prestes a derramar Seu Espírito.

Estou buscando lugares onde Deus está se manifestando. Já descrevi como Deus se manifestou na cidade de Houston (fiz menção deste acontecimento porque tive o privilégio de presenciá-lo). Fui conduzido, por mais de um ano, a participar de reuniões constantes de oração em algumas cidades, coisas incríveis estão acontecendo. Ainda temos um longo caminho a percorrer. Mas, em cada uma destas cidades, tem acontecido algo de grande significado para este mover de Deus. Meu desejo é ver uma explosão contagiante da presença de Deus, como aquela experimentada por Finney, Edwards, Roberts e outros, em que muitas regiões foram alcançadas pelo Reino.

ESTOU EM BUSCA DE CIDADES INTEIRAS

Estou em busca de cidades, não estou mais interessado em só pregar para os crentes nas igrejas. Estou em busca de cidades inteiras, onde há pessoas que não conhecem Jesus.

Certa vez, quando estava em uma conferência com Frank Damazio na cidade de Portland, Oregon, eu o ouvi dizer algo que imediatamente me chamou a atenção. Ele disse que alguns pastores em Portland haviam se unido para fincar estacas em lugares estratégicos no perímetro daquela região e nas principais fronteiras. Foi um trabalho demorado, porque eles oravam sobre cada estaca colocada, como se elas simbolizassem uma demarcação espiritual.

Impelido pelo Espírito Santo, disse ao Frank: “Se você providenciar estacas, irei às cidades aonde Deus me enviar e ajudarei os pastores a demarcar o território para o Senhor.” Então comecei a orar: “Deus, mostre-me um precedente para que eu possa compreender o que o Senhor está fazendo aqui. Assim, saberei porque colocou este desejo em meu coração.”

Tal compreensão me sobreveio mais tarde, justamente na Califórnia, exatamente no lugar onde “a corrida do ouro” teve início. Quando os garimpeiros encontravam uma terra onde pudesse haver ouro, fincavam uma estaca e assim reivindicavam o território. Alguns terrenos eram mais valiosos que outros por causa do que havia sob eles. Para reivindicar um terreno naquela época, era preciso fincar uma estaca no chão. A estaca deveria levar o nome da pessoa e uma breve descrição da área que estava sendo reivindicada. O terreno seria avaliado formalmente mais tarde.

Enquanto isso, a estaca era um “documento” tão importante quanto uma escritura. Se ninguém reclamasse a terra, outra pessoa poderia remover a estaca antiga, fincar sua própria estaca com seu nome e as dimensões da terra, e dizer: “De acordo com a lei, reivindico esta terra. Estou em processo de possessão e ocupação e esta estaca é a prova de que, por lei, este terreno é meu.”

Os pastores e congregações que desenvolveram raízes em uma cidade ou região têm “direitos legais”, sob orientação de Deus, para reivindicar suas cidades para o Rei fincando suas estacas no território.

Mantivemos nossa fé cercada pelas quatro paredes de nossas igrejas. Agora, Deus nos chama a estendermos a fé além das fronteiras de nossas cidades e nação. Ao demarcamos o território de nossas cidades, estaremos expandindo as “paredes” de nossas igrejas. E isto nos obriga a encararmos o fato de sermos “a Igreja” na cidade, um povo sob Senhorio de Deus, composto de muitas congregações de acordo com o modelo “Igreja- cidade” do primeiro século.

Fizemos estacas de madeira e escrevemos as palavras “Renovação, Avivamento, Reconciliação”, juntamente com versículos bíblicos. Fizemos um furo no meio da estaca e uma proclamação, enrolada como um pergaminho, foi inserida nele. Havia cerca de vinte versículos nas estacas e na proclamação, um deles se encontra em Isaías 62, e diz:

“Eis que o Senhor fez ouvir até às extremidades da terra estas palavras: Dizei à filha de Sião: Eis que vem o teu Salvador; vem com ele a sua recompensa, e diante dele, o seu galardão. Chamar-vos-ão: Povo Santo, remidos do Senhor; e tu, Sião, serás chamada a Procurada, Cidade não deserta.” (Isaías 62.11,12.)

ARREPENDIMENTO, REIVINDICAÇÃO E RESISTÊNCIA

Na proclamação contida em cada estaca fincada no solo das cidades, havia esta declaração feita pelos “representantes legais” de Deus naquela cidade:

“Baseado na Palavra de Deus, manifestando apoio aos líderes desta cidade, me coloco como representante dos outros pastores que desejam: arrepender, reivindicar e resistir.

Arrependemo-nos, pedimos ao Senhor que nos perdoe pelos pecados deste Estado e desta região, especialmente, desta cidade. Pedimos perdão pelos pecados de corrupção política, preconceito racial, perversão moral, feitiçaria, ocultismo e idolatria. Clamamos que o sangue de Jesus purifique nossas mãos do derramamento de sangue inocente. Pedimos perdão pelas divisões na Igreja, perdão pelo orgulho, perdão pelos pecados da língua e qualquer outro pecado que tenha ferido a causa de Cristo. Nós nos arrependemos e nos humilhamos, clamamos misericórdia sobre nossa terra, nossa comunidade e nossas igrejas.

Reivindicamos, clamamos pela vinda do Reino de Deus, para que Sua vontade seja feita nesta cidade. Pedimos, em Nome de Jesus, o derramamento da graça, misericórdia e fogo para que haja um avivamento espiritual que cubra a comunidade, a fim de que as pessoas se voltem para Deus, se purifiquem, sejam quebrantadas e se humilhem. Clamamos que o destino desta cidade não seja frustrado. Clamamos que o Senhor visite esta cidade, nossas igrejas e lares. Que esta cidade não seja esquecida. Clamamos por uma restauração baseada na justiça. Também resistimos, em submissão a Deus, pela fé, ao inimigo e suas obras, a todas as forças e poderes demoníacos que têm escravizado esta cidade. Resistimos ao espírito de maldade que estabeleceu fortalezas nesta cidade. Resistimos aos lugares obscuros, às obras das trevas, aos lugares onde o inimigo esteja acampado. Clamamos o Nome do Senhor para que tais fortalezas espirituais sejam destruídas e proclamamos, neste dia, que esta cidade, especialmente esta região, está agora sob o poder e senhorio do Espírito Santo.

Por meio desta proclamação, avisamos a todos os outros espíritos, que desde já eles estão banidos desta terra pelo poder do Nome de Jesus. Hoje, nos colocamos na brecha e edificamos uma cerca de proteção ao redor desta cidade.”

Antes de adquirir uma propriedade, ela tem que ser avaliada. Então, é preciso que você determine se está disposto a pagar o preço pela possessão da terra. Quando demarcarmos nossas cidades, como povo de Deus, estaremos declarando guerra ao reinado satânico, através de uma ofensiva direta, destemida, sem desculpas ou hesitação. Estaremos dizendo ao inimigo: “Declaramos, diante de Deus, e queremos proclamar: Vamos tomar a cidade!” (Me senti tão compelido a isto que, juntamente com um grupo de intercessores, fui à Rua Bonnie Brae, em Los Angeles, Califórnia, local onde tudo começou e que cresceu tanto, a ponto de ser mudado para a Rua Azusa. Enquanto intercedíamos ali, naquele terreno, fincamos uma estaca! Algo parecia romper em meu coração (espero que, também, nas regiões celestiais). Senti como se tivéssemos esbarrado em um poço antigo! O entulho começava a ser removido. Que as águas da rua Azusa fluam novamente!).

Veio a mim uma palavra do Senhor a respeito de “poços antigos”, que se aplica diretamente às cidades, bem como às mais antigas denominações e igrejas. Antes que novos poços artesianos sejam perfurados, Deus vai reabrir ou desobstruir os poços antigos. Gênesis capítulo 26 nos diz que Isaque fez com que seus servos reabrissem os poços que seu pai Abraão cavara muitos anos antes no Vale de Gerar. Embora os filisteus os tivessem entulhado depois da morte de Abraão, Isaque ainda os chamou por seus nomes de origem. Ele encontrou tanta água, que teve que pelejar constantemente contra assaltantes filisteus e, finalmente, mudar-se para Berseba, ou “poço do juramento”. Foi ali que Jacó teve o encontro com o Deus vivo e descobriu seu verdadeiro direito de primogenitura no plano de Deus (Veja Gênesis 28:10-16).

O Senhor está desobstruindo poços antigos do avivamento nestes dias. Existem lugares onde a glória de Deus permanece como uma poça de água parada, um charco. As pessoas têm que vir ao poço para serem satisfeitas, mas nos padrões que Deus estabelecer.

Deus vai reabrir os poços antigos antes de trazer à tona novos poços. Um ano antes de começar a trabalhar neste livro, o Senhor falou ao meu espírito: “Vou visitar novamente os lugares de avivamentos históricos para dar outra chance ao Meu povo. Vou convocá-los a remover o entulho dos poços antigos, para que o novo avivamento seja firmado sobre as fundações do avivamento antigo.”

Em outras palavras: antes que o verdadeiro avivamento possa irromper, nos shoppings ou outros lugares, terá que começar nos altares de nossas igrejas e fluir dali pelos corredores até atingir o limiar da porta e alcançar as ruas, como cumprimento da profecia em Ezequiel 47:

“Depois disto, o homem me fez voltar à entrada do templo, e eis que saíam águas debaixo do li miar do templo, para o Oriente; porque a face da casa dava para o Oriente, e as águas vinham debaixo, da banda direita da casa, da banda do sul do altar. Ele me levou pela porta do norte e me fez dar uma volta por fora, até à porta exterior, que olha para o oriente; e eis que corriam as águas ao lado direito.

Saiu aquele homem para o Oriente, tendo na mão um cordel de medir; mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos tornozelos. Mediu mais mil e me fez passar pelas águas, águas que me dava m pelos artelhos; mediu mais mil, e me fez passar pelas águas que me davam pelos lombos. Mediu ainda outros mil, e era já um rio que eu não podia atravessar, porque as águas tinham crescido, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar. (…)

Toda criatura vivente que vive em enxames, viverá por onde quer que passe este rio, e haverá muitíssimo peixe, e aonde chegarem estas águas tornarão saudáveis as do mar, e tudo viverá por onde quer que passe este rio. (…) Junto ao rio, às ribanceiras, de uma e de outra banda, nascerá toda sorte de árvore, que dá fruto para se comer; não fenecerá a sua folha, nem faltará o seu fruto; nos seus meses produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; o seu fruto servirá de alimento e a sua folha de remédio.” (Ezequiel 47.1-5,9,12)

Não é curioso que o rio da presença de Deus, que fluía de seu santuário, tornava-se mais profundo à medida que o profeta andava? Por fim, Ezequiel já não podia mais tocar o fundo do rio, as águas o cobriam, estavam fora de seu controle. Busco um avivamento que não possamos conter! E, sua parte mais rasa será o “templo”!

A PRÓXIMA ONDA DA GLÓRIA DE DEUS

Acredito que algumas cidades são antigos poços da unção de Deus – são lugares de avivamentos históricos – e Deus está convocando pastores e congregações nestas cidades para reabri-los.

Remover entulhos de poços antigos não é uma tarefa das mais agradáveis. Quando um pastor, amigo meu, comprou um terreno na Índia, disseram-lhe que havia um velho poço naquela propriedade. E não era um poço comum “vertical”: era inclinado horizontalmente ao lado de uma montanha.

Quando os homens daquele ministério começaram a trabalhar para remover o entulho, encontraram um amontoado de móveis e maquinário velhos e abandonados em meio ao mato que crescera por ali. Centenas de cobras também tiveram que ser removidas daquele lugar. Meu amigo me disse: “Limpamos todo o local e fomos dormir. Quando acordamos, na manhã seguinte, esperávamos encontrar uma poça de água estagnada. Mas vimos que a água começara a brotar e a fluir com tanta força que, da noite para o dia, formou-se uma torrente!”

A próxima onda de avivamento virá quando Deus desobstruir os poços artesianos de Sua glória! Muitos poços localizados nos desertos do meio- oeste dos Estados Unidos são verdadeiros lagos. Existe água suficiente, vertendo dos reservatórios naturais da terra, para mantê-los cheios quase todo o tempo, mesmo no calor do deserto. A maioria dos seres viventes do ecossistema desértico se dirige a estes oásis em busca da água de que necessitam para viver.

Nos últimos anos, Deus tem desobstruído lugares onde Sua presença permanece perenemente e, assim, Ele tem trazido vida a milhares de perdidos e crentes sedentos. Mas eles têm que ir em direção ao poço. Existe um poder na peregrinação que foi esquecido.

Agora, Deus está prestes a liberar a próxima “onda” de Sua unção. Em vez dos velhos lagos, haverá novíssimos poços artesianos cujas torrentes vão explodir com uma força imensa. De acordo com o dicionário Webster’s Ninth New Collegiate, um “poço artesiano é aquele que resulta da perfuração da terra até que água seja encontrada, e esta, por efeito da pressão interna, ascende à superfície como uma fonte; poço artesiano é o que geralmente resulta de uma perfuração em profundidade.”

Esta nova “onda” da glória de Deus será produto da perfuração do poço de Sua presença pelo Seu povo e explodirá, em nosso mundo, com tamanha força, que a presença restauradora de Deus vai ultrapassar cada barreira ou obstáculo, a fim de fluir pelas ruas áridas de nossa cidade e de nossa nação. É assim que a glória de Deus vai encher toda terra (Isaías 6.3 e Habacuque 2.14). Fontes de água da vida transbordarão!

Você não terá que ir às águas do poço artesiano, elas virão até você! Considerando que as águas, em seu percurso, sempre procuram os níveis mais baixos e os pontos que apresentam menos resistência, não é difícil entender porque Jesus, o “resplendor da glória [do Pai] e a expressão exata de Seu ser” (Hebreus 1.3a), disse: “… e aos pobres está sendo pregado o evangelho” (Mateus 11.5). A glória de Deus sempre buscou preencher o vazio na vida dos homens. Em dias vindouros, a glória de Deus vai emanar de onde menos se espera e começará a fluir e encher os que oferecerem menos resistência. E, somente ao Senhor, será tributada a glória.

O Senhor me falou, claramente, a respeito de Sua glória durante um aguaceiro incomum no sul da Califórnia. Nasci e fui criado em Louisiana, um lugar onde estamos acostumados às chuvas. Algumas vezes, chovia dias e noites sem cessar e ninguém se incomodava com isso. Mas na Califórnia é diferente: quando há chuvas prolongadas, a população sente. Naquele dia, em particular, algo estranho estava acontecendo. Era como se a Califórnia estivesse sendo tomada por uma tempestade, bem ao estilo de Louisiana. Era quase uma tempestade tropical. Em minha terra natal, as pessoas estão preparadas para as chuvas, já estão acostumadas: valas, bueiros e locais de escoamento foram construídos.

A cidade de Los Angeles, no entanto, não estava acostumada àquela quantidade de chuva. Eu estava em uma lanchonete quando o aguaceiro começou. Vinte minutos depois, percebi que a chuva não passaria e corri para o meu carro que estava estacionado na rua. A água já ultrapassara o meio fio e estava quase na altura de meus joelhos! Enquanto eu dirigia, dizia a mim mesmo: “Com certeza, eles não têm locais de escoamento ou algo assim por aqui. Não sei até onde a água chega quando chove em Louisiana, mas, certamente, nunca atinge tal nível tão depressa.”

Enquanto me encaminhava, debaixo da chuva, ao hotel, senti a presença de Deus e comecei a chorar. Minhas lágrimas se misturavam com a chuva e senti o Senhor falar ao meu coração: “Eles estão tão despreparados para a chuva natural, quanto para o desaguar do Meu Espírito. Eu também virei de repente.”

Enquanto me preparava para o culto daquela noite, ouvindo as notícias locais, o repórter que informava a previsão do tempo disse algo que me caiu como uma profecia. Ele disse: “Esta não será a última tempestade. Na verdade, elas estão acumuladas no Pacífico, como se fossem ondas, e virão uma após outra.” Ele explicou que a fonte destas ondas de chuva era o fenômeno chamado El Niño. El Niño, em espanhol, significa “O Menino” e é um termo usado para se referir ao Menino de Belém! Aquele repórter não percebeu a profundidade daquelas palavras proféticas: ele estava falando do “Menino Jesus”, a Fonte de todas as ondas de glória que estão prestes a inundar este planeta.

Naquele momento, algo me dizia: “Sim, Senhor! Mande ondas após ondas de Sua glória até que, literalmente, tudo seja inundado! Que seja removido tudo aquilo que não provém de Ti.” Faça chover, Jesus, reine sobre nós!

Geralmente, a “lei dos precedentes” se aplica a eventos que ocorrem paralelamente no mundo natural e espiritual. Minha fome pelo desencadeamento da manifestação da glória de Deus é tamanha, que mal posso expressar sua intensidade ou urgência. Minha oração é:

“Senhor, deixe que a chuva caia! Desta vez o inimigo não terá “bueiros” suficientes para escoar as águas. Sua chuva se elevará de tal forma que todos serão tomados pela poderosa onda de Sua glória. Deixe que chova, Senhor!”

Que as fontes sejam rompidas e os poços desobstruídos! Reivindique sua herança! Finque estacas pela cidade! A terra é do Senhor!

Ele já fez isto antes, Ele poderá fazê-lo novamente! Mande chuva, Senhor!

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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