A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

UM SILÊNCIO QUE MATA

Todo ato que resulta em agressão física, sexual ou psicológica é considerado violência contra a mulher. Essa agressividade latente é uma triste realidade, comprovada pelas pesquisas.

Um silêncio que mata

A agressividade é a arma que o indivíduo utiliza para manifestar seu ódio. Existem vários tipos de violência e os estudos desse tipo de comportamento são constantes com o intuito de descobrir as causas que levam o ser humano a cometer tal infração e que causam indignação aos olhos atentos da sociedade.

Inúmeras pesquisas mostram, há anos, a vergonhosa prevalência da violência contra as mulheres. Em 2013, 13 mulheres morreram todos os dias vítimas de feminicídio, isto é, assassinato em função de seu gênero. Cerca de 30% foram mortas pelo parceiro ou ex – companheiro (fonte: Mapa da Violência 2015). Outra pesquisa do Instituto Locomotiva, dessa vez de 2016, aferiu que 2% dos homens admitem espontaneamente ter cometido violência sexual contra uma mulher, mas diante de uma lista de situações 18% reconhecem terem sido violentos. Quase um quinto dos 100 milhões de homens brasileiros. E, curiosamente, um estudo recente revelou que 90% concordam que quem presencia ou fica sabendo de um estupro e fica calado também é culpado. Um percentual relevante, mas porque ainda há tanto silêncio?

Cinco tipos de violência enquadram todos esses estudos:

1- VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA: causa danos à autoestima da vítima. Podendo ocorrer em casa, na escola, no trabalho, proporcionando humilhação, desvalorização, ofensa, chantagem, manipulação, constrangimento e outros;

2- VIOLÊNCIA FÍSICA: causa danos ao corpo da vítima, como socos, pontapés, chutes, amarrações e mordidas, impossibilitando defesa;

3- VIOLÊNCIA MORAL: qualquer conduta que proporcione calúnia, difamação ou injúria;

4- VIOLÊNCIA SEXUAL: esta não se limita somente ao estupro propriamente dito, mas a atos de violência proibitivos, como por exemplo não uso de contraceptivos, obrigação de práticas sexuais, “encoxada” nos transportes públicos, exploração do corpo de adolescentes e pedofilia;

5- VIOLÊNCIA SIMBÓLICA: Utilização feminina como “objetos de desejo” (propagandas, outdoors etc.), traçando uma imagem negativa da mulher.

O alerta que ecoa é que a violência é silenciosa. Ela ocorre nas residências, nos espaços públicos e em qualquer lugar onde a mulher é assediada.

O assédio é um comportamento criminoso e deve ser severamente tratado como tal. Seu desenvolvimento relaciona-se com a carência emocional ou com a separação na infância com o elo materno. A partir deste momento, criam-se no indivíduo condutas antissociais, um desajuste afetivo, podendo levá-lo ao cometimento de crimes, para sentir prazer no sofrimento dos outros, gerando uma excitação cortical, causando-lhe grande satisfação da libido e de seu ego malformado por uma personalidade psicopática e doentia, na qual os impulsos do mal ganham lugar e ímpeto para cometer tais absurdos. Nesse exato momento se instaura o grau de periculosidade do agressor. Portanto, muitas vezes, senão na maioria delas, o agressor sabe que está cometendo um delito e sente, inclusive, prazer nesse comportamento.

É necessário que as autoridades realizem emergencialmente políticas que inviabilizem esse avanço, para que esse crime não faça parte das principais estatísticas, em que 22 milhões das brasileiras com 16 anos ou mais, relatam ter sofrido algum tipo de assédio em 2018. Vítimas com ensino médio e superior relatam, em seus depoimentos, terem sofrido algum tipo de assédio em maior número, do que aquelas com ensino fundamental. O caso mais comum citado pela maioria das mulheres entrevistadas é sobre comentários desrespeitosos na rua.

Sabemos que desde a Idade Média a violência psicológica e moral contra as mulheres era muito comum e a violência física se valia até mesmo dos mais diferentes instrumentos de tortura utilizados com as mulheres de forma cruel e sem condenação aos torturadores.

O “estripador de seios”, por exemplo, costumava ser utilizado para punir mulheres acusadas de realizar bruxaria, aborto ou adultério. As garras aquecidas por brasas eram usadas para arrancar-lhes os seios. E existiram tantos outros instrumentos cruéis que marcaram a história mundial e registraram como a mulher foi e ainda é tratada.

No Brasil, a tortura se divide em duas fases: a primeira, que se estende do Brasil-Império até a nossa Constituição Federal de 1988. A produção de prova se fazia, até aquela época, de forma brutal, e a escravatura, legalizada, tornava o ambiente adequado à violação da dignidade humana. O Código Criminal de 1830 previu como agravante o aumento da dor física e o termo “tortura”, que aparece na Lei Penal Brasileira em 1940, quando é arrolada entre os meios cruéis que agravam o delito.

A segunda fase se inicia com a Constituição, sob o desrespeito sistemático às liberdades fundamentais do homem, ocorrido nas décadas anteriores.

Tipificada finalmente a tortura como crime em nossa legislação, espera-se que as formas mais silenciosas como as violências psicológica, moral e simbólica tenham um olhar atento para sua erradicação. Infelizmente, nosso país ainda caminha a passos lentos na recrudescência de leis mais efetivas, em que o respeito deveria permanecer como palavra-chave.

As mulheres têm sim exercido sua voz, mas mergulham por vezes em um conformismo de cultura social que não deverá mais ser aceito e precisa urgentemente ser resolvido com políticas públicas adequadas e com a conscientização, afinal, não se pode ficar imune diante da violência que assola o País e gera incredulidade mediante tais fatos.

Sabemos que as palavras têm a força da razão, enquanto a crueldade emana do poder do ódio e da anomia…

OUTROS OLHARES

TODO MUNDO AGORA DANÇA

Com produção profissional e intensa estratégia de marketing, os canais no YouTube que ensinam coreografias que vão do funk aos ritmos latinos alcançam milhões de seguidores.

Todo mundo agora dança

Nunca tanta gente esteve tão preparada para dançar como no último carnaval. Muito dos passinhos sincronizados que se viu nas ruas foi resultado de aulas de coreografia exibidas no Youtube e vistas por milhões de fãs. “Vivemos o melhor momento da dança”, diz Fabio Duarte, cofundador da FitDance, uma das empresas que está por trás da moda e que, com um modelo de negócios de alta potência, ajudou a torná-la onipresente em todo o País. Criada em 2014, a companhia foi inspirada na Zumba, um programa de fitness colombiano que estourou em 2006 com a mistura de dança e exercícios ao som de muita música latina. As aulas de zumba chegaram a mais de 150 países.

Todo mundo agora dança. 2

Versão brasileira criada por dois irmãos, a FitDance compõe a maior parte de seu repertório com funks cariocas — o que significa muito rebolado. A empresa está crescendo a um ritmo acelerado, triplicou seu lucro em 2018 e espera dobrá-lo em 2019. De acordo com os sócios, seu programa consiste principalmente em qualificar instrutores e estes, credenciados como “instrutores FitDance”, pagam mensalidades de R$ 70 para poderem dar aulas usando o nome do método. “O coração da empresa são as aulas presenciais. O Youtube é só uma plataforma de marketing”, diz Fabio Duarte. De “só uma plataforma” o canal da companhia não tem nada. Atualmente são 9,7 milhões de inscritos que acompanham as coreografias postadas — para se ter ideia, a cantora Anitta tem apenas 1,5 milhão a mais. O valor da empresa não é revelado, mas certamente está na casa dos milhões. Além do império no Youtube, ela está presente em mais de 15 mil academias no Brasil e na Argentina e se prepara para chegar nos EUA, na Espanha e na Índia.

Não é de agora que o País se joga nas coreografias individuais. Nos anos 1990, a moda surgiu com tudo com o grupo É o Tchan, quando Carla Perez e Jacaré colocaram o País inteiro para dançar. Depois surgiram grupos de lambaeróbica que coreografavam as músicas, como Filhos do Sol e Swing do Bixo. Com o passar dos anos, no entanto, o pagode baiano desacelerou, principalmente em São Paulo. A dança recuperou o ritmo com a Zumba, que até hoje atrai milhares para a academia. Outro que contribuiu foi o professor Daniel Saboya, o primeiro a postar no Youtube vídeos com coreografias gravados com uma qualidade profissional. Ele começou em 2012, virou febre nesse promissor mercado virtual e recentemente até se lançou como cantor. Com 13 milhões de seguidores na internet, é atualmente procurado por artistas que querem lançar músicas. Mas nem sempre foi assim. “No começo nós tínhamos muitos vídeos bloqueados porque as pessoas os encaravam como pirataria”, diz Saboya. Quando criou o canal, as gravadoras não permitiam que ele usasse as faixas dos artistas, devido aos direitos autorais. Com o crescimento, a rota mudou de direção e ele passou a ser procurado pelos cantores. “A Lexa foi uma das primeiras que bateu o pé e pediu à gravadora para liberar sua música”, diz ele. A partir daí, seu canal virou um aliado na divulgação dos lançamentos dos artistas e também sua principal fonte de renda. Para coreografar uma música e postá-la, ele cobra em torno de R$ 10 mil.

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O NEGÓCIO É FAZER CARÃO

O professor Justin Neto também não fica para trás no assunto coreografia e é conhecido como o queridinho das celebridades. Diferentemente dos outros, no entanto, ele não utiliza as redes sociais para ensinar as danças, mas apenas para divulgar seu trabalho. Com 727 mil seguidores no Instagram, está sempre viajando pelo Brasil para dar aulas. É recorrente a participação de famosos como Dani Calabresa, Claudia Leitte e Juliana Paes. A marca de Justin é justamente ensinar suas alunas a fazer “carão”, ou seja, a colocarem atitudes nas poses, como fazem as modelos, para se sentirem com a autoestima lá em cima. Entre suas alunas, estão mulheres que recorreram à dança para recuperar o amor próprio após traumas como separações.

Outro canal que faz sucesso nas redes é o Mete Dança. Criado há cerca de dois anos, possui um número bem menor de seguidores em comparação aos outros, mas estão no auge do crescimento. No ano passado, a audiência dobrou e o faturamento quintuplicou. Com 745 mil inscritos, o pacote para montar uma coreografia e postar no canal sai em torno de R$ 5 mil. Idealizado pelo empresário baiano Danilo Alencar, que já agenciou bandas de “arrochadeira”, um estilo musical baiano, o canal conta com parcerias com dançarinos que coreografam as músicas e com uma produtora de vídeos. A monetização também ocorre por meio da divulgação de bandas e contratos publicitários. Enquanto a população se diverte, os empresários faturam.

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GESTÃO E CARREIRA

DIVERSIDADE: PESSOAS COM DEFICIÊNCIA – INCLUSÃO MUITO ALÉM DA COTA

Mais do que cumprir uma lei, as empresas com boas práticas para pessoas com deficiência sabem que é preciso ouvir os funcionários.

Diversidade - Pessoas co deficiência - inclusão muito além da cota

Marianna Jorge de Moraes, uma das personagens que aparecem na capa deste post, é gerente de marcas na Natura, fabricante de cosméticos onde trabalha desde 2007. Ela é uma entre os funcionários que possuem alguma deficiência – física ou intelectual – e representam 6,5% do total. “No primeiro dia de trabalho, fizemos uma roda e me pegaram pelo braço, sem ressalva por eu não ter uma das mãos”, diz Marianna. Atitudes do dia a dia como essa são reflexo de um trabalho das lideranças e da área de recursos humanos na Natura, que há décadas se preocupa com a inclusão de pessoas com deficiência (PCD). Em 2000, durante a construção da fábrica da empresa em Cajamar, na região metropolitana de São Paulo, especialistas avaliaram as necessidades dos funcionários e projetaram instalações que fossem acessíveis para todos. Já no centro de distribuição em São Paulo as PCDs ocupam hoje 15 % dos postos. O local está preparado para receber o dobro disso. Entre os empregados no estado de São Paulo, há 30 que, voluntariamente, aprenderam a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e podem auxiliar pessoas com deficiência na fala e na audição. “Quando se promovem práticas afirmativas contínuas, os funcionários se tornam proativos em seus temas de interesse”, diz Flávio Pesiguelo, vice-presidente de pessoas e cultura da Natura.

A empresa de cosméticos, porém, ainda é uma exceção. Desde 1999, a Lei de Cotas obriga as companhias com mais de 100 empregados a destinar parte das vagas a pessoas com deficiência –   no mínimo, de 2% a 5% dos postos, dependendo do quadro total. Embora a lei esteja em vigor há duas décadas, apenas 35% das 109 empresas que responderam ao questionário do Guia de Diversidade cumprem a cota. As demais pagam multas ao Ministério do Trabalho ou assinaram termos de ajustamento de conduta, ou seja, fizeram um acordo de reparação para evitar a ação judicial. Um dos motivos apontados pelas empresas para não cumprir a cota é a falta de escolaridade dessa parcela da população. Segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 61% dos brasileiros com deficiência e acima de 15 anos não concluíram o ensino fundamental. “As empresas dizem que não há pessoas com deficiência qualificadas para ocupar os postos, como se o problema fosse somente externo. Há também o despreparo do empregador para incluí-las”, diz Ivone Santana, fundadora do Instituto Modo Parités, que atua na inclusão de pessoas com deficiência no mercado, e secretária executiva da Rede Empresarial de Inclusão Social.

Em todo o Brasil, estima-se que haja 441.000 PCDs com carteira assinada, número que tem crescido lentamente. As empresas que avançaram no tema vão além do cumprimento da cota e da criação de um ambiente adequado, que inclui desde rampas de acesso até programas para leituras de telas em caso de deficiência visual. As ações efetivas devem envolver os demais funcionários. A John Deere, fabricante de tratores e equipamentos pesados, cumpre a cota – tem 257 funcionários com deficiência, cerca de 5% de seu efetivo no país. Mas foi somente em 2017 que a John Deere começou a estruturar um programa específico para a valorização desses profissionais. A empresa criou peças de comunicação e incentivou a inscrição das PCDs nos programas de desenvolvimento. “Percebemos uma falta de autoestima dos funcionários e iniciamos uma conversa para encorajá-los”, diz Wellingron Silvério, diretor de RH da John Deere. A meta é que, até 2022, 50% dos beneficiados em programas de bolsa-auxílio educacional sejam pessoas com deficiência. Outro passo foi a contratação de um tradutor da língua de sinais em todas as unidades da companhia.

No banco Santander, o mapeamento da situação também foi importante. Em 2017, a instituição criou um aplicativo para os então 1.800 (hoje são 2.100) funcionários com deficiência. A iniciativa deu oportunidade a eles para que contassem quem são, quais são suas necessidades e a área em que desejavam progredir. O questionário foi preenchido por 53% das PCDs. Além disso, o banco descobriu que as pessoas com deficiência ficam cerca de cinco anos na mesma função, ante à média de três anos dos demais funcionários. Por isso, está estruturando planos de desenvolvimento de carreira para esse público. “Era preciso acompanhar os indicadores para mudar o cenário e promover a inclusão”, diz Fátima Gouveia, superintendente de sustentabilidade do Santander. “Não bastava cumprir a cota. Precisávamos promover o desenvolvimento dessas pessoas.”

ALIMENTO DIÁRIO

PROVÉRBIOS 25: 11 – 14

Alimento diário

COMPARAÇÕES INSTRUTIVAS

 

V11 e 12 – Aqui, Salomão mostra o quanto é apropriado que um homem:

1. Fale de maneira pertinente: uma palavra apropriada para as circunstâncias, no momento e no lugar oportuno – instrução, aconselho ou consolação, fornecidos na ocasião adequada e com expressões apropriadas, adaptadas à situação da pessoa a quem é destinada, e em conformidade com o caráter da pessoa que fala – é como esferas douradas, com forma semelhante à das maçãs, ou como verdadeiras maçãs de cor dourada (rainetas douradas), ou talvez cobertas de ouro, como às vezes cobrimos coroas de louros, – e estas maçãs apresentadas em salvas de prata, ou trazidas à mesa em um cesto de prata, ou em uma caixa de prata daquilo que chamamos de filigrana – através de cuja trama as maçãs douradas possam ser vistas. Sem dúvida, era uma decoração para a mesa, e bastante conhecida. Da mesma maneira como esta decoração era agradável para os olhos, também uma palavra proferida de maneira apropriada é agradável para os ouvidos.

2. Repreenda com discrição, de maneira que a repreensão seja aceita. Se a repreensão for bem feita, por um repreensor sábio, e bem aceita por um ou­ vido obediente, é como pendentes de ouro e gargantilhas de ouro fino, ou seja, muito graciosa e apropriada, tanto para quem repreende como para a pessoa repreendida; ambos terão o seu louvor, o repreensor, por expressar a repreensão de maneira tão prudente, e o repreendido, por recebê-la de maneira tão paciente, e por fazer bom uso dela. Os outros elogiarão a ambos, e eles se sentirão satisfeitos, um com o outro; aquele que fez a repreensão fica satisfeito, porque ela teve o efeito desejado, e aquele que a recebeu tem razão para ficar agradecido com ela, como uma gentileza. O que é bem dito, é bem recebido, como dizemos; no entanto, isto nem sempre quer dizer que aquilo que é bem dito seja bem recebido. Seria de se desejar que um repreensor sábio sempre encontras­ se um ouvido obediente, mas frequentemente isto não acontece.

 

V. 13 – Veja aqui:

1. Qual deveria ser a preocupação de um servo, tanto o mais humilde, que é enviado em uma missão e ao qual é confiada alguma mensagem, como o mais importante, o representante e embaixador de um príncipe; o servo deve ser fiel àquele que o envia, e deve se certificar de que, por engano ou intencionalmente, não adultera o que lhe foi confiado, e que não deixará de cumprir o interesse de seu senhor, por nada que haja em seu poder. Aqueles que agem como intermediários, por comissão, devem agir de maneira tão cuidadosa como agiriam em seu próprio nome.

2. O quanto isto será a satisfação do seu senhor; revigorará a sua alma, tanto quanto a frieza da neve (que, nos países quentes, é preservada com artifícios durante o ano todo) revigorava os trabalhadores na sega, que suportavam o esforço e o calor do dia. Quanto mais importante a mensagem, e quanto maior o temor de que ela não chegasse ao seu destino, mais aceitável seria a mensagem, se tivesse cumprido a sua missão de maneira aceitável. Um ministro fiel, um mensageiro de Cristo, deve ser desta maneira aceitável por nós (Jó 33.23); de qualquer modo, ele será um bom cheiro para Deus (2 Coríntios 2.15).

 

V. 14 – Pode ser considerado como se vangloriando de uma falsa dádiva:

1. Aquele que finge ter recebido aquilo que nunca teve, ou dado o que nunca deu, fazendo um alvoroço sobre os seus grandes feitos e bons serviços, mas é tudo falso; ele não é o que finge ser. Ou:

2. Aquele que promete que dará e que fará, mas não cumpre nada, o que desperta as expectativas do povo sobre as importantes coisas que ele fará pela sua nação, por seus amigos, os nobres legados que irá deixar, mas ou lhe faltam recursos com os quais fazer o que disse que faria, ou ele nunca teve intenção de fazê-lo. Esta pessoa é como a nuvem da manhã, que se vai, desapontando os que esperavam a chuva que regasse o solo árido (Judas 12), são nuvens sem água.