ALIMENTO DIÁRIO

PROVÉRBIOS 24: 21-26

Alimento diário

CONSELHOS PARA OS MAGISTRADOS

 

V. 21 e 22 – Observe:

1. A religião e a lealdade devem andar juntas. Como homens, é nosso dever honrar o nosso Criador, adorá-lo e reverenciá-lo, e sempre temê-lo como membros de uma comunidade incorporada para benefício mútuo, é nosso dever ser fiéis e dedicados ao governo que Deus colocou sobre nós (Romanos 13.1,2). Os que são verdadeiramente religiosos serão leais a Deus na sua consciência; os devotos na terra serão os libertos na terra. Porém aqueles que não são religiosos não são verdadeiramente leais, ou o serão somente em benefício dos seus próprios interesses. Como poderia ser fiel ao seu príncipe aquele que é falso para com o seu Deus? E, se eles vierem a competir, este será um caso já decidido: deveremos obedecer a Deus, e não aos homens.

2. Devem ser temidas as inovações a ambas. Não te entremetas, Salomão nos diz, com os que buscam mudanças, com os que são dados a mudanças, que desejam mudar pelo simples prazer de mudar, por um descontentamento rabugento com o que existe, e um afeto pela novidade, ou um desejo de pescar em águas revoltas. Não te entremetas com os que buscam mudanças, na religião ou em um governo civil; não te envolvas com os seus segredos; não te unas a eles em suas intrigas, nem no mistério da sua iniquidade.

3. Os que têm espíritos inquietos, turbulentos, normalmente trazem danos às suas cabeças antes que se deem conta: de repente, se levantará a sua perdição. Embora eles prossigam em seus desígnios com o máximo de discrição, serão descobertos, e levados à punição merecida, quando menos esperarem. Quem saberá o momento e a maneira da ruína que Deus e o rei trarão sobre os que os menosprezam, tanto sobre eles, como aos que se envolvem com eles?

 

V. 23 a 26 – Aqui há lições para homens sábios, isto é, juízes e príncipes. Da mesma maneira como os súditos devem cumprir o seu dever, e obedecer aos magistrados, também os magistrados devem cumprir o seu dever, administrando justiça aos seus súditos, tanto em defesa à coroa como em causas entre grupos. Estas são lições para eles.

1. Eles devem sempre ponderar os méritos de uma causa, e não ser influenciados, por qualquer aspecto, para um lado ou para o outro, pelos grupos envolvidos. Ter respeito a pessoas no juízo não é bom, e nunca será; as consequências disto não podem ser outras além da corrupção da justiça e das ações iníquas sob o pretexto da lei e da equidade. Um bom juiz conhecerá a verdade, não conhecerá rostos, de modo a tolerar um amigo e ajudá-lo em uma causa má, ou de modo a omitir qualquer coisa que possa ser dita ou feita em favor de uma causa justa, quando for a causa de um inimigo.

2. Eles nunca devem conspirar com os ímpios, em suas práticas ímpias, nem encorajá-los. Os magistrados, por um lado, e os ministros, por outro, devem lidar fielmente com o ímpio, ainda que seja um nobre ou um amigo particular, condená-lo por sua iniquidade, mostrar-lhe qual será o seu fim, expô-lo a outras pessoas, para que possam evita ­lo. Mas se aqueles cuja função é mostrar às pessoas a sua transgressão os encobrirem e forem coniventes com eles, se desculparem o ímpio, e muito mais se o promoverem e se associarem com ele (o que equivale, na verdade, a dizer, Justo és), serão, com razão, considerados inimigos da paz e do bem-estar públicos, que deveriam promover, e as pessoas os amaldiçoarão e gritarão “que vergonha”; e mesmo os de outras nações os detestarão, como infames traidores da sua confiança.

3. Eles devem repudiar e censurar toda fraude, violência, injustiça e imoralidade; e, ainda que possam desagradar a uma pessoa em particular, se recomendarão, com isto, ao favor de Deus e do homem. Que os magistrados e ministros e também os indivíduos que são capazes de fazer isto censurem e repreendam os ímpios, para que possam leva­los ao arrependimento ou envergonhá-los publicamente, dito: deveremos obedecer a Deus, e não aos homens.

4. Devem ser temidas as inovações a ambas. Não te entremetas, Salomão nos diz, com os que buscam mudanças, com os que são dados a mudanças, que desejam mudar pelo simples prazer de mudar, por um descontentamento rabugento com o que existe, e um afeto pela novidade, ou um desejo de pescar em águas revoltas. Não te entremetas com os que buscam mudanças, na religião ou em um governo civil; não te envolvas com os seus segredos; não te unas a eles em suas intrigas, nem no mistério da sua iniquidade.

5. Os que têm espíritos inquietos, turbulentos, normalmente trazem danos às suas cabeças antes que se deem conta: de repente, se levantará a sua perdição. Embora eles prossigam em seus desígnios com o máximo de discrição, serão descobertos, e levados à punição merecida, quando menos esperarem. Quem saberá o momento e a maneira da ruína que Deus e o rei trarão sobre os que os menosprezam, tanto sobre eles, como aos que se envolvem com eles?

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.