A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

 

QUETAMINA DESATIVA EMOÇÃO NEGATIVA

Quetamina desativa emoção negativa

A quetamina, um antigo anestésico de uso veterinário, é considerada uma das grandes promessas no tratamento da depressão, embora seu mecanismo de ação no cérebro ainda seja mal compreendido. Um estudo recém-publicado nos Archives of General Psychiatry fornece novas evidências nessa área.

Usando imagens de ressonância magnética, pesquisadores da Universidade de Manchester, Reino Unido, observaram que a droga desativa neurônios do córtex orbito frontal (na região acima dos olhos), associado a reações somáticas como taquicardia e desconforto estomacal e a sentimentos negativos como culpa e baixa autoestima.

Embora satisfeitos com o resultado, os cientistas declararam estar surpresos, porque esperavam que a quetamina atuasse predominantemente nas áreas laterais do cérebro, onde a atividade do medicamento foi mínima. O trabalho confirmou evidências anteriores, segundo as quais a quetamina inibe a liberação do neurotransmissor glutamato. Essa, aliás, é a grande diferença do fármaco em relação a outros antidepressivos, que atuam basicamente nos receptores de serotonina. O entusiasmo dos pesquisadores se deve principalmente à ação rápida da droga, que tem início em até 24 horas após a administração. Os tratamentos convencionais podem levar semanas para surtir efeito.

Quetamina desativa emoção negativa. 2

 

OUTROS OLHARES

A INDÚSTRIA SE DESDOBRA

Depois da queda nas vendas, os fabricantes de smartphones ensaiam um golpe contra a mesmice: um celular cuja tela pode duplicar de tamanho. Fará sucesso?

A indústria se desdobra

Desde o lançamento do iPhone, em 2007, deu-se uma espetacular proliferação de aparelhos portáteis que fazem de tudo um pouco. Hoje, estima -se que dois terços da população mundial tenham em mãos um smartphone. Os celulares multifunção não foram criados por Steve Jobs (1955 – 2011), mas ganharam sua feição mais conhecida – a tela negra espelhada, cujo nome, em inglês, dá título ao instigante seriado da Netflix Black Mirror, que debate justamente seu impacto na sociedade – graças à visão e à iniciativa do inventivo gênio californiano. A tela serviu bem à Apple e suas concorrentes por mais de uma década. No ano passado, porém, a mesmice cobrou um alto preço: o comércio global de smartphones, emprestando um jargão da aviação, ”estolou”. Com 1,4 bilhão de novos aparelhos vendidos, a indústria regrediu ao patamar de 2014. Na visão de especialistas, há um fato concreto: os consumidores já não veem necessidade de trocar o celular a cada novo modelo lançado. “A criatividade é a chave para reanimar o mercado”, afirma o analista Francisco Jeronimo, da consultoria IDC.

O que fazer? Arriscar, inovar, ainda que muitas das novidades nem de perto alcancem a relevância pioneira do iPhone. Mas tenta­ se. No contra-ataque à queda nas vendas, algumas das principais rivais da Apple apresentaram releituras originais do smartphone. Nas últimas semanas houve vários lançamentos. A chinesa Huawei, que praticamente empatou com a Apple em participação no mercado, revelou na maior feira do setor, a MWC, realizada em Barcelona, na Espanha, o Mate X, cujo principal atributo é a enorme tela de 6,6 polegadas. Não é a maior de todas, mas tem uma vantagem insólita em relação à concorrência: a capacidade de dobrar-se ao meio através de uma dobradiça mecânica de nome imponente, a Asa de Falcão. Dias antes, a Samsung, a líder do mercado, expôs um aparelho com inovação similar durante sua convenção em São Francisco: batizado de Galaxy Fold, ele, sim, oferece, quando aberto, o maior display do mercado, de 7,3 polegadas. ”Vivemos num mundo onde o tamanho da tela era definido pela própria dimensão do aparelho”, disse Justin Denison, porta-voz do segmento mobile da empresa coreana. ”Bem, acabamos de abrir uma nova dimensão.”

A chegada dos smartphones de tela dobrável só foi possível graças à introdução de um novo tipo de visor, feito à base de diodos emissores de luz orgânicos, mais conhecidos pela sigla Oled. Presente nas televisões mais modernas (e caras) disponíveis no mercado, a tecnologia viabilizou, inicialmente, a criação de telas em formato côncavo, que nas TVs possibilitam uma melhor visão para quem observa sua imagem em diagonal. As novas versões de telas Oled já permitem que sua superfície seja dobrada sem risco de danificar-se. Para isso, também foi substituída a película de vidro que protege o display por outro tipo de polímero, mais fino e maleável. A Samsung garante que o Galaxy Fold pode ser aberto e fechado “centenas de milhares” de vezes. Tal inovação, porém, tem preço, e é alto: o modelo chegará às lojas em abril por 1.980 dólares. O Mate X, da Huawei, custará ainda mais, cerca de 2.600 dólares, com lançamento marcado para junho – nenhum dos dois, porém, tem comercialização prevista no Brasil.

Embora seja evidente a comodidade de carregar no bolso um celular cuja tela pode multiplicar de tamanho, nada garante que os telefones dobráveis se tornem padrão da indústria, mesmo que haja otimismo. ”Esses primeiros aparelhos dobráveis podem parecer um truque mercadológico”, disse Chris Harrison, do Instituto de Interação Homem­ Computador da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA. “Mas a tendência é que, com o passar do tempo e o avanço da tecnologia, as telas Oled se tornem tão acessíveis quanto os modelos convencionais. E há demanda por telas maiores.” Os fabricantes também apostam nas novas funcionalidades proporcionadas por esse tipo de aparelho. No Galaxy Fold, por exemplo, será possível operar três aplicativos simultaneamente. Parece muito interessante, mas para que mesmo?

A industria se desdobra. 2

GESTÃO E CARREIRA

RELAÇÃO ENTRE LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO DOS COLABORADORES

relação entre liderança e motivação dos colaboradores

O conceito de liderança vem se transformando ao longo do tempo. Para alguns autores, ela estaria diretamente ligada aos traços da personalidade de um indivíduo, enquanto para outros, atrelada ao estilo de comando. Já um terceiro grupo acredita que ela seria definida pelo ambiente em que o líder está inserido.

Podemos pensar que ela é a junção de todos esses aspectos. Consequentemente, isso faz com que a união entre liderança e motivação de colaboradores seja crucial.

Neste post vamos falar sobre o papel que o líder tem de motivar seus colaboradores e também apresentaremos dicas para desempenhar essa tarefa de maneira eficiente. Confira!

O PAPEL DO LÍDER NA MOTIVAÇÃO DOS COLABORADORES

Estratégiacultura estão entre os pontos fundamentais para os resultados de uma empresa, impactando diretamente no sucesso de mercado. A estratégia, por exemplo, é responsável por dar mais clareza e foco nas tomadas de decisões, baseando planos e ações que mobilizam os colaboradores. Ela pode ser fortalecida de diferentes maneiras, como bonificações pelo atingimento de metas, mas principalmente pela boa atuação da liderança.

Já a cultura é o conjunto de comportamentos embasados nos valores da corporação, também impactados diretamente pelos gestores. Assim, podemos concluir que em ambos os aspectos, o papel do líder é significativo para engajar os colaboradores, que são o principal ativo de uma empresa!

OS PRINCIPAIS SEGREDOS PARA ALIAR LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO

Como dissemos, para que um líder consiga de fato motivar os seus colaboradores é muito importante que ele alie estratégia e cultura. Dentro desses dois aspectos existe uma série de ações que podem ser tomadas, a fim de potencializar o engajamento dos profissionais.

Hoje, por exemplo, as pessoas não almejam apenas uma carreira, mas também ter o seu trabalho ligado a um propósito. Falaremos mais sobre alguns segredos a seguir!

DAR ATENÇÃO INDIVIDUALIZADA

Cada colaborador tem algumas necessidades mais importantes do que outras. Por isso, é essencial que o líder atente à sua equipe, mas também olhe de forma individualizada para os colaboradores.

Alguns profissionais, por exemplo, prezam mais pelo reconhecimento e outros preferem bonificações. Logo, a liderança deve observar essas necessidades para conseguir usar isso a favor da organização. Isso significa valorizar as competências e ressaltar os pontos fortes individuais para atingir os objetivos corporativos.

OFERECER FEEDBACK

Priorize sempre o feedback para motivar os colaboradores. A ação de avaliar o trabalho e o comportamento dos colaboradores, levando em consideração os pontos fortes e fracos, é fundamental para construir feedbacks mais consistentes.

Aliás, algumas boas práticas são bastante valorizadas. Entre elas está observar o comportamento cotidiano do colaborador, sempre levando em consideração as suas atitudes, no que ele se destaca e também aqueles pontos em que precisa melhorar.

A partir disso, é possível construir uma avaliação mais apropriada e oferecer um feedback rico.

TER UMA BOA RELAÇÃO COM A EQUIPE

O bom relacionamento com a equipe é essencial para garantir a alta performance e engajá-la. Mostrar que cada um dos colaboradores tem um papel importante para o desenvolvimento do trabalho contribui para que eles se envolvam mais em suas atividades diárias.

Cabe ao líder construir esse relacionamento harmônico e incentivar os colegas a terem uma sinergia entre si. Uma empresa de sucesso é construída com o trabalho de várias pessoas e elas precisam estar em sintonia, até mesmo para aplicar as estratégias predefinidas, se diferenciando dos concorrentes.

DELEGAR FUNÇÕES

Um colaborador desmotivado pode fruto também de tarefas mal distribuídas, que não fazem jus à função para a qual ele foi contratado. O líder tem por obrigação definir o papel de cada profissional em um projeto e fazer com que cada um cumpra as suas tarefas.

Ao delegar funções, o gestor incentiva os profissionais a aprenderem novas habilidades e conseguirem se desenvolver internamente. A divisão do trabalho estimula e mostra que a organização preza por todas as pessoas que estão ali dentro, dando a elas o seu devido valor.

SABER OUVIR

Saber ouvir é uma habilidade indispensável, ainda mais quando se trata de liderança e motivação. O líder que procura desenvolver essa característica estimula os colaboradores a se expressarem, a apontarem melhorias, os ajuda a resolver questões com mais proatividade, contribuindo assim para que eles se sintam motivados e engajados.

A habilidade de escutar também colabora para uma maior troca de conhecimento e ajuda a evitar problemas, o que é essencial quando se fala em aumentar a motivação no ambiente de trabalho. Isso tudo porque é criado um relacionamento saudável entre os membros do time e os gestores.

ESTIMULAR OS COLABORADORES

É essencial que o líder tenha abertura o suficiente para conversar com a sua equipe. Isso o ajudará de diferentes maneiras, entre elas a fazer com que os colaboradores dialoguem mais. Consequentemente, se eles passam a ter mais liberdade, o líder consegue estimulá-los a dar ideias que promovam o crescimento do negócio e melhorem os processos.

Aliás, ao abrir esse espaço para o colaborador, é possível não só que eles deem o melhor de si, mas também é uma oportunidade perfeita para que o gestor os desafie. Ao ser desafiado, o profissional consegue se desenvolver melhor e trazer resultados mais satisfatórios para a organização.

CELEBRAR AS CONQUISTAS

O reconhecimento é algo muito importante no processo de motivação e é uma maneira de a liderança engajar os colaboradores para que eles produzam cada vez mais e melhor. Logo, é essencial que os objetivos preestabelecidos e conquistados sejam recompensados.

Isso pode ser feito de diferentes maneiras. O primordial é que a equipe possa comemorar o momento — bônus financeiros, folgas, viagens corporativas, entre outros. Independentemente da escolha, a celebração servirá para renovar as energias e preparar a equipe para os próximos desafios. Assim, as chances de alcançá-los serão muito maiores.

Liderança e motivação precisam andar lado a lado para engajar os colaboradores, como mostramos ao longo do artigo. Para motivar os profissionais que atuam na sua equipe, o primeiro passo é conhecê-los bem. A partir disso é possível determinar as ações mais eficazes para que eles possam atingir a alta performance e impactar o sucesso do negócio.

ALIMENTO DIÁRIO

PROVÉRBIOS 24: 15-20

Alimento diário

ADVERTÊNCIAS CONTRA A INVEJA

 

V.  15 e 16 – Isto é dito, não sob a forma de conselhos para os homens ímpios (eles não desejam receber instrução, Provérbios 23.9), mas em desafio a eles, para o incentivo das pessoas de bem, que são ameaçadas por eles. Veja aqui:

1. Os desígnios dos ímpios, contra os justos, e o sucesso que prometem a si mesmos, nesses desígnios. O plano é exibido abertamente: eles espiam a habitação do justo, pensando lançar alguma iniquidade sobre ela, ou algum mau desígnio contra ela; eles esperam à porta, para surpreendê-lo, quando sair, como os perseguidores de Davi (Salmos 59, título). A esperança é elevada; eles não hesitam em danificar a habitação do justo, porque ele é fraco e não pode suportar isto, porque ele é humilde e afligido, e porque já está quase destruído. Tudo isto é fruto da antiga inimizade entre a semente da serpente e a semente da mulher. Os sedentos de sangue odeiam os justos.

2. A tolice e frustração desses desígnios.

(1) O justo, cuja destruição se esperava, se recupera. Ele cai sete vezes em meio às dificuldades, mas, pela bênção de Deus sobre a sua sabedoria e integridade, ele se levanta outra vez, examina os seus problemas e vê tempos melhores depois deles. O justo cai, às vezes cai sete vezes, no pecado, pecados de fraqueza, pela surpresa da tentação; mas ele se levanta outra vez pelo arrependimento, encontra misericórdia diante de Deus, e reconquista a sua paz.

(2) O ímpio, que esperava ver a destruição do justo e ajudar a promovê-la, é destruído. Ele cai na perversidade; os seus pecados e aflições são a sua total destruição.

 

V. 17 e 18 – Aqui:

1. O prazer que somos inclinados a sentir com as dificuldades de um inimigo nos é proibido. Se alguém nos fizer mal, ou se tivermos maus desejos em relação a eles, por estarem no nosso caminho, quando algum dano lhes acontecer (suponhamos que eles caiam), ou algum perigo os surpreender (suponhamos que tropecem), os nossos corações corruptos são muito propensos a conceber um prazer e uma satisfação secretos nisto – Ah! Ah! era o que queríamos; eles se enredaram; o deserto os prendeu – ou, como disse Tiro, no tocante a Jerusalém, “Eu me tornarei rico, agora que ela está assolada” (Ezequiel 26.2, na versão RA). Os homens desejam e esperam a destruição de seus inimigos ou rivais, para executar a sua vingança, ou encontrar o seu acerto de contas; mas não sejas tão desumano; não te alegres, quando o teu pior inimigo cair. Pode haver uma santa alegria na destruição dos inimigos de Deus, uma vez que esta destruição tende a glorificar a Deus e a trazer um bem-estar à igreja (Salmos 58.10), mas na destruição dos nossos inimigos não devemos, de maneira nenhuma. nos alegrar; ao contrário, devemos chorar com eles, quando chorarem (como Davi, Salmos 35.13,14), e com sinceridade, não permitindo que os nossos corações se alegrem secretamente pelas calamidades que os afligem.

2. A provocação que este prazer causa a Deus é atribuída como a razão para esta proibição: O Senhor o verá, ainda que esteja escondido no coração, e isto o desagradará, como desagrada um pai prudente ver um filho triunfar na correção de outro, algo que ele deve temer, e com que deve ser advertido, não sabendo quando poderá ser o seu próprio caso, tendo merecido isto tantas vezes. Salomão acrescenta um argumento dirigido ao indivíduo: Não podes fazer uma bondade maior ao teu inimigo, quando ele cai, do que te regozijares nisto, pois então, para te atormentar e irritar, Deus desviará dele a sua ira; pois, da mesma maneira como a ira do homem não opera a justiça de Deus, também a justiça de Deus nunca pretendeu gratificar a ira do homem, e tolerar as suas tolas paixões; em vez de fazer isto, Ele irá adiar a execução da sua ira: ou melhor, está implícito que quando Ele desviar dele a sua ira, Ele a dirigirá a ti, e o cálice da vacilação será posto na tua mão.

 

V. 19 e 20 – Aqui:

1. Ele repete a advertência que tinha feito antes, sobre invejar os prazeres e sucessos dos ímpios em seus caminhos iníquos. Ele cita as palavras de seu pai, Davi (Salmos 37.1). Não devemos, de maneira nenhuma, nos irritar, nos atormentar ou nos inquietar, por quaisquer coisas que Deus faça na sua providência; por mais desagradável que seja para os nossos sentimentos, interesses e expectativas, devemos concordar com isto. Nem mesmo aquilo que nos angustia deve nos irritar; nem o nosso olho deve ser malévolo com alguém porque Deus é bom. Somos mais sábios ou justos do que Ele? Ainda que os ímpios prosperem, não devemos nos inclinar a agir como eles.

2. Salomão apresenta uma razão para esta advertência, extraída do fim daquele caminho pelo qual andam os ímpios. Não invejes a sua prosperidade, pois:

(1) Não existe verdadeira felicidade nela: o homem maligno não terá galardão algum; a sua prosperidade serve somente para a sua subsistência atual; estas são todas as boas coisas que ele deve esperar; nenhuma delas é destinada para ele, no mundo da retribuição. Eles já receberam o seu galardão (Mateus 6.2). Ele não terá nada. Não devem ser invejados os que têm a sua porção nesta vida. e que só podem ter a sua alegria aqui (Salmos 17.14).

(2) Não há continuidade nela; a lâmpada dos ímpios brilha intensamente, mas se apagará, e um ponto final será posto em todas as suas consolações (Jó 21.14; Salmos 37.1,2).