A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

UM CORAÇÃO QUE PULSA E POSTA

Em tempos atuais, não há dúvidas de que as experiências advindas com a internet, e especialmente com as redes sociais, impactaram nosso imaginário acerca do amar e influenciaram a forma como nos relacionamos socialmente

Um coração que pulsa e posta

Enquanto experimentamos a velocidade das transformações, pausas são necessárias para a   compreensão do caminho das necessidades daquilo que chamamos de progresso não ser subentendido como um caminho a ser percorrido a qualquer custo. Se hoje nos encontramos na chamada “sociedade líquida’ espécie de termo guarda-chuva para definir o tempo presente e de onde repousam fenômenos de profundas mudanças no comportamento humano, dentre eles um impulso generalizado de precarização e velocidade, ausência de senso de propósito, inconsistência e efemeridade nas relações (o famoso “nada foi feito para durar”), não seria exagero perguntarmos: o que podemos sentir enquanto efeito colateral dessa “revolução antropológica” em termos de relacionamento interpessoal? Como interpretar as novas necessidades do amar em tempos digitais?

Adiantamos ao leitor amigo que neste curto artigo não conseguiremos dar conta dessas perguntas. É muito provável que outras perguntas surjam no processo. Ao tratar de um fenômeno tão múltiplo e potencialmente dimensionável como relacionamento virtual e, tampouco, sobre a infidelidade, seja ela dada no meio virtual também. Não nos colocaremos na posição (delicada) de projetar o impacto ou formular efeitos deterministas nos processos imaginativos e sociais.

Como Sísifo e sua pedra, evoluímos para nos aproximar dessas perguntas e as perguntas continuam a escorregar montanha abaixo, escapando de certezas que tendem a substituir a realidade. Convidamos o leitor a ver o fenômeno do relacionamento virtual a partir de outros olhos e com isso relativizar a centralidade que damos a este e tantos outros hábitos “emergentes” da cibercultura, inaugurando olhares e perspectivas para uma possível apropriação simbólica do fenômeno e sua interação com o real e o desejo pulsante de alcançar a vida em toda sua riqueza e múltiplas perspectivas.

Nossa esperança é que a Psicologia venha contribuir para a superação da “doença da literalização” e da perda das potências imaginativas e as redes de interdependência do real: cada abordagem vem iluminar alguma região sombria, trazer alguma contribuição a um ponto diferente e alimentar a esperança de que gradativamente possamos tatear menos no escuro dos preconceitos e ignorâncias e diminuir nossas ilhas de incoerência interna e superficialidade. Se cada abordagem psicológica der a mão, as contribuições aparecerão de forma inevitável como ponto de encontro original na busca de um sábio caminhar em direção a um equilíbrio psíquico sustentável.

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A CIBERTRAIÇÃO

Consideramos o virtual como algo em sua potência de existir. Se algo pode ser encontrado no terreno do real, assim também poderá ser encontrado no virtual e vice-versa. Podemos falar em ciberbullying ou cibertraição com a mesma precisão de definição e sentidos, sendo a única coisa que os diferencia é o contexto de seu aparecimento. Como ambos acontecem no âmbito do ciberespaço seguiremos com uma breve definição: “O ciberespaço (que também chamarei de ‘rede’) é o novo meio de comunicação que surge da intercomunicação mundial dos computadores. O termo especifica não apenas a infraestrutura material da comunicação digital, mas também o universo oceânico de informações que ela abriga, assim como os seres humanos que navegam e alimentam esse universo. ‘Cibercultura’ especifica aqui o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço”. Trilhando o universo da cibercultura, o que nos move é seguir a trilha e acompanhar a compreensão de que tudo aquilo que recebe a alcunha de “humano” continua sendo um mistério para nós. Esse numen é misterioso, pois ultrapassa as categorias “seguras” da razão instrumental, lançando o homem imerso na reprodução do cotidiano até o encontro das forças inconscientes que regem sua vida para além do “o que você está pensando” do Facebook e sua forma amistosa de amenizar o ar robotizado desse terreno digital, onde uma das poucas saídas para o modelo binário de curtir e compartilhar é postar.

Acompanhamos de perto a negligência dos usos das redes sociais em libertar a consciência individual da psique coletiva, seja no âmbito clínico como também no cotidiano mais comum. Mesmo muito antes da expansão dos domínios tecnológicos essa foi uma das maiores preocupações do psiquiatra Carl Gustav Jung. Trata-se da necessidade, para o desenvolvimento da personalidade, da diferenciação da psique coletiva, dos modismos e outras tantas tentativas de padronização e obstrução das condições individuais de construção da individualidade. É muito comum observarmos, com pesar ou constrangimento, a quantidade de pessoas que constantemente acaba se identificando com seus perfis nas redes sociais. A esse segmento e realidade bidimensional Jung chamou de persona, pois…

…”Corno seu nome revela, ela é uma simples máscara da psique coletiva, máscara que aparenta uma individualidade, procurando convencer aos outros e a si mesma que é uma individualidade, quando na realidade não passa de um papel, no qual a psique coletiva”.

Assim, ao analisarmos o conceito de persona e sua amplificação com o tema em questão, encontramo-nos com aquela que talvez seja uma das profecias mais irônicas do grande escritor Machado de Assis, quando em seu conto Fulano nos apresenta a história de um indivíduo sem notoriedade, que à custa de sua autopromoção acaba por se tornar um sujeito de destaque, porém logo cai novamente no esquecimento.

Não sabemos se os progressos científicos aproximam ou criam ainda mais barreiras entre as pessoas, expandindo de forma compulsória um modelo de vida baseado na padronização de comportamentos e uniformidade de ideias e estilos de vida. Fato é que esses progressos existem e precisamos organizar essas experiências de alguma forma que consigamos nos situar entre elas e que a experiência humana do existir não seja reduzida a apenas 140 caracteres. Porém, a advertência de Ettienne Perrot não deve ser negligenciada:

“À medida que nossos progressos técnicos multiplicaram os objetos em torno de nós, sentimos nosso mundo interno empobrecer, e finalmente a nova geração, à qual oferecemos em seu berço nossos tesouros de engenhosidade, gritou-vos violentamente: “Não é disso que precisamos! Queremos viver, queremos que nossa vida tenha sentido”.

Rompendo a rigidez do “certo ou errado” ou dos julgamentos de que “no meu tempo era assim” o ânimo dessa nova sabedoria multitasking pode também personificar um domínio em que toma forma o uso responsável das redes sociais e de toda gama de possibilidades dos recursos tecnológicos. Um apelo sincero para deslocar a energia vital e a jornada individual de cada um do mundo externo e seu afã padronizador para o mundo interno da originalidade e a amplificação da consciência e imaginação. A superação do ego cristalizado e autocentrado em suas convicções irredutíveis para o encontro vigoroso com o self, o arquétipo da totalidade psíquica e fonte da experiência originária do viver, poderia ser considerada, através das redes sociais, uma forma medial de estabelecer relações criativas e dinâmicas.

Hoje, não é mais possível se relacionar sem algum tipo de interatividade virtual. Desde a forma com que se procura a pronúncia de uma palavra sueca até a expectativa de um encontro amoroso, tudo tem lugar na rede, na civilização da virtualização dos afetos.

Se existe algo que mudou muito em tão pouco tempo certamente foi o telefone.

Mudamos as formas de nos relacionar com o telefone e a partir dele. Nessa hibridez comportamental pedimos comida pelo telefone com a mesma rapidez com que é possível “fazer amizades”.

Das grandes cabines, operadas por telefonistas, aos pequenos e cada vez mais velozes smartphones, esse aparelho pode ser considerado um dos mais importantes regentes socio­ culturais na atualidade. Das inevitáveis trocas simbólicas, ressonâncias e renovações advindas dos celulares conectados à rede não seria exagero dizer que nos tornamos sujeitos on-lines, capturados pelas exigências do tempo instantâneo e midiático, do database e do gerenciamento das fantasias a partir das redes sociais, que tendem a regular a orgia dos desejos em valores cada vez mais idealizados.

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AMOR OPERACIONAL

Não há dúvida de que as experiências advindas com a internet também impactaram nosso imaginário acerca do amar. O que distinguimos em nossa vida como amar é uma coexistência legítima e ancorada no presente com outro alguém, já que a “intenção de amar no amar nega o amar, e a conduta que queremos seja amorosa aparece manipuladora.

Um dos últimos exemplos dessa realidade sobre o amar em tempos on-line, e talvez por isso superando qualquer tentativa caricata de descrever o avanço de onde chegamos em termos de avanços tecnológicos, é o filme Her (Ela/2014). Ao explorar a realidade dos relacionamentos on-line com a lente dos símbolos e metáforas, o diretor Spike Jonze nos apresenta o escritor Theodore (Joaquin Phoenix), script do homem moderno em que o mundo interno deixa de ser uma zona privilegiada de experiências para apostar, com certa dose de constrangimento, em um relacionamento (idealizado e virtualizado) com um sistema operacional (a voz intimista que interage com o protagonista vem de Scarlett Johansson). Aqui o mal-estar contemporâneo a respeito do amar e das relações interpessoais, de forma geral, é agudizado. O amor para ser legitimado precisa da confirmação do outro (no caso do filme, de um sistema operacional), e com isso Jonze mostra que o personagem Theodore não está tão descolado do real como poderíamos conceber em outras ficções. Ao oscilar na busca do olhar de aprovação pela perspectiva do outro, seja ele fruto da inteligência artificial ou humana, o filme destaca de forma sensível a lógica desse movimento, que é tornar aqueles que compartilham dessa dinâmica uma espécie de ator inseguro, cujo palco das redes sociais acaba se tornando até mesmo mais importante que a própria vida vivida em sua plenitude no tempo presente.

O desdobrar de toda continuidade do filme Her, que não merece ser pormenorizada, pois o filme é de rara beleza e profundidade, é o questionamento: até que ponto na atualidade as formas de amar são influenciadas pelo universo digital, confundindo o desejo de conexão com o estar conectado?

Se muitas vezes as redes sociais contribuem para criar uma falsa noção de mundo com projeções cruzadas acerca de assuntos como política, por exemplo, a ela incide essa bolha fantasiosa a respeito do amar e do relacionar. O sujeito que não distingue um verdadeiro amor está centrado e reverenciando suas próprias projeções, reafirmando um amor reflexivo, circular e retroalimentado, do ponto de vista do imaginário, nos ideais do amor romântico.

Por isso criticamos o amor romântico, e esta é a principal distinção entre o amor humano e o amor romântico: o romance, pela sua própria natureza, está fadado a degenerar para o egoísmo, pois ele não é um amor dirigido a outro ser humano. A paixão do romance é sempre dirigida às nossas projeções, às nossas expectativas, às nossas fantasias. Na verdade, não é o amor que se sente por uma pessoa, mas o que sentimos por nós mesmos.

O amor é uma das grandes forças psicológicas que têm o poder de transformação sobre o ego e situá-lo em uma existência e em novas perspectivas de ver o mundo e os relacionamentos. O grande desafio dos dias de hoje é aliar essa força arquetípica aos novos modelos de subjetivação e de relações. As relações amorosas quando conseguem estabelecer comunicações efetivas, e não “tabus” e proibições, quebram barreiras significativas a ponto de delimitar fronteiras confortáveis para todos que estão ali inseridos. O fortalecimento da presença, dos afetos, da carícia e de tantos outros pontos pode encontrar concordância com o universo virtual, contanto que seu impacto seja avaliado e considerado empaticamente e com o compromisso de uma comunicação clara e respeitosa com vistas à satisfação e expressão das necessidades emocionais de cada um.

Lembremos que o ciberespaço também é um espaço e que os relacionamentos, independentemente do contexto em que se configuram, precisam ser retroalimentados com o constante compromisso criativo dos gestos espontâneos do amor.

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MESTRE DA MALÍCIA

Albert Camus considera Sísifo o “proletário dos deuses” pela razão de estar imerso em um trabalho sem sentido, metáfora do homem moderno de consciência entorpecida pelo poder e alienação de si. No emaranhamento de posts, curtidas e compartilhamentos, o homem moderno rola a timeline compulsivamente em busca de um sentido para a sua vida que não pode ser confundido com o seu “perfil” nas redes sociais e que exige um sentido de consciência ainda mais profundo para se libertar da ilusão e da desesperança.

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PERSONALIDADE EXTROVERTIDA E INTROVERTIDA

Fundador da Psicologia Analítica, o psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) formou os conceitos de personalidade extrovertida e introvertida, arquétipo e inconsciente coletivo, o complexo, a sincronicidade. A classificação tipológica de Myers Briggs (MBTI), um instrumento popular psicométrico, foi desenvolvida a partir de suas teorias. Seu trabalho continua influenciando a Psiquiatria, Psicologia, Ciência da Religião e Literatura, entre outras áreas.

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O FIM DAS UTOPIAS E A SOCIEDADE LÍQUIDA

O conceito de “sociedade líquida” foi criado pelo sociólogo e filósofo polonês Zygmunt Bauman (1925-2017). Segundo o pensador, a sociedade líquida não consegue traduzir seus desejos em um projeto de longa duração e de trabalho duro e intenso para a humanidade. Para ele, os maiores projetos de novas sociedades se perderam e a sociedade não é mais voltada para atingir um objetivo. A utopia, que tinha um papel fundamental, pois era a maneira de perceber que a realidade do momento precisava ser alterada, se perdeu. Até o século XX havia a constatação de que o mundo precisava ser mudado e interações sociais suficientes para criar grupos, para engajar pessoas para isso. Ainda de acordo com o sociólogo, o fim das utopias é a perda do caráter reflexivo em relação à sociedade e, por consequência, a perda da noção de progresso como um bem que deve ser partilhado. A busca do prazer individual é o objetivo principal da sociedade líquida.

OUTROS OLHARES

QUANDO O MUNDO GIRA AO SEU REDOR…

… e ninguém liga. Milhares de pacientes com tontura passam anos sendo tratados de forma errada. Mas, para curar uma das vertigens mais comuns, basta uma manobra na cabeça e tudo volta ao lugar

Quando o mundo gira ao seu redor...

A medicina cura o câncer, cria vacina contra novas doenças, faz pessoas paralisadas retomarem movimentos. Mas há determinadas condições que atormentam as pessoas a vida toda e que, por vários motivos, permanecem na periferia das doenças e sintomas, aquelas às quais costuma-se dar menos importância. Sentir tontura é um desses casos. É comum que todos tenham alguns episódios ao longo dos anos, mas há muita gente que sofre diariamente com a sensação de que o mundo ao redor gira ou balança e passa anos em busca de ajuda. Em geral, vão de consultório em consultório e, em quase todos, ouvem a notícia de que têm labirintite. Tomam remédios, porém sem melhora. Simplesmente porque não se trata de labirintite, mas de um tipo de tontura que pode ser curada com apenas uma manobra específica na cabeça. Alguns movimentos feitos do jeito certo e o inferno acaba. O mundo volta ao seu lugar.

Fala-se aqui de uma condição chamada Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), responsável por 70% dos casos de vertigem. O grande problema é o enorme desconhecimento que existe entre os médicos sobre a doença e as tonturas em geral. Primeiro porque o sintoma pode ser sinal de muita coisa: há a tontura de origem clínica, como a causada por uma diabetes fora do controle, a de fundo cardíaco, que provoca queda transitória de pressão arterial, e as vertigens, como a VPPB, associadas à doenças no sistema vestibular, um conjunto de estruturas que controla o equilíbrio, a coordenação e a postura. Além da falta de informação, a maioria dos médicos não tem lá muita paciência em ir a fundo nesta queixa do paciente e prefere tratá-la como se fosse labirintite e pronto. Contrariamente ao senso comum, porém, labirintite é algo raro. Trata-se de uma infecção nos labirintos, partes do sistema vestibular que captam os movimentos da cabeça. “Ela ocorre por causa de uma complicação incomum dos ouvidos ou de uma meningite”, explica o neurologista Saulo Nader, colaborador do grupo dos Distúrbios Vestibulares e do Equilíbrio da Clínica Neurológica do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Integrante também da Academia Brasileira de Neurologia, Nader é um dos pouquíssimos neurologistas especializados no tratamento de tontura no Brasil. O trato da enfermidade é dividido com os otorrinolaringologistas, com maior número de especialistas mas, mesmo assim, em quantidade insuficiente para dar conta do estrago causado pelas tonturas e pela VPPB especialmente. Não há estatísticas brasileiras, mas de acordo com levantamento da Academia Americana de Otorrinolaringologia, 86% dos pacientes que sofrem dessa vertigem interrompem alguma atividade diariamente ou perdem dias de trabalho, 68% têm a produtividade reduzida e 6% deixam o trabalho por causa da doença. “Os números mostram que ela tem impacto enorme na vida das pessoas”, afirma Neil Bhattacharyya, da entidade americana.

Quando o mundo gira ao seu redor....2

CURA RÁPIDA

A VPPB é causada pelo alojamento no lugar errado de cristais de cálcio presentes em um líquido de consistência gelatinosa que existe no centro dos labirintos. A movimentação desse líquido permite aos labirintos captarem as informações do movimento a serem enviadas ao cérebro. São variadas as razões do deslocamento anormal dos cristais. Vão desde uma batida na cabeça até a permanência muito longa da cabeça em posição estranha, como as que ficam encanadores debaixo de pias, olhando para cima, ou dentistas quando precisam examinar e fazer procedimentos na arcada superior. “Na maioria das vezes, porém, não sabemos a causa”, explica Nader.

Diagnosticada por meio de um exame clínico, a doença pode ser curada facilmente com a aplicação da manobra Epley (nome dado em homenagem ao criador, o médico John Epley). A manipulação da cabeça recoloca os cristais no lugar e a pessoa sai do consultório sem sentir mais nada. Normalmente um procedimento basta para que a vertigem cesse inteiramente. “É a cura simples e rápida. Pena que seja tão pouco usada”, afirma o neurologista Kevin Kerber, da Universidade de Michigan (EUA). “As pessoas ouvem a vida toda que não têm nada, que precisam esperar e, pior, muitas vezes são instruídas a tomar remédio sem necessidade”, complementa o especialista. Kevin é autor de um trabalho publicado no jornal da Associação Americana de Neurologia no qual afirma que vídeos disponíveis no Youtube demonstram a manobra corretamente e podem ser usados por médicos que desejam aprendê-la. A Academia Brasileira de Neurologia também se esforça para tornar o tema mais conhecido, levando o alívio a mais gente.

GESTÃO E CARREIRA

O QUE FAZER NO PÓS-CARREIRA

O que fazer no pós-carreira

A maioria dos executivos do alto escalão não pensa em “pendurar as chuteiras” quando encerrarem seu ciclo tradicional de carreira. A maior parte deles (77,7%) planeja novos desafios pós-carreira, como atuar em consultorias, conselhos de administração e empreendedorismo.

É o que revela levantamento realizado pela Page Executive, unidade de negócios do PageGroup especializada no recrutamento de executivos para o alto escalão, em parceria com a Angatu idh, consultoria especializada em
construir junto com o grupo executivo seus projetos de vida e pós-carreira.

“Com o ganho de longevidade e envelhecimento da população, a aposentadoria vai progressivamente deixar de existir. esse quadro abre
espaço aos profissionais mais seniores e experientes, com reais possibilidades de transição de carreira, mesmo com uma atuação múltipla e mais longa do que a que conhecemos hoje.

Veremos, em breve, três a quatro gerações de profissionais se relacionando. essas mudanças no mercado de trabalho estão em curso e serão vistas com mais frequência”, explica Fernando Andraus, diretor-executivo da Page – Executive para a América latina.

Para Renato Bernhoeft, da Angatu Idh, desde a infância somos educados para que tenhamos uma carreira, sucesso e sejamos permanentemente produtivos. “E isso funciona relativamente bem até o momento de transição que se inicia na meia-idade, hoje por volta dos 45 anos. quando se aproxima a fase de aposentadoria, em que as pessoas imaginam que ‘desfrutar’ é seu único objetivo, defrontam-se com a dura realidade de que não se prepararam para isso”, diz.

O que fazer no pós-carreira. 2

ESTAR PREPARADO

A maioria dos profissionais pretende buscar novas oportunidades em seu pós-carreira, mas podem interromper esse desafio caso não estejam totalmente preparados para essa transição. O levantamento mostra que a falta de reserva financeira é a principal dificuldade para essa mudança, de acordo com 21,8%.

Bem próximo, com 21,2%, escassez de oportunidades na área em que o profissional deseja atuar. O receio de encarar os desafios propostos assusta 20,2%. A pretensão salarial superior ao praticado pelo setor de interesse é dificuldade para 17,4%.

Para 8,4%, a qualificação exigida é superior ao conhecimento acumulado enquanto 8,1% sentem-se despreparados pessoal e profissionalmente para enfrentar os desafios. E, para 2,8%, falta apoio familiar.

Mesmo que optem pela nova fase, a maioria dos executivos acredita que ainda precisa trabalhar por mais tempo e dispor de uma reserva financeira confortável antes de optar por um novo modelo de carreira.

Somaram 55,3% aqueles que pretendem trabalhar mais de 10 anos. Entre cinco e dez anos, 33,9%. De um a cinco anos, 9,9% e, até um ano, 0,9%. Ainda segundo o estudo, 83,3% pretendem poupar recursos para até 20 anos enquanto 9,2% desejam dispor de garantias para até 15 anos e, para até 10 anos, 7,5%.

O que fazer no pós-carreira. 3 IR PARA CONSELHOS É UMA ALTERNATIVA

A pesquisa procurou saber junto aos entrevistados se pretendem fazer transição de carreira ou mudar de área no futuro. Aqueles que têm vontade, mas ainda não desenharam planos, representaram 44.8%. Um total de21,6% também tem vontade e já desenhou seu plano. Outro grupo, de 114%, está executando a transição neste momento. Os que se declararam contrários a essa ideia somaram 22.2%.

Quando questionados a respeito dos projetos profissionais futuros, atuar como consultor foi a opção de 23.2% dos respondentes. Logo em seguida com 22.9%, a possibilidade de participar de conselhos de empresas. Empreender foi a escolha de 19% enquanto outros 14.4% optaram por palestras ou lecionar. Ser investidor ou atuar em uma startup agrada a 8.8% da amostra. Atuar no terceiro setor foi a escolha de 7% e, com 4.6% das respostas, continuar com vínculo empregatício.

 

ALIMENTO DIÁRIO

PROVÉRBIOS 23: 12-16

Alimento diário

DEVERES DOS PAIS

 

V. 12 a 16 – Aqui temos:

1. Um pai instruindo seu filho. Ele persuade seu filho a dedicar sua mente aos seus livros, particularmente às Escrituras e ao seu discipulado, a prestar atenção às palavras do conhecimento, pelas quais ele poderá vir a conhecer o seu dever, e perigo, e interesse; ele também mostra que seu filho não deve julgar que seja suficiente dedicar a elas apenas a sua audição, mas aplicar seu coração a elas, deleitar-se nelas, e curvar a sua vontade à autoridade delas. O coração é, então, aplicado à instrução, quando a instrução é aplicada ao coração.

2. Um pai corrigindo seu filho. Um pai carinhoso mal consegue encontrar coragem para fazer isto, pois é contra a sua natureza. Mas ele percebe que isto é necessário; é o seu dever. Portanto, ele não ousa reter a correção quando há necessidade dela (poupar a vara e estragar o filho); ele fustiga a criança com a vara, aplica-lhe uma gentil correção, aplicando-lhe os açoites dos filhos dos homens, não como a correção que infligimos aos animais. “Fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá . A vara não matará seu filho; na verdade, impedirá que ele se mate, naqueles caminhos pervertidos: ela será necessária para impedir que ele tome esses caminhos. Por enquanto, isto não é agradável, mas doloroso, tanto para o pai como para o filho; mas quando a correção é feita com sabedoria, com boas intenções, acompanhada com oração, e abençoada por Deus, pode ser um meio feliz de impedir a total destruição do filho, e livrar a sua alma do inferno. A nossa grande preocupação deve ser com as almas de nossos filhos; não devemos vê-los em perigo do inferno, sem usar todos os meios possíveis, com a maior preocupação e interesse, para arrancá-los das chamas eternas. Que o corpo sofra, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.

3. Um pai encorajando seu filho, dizendo a ele:

(1) O que era tudo o que ele esperava: nada, senão o que seria para o seu próprio bem, que o seu coração fosse sábio e que os seus lábios falassem coisas retas, que ele estivesse sob o domínio de bons princípios, e que, com estes princípios, ele mantivesse particularmente um bom domínio da sua língua. É de se esperar que façam boas coisas, quando crescer em, os que aprendem a falar coisas retas quando são jovens, e não ousem falar más palavras.

(2) A consolação que seria para ele se seu filho correspondesse à sua expectativa: “Se o teu coração for sábio, alegrar-se-á o meu coração, sim, o meu próprio”, que teve tanto cuidado e sofrimento contigo, o meu coração que muitas vezes sofreu por ti, e por isto deverás se empenhar para fazer uma retribuição agradecida. Observe que a sabedoria dos filhos será a alegria dos seus pais e professores. que não têm maior alegria do que a de vê-los andar na verdade (3 João 4). Filhos, se vocês forem sábios e bons, devotos e conscienciosos, Deus ficará satisfeito com vocês, e esta será a sua alegria: nós veremos que o nosso esforço em instruir vocês foi bem empregado; será uma resposta consoladora para as muitas orações que oferecemos por vocês; nós seremos aliviados de uma grande preocupação, e não precisar emos ser tão rígidos e severos, ao vigiar vocês, e consequentemente seremos mais serenos, tanto com vocês, como com nós mesmos. Nós nos alegraremos na esperança de que vocês serão uma boa reputação e uma consolação para nós. Se vivermos até a velhice, nos alegraremos na esperança de que vocês defenderão o nome de Cristo na sua geração, que viverão confortavelmente neste mundo, e na bem-aventurança no outro.

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