ALIMENTO DIÁRIO

PROVÉRBIOS 22: 5-8

Alimento diário

MÁXIMAS DIVERSAS

 

V. 5 – Observe:

1. O caminho do pecado é angustiante e perigoso: espinhos de angústia pelos pecados passados e laços que envolvem o indivíduo em novos pecados há no caminho do perverso, esse caminho tortuoso, que é contrário à vontade e à Palavra de Deus. Aquele que não se preocupa com o que diz e faz se encontrará enredado por esta liberdade imaginária e atormentado por seus prazeres. As pessoas rebeldes, que logo se enfurecem, se expõem às dificuldades a cada passo. Tudo irrita e atormenta àquele que se irrita e atormenta com tudo.

2. O caminho do dever é seguro e suave: o que guarda a sua alma, que mantém uma vigilância cuidadosa do seu próprio coração, retira-se para longe desse caminho tortuoso, dos espinhos e dos laços, pois o seu caminho é plano e agradável.

 

V. 6 – Aqui temos:

1. A recomendação de um grande dever, particularmente aos que são pais e instrutores de crianças, para a propagação da sabedoria, para que esta não morra com eles: instrui o menino, na idade do aprendizado, para prepará-lo no caminho em que deve andar, na idade da futilidade, para afastá-lo dos laços e dos pecados. Discipula- os; conserva-os sob disciplina. Treina-os como soldados, que são ensinados a manusear suas armas, observar a hierarquia e obedecer à palavra de comando. Treina-os, não no caminho em que desejam ir (a tendência de seus corações corruptos os desviaria), mas no caminho em que devem andar, o caminho em que, se os amas, desejarás que eles andem. Treina um filho conforme aquilo de que ele é capaz (assim interpretam alguns). com mão gentil. como as amas amamenta m as crianças (Deuteronômio 6.7).

2. Uma boa razão para isto, tomada do grande benefício deste cuidado e dos esforços com os filhos: quando crescer, e “até quando envelhecer, não se desviará dele”, é o que se espera. As boas impressões que lhes foram provocadas permanecerão sobre eles, todos os seus dias. Normalmente o recipiente retém o sabor daquilo que conteve. Muitos, na verdade, se afastaram do bom caminho em que foram instruídos; o próprio Salomão fez isto. Mas a instrução dada desde cedo pode ser uma maneira de recuperá-los, como supostamente aconteceu com Salomão. Pelo menos os pais terão a consolação de ter cumprido o seu dever e usado os métodos adequados.

 

V. 7 – O escritor tinha dito (v. 2), o rico e o pobre se encontraram; mas aqui ele descobre, e mostra que, no que diz respeito às coisas desta vida, há uma grande diferença; pois:

1. Os que têm pouco estarão sujeitos aos que têm muito, porque dependem deles, recebem e esperam receber, ajuda deles. O rico domina sobre os pobres, e muito frequentemente, mais do que lhe convém, com soberba e rigor, não como Deus, que, mesmo sendo realmente grande. não despreza a ninguém. É parte da aflição dos pobres o fato de que devam esperar ser humilhados. e é parte do seu dever ser úteis, tanto quanto puderem, aos que são gentis com eles, e procurar ser gratos.

2. Aqueles que estão em uma condição menos afortunada, perceberão que estão à mercê dos que têm mais recursos: “O que toma emprestado é servo do que empresta”, está em dívida com ele, e deve, algumas vezes, implorar, tenha paciência comigo. Portanto, é parte da felicidade prometida de Israel o fato de que eles devam emprestar e tomar emprestado (Deuteronômio 28.12). E nós devemos nos esforçar para nos conservar, tanto quanto pudermos, sem dívidas. Alguns vendem a sua liberdade para gratificar a sua luxúria.

 

V. 8 – Observe:

1. Os ganhos obtidos com desonestidade não prosperarão: o que semear a perversidade, que fizer algo injusto, esperando conseguir algo com isto, segará males; o que ele conseguir, nunca lhe trará nenhum bem, nem lhe dará nenhuma satisfação. Ele não encontrará nada, senão desapontamento. Os que criam problemas para os outros apenas preparam problemas para si mesmos. Os homens irão colher o que semearam.

2. O poder usado de maneira inadequada não durará. Se a vara da autoridade se converter em uma vara de indignação, se os homens governarem pela paixão, e não pela prudência, e, em lugar do bem público, desejarem apenas a gratificação de seus próprios ressentimentos, ela falhará e se quebrará, e o seu poder não os respaldará nas suas extravagâncias (Isaias 10.24,25).

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.