A PSIQUE E AS PSICOLOGIAS

PALAVRAS QUE ENSINAM A ENXERGAR

Palavras que ensinam a enxergar

Estudo conduzido por Aubrey Gilbert e seus colegas da Universidade de Berkeley, Estados Unidos, mostrou que existe um “princípio de relatividade linguística”. De acordo com esse princípio, a língua que falamos influencia todos os nossos pensamentos e até o nosso modo de percepção.

Na pesquisa de Gilbert, 27 estudantes com visão normal deveriam fazer  soar uma campainha  tão logo  deparassem com uma tela  com um campo de outra matiz  inserido em um círculo  de campos verdes. Mostrou-se que os estudantes reconhecem mais rapidamente um campo destoante quando este tenda para o azul. Quando o campo diferente se aproximava da coloração verde, demorava mais para ser percebido. Uma explicação para o resultado é que na língua materna dos estudantes, o inglês americano uma cor é classificada como azul ou como verde, como no português. A distinção linguística aparentemente reforça a percepção de diferenças cromáticas existentes entre o azulado e o esverdeado. O resultado, porém, só era observado quando a mancha azul aparecia no campo de visão direito, lado cuja informação visual é conduzida ao hemisfério cerebral esquerdo e que abriga também o centro de linguagem. Muitas línguas não diferenciam o verde do azul. Assim, os berinmos, povo da Papua Nova Guiné não possuem vocábulos para os dois tons – e invariavelmente têm problemas para diferenciá-los. Observações desse tipo levaram os linguistas Edward Sapir e Benjamin Lee Whorf  a elaborar a hipótese de Sapir-Whorf da relatividade linguística, teoria que até hoje é objeto de controvérsia. O resultado obtido por Gilbert reforça a teoria, embora somente para os estágios iniciais de percepção visual. Nos estágios avançados, há novamente a atuação de ambos os hemisférios cerebrais.

Anúncios

OUTROS OLHARES

CIBERSEXO: PORNOGRAFIA SEM FRONTEIRAS

Pouco se sabe sobre as causas da dependência de sexo virtual, sendo sugeridas algumas possibilidades: experiências de condicionamento, predisposição genética aos transtornos do controle dos impulsos, transtornos do humor e histórico de traumas

Cibersexo - Pornografia sem fronteiras

Considera-se o cibersexo um fenômeno contemporâneo crescente, com poucos estudos conduzidos até o momento. Além disso, não há consenso na literatura quanto à classificação diagnóstica. Discutia-se, até então, a inclusão deste possível transtorno no DSM-V como uma psicopatologia específica (vinculado ao transtorno de hipersexualidade).

O usuário de sexo virtual que apresenta dependência compromete o seu bom funcionamento em diversos aspectos: liberdade de escolha, presença de cognições saudáveis (observa-se componentes obsessivos), comportamentos adaptativos (o dependente apresenta ações compulsivas) e relacionamentos saudáveis (é comum a presença de altos índices de isolamento).

Os sintomas de um dependente de sexo virtual são semelhantes aos de outras dependências tecnológicas (sintomas a seguir adaptados a partir da dependência de jogos eletrônicos), assim como proposto por Lemmens, Valkenburg e Peter (2009): saliência (utilização desta atividade como a mais importante na vida do usuário, dominando seus pensamentos, sentimentos e comportamento); tolerância (tendência a aumentar o tempo de uso para obter satisfação,  modificação do humor (irritabilidade, tristeza); retrocesso (emoções negativas ou efeitos físicos que ocorrem quando o usuário reduz ou descontinua o uso); recaída (tendência a tentar repetida­ mente reverter o padrão de tempo de uso, rapidamente restaurado após período de abstinência ou controle); conflito (problemas interpessoais, que podem envolver mentiras ou decepções); problemas na área social (piora no rendimento no trabalho, ambiente de estudo e socialização).

Uma parcela crescente de adolescentes utiliza a Internet para fins sexuais. A preocupação de pais, educadores e profissionais da saúde em relação a esse fenômeno ocorre por dois motivos: a) possibilidade do desenvolvimento de uma dependência; e b) comportamentos sexuais de risco (contato com redes de prostituição e alvos de pedofilia). Apesar de haver uma preocupação de diversos estudiosos, podemos observar também a opinião de outros pesquisadores, que acreditam que o sexo virtual (visualização de pornografia e conversas sexuais) é um caminho saudável para descobertas cognitivas e comporta­ mentais nesta fase do desenvolvimento humano.

Moreno et ai. (2012) discutem, por outro lado, uma alarmante proliferação, pelos adolescentes, de referências sexuais nas redes sociais. A pesquisa mostrou que esse fenômeno está diretamente ligado à intenção de iniciar atividades sexuais. Apesar de o Facebook apresentar diversas possibilidades de uso, os autores sugerem que esse modelo virtual pode se tornar uma possibilidade de expressão sexual problemática, havendo a necessidade de mensagens educacionais a esse público.

CAMPOS NEBULOSOS

Até então pouco se sabe sobre as causas da dependência de sexo virtual, sendo sugeridas algumas possibilidades teóricas: experiências de condicionamento, predisposição genética aos transtornos do controle dos impulsos, transtornos do humor e histórico de traumas na infância. Em relação às comorbidades (ocorrência de psicopatologias de forma simultânea), a depressão, os transtornos de ansiedade, transtornos de personalidade e dependência de uso de substâncias são os mais citados na literatura científica. Esses dados sucintos sugerem a necessidade de mais estudos etiológicos e de comorbidades. Inegavelmente, precisam ser urgentemente respondidos para que a dependência de sexo virtual apresente maior possibilidade de inclusão nas próximas edições dos manuais psiquiátricos, além de uma melhor compreensão do seu funcionamento.

Em relação à dependência sexual (off-line) é revelado que entre 3% e 6% da população mundial possa apresentar esse transtorno. Em pesquisa feita na Coreia do Sul, com 690 adolescentes, por Koo e Kim (2007), os seguintes resultados foram disponibilizados: 5,7% possuem uso problemático (poucos sintomas de dependência); 0,4% estão no grupo dos moderadamente dependentes (alguns sintomas de dependência) e, por fim, 0,6% como severamente dependentes (quase todos ou todos os sintomas de dependência).

Através de uma investigação com 1.913 participantes, na Suécia, os resultados apontaram para um total de 5% das mulheres e 13% dos homens apresentando algum tipo de problema com sexo na Internet. Os autores ainda mencionam que 2% das mulheres e 5% dos homens indicavam problemas graves com o sexo virtual. Esse dado corrobora com os resultados encontrados na dependência de jogos eletrônicos, outra possível psicopatologia, de maior incidência do sexo masculino. O oposto se observa na dependência de celular (predominância do sexo feminino); a de Internet apresenta equivalência epidemiológica entre os sexos.

Ainda há um número expressivo de terapeutas e psiquiatras que desconhecem formas de intervenções em usuários acometidos pela dependência de sexo virtual. O artigo mais antigo que cita um modelo de tratamento data de 1996. Uma das queixas mais recorrentes é a do sujeito que utiliza indiscriminadamente a pornografia na Internet e acaba por se tornar um estranho para o seu parceiro, afetando o bom relacionamento do casal.

O programa intitulado A Relational Intervention Sequence for Engagement (ARISE) é citado na literatura científica como uma possibilidade para a resolução de conflitos familiares, implicando em modificações de atitudes e emoções vinculadas ao transtorno.

As técnicas que podem ser utilizadas no manejo e prevenção do uso problemático do sexo virtual são:

a) assegurar que o periférico (computador ou portáteis) seja utilizado exclusivamente em locais de constante movimentação;

b) limitar os dias e o tempo de uso;

c) especificar locais onde o periférico possa ou não ser utilizado;

d) instalar planos de fundo (screen savers ou backgrounds) de pessoas importantes (familiares, parceiro/a). Outro estudo revela outras técnicas: melhoria na intimidade do casal, recondicionamento de estimulação e desenvolvimento de estratégias de enfrentamento. A terapia familiar e o treinamento de habilidades sociais são outras opções viáveis. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) também é sugerida, especialmente pela sua satisfatória eficácia na modificação de crenças distorcidas e comportamentos desadaptativos desses pacientes.

Dentre os diversos medicamentos utilizados no tratamento da dependência de sexo virtual, é citada, com maior ênfase, a Naltrexona, comumente utilizada no tratamento do alcoolismo. A ação desse fármaco ocorre no centro de recompensa do indivíduo, influenciando na liberação da dopamina, diminuindo consideravelmente a compulsão à pornografia virtual.

Infelizmente, ainda há um número limitado de materiais científicos sobre o cibersexo. Em relação ao diagnóstico, é fundamental o desenvolvimento de novos estudos com o objetivo de afirmar se a dependência de sexo virtual pode ser considerada um novo transtorno psiquiátrico. As comorbidades são semelhantes às da dependência de Internet e de jogos eletrônicos.

No que se refere à etiologia, foram encontradas poucas informações que pudessem fornecer subsídios para o estudo da dependência de sexo virtual. Apesar das hipóteses mencionadas, ainda estão distantes de serem conclusivas. Em relação ao tratamento, apesar da existência de modelos psicoterapêuticos e farmacológicos, ainda não há resultados comprovados de sua eficácia em longo prazo. Entretanto, diversas técnicas, apresentadas anteriormente, podem ser utilizadas pelos profissionais da saúde. Estes profissionais devem refletir, no momento da entrevista inicial, sobre a inserção de questionamentos sobre o uso de tecnologia do paciente, seja da Internet, de jogos eletrônicos ou da Internet associada ao sexo com terceiros e/ou outros tipos de pornografia.

Vislumbra-se, de forma positiva, um futuro em que tratamentos (psicoterapêuticos e/ou farmacológicos) de dependentes de sexo virtual seja m aplicados nos sistemas públicos e privados (é necessário, por exemplo, a criação de protocolos de modelos terapêuticos para o cibersexo, no Brasil, com sessões estruturadas em quantidade limitada).Para isso ,se faz necessário capacitar os profissionais da saúde, além de divulgar, à população em geral, a existência dessa problemática. Ainda é comum verificar, de acordo com a prática clínica, o profundo desconhecimento dos pacientes sobre as dependências tecnológicas, a gravidade desse possível transtorno e a frequente ocorrência, seja em adolescentes ou adultos.

Cibersexo - Pornografia sem fronteiras. 2

O QUE É CIBERSEXO?

O cibersexo é uma das subcategorias de um grupo maior a Online Sexual Acfivifies (OSA); traduzido no Brasil por “atividades sexuais on-line”. Carnes Delmonico e Griffin apontam três principais características do cibersexo: o acesso à pornografia on-line, a interação com um parceiro virtual e o uso de softwares (programas de computador). O sexo virtual ocorre quando duas ou mais pessoas compartilham de uma conversa de cunho sexual enquanto estão on-line. O propósito desta interação é o prazer sexual, não sendo uma necessidade obrigatória a prática da masturbação.

Southern menciona que o cibersexo está relacionado aos seguintes comportamentos: visualizar imagens eróticas e/ou pornográficas de serviços de notícias ou web sites; expor detalhes explícitos sobre a vida sexual de alguém através do upload(carregar conteúdos na Internet) ou disseminando essa informação; interação com profissionais do sexo empregados por sites específicos (serviços de webcam ou acompanhantes): interação com parceiros anônimos por salas de chat, blogs, ou outros tipos de contatos; encontrar potenciais parceiros sexuais para contatos off­line.

GESTÃO E CARREIRA

DESAFIOS E RECOMPENSAS DO EMPREENDEDORISMO FEMININO

Desafios e recompensas do empreendedorismo feminino

Elas são maioria na população brasileira, mas ainda ocupam menos cargos de liderança nas empresas nacionais. Trabalham quase o dobro do que os homens por conta da jornada dupla nos afazeres de casa, mas recebem um salário até 53% menor.

A luta das mulheres no mercado de trabalho por condições de igualdade segue importante em nosso país, mas algumas barreiras já estão sendo ultrapassadas. A principal delas é no aumento da participação feminina no empreendedorismo, constituindo suas próprias empresas e ocupando cargos de gestão em grandes corporações.

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados em 2018 refletem esse cenário. As mulheres brasileiras têm maior escolarização do que os homens tanto no ensino médio quanto na universidade. Elas também trabalham 73% a mais do que os homens nos afazeres domésticos, mas ganham apenas 76,5% dos rendimentos que um homem ganha na mesma ocupação. Além disso, elas ocupam apena2 37,8% dos cargos de gestão nas empresas.

Contudo, a trajetória feminina para superar esses números (e continuar evoluindo) é cheia de percalços, com recompensas e desafios se intercalando no dia a dia.

DESAFIOS
Cada segmento tem suas particularidades, evidentemente, mas, no geral, o principal desafio enfrentado pela mulher que deseja empreender é o julgamento de incapacidade ligado ao seu conhecimento, postura, estratégia, entre outros.

Sempre vai haver desconfiança de suas decisões e dos mais variados públicos, como colaboradores, clientes, fornecedores e até familiares. Além disso, pela nossa cultura ainda machista, nós mesmas nos depreciamos e nos consideramos incapazes em diversas situações.

Para a mulher empreendedora que também é mãe chega a ser difícil ficar afastada dos filhos por conta das exigências do trabalho. A “jornada dupla” ainda é um problema que precisa ser resolvido.

RECOMPENSAS
Porém, neste novo mundo que está se formando, onde o propósito tem grande valor, as líderes mulheres têm a capacidade de transitar com mais fluidez no ambiente corporativo. Afinal, seu olhar está voltado mais para as pessoas e o clima organizacional. Uma líder com um time engajado, focado e com um propósito nobre pode alcançar resultados incríveis.

Além disso, a equidade de gênero só traz benefícios para a empresa. Com olhares diferentes é possível encontrar novas soluções para um determinado problema e, portanto, obter um crescimento sustentável. Nós temos muito a contribuir e as empresas têm muito a ganhar com nossa presença em cargos de liderança.

Para isso, é necessário ter um comprometimento da diretoria executiva com a causa para que esse cenário de igualdade possa se tornar cada vez mais comum no ambiente corporativo.

O trabalho de aculturamento deve ser implementado por meio de palestras e cases, mas o mais importante é que o funcionário reconheça seus preconceitos e queira transformá-los. Ou seja, as empresas podem e devem trabalhar a favor da equidade de gêneros, porém, a mudança real deve partir dos indivíduos.

ALIMENTO DIÁRIO

PROVÉRBIOS 21: 21 – 24

Alimento diário

MÁXIMAS DIVERSAS

 

V. 21 – Veja aqui:

1. O que significa fazer da religião a nossa ocupação: é seguir ajustiça e a bondade, não nos contentarmos com fáceis realizações, mas fazer o nosso dever com o máximo cuidado e esforço, como os que temem não conseguir realizar o que devem. Devemos agir com justiça e amar a misericórdia, e devemos proceder e perseverar desta maneira; e, ainda que não possamos alcançar a perfeição, ainda assim será uma consolação para nós, se a buscarmos e a seguirmos.

2. Qual será a vantagem de fazer isto: os que seguem a justiça encontrarão justiça; Deus lhes dará a graça para fazer o bem, e eles terão o prazer e a consolação de fazê-lo; os que se preocupam em ser justos com os outros terão o prazer e a consolação de fazê-lo; os que se preocupam em ser justos com os outros serão tratados com justiça pelos outros, e os outros serão bondosos com eles. Os judeus buscaram a justiça, e não a encontraram, porque a buscaram de maneira errada (Romanos 9.31). Por outro lado, buscai, e achareis, e com ela, encontrareis vida e honra, a vida e a honra eternas, a coroa da justiça.

 

V. 22 – Observe:

1. Aqueles que têm poder são propensos a prometer grandes coisas a si mesmos, através do poder que possuem. A cidade dos fortes se julga inexpugnável, e por isto a sua força é a sua confiança. aquilo de que ela se vangloria e em que confia, desafiando o perigo.

2. Os que têm sabedoria, ainda que sejam modestos a ponto de não prometerem muito, frequentemente realizam grandes coisas com esta sabedoria, ainda que de uma forma contrária a todos aqueles que são tão confiantes em sua própria força. A boa conduta irá longe, mesmo contra grande força; e um estratagema, bem administrado, pode invadir a cidade dos fortes e derrubar a força em que eles tinham tal confiança, um homem sábio ganhará o afeto do povo e o conquistará pela força da razão, uma conquista que é muito mais nobre do que aquela obtida pela força de armas. Os que entendem o seu interesse se submeterão de bom grado a um homem sábio e bom, e os muros mais fortes não resistirão a eles.

 

V. 23 – Observe:

1. É nosso grande interesse proteger a nossa alma de dificuldades, impedir que se enredem em armadilhas e perplexidades, e que se inquietem com problemas, de modo que possamos preservar a posse e o prazer do nosso próprio ser, e de modo que a nossa alma possa estar em condições de servir a Deus.

2. Os que desejam proteger suas almas devem manter a vigilância junto à porta de seus lábios, devem guardar a boca com temperança, para que nenhum fruto proibido entre nela, nem águas furtadas, e que nada seja comido ou bebido em excesso; devem guardar também a língua, para que nenhuma palavra proibida saia pela porta de seus lábios, nenhuma comunicação corrupta. Com constante vigilância sobre as nossas palavras, evitaremos a abundância de danos aos quais uma língua descontrolada leva os homens. Guarda o teu coração, e isto guardará a tua língua do pecado; guarda a tua língua, e isto guardará o teu coração de angústias.

 

V. 24 – Veja aqui os danos da soberba e da arrogância.

1. Elas expõem os homens ao pecado; elas os tornam inflamados, e acende neles o fogo da indignação e soberba. Eles estão continuamente cuidando desse fogo, como se fosse sua profissão ser irados, e não tivessem nada mais para fazer além de intercambiar paixões e trocar palavras amargas. Grande parte da ira que inflama os ânimos e as sociedades dos homens se deve à indignação e à soberba. Os homens não conseguem suportar o menor desprezo, nem ser contrariados ou contraditos em qualquer coisa, a ponto de perderem o bom humor, e se inflamarem, imediatamente. De igual maneira, isto os torna insolentes, quando estão irados, muito cruéis com suas línguas, insolentes com os que estão acima deles, e imperiosos com os que estão à sua volta. Somente pela soberba vem tudo isto.

2. Elas expõem os homens à vergonha. Com isto, eles obtêm uma má reputação, e todos os chamam de soberbos e presumidos, e ninguém, por­ tanto, se interessa em ter alguma coisa a ver com eles. Se os homens apenas levassem em consideração a sua reputação, e a credibilidade de sua confissão, e o quanto estas sofrem com a soberba, não seriam indulgentes com ela, como são.