ALIMENTO DIÁRIO

PROVÉRBIOS 13: 1-4

Pensando biblicamente

MÁXIMAS MORAIS

 

V. 1 – Entre os filhos dos mesmos pais, não é novidade que alguns sejam auspiciosos e outros, o oposto; aqui, somos ensinados a distinguir.

1. Há grande esperança nos que têm reverência por seus pais, e que estão dispostos a ser aconselhados e admoestados por eles. Aquele que assim se conduz é um filho sábio, e está no caminho para se tornar ainda mais sábio, ouvindo a correção de seu pai, desejoso de atendê-la, considerá-la e agir de acordo com ela, e não meramente ouvi-la.

2. Há pouca esperança naqueles que não apenas não ouvem nenhuma repreensão com paciência, mas escarnecem e se recusam a se submeter ao controle e à censura dos que lidam com eles com fidelidade. Como podem corrigir os seus erros os que não desejam ouvir sobre eles, mas consideram seus inimigos os que lhes fazem esta gentileza?

 

V. 2 – Observe:

1. Se o que vier do coração for bom e de um bom tesouro, o resultado será benéfico. A consolação e satisfação interior serão o pão diário; ou melhor, serão um banquete contínuo para os que se deleitam naquela instrução que visa edificar.

2. A violência retornará para aquele que a realizou: a alma dos prevaricadores, que abriga e trama a maldade, e dá vazão a ela, por obras e palavras, comerá a violência; eles terão o seu ventre cheio dela. “Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado” (Apocalipse 18.6). Cada homem beberá o que prepara, comerá o que fala, pois por nossas palavras seremos justificados ou condenados (Mateus 12.37). Conforme os nossos frutos, também assim será a nossa comida (Romanos 6.21,22).

 

V.  3 – Observe:

1. “O que guarda a sua boca conserva a sua alma”. Aquele que é cauteloso, que pensa duas vezes antes de falar, que, se tiver tido algum mau pensamento, coloca a sua mão sobre a boca, para suprimi-lo, que mantém uma rédea forte sobre a sua língua e uma mão rígida nesta rédea, guarda a sua boca de uma grande quantidade de culpas e tristezas, e se livra do problema de muitas reflexões amargas sobre si mesmo, e também de reflexões dos outros sobre ele.

2. Muitos são destruídos por uma língua descontrolada: O que muito abre os lábios, para proferir o que lhe vier à mente, que adora vociferar e se gabar e fazer ruído, e manifesta tal liberdade de expressão que desafia, tanto a Deus como ao homem, este tem perturbação – este seu modo de ser será a destruição da sua reputação, dos seus interesses, da sua consolação e da sua alma, para sempre (Tiago 3.6).

 

V. 4 – Aqui temos:

1. A desgraça e a vergonha dos preguiçosos. Veja quão loucos e absurdos eles são; eles desejam os ganhos do diligente, mas não fazem os mesmos esforços que os diligentes; eles cobiçam tudo o que há para ser cobiçado, mas não desejam fazer nada do que deve ser feito; e, portanto, coisa nenhuma alcançam; “se alguém não quiser trabalhar, não coma também” (2 Tessalonicenses 3.10). O desejo do preguiçoso, que deveria ser o seu estímulo, se torna o seu tormento; o que deveria ocupá-lo, o deixa sempre desconfortável, e representa realmente um maior esforço para ele do que o trabalho viria a ser.

2. A felicidade e a honra dos diligentes: a alma dos diligentes engorda; eles terão abundância, e desfrutarão dela confortavelmente, e ainda mais, por ser o fruto da sua diligência. Isto é particularmente verdadeiro nas questões espirituais. Os que descansam em desejos ociosos não sabem quais são os benefícios da religião; ao passo que aqueles que se esforçam na obra de Deus encontram o prazer e também se beneficiam dele.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.