ALIMENTO DIÁRIO

PROVÉRBIOS 12: 20-28

Pensando biblicamente

AFIRMAÇÕES IMPORTANTES

 V.20 – Observe:

1. Os que maquinam o mal planejam, quanto à sua realização, como poderão impô-lo aos outros; mas no final, verão que enganam a si mesmos. Os que planejam o mal, sob o pretexto de amizade, têm seus corações cheios voltados para qualquer vantagem e satisfação que possam ganhar com isto, mas é tudo engano. Ainda que planejem com muita astúcia, os que enganam serão enganados.

2. Os que buscam o bem de seu próximo, que estudam o que podem fazer pela paz e dão conselhos apaziguadores, promovem esforços de cura e imaginam métodos de cura, e, na sua esfera, promovem o bem-estar público, não terão apenas o crédito por isto, mas a consolação. Terão alegria e sucesso, talvez além da sua expectativa. “Bem-aventurados os pacificadores”.

 

V21 – Observe:

1. A piedade é uma proteção assegurada. Se os homens forem sinceramente justos, o justo Deus se comprometeu que nenhum agravo lhes sobrevirá. Pelo poder da sua graça neles, aquele princípio de justiça, Ele os protegerá do mal do pecado; de modo que, ainda que eles sejam tentados, não serão vencidos pela tentação, e ainda que sofram dificuldades, muitas dificuldades, ainda assim estas dificuldades não lhes trarão o mal, não importando o que elas façam aos outros (Salmos 91.10), pois elas serão forçadas a trabalhar para o bem deles.

2. A iniquidade é uma destruição igualmente assegurada. Os ímpios, que vivem em desprezo a Deus e aos homens, que se dedicam à maldade, ficam cheios de mal. Eles serão mais maldosos, estando cheios de toda iniquidade (Romanos 1.29). Ou serão infelizes com as maldades que lhes sobrevierem. Aqueles que têm prazer na maldade terão o suficiente dela. Alguns interpretam todo o versículo da seguinte maneira: nenhum agravo sobrevirá ao justo, embora os ímpios se encham de maldade contra eles. Eles estarão a salvo sob a proteção do Céu, ainda que o próprio inferno se abra sobre eles.

 

V.22 – Aqui aprendemos:

1. A odiar a mentira, e a manter a máxima distância dela, porque ela é uma abominação para o Senhor, e torna abomináveis aos seus olhos os que se permitem mentir, não somente porque isto é uma transgressão à sua lei, mas porque é algo destrutivo à sociedade humana.

2. A nos empenhar com a verdade, não somente com nossas palavras, mas com os nossos atos, porque aqueles que agem fielmente e sinceramente em todas as suas atitudes são o deleite do Senhor e Ele se alegra com eles. Nós nos alegramos em conviver com aqueles que são honestos e em quem podemos confiar; portanto, devemos ser assim, para que possamos nos recomendar à benevolência, tanto de Deus como dos homens.

 

V. 23 – Observe:

1. O homem avisado encobre o conhecimento; o que é sábio não proclama a sua sabedoria, e é honroso para ele que não o faça. Ele transmite o seu conhecimento quando este pode ser usado para a edificação dos outros, mas o encobre, quando exibi-lo somente tenderia para seu próprio louvor. Os homens de entendimento, se forem prudentes, cuidadosamente evitarão tudo que pareça ostentação, e não aproveitarão todas as ocasiões para exibir o seu entendimento e a sua erudição, mas somente os usarão com bons propósitos, e então as suas próprias obras os honrarão. A perfeição da arte é ocultá-la.

2. Aquele que é tolo não consegue evitar proclamar a sua loucura, e é vergonhoso para ele que não consiga: O coração dos tolos, por suas palavras e ações tolas, proclama a estultícia; ou ele não deseja ocultá-la, tão pouca noção tem do bem e do mal, ele honra e desonra, ou não sabe como ocultá-la, tão pouco discernimento tem no controle de si mesmo (Eclesiastes 10.3).

 

V. 24 – Observe:

1. O esforço é o caminho para o progresso. Salomão promoveu Jeroboão, porque viu que era um homem trabalhador e esforçado, e cuidava dos seus negócios (1 Reis 11.28). Os homens que se esforçam no estudo e para serem úteis conquistarão, com isto, um interesse e uma reputação que lhes dará um domínio sobre todos os que estão ao seu redor, e desta maneira muitos ascenderam, estranhamente. Aquele que for fiel sobre o pouco, será colocado sobre muito. Os ministros do Evangelho que se empenham na Palavra e na doutrina são dignos de duplicada honra; e os que são diligentes quando jovens conquistarão aquilo que os capacitará a dominar, e então descansar, quando forem mais velhos.

2. A desonestidade e a patifaria são o caminho para a escravidão; Os preguiçosos e descuidados, ou melhor; os enganadores (este é o significado da palavra), serão tributários. Aqueles que, por não se empenharem em uma profissão honesta, vivem de suas artimanhas e desonestidades, são desprezíveis, e serão contidos. Os que são diligentes e honestos quando aprendizes chegarão a ser senhores; mas os outros são os loucos que, durante todos os seus dias, serão servos dos sábios de coração.

 

V. 25 – Aqui temos:

1. A causa e a consequência da solicitude ou da ansiedade. É opressão no coração; é uma carga de preocupação, e temor, e tristeza, sobre os ânimos, deprimindo-os, e incapacitando-os a se dedicar com vigor ao que deve ser feito, ou a mostrar resistência diante do que é necessário ser suportado; ela faz com que eles se curvem, e os prostra e desanima. Os que são oprimidos desta maneira não conseguem realizar o dever nem ter a consolação de qualquer relacionamento, condição ou convívio. Portanto, os que têm propensão a ela devem vigiar e orar para se proteger dela.

2. A cura para ela: uma boa palavra de Deus, aplicada pela fé, o alegra; esta palavra é (diz um dos rabinos): “Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e ele te susterá”; a boa palavra de Deus, particularmente o Evangelho, tem o objetivo de alegrar os corações que estão cansados e oprimidos (Mateus 11.28). Os ministros devem ser auxiliares desta alegria.

 

V. 26 – Veja aqui:

1. Que os homens bons fazem o bem a si mesmos; pois eles têm, em si mesmos, um excelente caráter, e asseguram para si uma excelente porção, e nas duas coisas superam as outras pessoas: O justo é mais abundante do que o seu companheiro (diz a anotação de margem de algumas traduções da Bíblia Sagrada), é mais rico, embora não nos bens deste mundo, mas nas graças e consolações do Espírito, que são as verdadeiras riquezas. Há uma verdadeira excelência na religião; ela enobrece os homens, inspira-os com princípios generosos, e os torna firmes e consideráveis; esta é uma excelência que tem grande valor aos olhos de Deus, que é o verdadeiro Juiz da excelência. O seu próximo poderá ter urna aparência maior no mundo, poderá ser mais aplaudido, mas o homem justo tem um valor intrínseco e inquestionável.

2. Que os ímpios fazem o mal a si mesmos; eles andam por um caminho que os faz errar. Parece não ser somente um caminho agradável, mas o caminho correto; é tão agradável para a carne e o sangue que eles se lisonjeiam com uma opinião de que não pode ser errado, mas não conseguirão o seu objetivo nem desfrutarão o bem pelo qual esperam. É tudo um embuste, e por isto, o justo é mais sábio e mais feliz do que o seu próximo, que ainda assim o despreza e humilha.

 

V. 27 – Aqui temos:

1. Aquilo que nos pode fazer odiar a preguiça e o engano, pois a palavra aqui, como antes, significa as duas coisas: o homem enganador e preguiçoso assa o alimento, mas aquilo que ele assa não é o que ele mesmo caçou, é o que os outros se esforçaram para obter, e ele vive do fruto do esforço alheio, como os zangões na colmeia. Ou, mesmo que os homens enganadores e preguiçosos tenham obtido alguma coisa pela caça (pois os esportistas raramente são homens de negócios), ainda assim não a assam depois de obtê-la; eles não têm consolação nisto; talvez Deus, na sua providência, os prive desta consolação.

2. Aquilo que pode nos fazer amar a diligência e a honestidade, a essência de um homem diligente, que, embora talvez não seja aparentemente grande, é preciosa. Ela vem da bênção de Deus: o homem diligente tem a sua consolação nela; ela faz bem tanto a ele como à sua família. Ela é o seu pão de cada dia, não o pão da boca de outras pessoas, e por isto, ele vê que Deus lhe dá este pão, em resposta à sua oração.

 

V. 28 – O caminho da religião nos é aqui recomendado:

1. Como um caminho reto, plano, fácil; é a vereda da justiça. Os mandamentos de Deus (a lei segundo a qual devemos andar) são todos santos, justos e bons. A religião tem a razão e a equidade do seu lado; é uma vereda, um caminho que Deus determinou para nós (Isaias 35.8); é um caminho alto, o caminho do rei, o caminho do Rei dos reis, um caminho em que os santos andaram antes de nós, a boa vereda antiga, cheia das pegadas do rebanho.

2. Como um caminho seguro, agradável e confortável.

(1) Não há somente vida no fim do caminho, mas há vida ao longo do caminho; uma verdadeira consolação e satisfação. A benignidade de Deus, que é melhor do que a vida; o Espírito, que é vida.

(2) Não somente há vida nele, mas nele não há morte, não há aquela tristeza do mundo que opera a morte e que contamina a nossa alegria e a nossa vida atual. Não há fim para aquela vida que está no caminho da justiça. Aqui neste mundo há vida, mas também há morte. Porém na vereda da justiça há vida, e não há morte, sim, há vida e imortalidade.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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