PSICOLOGIA ANALÍTICA

FUNCIONAMENTO CEREBRAL

Sons modificam nosso cérebro, diz estudo.

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Não só a música, mas os sons de maneira geral, do dia a dia, que envolvem processos cognitivos e mentais ligados à fala, ou sob barulhos diversos, modificam nosso cérebro. Essa é a conclusão da cientista Nina Kraus, da Universidade de Northwestern (EUA), segundo sua apresentação realizada recentemente na conferência Falling Walls, em Berlim, Alemanha.

No Laboratório de Neurociência Auditiva da Northwestern, para medir a resposta cerebral ao som. a equipe de Nina tocou música e outros tipos de gravações diretamente nos ouvidos dos voluntários de uma série de estudos. Os cientistas avaliaram, por meio de sensores dispostos nas cabeças dos participantes da pesquisa, a atividade elétrica do cérebro enquanto ele traduzia os estímulos sonoros.

Os resultados dessa série de estudos envolvendo milhares de pessoas desde o seu nascimento até os 90 anos sugerem que a capacidade do cérebro de processar o som é influenciada por tudo, desde ouvir música, até o aprendizado de uma nova língua, o envelhecimento e, mais óbvio, os distúrbios de linguagem e a perda auditiva.

Os estudos indicam, ainda, que, em toda a vida, as pessoas que tocam música (como um hobby) podem ouvir melhor um som especifico em meio a diversos ruídos do que aqueles que não tocam música. O trabalho de Nina também sugere que a pobreza e o nível de educação de uma mãe podem afetar a capacidade da criança de processar partes essenciais do som. Sabe-se, ainda, a partir de suas pesquisas, que a maneira como uma criança em idade pré-escolar processa os elementos do som pode determinar suas futuras habilidades de leitura. A forma com que o som é processado no cérebro também pode ser um marcador importante para decifrar e diagnosticar doenças como autismo, dislexia e distúrbios de aprendizagem.

Tais descobertas influenciam a neuroeducação, de forma que Nina e sua equipe, agora, realizam testes em escolas, centros comunitários e clínicas.

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OUTROS OLHARES

– AÇÚCAR, + VIDA

Acordo do Ministério da Saúde com a indústria diminuirá a quantidade de açúcar na comida e, em até quatro anos, provocará uma saudável mudança nos hábitos alimentares do brasileiro.

- Açúcar, + vida

A guerra do consumidor brasileiro por alimentos mais saudáveis nas prateleiras dos supermercados ganhou mais uma batalha. Na segunda-feira 26, de novembro, o Ministério da Saúde firmou um acordo com a indústria de alimentos e bebidas e até 2022 será reduzida a quantidade de açúcar em biscoitos, bolos, produtos lácteos, achocolatados e misturas, aos moldes do que foi realizado com o sódio – um acordo de 2011 conseguiu até junho retirar 17,2 toneladas da substância dos alimentos. “Desde 2017 fizemos reuniões com representantes da indústria, nutricionistas e representantes de movimentos sociais para chegarmos a um acordo”, diz Wilson Mello, do Conselho Diretor da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), que representa 68 empresas que assinaram o Termo de Compromisso e que, juntas, dominam 87% do mercado. Na prática, 1.147 itens terão de alterar suas fórmulas e a previsão é que em quatro anos serão retiradas 144,3 mil toneladas de açúcar dos alimentos. “Os clientes estão exigindo através da compra produtos com menos açúcar, gordura e sódio. Além disso, temos pressão de ONGs e do governo por causa do aumento de doenças crônicas como obesidade, diabetes e hipertensão. A indústria quer ser parte da solução”, diz ele.

Os índices de obesidade dispararam nos últimos anos no Brasil. Na última década, o crescimento foi de 60%. Já o diabetes entre homens aumentou 54% e entre as mulheres, 28%. São parte importante do problema os produtos industrializados, já que correspondem a 36% do açúcar consumido pela população. Atualmente os brasileiros consomem em média 80 gramas de açúcar por dia, ou 18 colheres de chá, quase o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde. “Essa parceria é muito importante para a saúde pública, porque reduz a chance de doenças no futuro”, diz Cristina Bellotti Formiga Bueno, endocrinologista da Santa Casa de São Paulo e coordenadora do Centro de Diabetes do Hospital Samaritano. “O consumo de açúcar em excesso causa ganho de peso, predisposição ao diabetes, aumento do risco cardiovascular e derrame”, diz ela. A má alimentação também pesa no Sistema Único de Saúde (SUS). Um estudo realizado pelo Ministério da Saúde identificou que em 2011 os gastos federais com a atenção às doenças crônicas foram de 16,2 bilhões. “Os custos são crescentes devido ao aumento da prevalência dessas doenças”, diz Michele Lessa, Coordenadora de Alimentação e Nutrição do órgão. “São necessárias múltiplas abordagens para alcançar a redução pretendida, como educação e informação à população, medidas para facilitar escolhas alimentares mais saudáveis e ações voltadas para o setor produtivo”, diz ela.

A redução de açúcar nos produtos será feita em duas etapas, uma até 2020 e outra até 2022. O objetivo é fazer com que o paladar do brasileiro vá se adaptando com o novo sabor dos produtos, uma vez que o açúcar não será substituído por outra substância, como adoçantes, mas apenas parcialmente retirado dos produtos. A quantidade nos achocolatados em pó, por exemplo, será reduzida para 90,3g/100g até o final de 2020 e depois para 85g/100g até 2022, o que significa 20 colheres de chá de açúcar a menos. A indústria garante que essa mudança não implicará em produtos mais caros ao consumidor. “O processo de produção não terá um custo mais alto, apenas diferente. Será uma adaptação, mas a indústria está acostumada”, diz Wilson Mello, da Abia. A saúde do brasileiro agradece.

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NOVO RÓTULO ÀVISTA

A ANVISA ANALISA PROPOSTAS DE MUDANÇAS NAS INFORMAÇÕES DOS PRODUTOS ALIMENTÍCIOS.

A Anvisa está preparando um novo modelo que facilite ao consumidor identificar seprodutos alimentícios estão dentro do recomendado pelas organizações de saúde. Atualmente as informações dos itens são de difícil interpretação para a população brasileira. Duas propostas estão sendo analisadas. O modelo da Rede Rotulagem propõe na parte frontal dos alimentos um “semáforo” que classifica açúcares, gordura saturada e sódio com as cores vermelha, amarela e verde e as legendas ALTO, MÉDIO ou BAIXO. Já o modelo da Aliança Pela Alimentação Adequada e Saudável propõe triângulos pretos de advertência com frases como “alto em sódio” e “alto em açúcares”.

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GESTÃO E CARREIRA

AINDA LONGE DO IDEAL

Pesquisa mostra que a maioria dos líderes defende a transparência das informações dentro das organizações, mas…

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O que é preciso para uma empresa ser transparente? Aliás, esse tema tem sido discutido em sua organização? Mas o que vem a ser transparência? Além da noção básica de ser uma qualidade do que é transparente, ou seja, do que se pode ver através, há um sentido mais figurado e apropriado para o mundo corporativo. Nesse caso, trata-se de uma alusão a uma característica de uma pessoa ou organização que não oculta nada, que não tem nada a esconder.

E foi a partir desse conceito que Cristina Panella, consultora sênior da BMJ Blue Management Institute, empresa do Grupo White Fox que também controla a Nexialistas Consultoria em Desenvolvimento e Treinamento, resolveu fazer uma pesquisa sobre o tema nas corporações. Doutora em sociologia com ênfase em comunicação pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, mestre em formação à pesquisa (E.H.E.S.S.) e mestre em antropologia social pela Université René Descartes – Sorbonne, Cristina encontrou dados bem interessantes.

A pesquisa levantou que, quando o assunto é direito à informação clara e transparente, 95,8% dos líderes acreditam que o  direito de ser informado e de ter acesso à informação é importante tanto na empresa quanto na sociedade em geral, mas, em contrapartida, apenas 19, 8% responderam que a empresa é totalmente transparente com informações e processos acessíveis a todos.

Para uma empresa ser transparente, a comunicação é essencial. As regras do jogo devem ser compartilhadas de forma objetiva e madura.

Frases colhidas durante a realização da pesquisa apontam alguns motivos para que a transparência seja uma preocupação. “Quanto mais os funcionários estão informados e mais alinhados com os desafios da empresa, mais eles estarão comprometidos para vencerem juntos as barreiras”, explica o consultor de negócios e carreira Alberto Roitman

Outro importante fator que está diretamente ligado à transparência, de acordo com os dados da pesquisa, é o engajamento. Ela é apontada como condição essencial para o engajamento dos colaboradores. Pelo menos essa é a opinião de quase todos os líderes entrevistados. Quando perguntados se em uma empresa mais transparente todos os colaboradores são mais engajados, 95,8% disseram que sim. “Entendo que as palavras mais simples e exemplos aplicados ao cotidiano são promissores e o entendimento, a disseminação e o engajamento das pessoas serão mais promissores”, destacou um dos entrevistados.

As opiniões foram um pouco divergentes quando o assunto é a relação da transparência com a cidadania dos profissionais. Uma parcela significativa (46,5%) acredita que transparência e cidadania pertencem a diferentes esferas, com pequena ou nenhuma influência de uma sobre a outra. Mas, para a maioria (53,5%), a transparência nas empresas contribui decisivamente para o exercício da cidadania dos colaboradores.

Outra questão muito importante para a maioria dos entrevistados diz respeito a ter processos bem definidos. O levantamento mostra que 87,.3% acreditam que à modelagem dos processos internos contribui para a transparência da empresa.

A liderança é muito importante para a disseminação da cultura de transparência nas empresas. Para 45% dos entrevistados, isso pode ser feito por meio de canais de comunicação. Já 26% acreditam que o mais importante é a liderança ser o modelo a ser seguido. E outros 20% acham que a liderança deve ser ativa, promotora e garantidora dos processos de transparência. Para Roitman, a liderança deve estar mais próxima de suas equipes, sendo mais humildes, se desprendendo da hierarquia e deixando de lado a máxima de que ‘informação é poder”.

Mas mesmo com a maioria valorizando a transparência para a saúde da empresa, apenas 19,8% dos líderes responderam que a empresa é totalmente transparente, com informações e processos acessíveis a todos. Outros 57,7% acreditam que a transparência na empresa obedece a níveis de acessos distintos e para 22,5% não há uma política clara de transparência de informações ou processos.

ALIMENTO DIÁRIO

PROVÉRBIOS 2: 1-9

Pensando biblicamente

A Busca da sabedoria é encorajada

 

Jó tinha perguntado, muito antes disto: “Mas onde se achará a sabedoria? E onde está o lugar da inteligência?” (Jó 28.12, 20), e tinha recebido esta resposta geral (v. 23): Deus “sabe o seu lugar”; mas Salomão aqui vai mais longe, e nos diz onde podemos encontrá-la e também como podemos obtê-la. Aqui, lemos:

 

I – Que meios devemos usaR; para que possamos obter a sabedoria.

1. Nós devemos prestar atenção à Palavra de Deus, pois esta é a palavra da sabedoria, que é capaz de nos tornar sábios para a salvação (vv. 1,2).

(1) Nós devemos estar convencidos de que as palavras de Deus são a fonte e o padrão de sabedoria e entendimento, e que não devemos desejar ser mais sábios do que elas podem nos tornar. Nós devemos inclinar nosso ouvido e dedicar nossos corações a elas, como à própria sabedoria ou ao próprio entendimento. Muitas coisas sábias podem ser encontra­ das em composições humanas; mas a revelação divina e a religião verdadeira edificada sobre ela constituem a maior sabedoria.

(2) Nós devemos, de igual maneira, receber a Palavra de Deus com toda disposição de espírito, e dar as boas-vindas aos mandamentos, bem como às promessas, sem nos queixar nem discutir. “Fala, Senhor, porque o teu servo ouve”.

(3) Nós devemos escondê-las em nós, como escondemos um tesouro que tememos que nos seja roubado. Não somente devemos receber, mas reter a Palavra de Deus e alojá-la em nossos corações, para que ela possa estar sempre disponível para nós.

(4) Nós devemos inclinar os nossos ouvidos a ela; devemos nos agarrar a todas as oportunidades de ouvir a Palavra de Deus, e ouvi-la com atenção e seriedade, como alguém que teme deixá-la escapar.

(5) Nós devemos dedicar os nossos corações à Palavra de Deus, pois o simples fato de inclinarmos os nossos ouvidos a ela não será suficiente.

2. Nós devemos estar sempre em oração (v. 3). Devemos clamar pelo conhecimento, como alguém que está prestes a perecer de fome implora por comida. Os desejos fracos não devem prevalecer, nós devemos ser insistentes, como aqueles que conhecem o valor do conhecimento e a nossa própria falta dele. Nós devemos clamar, como meninos novamente nascidos, em busca do leite racional da Palavra (1 Pedro 2.2). Nós devemos alçar nossa voz para o entendimento, até o céu; dali devem ser esperadas estas dádivas boas e perfeitas (Tiago 1.17; Jó 38.34). Nós devemos dar nossa voz ao entendimento (este é o significado da palavra), falar por ele, votar por ele, submeter a língua ao comando da sabedoria. Nós devemos consagrar a nossa voz a ele; tendo dedicado nosso coração a ele, devemos empregar a nossa voz para buscá-lo. Salomão pôde escrever um remédio testado, sobre este método; ele orou pedindo sabedoria, e assim a obteve.

3. Nós devemos estar dispostos a nos esforçar (v. 4): devemos buscá-lo como à prata, preferindo-o a toda a riqueza deste mundo, e nos esforçando para buscá-lo como aqueles que escavam nas minas, que enfrentam grande dificuldade e correm grandes riscos, com empenho in­ fatigável e constância e resolução invencíveis, em busca do minério; ou como aqueles que desejam ser ricos se levantam cedo e descansam tarde, e viram cada pedra para obter dinheiro e encher seus tesouros. Esta diligência devemos ter no uso dos meios do conhecimento, prosseguindo em conhecer ao Senhor.

 

II – O sucesso que podemos esperar no uso destes meios. O nosso esforço não será em vão; pois:

1. Saberemos como conservar o nosso conhecimento e a nossa comunhão com Deus: “Entenderás o temor do Senhor” (v. 5), isto é, saberás como adorá-lo corretamente, serás conduzido ao significado e mistério de cada ordenança, e serás capaz de responder à finalidade da sua instituição. “Acharás o conhecimento de Deus”, que é necessário para que o temamos apropriadamente. Nós devemos entender o quanto é nosso interesse conhecer a Deus, e evidenciar isto, por meio de sentimentos agradáveis com relação a Ele, e adorações a Ele.

2. Nós saberemos como nos comportar apropriadamente com relação a todos os homens (v. 9): Entenderás pela Palavra de Deus, pela justiça, pelo juízo, e pela equidade; assim aprende­ rás aqueles princípios de justiça, e caridade, e imparcialidade, que te guiarão e governarão em todo o curso do teu modo de vida, e te tornarás adequado para cada relacionamento, cada negócio, sendo fiel à confiança que lhe for depositada. Isto não te dará somente uma noção correta da justiça, mas uma disposição para praticá-la, e para fazer o que lhe é devido; pois os que não agem com justiça não a entendem corretamente. Isto os conduzirá em todas as boas veredas, pois as Escrituras tornarão perfeito o homem de Deus. Observe que têm o melhor conhecimento os que conhecem seu dever (Salmos 111.10).

 

III – Que razões temos para esperar por este sucesso na nossa busca da sabedoria; nós só podemos obter o nosso encorajamento de Deus (vv. 6-8).

1. Deus tem sabedoria para conceder (v. 6). O Senhor não somente é sábio, como dá sabedoria, e isto é mais do que o mais sábio homem do mundo pode fazer, pois é prerrogativa de Deus abrir o entendimento. Toda a sabedoria que há em qualquer criatura é dádiva sua, sua dádiva gratuita, e Ele a concede liberalmente (Tiago 1.5), Ele a deu a muitos, e ainda a dá; a Ele, portanto, devemos pedir sabedoria.

2. Ele abençoou o mundo com uma revelação da sua vontade. Da sua boca, por intermédio da lei e dos profetas, pela palavra escrita e pelos seus ministros, que são a sua boca para os filhos dos homens, vem conhecimento e entendimento, vem uma revelação tal da verdade e bem que, se admitirmos e recebermos as suas impressões, nos tornará verdadeiramente sábios e inteligentes. É um incentivo e um encorajamento para buscarmos a sabedoria o fato de termos as Escrituras onde buscá-la, e nelas podermos encontrá-la, se a buscarmos com diligência.

3. Ele providenciou particularmente que os homens de bem, que estão sinceramente dispostos a fazer a sua vontade, tenham aquele conhecimento e entendimento que são necessários para eles (João 7.17). Que busquem a sabedoria, e a encontrarão; que peçam, e lhes será dado (vv. 7,8). Observe aqui: 

(1) Quem são os que são assim favorecidos. São os justos, em quem a imagem de Deus é renovada, que consiste em justiça, e os que andam em retidão, que são honestos em suas atitudes para com Deus e para com os homens, e se esforçam em cumprir o seu dever, até onde o conhecem. Eles são os seus santos, devotados à sua honra, e consagrados ao seu serviço.

(2) O que lhes é oferecido.

[1] Instrução. Os meios da sabedoria são dados a todos, mas a sabedoria propriamente dita, a verdadeira sabedoria, é reservada para os retos, guardada em Cristo, sua cabeça, “em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência”, e que “para nós foi feito por Deus sabedoria”. O mesmo que é o Espírito de revelação na Palavra é um Espírito de sabedoria nas almas dos que são santificados, aquela sabedoria do prudente, que significa compreender o seu caminho; e esta é a verdadeira sabedoria, com suas fundações firmes, seus princípios sólidos, e seus resultados que são benefícios duradouros.

[2] Satisfação. Alguns interpretam, Ele reserva substância para os retos, não somente conhecimento substancial, mas felicidade e consolação substancial (Provérbios 8.21). As riquezas são coisas que não são reais, e os que as têm somente se imaginam felizes; mas o que está guardado nas promessas e no céu para os retos os tornará verdadeiramente, completamente e eternamente felizes.

[3] Proteção. Mesmo aqueles que andam na retidão podem ser levados a perigos, para a prova da sua fé, mas Deus é, e será, um escudo para eles, de modo que nada que lhes aconteça possa lhes causar nenhum dano real, nem dominá-los com quaisquer apreensões terríveis; eles estão a salvo, e assim devem se considerar. “Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo”. É o caminho deles, as veredas do juízo em que eles andam, que o Senhor conhece, e reconhece, e das quais Ele cuida.

[4] Graça, para perseverar até o fim. Se confiarmos em Deus, e o buscarmos para obter sabedoria, Ele nos sustentará na nossa integridade. nos capacitará a guardar as veredas do juízo, ainda que possamos ser tenta­ dos a nos desviar delas, pois Ele conserva o caminho dos seus santos, para que ele não seja corrompido, e assim Ele os conserva em segurança e irrepreensíveis para o seu reino celestial. As garantias que Deus nos deu da sua graça, se devidamente aprimoradas, despertarão e incentivarão os nossos esforços no cumprimento do nosso dever. Dedique-se à obra da sua salvação, pois é Deus quem opera em sua vida.