OUTROS OLHARES

O CALOR DOS CÉREBROS TRABALHANDO, VISTO DO CÉU

Um mapa mostra a intensidade da atividade tecnológica nas organizações.

o calor dos cérebros trabalhando, visto do céu

Mapas de calor já eram usados na França, em 1826, para apresentar dados demográficos. Este ano, foram aplicados durante a Copa do Mundo para mostrar a movimentação dos jogadores nas partidas. Com a explosão de dados e georreferenciamento, vêm sendo empregados para monitorar diferentes aspectos dos negócios, como movimentação de máquinas. E se a técnica puder apontar onde a transformação digital e a criação de novos serviços ocorre com mais intensidade? A Revelo, um banco de profissionais online, fez essa experiência na cidade de São Paulo. “Listamos endereços de 500 clientes que solicitaram desenvolvedores de software e monitoramos o ‘calor’ emitido nesses locais”, diz Mateus Pinho, 27 anos, diretor na Revelo. “Calor”, no caso, é a presença de programadores ou “devs” no local. A premissa é que se há mais “calor”, a empresa está trabalhando em algo novo. O bairro de Pinheiros despontou como o mais ativo na capital paulista. Sabe-se que parte do processo criativo pode ocorrer remotamente, na casa dos funcionários ou numa Starbucks. “Mas é bem razoável supor que a frequência e duração de reuniões presenciais para consolidar essas atividades indiquem onde a inovação é mais provável”, diz Pinho. Até o final do ano, a Revelo fará mapas similares em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

o calor dos cérebros trabalhando, visto do céu.2

 

 

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.