GESTÃO E CARREIRA

PRESSÃO NOS PONTOS CERTOS

Gestoras de fundos com bilhões em ativos vêm cobrando empresas para que incluam mais mulheres nos conselhos. A mudança está em andamento.

pressão nos pontos certos

Depois que grandes gestoras de fundos passaram a exigir mais mulheres nos conselhos das companhias abertas, o ritmo dessa mudança aumentou. É difícil estabelecer relações diretas de causa e efeito, mas de janeiro a maio executivas ocuparam 31% das novas vagas de conselheiros em companhias abertas americanas, segundo levantamento da Institutional Shareholder Services. É o índice mais alto em pelo menos dez anos. A BlackRock, maior gestora do mundo, com US$ 6,3 trilhões em ativos, pressiona companhias desde o início do ano para que tenham ao menos duas diretoras no conselho (na BlackRock, mulheres ocupam cinco das 18 cadeiras). A State Street Global Advisors (SSGA), uma das quatro maiores gestoras do mundo, responsável por US$ 3 trilhões, interpelou desde o ano passado 700 empresas que não tinham mulheres em seus conselhos. Desde então, 152 empresas contrataram conselheiras e outras 34 se comprometeram a fazê-lo. O fundo Blue Harbor Group tornou pública sua política ativista de apoio à diversidade. A australiana Hesta adotou outra abordagem: iniciou uma pesquisa entre 70 de suas parceiras, firmas menores de gestão, a fim de saber se há nelas mulheres com poder sobre as decisões de investimento. O Brasil segue devagar – o presidente da B3, Gilson Finkelsztain, alertou que 31% das empresas que compõem o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) não têm mulheres no conselho nem planos para mudar isso.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.