ALIMENTO DIÁRIO

JOÃO 20: 26-31 – PARTE II

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A Incredulidade de Tomé

 

II – Onde, e como, Cristo lhe fez esta visita. Foi em Jerusalém, e as portas estavam fechadas, como antes, por temor aos judeus. Ali eles ficaram, para observar a festa dos pães asmos, durante sete dias, que expirou no dia anterior a este. No entanto, eles não podiam iniciar sua viagem à Galileia no primeiro dia da semana, porque era o dia de repouso cristão, mas ficaram até o dia seguinte. Observe:

1. Que Tomé estava com eles. Embora tivesse estado ausente uma vez, ele estava presente na segunda vez. Quando perdemos uma oportunidade, nós devemos prestar atenção para não perdermos a próxima, para que possamos recuperar nossas perdas. É um bom sinal, se uma perda como esta estimula nossos desejos, e um mau sinal, se os esfria. Os discípulos o admitiram no seu meio, e não insistiram em que cresse na ressurreição de Cristo, como eles, porque ela ainda tinha sido revelada de maneira obscura. Eles não o receberam para discussões duvidosas, mas lhe deram as boas-vindas, para que viesse e visse. Mas observe que Cristo não apareceu para Tomé, para sua satisfação, até que o encontrou em meio aos demais discípulos, porque Ele desejava estimular as reuniões de cristãos e ministros, pois ali Ele estaria, no meio deles. E, além disto, Ele desejava que todos os discípulos testemunhassem a repreensão que Ele fez a Tomé, e também o terno carinho que tinha por ele.

2. Que Cristo apresentou-se no meio deles, e ali ficou, e todos o conheceram, pois Ele se mostrou agora da mesma maneira como tinha se mostrado antes (v. 19). Ele era o mesmo, e não estava desafiando seus amados. Veja a condescendência do nosso Senhor Jesus. As portas do céu estavam prontas a se abrir para Ele, e ali Ele poderia ter estado, em meio à adoração de uma multidão de anjos. Mas, para o benefício da sua igreja, Ele permaneceu na terra, e visitou as pequenas reuniões privadas dos seus pobres discípulos, e esteve “no meio deles”.

3. Ele os cumprimentou a todos de uma maneira amistosa, como tinha feito antes. Ele lhes disse: “Paz seja convosco!” Esta não era uma simples repetição, mas significava a paz abundante e assegurada que Cristo dá, e a continuidade das suas bênçãos ao seu povo, pois elas não se esgotam, mas “novas são cada manhã”, toda nova reunião.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.