GESTÃO E CARREIRA

MAIS ROBÔS, MAIS PRODUTIVIDADE

Eles avançam nas fábricas. Alguns até ajudam seres humanos.

mais robôs, mais produtividade

“Densidade de robôs” vem se tornando um indicador-chave para as economias. O cálculo mostra quantos robôs trabalham na indústria, em proporção ao número de colegas humanos. Densidade alta sugere maior produtividade; crescimento acelerado do indicador serve de alerta, por causa da tendência de substituição da mão de obra humana (cuja requalificação exige tempo). Seus efeitos ganham importância diante dos números mais recentes – a venda global de robôs cresceu impressionantes 31% no ano passado, para 387 mil unidades, segundo o cálculo da IFR (Federação Internacional de Robótica) concluído em junho. O ritmo de vendas dobrou em relação aos anos anteriores e se mantém forte mesmo em economias maduras como a Alemanha. Um relatório do banco suíço Julius Baer constata que a densidade de robôs nas Américas, incluindo o Brasil, é de 84 robôs para 10 mil humanos, e que o indicador tende a dobrar até 2026 (Estados Unidos e Canadá puxam para cima os números do continente). A densidade na China vem atrás, com 68 robôs para 10 mil humanos, mas a velocidade de crescimento por lá é muito superior e o índice já deve mais que dobrar até 2020. O relatório, num trecho feito em conjunto com o Goldman Sachs Global Investment Research, indica cinco tendências responsáveis pelo crescimento das vendas dessas máquinas. A primeira delas é a difusão dos cobots, os robôs que trabalham em colaboração com humanos. Esse tipo de equipamento tende a ser menor, mais barato e mais flexível, em relação aos usados nas linhas de montagem totalmente automatizadas.

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Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.