ALIMENTO DIÁRIO

JOÃO 20: 19-25 – PARTE II

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Cristo com seus Discípulos

 

II – O que foi dito e feito nesta visita que Cristo fez aos seus discípulos, e sua conversa com eles. Quando estavam reunidos, Jesus chegou entre deles, com sua própria aparência, mas com um véu encobrindo o esplendor do seu corpo, agora começando a glorificar-se, caso contrário Ele teria ofuscado seus olhos, como na sua transfiguração. Cristo pôs-se no meio deles, para dar-lhes uma amostra do cumprimento da sua promessa, de que, onde dois ou três estiverem reunidos no seu nome, aí estará Ele no meio deles. Ele chegou, embora as portas estivessem cerradas. Isto não enfraquece, de maneira nenhuma, a evidência de que Ele tinha um corpo humano real depois da sua ressurreição. Embora as portas estivessem cerradas, Ele sabia como abri-las, sem fazer nenhum ruído, e entrar de modo que eles não pudessem ouvi-lo, da mesma maneira como anteriormente Ele tinha caminhado sobre as águas, e ainda tinha um corpo verdadeiro. É um consolo para os discípulos de Cristo, quando suas assembleias solenes são reduzidas à privacidade, que nenhuma porta possa impedir a presença de Cristo junto deles. Temos cinco aspectos nesta aparição de Cristo:

(1) Sua saudação gentil e familiar aos seus discípulos: Ele lhes disse: “Paz seja convosco!” Estas não eram palavras vazias, embora normalmente sejam assim usadas nos encontros de amigos, mas uma bênção solene e incomum, conferindo a todos eles os frutos e os efeitos abençoados da sua morte e ressurreição. A frase era comum, mas o sentido era peculiar. “Paz seja convosco” é equivalente a: Todo o bem esteja com vocês, toda a paz e todo o bem estejam sempre com vocês, sem dúvida. Cristo lhes tinha deixado sua paz como seu legado, cap. 14.27. Pela morte do testador, o testamento passa a vigorar, e agora Ele ressuscitava dos mortos, para provar o testamento e para ser, Ele mesmo, seu executor. Com esta finalidade, aqui Ele faz imediato pagamento do legado: “Paz seja convosco”. Quando Ele deseja a paz, Ele faz a paz, cria “os frutos dos lábios, paz, paz”, paz com Deus, paz nas nossas próprias consciências, paz uns com os outros. Toda esta paz esteja com vocês, não a paz com o mundo, mas a paz em Cristo. Sua repentina aparição no meio deles, quando estavam cheios de dúvidas a seu respeito, cheios de temores a seu próprio respeito, não podia deixar de colocá-los em um estado de desordem e consternação, cujos reflexos Ele acalma com estas palavras: “Paz seja convosco”.

(2) Sua manifestação clara e inegável a eles, v. 20. Observe aqui:

[1] O método que Ele usou para convencê-los da verdade da sua ressurreição: Agora eles contemplaram, vivo, aquele a quem, dois ou três dias antes, multidões tinham visto morto. Agora a única dúvida era se este que eles contemplavam vivo era o mesmo corpo que tinha sido visto morto, e ninguém poderia desejar uma prova melhor do que as cicatrizes ou marcas dos ferimentos no corpo. Agora, em primeiro lugar, as marcas dos ferimentos, marcas muito profundas (embora sem nenhuma dor ou nenhum desconforto), permaneceram no corpo do Senhor Jesus, mesmo depois da sua ressurreição, para que pudessem ser demonstrações da verdade da ressurreição. Os vencedores se gloriam nas marcas dos seus ferimentos. Os ferimentos de Cristo devem testificar na terra que se trata dele mesmo, e, portanto, Ele ressuscitou com eles. Eles também falam, no céu, na intercessão que Ele vive para fazer. Portanto, Ele subiu com estes ferimentos, e assim apareceu “no meio do trono… um Cordeiro, como havendo sido morto”, ensanguentado, Apocalipse 5.6. Aparentemente, Ele virá outra vez com suas cicatrizes, para que possam ver “aquele que traspassaram”. Em segundo lugar, Ele mostrou estas marcas aos seus discípulos para convencê-los. Eles não somente tiveram a satisfação de vê-lo apresentando a mesma aparência, e ouvi-lo falar com a mesma voz com que tinham se acostumado durante tanto tempo, Estes eram seus gestos, estes eram seus olhos e suas mãos!, mas tiveram a evidência adicional destas marcas peculiares: Ele lhes mostrou suas mãos, para que pudessem ver as marcas dos ferimentos nelas. Ele lhes mostrou seu peito, como a ama faz com a criança, para mostrar-lhes a ferida em seu lado. Observe que o Redentor exaltado sempre irá se apresentar com as mãos abertas, e o coração aberto, a todos os seus fiéis amigos e seguidores. Quando Cristo manifesta seu amor pelos crentes, pelos consolos do seu Espírito, isto lhes garante que, porque Ele vive, eles também viverão. Então Ele lhes mostra suas mãos e seu lado.

[2] A impressão causada neles, e o bem que isto lhes fez. Em primeiro lugar, eles ficaram convencidos de que viam o Senhor de modo que sua fé foi confirmada. A princípio, eles pensaram estar vendo somente uma aparição, um fantasma. Mas agora eles sabiam que era o Senhor em pessoa. Assim, muitos crentes fiéis, que, enquanto eram fracos, temiam que seus consolos fossem apenas imaginários, depois os descobrem, por meio da graça, reais e substanciais. Eles não perguntam: É o Senhor? Mas têm certeza, é Ele. Em segundo lugar; “os discípulos se alegraram”. Aquilo que fortaleceu sua fé despertou sua alegria. Crendo, eles se alegraram. O evangelista parece escrever com uma dose de arrebatamento e triunfo. “De sorte que os discípulos se alegraram, vendo o Senhor”. Se o espírito de Jacó reviveu ao ouvir que José ainda estava vivo, como reviveria o coração destes discípulos, ao ouvir que Jesus está vivo outra vez? Isto, para eles, é como receber novamente a vida que havia sido levada pela morte. Agora se cumpriam estas palavras de Cristo (cap. 16.22): “Outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará”. Isto enxugou todas as lágrimas dos seus olhos. Observe que uma visão de Cristo irá alegrar o coração de um discípulo, em qualquer ocasião. Quanto mais virmos a Cristo, mais nos alegraremos nele, e nossa alegria nunca será perfeita, até que cheguemos onde o veremos como Ele é.

(3) A honrosa e ampla comissão que Ele lhes deu, de serem seus agentes na fundação da sua igreja, v. 21. Aqui temos:

[1] A introdução à sua comissão, que foi a repetição solene da saudação anterior: “Paz seja convosco”. Isto pretendia, ou, em primeiro lugar, chamar a atenção deles à comissão que Ele lhes iria dar. A saudação anterior pretendia acalmar o tumulto do seu temor, para que eles pudessem acompanhar calmamente as provas da sua ressurreição. Esta tinha a função de reduzir o impacto causado pela alegria, para que eles pudessem, tranquilamente, ouvir o que o Senhor ainda tinha a lhes dizer. Ou, em segundo lugar, incentivá-los a aceitar a comissão que Ele lhes estava dando. Embora isto os fosse envolver em uma grande quantidade de problemas, o Senhor ainda desejava a honra e o consolo deles naquele comissionamento. E, nesta questão, a paz estaria com eles. Gideão recebeu sua comissão com estas palavras: “Paz seja contigo”, Juízes 6.22,23. Cristo é nossa Paz. Se Ele está conosco, a paz é conosco. Cristo agora estava enviando os discípulos para que divulgassem a paz ao mundo (Isaias 52.7), e aqui Ele não somente a confere a eles, para sua própria satisfação, mas a confia a eles, para ser transmitida por eles a todos os filhos da paz, Lucas 10.5,6.

[2] A comissão propriamente dita, que soa muito grandiosa: “Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós”.

Em primeiro lugar, é fácil entender como Cristo os enviou. Ele indicou que eles dessem prosseguimento ao seu trabalho sobre a terra, e se dedicassem à divulgação do seu Evangelho e ao estabelecimento do seu reino entre os homens. Ele os enviou, autorizados com uma permissão divina, armados com um poder divino, enviou-os como embaixadores para tratar de paz, e como arautos para proclamá-la, enviou-os como servos para convidar para as bodas. Aqui eles são chamados apóstolos homens enviados.

Em segundo lugar, porém, como Cristo os enviaria, assim como o Pai o enviou, não é tão fácil de compreender. Certamente, as responsabilidades e os poderes atribuídos aos discípulos eram infinitamente inferiores aos do Senhor Jesus, mas:

1. Seu trabalho era do mesmo tipo que o dele, e eles deveriam prosseguir, começando onde Ele tinha parado. Eles não eram enviados para serem sacerdotes e reis, como Ele, mas somente profetas. Assim como Ele tinha sido enviado para dar testemunho da verdade, também eles. Não para serem mediadores da reconciliação, mas somente seus pregadores e divulgadores. Ele tinha sido enviado, não para que o servissem, mas para servir? Não para fazer sua própria vontade, mas a vontade daquele que o enviou? Não para destruir a lei e os profetas, mas para cumpri-los? Os discípulos também. Assim como o Pai o enviou às ovelhas perdidas da casa de Israel, também Ele os enviou a todo o mundo.

2. Ele tinha um poder para enviá-los igual ao poder que o Pai tinha para enviá-lo. Aqui parece estar a força da comparação. Pela mesma autoridade com que o Pai me enviou, Eu envio vocês. Isto prova a divindade de Cristo. As comissões que Ele fez tinham a mesma autoridade que aquelas que o Pai fez, e eram tão válidas e efetivas, em relação a todos os intentos e objetivos, como aquelas que Ele fez aos profetas do Antigo Testamento, em visões. As comissões de Pedro e João, designadas pela palavra clara de Cristo, são tão boas e válidas quanto aquelas de Isaías e Ezequiel, que foram designadas pelo Senhor que estava assentado no seu trono. Na verdade, são iguais àquela que foi feita ao próprio Mediador; em relação ao seu trabalho. O Senhor Jesus tinha uma autoridade incontestável, e uma capacidade irresistível para seu trabalho? Também eles as tinham, para desempenharem o seu. A expressão: “Assim como o Pai me enviou” é, de certa maneira, o relato do seu poder. Em virtude da autoridade que o Senhor Jesus recebeu como Mediador; Ele lhes deu autoridade, como seus ministros, para agirem por Ele, e em seu nome, em relação aos filhos dos homens, de modo que aqueles que os recebessem, ou rejeitassem, receberiam ou rejeitariam ao próprio Senhor J e­ sus, como também àquele que o enviou, cap. 13.20.

(4) A qualificação dos apóstolos para cumprir a incumbência que lhes foi dada, através da sua comissão (v. 22): “Assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo”. Observe:

[1] O sinal que Jesus usou para assegurar-lhes do dom que estava agora prestes a conceder-lhes, e para influenciá-los com este dom: ”Assoprou sobre eles”, não somente para lhes mostrar, por este sopro de vida, que Ele mesmo estava realmente vivo, mas para lhes indicar a vida espiritual e o poder que eles iriam receber dele, para todos os serviços que estivessem à sua frente. Provavelmente, Ele assoprou sobre todos eles juntos, não sobre cada um, individualmente, e, embora Tomé não estivesse com eles, ainda assim o Espírito do Senhor sabia onde encontrá-lo, como encontrou Eldade e Medade, Números 11.26. Aqui Cristo parece referir-se primeiro à criação do homem, por ocasião do sopro do fôlego da vida nele (Genesis 2.7), e indicar que Ele mesmo era o autor desta obra, e que a vida espiritual e a força dos ministros e cristãos derivam dele, e dependem dele, tanto quanto a vida natural de Adão e da sua semente. Assim como “o sopro do Todo-Poderoso” deu vida ao homem e deu início ao mundo antigo, também o sopro do poderoso Salvador deu vida aos seus ministros e deu início a um mundo novo, Jó 33.4 (versão RA). Isto nos evidencia, em primeiro lugar, que o Espírito é o sopro de Cristo, procedente do Filho. O Espírito, no Antigo Testamento, é comparado a um sopro (Ezequiel 37.9): ”Vem… ó espírito”. Mas o Novo Testamento nos diz que é o sopro de Cristo. O sopro de Deus indica o poder da sua ira (Isaias 11.4; 30.33), mas o sopro de Cristo significa o poder da sua graça. O sopro da ameaça é transformado nos sopros de amor, graças à mediação de Cristo. Nossas palavras são pronunciadas pelo nosso sopro, também a palavra de Cristo é “espírito e vida”. A palavra vem do Espírito, e o Espírito acompanha a palavra. Em segundo lugar, que o Espírito é o dom de Cristo. Os apóstolos transmitiam o Espírito Santo com a imposição de mãos, sendo estas mãos primeiro erguidas em oração, pois eles somente podiam suplicar esta bênção, e transmiti-la como mensageiros. Mas Cristo concedia o Espírito Santo pelo sopro, pois Ele é o autor do dom, e dele este dom se origina. Moisés não podia dar do Espírito que estava nele, mas Deus o fez (Números 11.17). Porém, Cristo o fez pessoalmente.

[2] A concessão solene que Jesus fez, representada por este sinal: “Recebei o Espírito Santo”, agora parcialmente, como um sinal daquilo que recebereis mais adiante, “não muito depois destes dias”. Agora eles recebiam mais do Espírito Santo do que já tinham recebido. Desta maneira, as bênçãos espirituais são dadas gradualmente, porque ao que tem, ser-lhe-á dado. Agora que Jesus começava a ser glorificado, mais do Espírito começava a ser dado. Veja cap. 7.39. Vejamos o que está contido nesta concessão. Em primeiro lugar, com ela, Cristo lhes dá a certeza da ajuda do Espírito no seu trabalho futuro, na execução da comissão que agora lhes era dada: “‘Eu vos envio’, e vós tereis o Espírito, que irá acompanhar-vos”. Agora o Espírito do Senhor estava sobre eles, para qualificá-los para todos os serviços que estavam à sua frente. Aqueles a quem Cristo emprega, Ele revestirá com seu Espírito, e lhes fornecerá todos os poderes necessários. Em segundo lugar, com ela, Ele lhes dá a experiência das influências do Espírito na sua situação atual. Jesus lhes tinha mostrado suas mãos e seu lado, para convencê-los da verdade da sua ressurreição, mas as evidências mais claras não operam, por si só, a fé. Um testemunho desta realidade é a infidelidade dos soldados, que foram as únicas testemunhas oculares da ressurreição. “Portanto, recebam o Espírito Santo, para operar a fé em vocês, e para abrir seu entendimento”. Agora eles estavam em perigo, por parte dos judeus: “Portanto, recebam o Espírito Santo, para operar a coragem em vocês”. Aquilo que Cristo diz a eles, Ele diz a todos os verdadeiros crentes: “Recebei o Espírito Santo”, Efésios 1.13. O que Cristo dá, nós devemos receber. Devemos nos submeter, e nossas almas, integralmente, às influências vivificadoras, santificadoras, do bendito Espírito, receber seus estímulos, e obedecê-los, receber seus poderes, e fazer uso deles. E aqueles que obedecem a esta palavra, como a um preceito, terão seus benefícios, como uma promessa. Eles receberão o Espírito Santo como o guia do seu caminho, e a primeira parte da sua herança.

(5) Uma ramificação especial do poder dado a eles pela sua comissão é particularizado (v. 23): “Àqueles a quem perdoardes os pecados”, exercendo devidamente os poderes que lhes vos confiados, estes ‘lhes são perdoados’, e eles poderão receber este consolo. E ‘àqueles a quem os retiverdes’, isto é, declarardes imperdoáveis, e sua culpa, obrigatória, os pecados ‘lhes são retidos’, e o pecador pode ter certeza disto, para sua tristeza”. Isto se segue ao seu recebimento do Espírito Santo, pois, se eles não tivessem um extraordinário espírito de discernimento, não teriam sido considerados adequados para serem depositários de tal autoridade, pois, no sentido estrito, esta é uma comissão especial aos próprios apóstolos e aos primeiros pregadores do Evangelho, que podiam distinguir quem estava “em fel de amargura e em laço de iniquidade”, e quem não estava. Através deste podei Pedro fulminou, com a morte, Ananias e Safira, e Paulo cegou Elimas. Mas isto deve ser interpretado como uma carta geral de privilégios à igreja e aos seus ministros, não assegurando uma infalibilidade de julgamento a nenhum homem ou grupo de homens no mundo, mas encorajando os fiéis representantes dos mistérios de Deus a se mante­ rem fiéis ao Evangelho que foram enviados a pregar, pois o próprio Deus se mantém fiel a ele. Os apóstolos, ao pregar a remissão, deviam começar em Jerusalém, embora esta cidade tivesse recentemente trazido sobre si a culpa pelo sangue de Cristo. “Vocês podem declarar perdoados seus pecados, nos termos do Evangelho”. E Pedro o fez, Atos 2.38; 3.19. Cristo, tendo ressuscitado para nossa justificação, envia os arautos do seu Evangelho para declarar iniciado o jubileu, já tendo feito a expiação, e por esta lei os homens serão julgados, cap. 12.38; Romanos 2.16; Tiago 2.12. Deus nunca irá alterar esta lei de julgamento, nem desviar-se dela. Aqueles a quem o Evangelho perdoar, serão perdoados, e aqueles a quem o Evangelho condenar, serão condenados, o que concede imensa honra ao ministério, e deve dar uma imensa coragem aos ministros. Os apóstolos e ministros de Cristo perdoam e retêm os pecados de duas maneiras, e ambas com autoridade:

[1] Pela doutrina legitima. Eles são comissionados a dizer ao mundo que a salvação deve ser obtida nos termos do Evangelho, e não em outros, e que encontrarão a Deus aqueles que disserem “amém” a isto. Sua condenação também se dará da mesma maneira.

[2] Por uma disciplina rígida, aplicando a regra geral do Evangelho a pessoas em particular. ”Aqueles a quem vocês admitirem na sua comunhão, de acordo com as regras do Evangelho, Deus irá admitir em uma comunhão consigo mesmo, e aqueles a quem vocês expulsarem da comunhão, por serem impenitentes e persistentes em pecados escandalosos e obstinados, estarão sujeitos ao julgamento justo de Deus”.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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