PSICOLOGIA ANALÍTICA

O QUE OS OUTROS SABEM SOBRE VOCÊ?

o que os outros sabem sobre você

TIPO 1

Pode-se dizer, para começar, que você tem necessidade de ser amado e admirado, e, contudo, pode ser muito crítico consigo mesmo. No plano das relações pessoais, você tem uma grande propensão a se dedicar ao outro. Inimigo do superficial, você não oferece sua amizade ou confiança a qualquer um. Sabe, por experiência própria, que não dá certo mostrar seus sentimentos tão facilmente. Mas sua sociabilidade sempre o leva a estabelecer relações de amizade sinceras, especialmente com as pessoas que escolheu para estar a seu redor. Apesar disso, você às vezes precisa ficar sozinho para recarregar as energias e se reencontrar. Sua abertura de espírito o faz aceitar com entusiasmo as ideias novas e enriquecedoras. Você pode se mostrar um tanto ciumento no amor, principalmente quando outra pessoa parece ameaçar a integridade e estabilidade de sua relação amorosa.

TIPO 2

As sensações prazerosas o atraem. Você adora alimentos saborosos, o que por vezes o leva a excessos na comida e na bebida. O belo e atraente provoca-lhe admiração e prazer. Por isso, a poluição do ambiente o preocupa e as cenas de destruição da Natureza o deixam indignado. Em sua vida, você curte certa dose de mudança e variedade pequenas ou grandes viagens, por exemplo – e por isso é difícil quando alguém (ou algo) lhe impõe limites. Às vezes sua calma es­ conde nervosismo. Você gosta de mostrar seu espírito independente e só aceita a opinião dos outros se seu proveito for claro – ainda que, vez por outra, você possa se deixar influenciar por alguém de que gosta muito. Seu senso de humor é bastante desenvolvido e o riso é para você sinal de saúde.

TIPO 3

A honestidade e a franqueza são qualidades que você preserva e seu senso de justiça o faz criticar todo tipo de injustiça e desigualdade, pois você acredita num mundo melhor. A preguiça é uma tentação a que você sucumbe de vez em quando, mas, quando está realmente motivado, sabe fazer seu trabalho com a maior dedicação e interesse. Você tem um potencial admirável e tudo o que é necessário para usá-lo a seu favor, mas muitas vezes as circunstâncias se opõem a você mais intensamente do que se poderia imaginar. Como ocorre a todo mundo, sua personalidade tem pontos fracos, mas geralmente você sabe muito bem como compensá-los. Nesse sentido, os defeitos são ótimas chances para seu crescimento pessoal, e é com determinação que você os assume. Mas seu lado levemente conservador permite que você aprecie um equilíbrio estável e seguro. Muitas vezes você se pergunta se tomou a decisão certa ou se fez o que deveria ser feito. Algumas de suas aspirações tendem a ser irrealistas, mas você tem consciência disso, pois acredita que na vida é preciso ter sonhos para mobilizar as energias e viver plenamente.

Já sabe em qual tipo se encaixa? Muito bem! Agora vale a pena saber: tendemos a nos reconhecer em análises generalizadas de personalidade como se dissessem respeito unicamente a nós e revelassem nossas características psíquicas. No ímpeto de nos adequarmos a descrições, preenchemos – sem nos darmos conta – as lacunas das descrições com nossas próprias imagens mentais. Em psicologia, esse fenômeno é chamado de efeito Barnum.

As pessoas adoram fazer testes que ofereçam informações sobre seus traços de personalidade. E eles proliferam nas revistas femininas e no Facebook. Em geral, diante do resultado da análise (muitas vezes mero resultado de combinações de informações geridas por algum algoritmo) a pessoa fica estupefata, com a impressão de que seu modo de ser e se relacionar com o mundo foi revelado. A curiosidade em relação às respostas que vêm prontas, de fora, responde a uma curiosidade moderna, já que em nenhuma outra época tentamos seguir de maneira tão estrita a injunção “Conhece-te a ti mesmo”. Ao lado de técnicas psicológicas reconhecidas de investigação da personalidade, horóscopo, grafologia e tantas outras áreas buscam revelar nosso universo interior, o que costuma despertar grande curiosidade. O efeito Barnum, assim denominado pelo psicólogo americano Bertram Forer, refere-se justamente à tendência que as pessoas têm de tomar o genérico como específico – e acreditar que dados gerais, superficiais e amplos, que facilmente se aplicariam a grande número de pessoas, dizem respeito a elas. Com isso, a descrição de personalidade apresentada (qualquer que seja ela) produz o mesmo efeito, contanto que seja um pouco gratificante e que o sujeito esteja convencido de que é específica para ele.

Em 1948, para denunciar a banalidade e generalidade dos horóscopos, Forer teve a ideia de fazer uma experiência surpreendente. Uma semana depois de submeter 39 estudantes a um teste sobre motivação, ele lhes apresentou uma curta análise da personalidade de cada um e pediu que avaliassem sua exatidão segundo uma escala de zero (nenhuma exatidão) a 5 (total exatidão). Acredite ou não, a descrição era a mesma para todos. E, ainda assim, cada um deles se reconheceu nela: dos 39 participantes, 16 deram nota 5; 18 optaram pela nota 4 e 4 pela nota 3. Apenas 1 deu nota 2. E ninguém escolheu nota 1 ou zero. É incrível que, nesse tipo de caso, nunca ocorre aos envolvidos, nem por um segundo, que sua descrição possa convir igualmente ao vizinho – exceto quando se pergunta a esse respeito de modo explícito. A impressão imediata de se reconhecer especificamente parece irrefreável.

Os criadores de testes duvidosos, formulados sem critérios científicos – muito diferentes dos usados por profissionais da psicologia que recorrem a ferramentas estudadas para psicometria, sem qualquer pretensão de antever o futuro – se fiam muito no sentimento de busca de adequação de seu público para assegurar seu sucesso. E o curioso é que mesmo pessoas bem informadas podem se mostrar facilmente ludibriáveis. De fato, não é raro que se argumente que determinado resultado é “verdadeiro” porque todo mundo se reconhece nas características apresentadas.

Ora, o efeito Barnum demonstra que o fato de as pessoas acharem correto o que é dito sobre sua personalidade absolutamente não comprova a validade da avaliação.

O efeito, aliás, aparece também nos testes sérios e validados cientificamente. É análogo ao placebo, que contribui para os resultados benéficos de remédios e práticas sem eficácia comprovada. Também chamado de “efeito da validação subjetiva”, o fenômeno foi batiza do de efeito Barnum em 1956 por Paul Meehl, em homenagem ao criador do primeiro circo moderno, o célebre Phineas Barnum Circus. Ele, que possivelmente ficaria espantado de ver seu nome passar do mundo dos espetáculos populares para o da psicologia, atribuía seu sucesso a duas razões, chegou a declarar que “a cada minuto nasce um trouxa” e que “é preciso reservar algo para apresentar a cada um deles”. A credulidade do público, evocada na primeira afirmação, não está somente no efeito Barnum; e a segunda afirmação aponta aquilo que evidencia os processos da percepção que o indivíduo tem de sua própria identidade.

A experiência de Forer foi refeita diversas vezes, com pequenas variações destinadas a verificar hipóteses secundárias, mas sempre se confirmou. Na mesma escala de zero a 5, a média das avaliações quanto à exatidão da descrição é 4,2, com desvio muito pequeno. Assim, nem a idade nem o sexo dos participantes parecem ter influência sobre os resultados e o mesmo vale para profissão (além dos estudantes, grupo preferido dos psicólogos responsáveis pela experiência, operários, funcionários da área administrativa de empresas e diretores de recursos humanos também passaram por testes).

Foi constatado, entretanto, que a manifestação do efeito Barnum varia levemente, de acordo com o elemento ou a prova que serve de base para a análise da personalidade. Assim, as pessoas julgam um pouco mais exata a descrição proposta quando acreditam que ela é feita a partir de um teste projetivo.

PREENCHENDO CONTORNOS

Mas como explicar o efeito Barnum? Será somente resultado de ingenuidade ou vaidade? Ao que tudo indica, para responder isso é preciso estender um pouco a análise e se debruçar sobre os processos presentes na elaboração de nossa percepção sobre nós mesmos.

Os primeiros elementos para a explicação residem na redação do retrato “personalizado”: o texto emprega termos vagos e genéricos, as apreciações podem se aplicar a muitas situações e abranger grande número de condutas. É aquele que recebe a análise e, sem perceber, define seus contornos ou preenche as lacunas com suas próprias imagens e representações mentais. Além disso, a maior parte dessas descrições apresenta um traço de personalidade e seu contrário, dando a impressão de um retrato com nuances. Consequentemente, o elemento de personalidade com que a pessoa mais se identifica se impõe no processo de seleção perceptiva, em detrimento de sua alternativa.

Certos analistas vão ainda mais longe: estimam que, como seus elementos são universais e caracterizam as pessoas em geral, podemos considerar os retratos Barnum como “verdadeiros”. Sendo assim, o fato de se identificar com eles não é sinal de credulidade excessiva. Sem dúvida, os seres humanos são muito mais parecidos que costumamos supor. De onde vem então essa impressão de que o texto descreve de maneira tão precisa aquilo que nos descreve como uma pessoa única?

É claro que os retratos propõem às pessoas uma avaliação globalmente positiva. Ora, diversas experiências demonstraram que ninguém se estima inferior à média quando se trata de avaliar uma de suas qualidades ou um traço de personalidade socialmente desejável. Assim, numa enquete sobre a avaliação de qualidades sociais, as pessoas se declararão de acordo com a frase “De modo geral, sou consciente dos efeitos de minhas ações sobre os outros”, e em desacordo com “De modo geral, as pessoas são conscientes de suas ações em relação aos outros”. Parece, portanto, que cada um de nós se julga ligeiramente melhor que os outros – mas não muito, pois é preciso ser realista em relação aos diversos aspectos da personalidade. Ademais, alguns elementos desfavoráveis do retrato Barnum, ainda que sejam pouco numerosos, podem às vezes ser julgados exatos, pois permitem que a pessoa admita pequenos defeitos, mostrando-se lúcida em relação a si mesma – outra qualidade muito valorizada socialmente.

Além disso, falando em aspectos negativos, parece que quanto mais se está convencido da competência do analista ou da verdade do sistema empregado, mais os elementos desfavoráveis na avaliação de sua personalidade são aceitos.

A maneira como construímos nossa identidade pode explicar melhor o fenômeno Barnum. Primeiro, como mostraram as teorias psicológicas, na maioria das vezes, não temos acesso direto àquilo que somos de verdade; falta-nos visão clara de nossos processos e de nossas características. É claro que percebemos nossos estados afetivos, até com muita intensidade em dadas situações, mas o cérebro só constrói o conhecimento a partir de informações exteriores a ele, e a percepção de si não escapa à regra. Assim, o conceito de si, que alguns ligam à identidade, repousa em um sistema de representações (o que chamamos de introspecção é apenas um trabalho mais ou me­ nos aprofundado sobre essas representações).

A observação de nossos comportamentos e reações emocionais, as informações de nós mesmos que os outros nos oferecem (que na verdade são filtradas por nossa percepção), assim como as conclusões e deduções tiradas de categorias precedentes constituem o essencial do material de base dessas representações. O cérebro tem a tarefa de fazer uma síntese desses elementos, ou pelo menos criar uma impressão de unidade, coerência, estabilidade e sentido. Para que seja aceitável, essa avaliação deve ser reconfortante, e é por isso que escolhemos os elementos que confirmam nossas ideias já estabelecidas, mais fáceis de serem aceitas. Nós as interpretamos fazendo relações entre esses elementos e “desligando-os” de explicações e significados anteriores. As inferências que fazemos sobre nós mesmos se exprimem como traços de personalidade estáveis, que parecem perdurar e dar conta de condutas diversas – é o papel da memória na identidade pessoal. Apesar de serem categorias semânticas vagas, as palavras que traduzem esses traços são aquelas que empregamos todos os dias para descrever e explicar nossa personalidade e a dos outros.

A imagem de si é estável e, contudo, nunca é definitiva – nutre-se constantemente de novas informações. Para cada um de nós, ela é um frágil edifício virtual, já que nossa imagem não se funda sobre um conhecimento verdadeiro do que se passa em nosso interior e dos fatores reais que regem nossa conduta. Mas, a inda assim, essa quimera é consubstancial a todos os aspectos de nossa existência, intervindo como um poderoso fator de motivação. Esse processo pode ser mais ou menos cambiante, mais ou menos intenso – de acordo com a pessoa e as circunstâncias, tendo em conta, por exemplo, o caráter familiar ou de novidade de uma situação -, mas o conceito de si funciona como uma teoria que precisa ser continuamente confirmada, total ou parcialmente.

UM POUQUINHO MAIS BONITOS

Como toda percepção, nossas representações de nós mesmos são povoadas de algumas ilusões – como a de sermos (um pouco) melhores que os outros; já que tendemos a superestimar levemente os julgamentos positivos que fazem de nós, pensamos dominar o meio em que vivemos. E temos um otimismo irrealista em relação ao futuro. Tendemos a crer, por exemplo, que “a infelicidade só acontece com os outros!” – e nos surpreendemos quando algo grave se passa conosco.

Para nosso bem-estar psicológico, compomos uma imagem positiva de nós mesmos, e, para consegui-la, procuramos prioritariamente coisas que a confirmem, assumindo deliberadamente a complacência. Demonstramos, com efeito, que descrições lisonjeiras, mesmo que redigidas como retratos Barnum, não somente fazem bem, como também aumentam a sensação de nossa competência. Alguns psicólogos acreditam que a saúde mental é diretamente ligada a essa sutil superestimação, e que se enganam aqueles que creem curar seus clientes levando-os a uma visão “objetiva” e realista de si mesmos. Ao contrário, pesquisas diversas revelam que pessoas depressivas têm uma percepção mais exata do julgamento dos outros e tendem menos a “embelezar” tal julgamento. O efeito Barnum é mais manifesto quanto mais positivo for o julgamento: quanto mais elogioso for, mais a pessoa tende a considera ­ lo justo e específico. Para construir nossa imagem interior, temos, portanto, uma inexorável necessidade de apreciações favoráveis. O efeito Barnum revela esse anseio. As descrições propostas pelos “peritos” são para nós um presente dos céus: nos poupam por um momento da busca de informações e do esforço para tratá-las cognitivamente, dando-nos a chance de saborear por um instante a doce e reconfortante sensação de sermos únicos e notáveis, estáveis e coerentes.

Os pseudopsicólogos levam a melhor, numa época em que o autoconhecimento é um imperativo da moda. Mas a credulidade de uns ou a facilidade de se enganar de outros são explicações insuficientes para o fenômeno. O fato de se reconhecer em uma descrição feita “por nós” não é sinal de tolice, mas o reflexo de processos cognitivos e afetivos que estão na base de nossa identidade.

Para além do efeito Barnum, resta uma questão: é possível conhecer a nós mesmos de forma objetiva? Podemos até nos perguntar se é legítimo falar em personalidade e em meios de desvendá-la. Não se trata, absolutamente, de negar as diferenças entre as pessoas, mas de constatar que os recursos de que dispomos para dar conta um caminho longo, que certamente não vem de fora de nós.

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 AO ALCANCE DE TODOS

A experiência idealizada por Forer em 1948 foi repetida dezenas de vezes. De fácil execução, sempre oferece resultados bastante consistentes. Em um módulo de astrologia num curso sobre comportamento realizado pela Sociedade Rádio Canadá, refizemos a experiência em uma classe com 20 alunos dos dois sexos, com idades entre 18 e 48 anos.

Num primeiro encontro, pedimos que os voluntários avaliassem o grau de acerto da descrição de sua personalidade feita a partir de seu signo solar. O texto foi entregue por escrito e eles deveriam proceder “com a maior objetividade possível”, independentemente de sua crença na astrologia, como se nós quiséssemos verificar em que medida os signos do zodíaco seriam capazes de descrever personalidades. Avisamos ainda que os textos haviam sido redigidos por um psicólogo, sem as metáforas e alusões mitológicas normalmente empregadas pelos astrólogos. Por fim, os 18 alunos interessados em participar da experiência escreveram seu nome e data de nascimento em uma folha.

As 18 pessoas leram, sem saber, a mesma descrição, que foi escrita a partir de várias fontes e incluía elementos relativos a diversas dimensões da existência: social, afetiva, intelectual etc. Dezoito cópias do texto foram impressas, e para personalizar o retrato, cada uma continha o nome e o signo astrológico do participante; os adjetivos eram flexionados de acordo com o sexo dele. Note-se que nossa amostra continha nove dos 12 signos zodiacais. Para evitar que a aparência dos papéis distribuídos revelasse nossa (tão inocente) manobra, a divisão de parágrafos era diferente para cada signo. Uma folha de resposta era entregue junto com a descrição. Os participantes deveriam anotar se o retrato os descrevia totalmente (5), em grande medida (4), em boa medida (3), regularmente (2), um pouco (1), ou em nada (O). A título indicativo, deveriam responder se, independentemente da descrição que acabavam de ler, acreditavam em astrologia (as opções de resposta eram: muito, mais ou menos, e não acredito).

Uma semana depois, reencontramos os estudantes. A descrição personalizada e a folha de resposta foram distribuídas e repetimos as instruções, insistindo sobre o caráter objetivo da avaliação. Eles levaram entre cinco e dez minutos para ler o texto e responder. Em seguida – obviamente depois de recolher as folhas de res posta -, explicamos o que é o efeito Barnum, do qual eles tinham acabado de ser vítimas.

Os resultados foram os seguintes: duas pessoas acharam que o texto as descrevia totalmente; 12, correto em grande medida; três, em boa medida; uma, achou que a descrevia regularmente. Esses números são totalmente condizentes com os que forer e outros pesquisadores obtiveram. Além disso, nada indica que tenham relação com a crença na astrologia: ninguém disse acreditar muito em nessa área; os dois participantes que disseram se reconhecer totalmente nas descrições acreditavam medianamente; dos 12 que se reconhecem “em grande medida”, oito se fiavam “medianamente” o poder dos astros e quatro não acreditam; os três que se reconheceram em boa medida no retrato alegaram crer medianamente. E o estudante que se identificou regularmente não acreditava. Em outros termos, das cinco pessoas que disseram não acreditar em astrologia, quatro acharam que o texto proposto as descrevia em grande medida. Portanto, não é o fato de crer nas pseudociências que ocasiona o efeito Barnum. Pensamos que uma descrição que parecesse ainda mais personalizada para o participante, que lhe fosse apresentada como feita a partir de seu mapa astral, em vez de expor características gerais de seu signo, teria provavelmente provocado resultados ainda mais convincentes.

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Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.