GESTÃO E CARREIRA

A ILUSÃO DO CEO BADALADO

Aceitar salário menor para trabalhar com um astro pode ser mau negócio.

A ilusão do CEO badalado

Embora o senso comum indique que a oferta de melhor remuneração é a justificativa decisiva para optar por um emprego, pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e da Universidade de Nova York descobriram que não é bem assim. Avaliando cerca de 700 propostas de trabalho a candidatos que cursaram MBAs de elite, seu estudo, publicado no jornal Sociological Science, descobriu que muitos graduados escolhem certos empregos não pelo maior salário, mais sim aqueles resultantes de networking que oferecem perspectivas futuras mais promissoras para desenvolver a carreira, mesmo que isso cobre um custo financeiro inicial. Em vez de utilizar canais formais, como o recrutamento a partir das universidades, esses candidatos utilizam sua rede de contatos sociais para tentar ingressar em empresas comandadas por famosos CEOs. Acreditam que assim podem absorver o conhecimento dos “ídolos”, além de tornar o emprego mais charmoso entre colegas no mercado de trabalho.

OK, mas isso funciona mesmo? Estudo feito por pesquisadores da Universidade de Notre Dame, por exemplo, alerta para as limitações dessa estratégia de carreira. Sua conclusão básica: ter um superstar como mentor ou protetor não significa necessariamente que a pessoa disponha das habilidades essenciais para o aprendizado, e isso pode gerar estresses na relação. Embora sua pesquisa tenha se concentrado em dados da National Football League (NFL) americana, os autores argumentam que suas constatações são úteis a qualquer profissão. Tomando como base resultados de carreiras de cerca de 1,3 mil técnicos e dirigentes da NFL entre 1980 e 2010, incluindo número de vitórias e campeonatos conquistados, a pesquisa avaliou o desempenho dos jogadores que tinham maior prestígio inicial junto a seus líderes, descobrindo que muitos não corresponderam a essas expectativas e acabaram se desgastando, indo para o banco de reservas ou sendo dispensados.

É a consequência do chamado “efeito halo” (de auréola), quando a avaliação do desempenho de alguém é distorcida por algum tipo de viés que acaba gerando conclusões equivocadas. Elaborado em 1920 por Edward Lee Thorndike, professor da Universidade de Columbia e um pioneiro da psicologia educacional, esse conceito permanece válido até hoje. Em empresas ocorre o mesmo fenômeno: ser protegido e promovido por um CEO badalado não é garantia de sucesso, pois seu desempenho depende essencialmente de sua qualificação para o cargo e, ao não corresponder às expectativas, sua carreira tende a estagnar em vez de avançar.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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