GESTÃO E CARREIRA

SUCESSO NAS VENDAS DIGITAIS

Além de ter uma boa presença digital, é preciso criar um ambiente de compra atrativo, fácil de entender e que seja conveniente ao consumidor. Da estabilidade técnica do e-commerce até a escolha do parceiro para realizar as entregas, entenda as 7 etapas que podem salvar ou afundar sua loja virtual.

Sucesso nas vendas digitais

A gigante da internet não nos deixa mentir: segundo um estudo encomendado pelo Google junto à empresa Forrester Reserch, as vendas na Internet no Brasil devem atingir a marca de R$ 84.7 bilhões até 2021. O valor é 47,5% maior do que os RS57bilhões projetados para 2018.

Entre os motivos estão o aumento da confiança em compras feitas pelo computador ou dispositivos móveis e também a possibilidade de comparar preços entre diversas lojas e com mais facilidade.

Nesse cenário todos ganham; consumidores que conseguem fazer compras por preços mais baratos e vendedores que enxergam um futuro ainda mais promissor. Mas não basta ter bom preço, é preciso seguir uma série de estratégias para ampliar as vendas.

1. ESCOLHA UMA BOA PLATAFORMA

Para quem está começando, saber escolher uma boa plataforma para montar a loja virtual é decisivo. É fundamental pesquisar entre outras opções do mercado a fim de encontrar o parceiro ideal para ajudá-lo na implementação, mesmo que por meio de plataformas pré-formatadas. Vários players grandes do mercado, como C&A, Coca-Cola e Nespresso, utilizam a plataforma VTEX. Para negócios que ainda estejam começando, recomendamos a Xtech, que pode ser mais adequada a esse momento. Alguns já utilizam a Loja Integrada também para esses casos”, indica o especialista em Marketing Digital e CEO da Performa web, Denis Casita.

 2. AVALIE O INVESTIMENTO NA PLATAFORMA

A plataforma Saas (Software as a service) ajuda muitas lojas virtuais atualmente a vender com sucesso dentro do planejamento. É preciso ter cuidado na escolha, pois existem modelos com um custo fixo mensal com porcentagem na venda e até de graça., mas os recursos disponíveis precisam suprir as necessidades da sua loja e permitir o crescimento dela para que as vendas cresçam.

Para o gerente de Marketing e E-commerce na Moccato e professor do curso de extensão E-commerce na prática, nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, Caio Mattos, a troca de plataforma é uma das atitudes mais penosas em uma operação de e-commerce, portanto, é importante ser criterioso na escolha.  “Recomenda-se comparar recursos, verificar reviews de quem já usou, além de calcular a relação entre custos e benefícios para entender qual plataforma se adequará ao negócio, já que existem muitas ofertas disponíveis, orienta Mattos.

3. INVISTA NA EXPERIÊNCIA

O e-commerce assim como em uma loja física, é necessário pensar em detalhes para facilitar a venda. Focos de luz bem posicionados podem valorizar a exposição dos produtos, bem como o posicionamento do caixa, influencia no fluxo e movimentação dentro de uma loja física.

Na loja on-line não é diferente: você precisa cuidar da experiência do usuário. “Existe uma estatística que diz que 40% dos usuários abandonam o site caso ele demore mais do que três segundos para carregar por exemplo”, comenta a planner e sócia, na Inventiva Comunicação e coordenadora do curso de extensão E-commerce na Prática nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, Francelle Jacobsen.

A especialista diz que cases mostram que as vendas podem ter crescimentos significativos a mudança cor dos botões de venda do site, a produção e a escolha das fotos dos produtos também ajudam: eles representam credibilidade, qualidade e conversão. A maioria dos visitantes de um e-commerce prefere observar os detalhes de uma boa foto com recursos de zoom, lupa e até imagem em 360graus”, detalha.

O Google entende que a experiência do usuário é tão importante que “valoriza os sites com as melhores experiências em seus posicionamentos de busca. Então, ter um design bem pensado e uma experiência do usuário eficaz são primordiais para o sucesso do negócio on-line.

4. TENHA UMA BOA LOGÍSTICA DE ENTREGA

O consumidor está cada vez mais exigente. Ele tem a expectativa de fazer uma compra no e-commerce receber o quanto antes e pagando pouco. “Uma das ofertas que costumam gerar mais conversões é o frete grátis”, destaca Denis Casita. Por isso, se a empresa não tem um bom sistema de entrega, pode acabar perdendo a venda pelo custo do frete.

Hoje, grande parte utiliza os Correios, mesmo com a série de problemas enfrentados pela empresa. Os funcionários entram em greve com alta frequência e, no fim do primeiro semestre, os Correios anunciaram a suspensão temporária do pacote básico de entregas. “O pacote ajudava as PMEs com valor mínimo de R$100, que podia variar por cliente. Agora, a exigência mínima gira perto de R$2 mil, que tem sido uma verdadeira pedra no sapato dos pequenos lojistas”, exemplifica Caio Mattos.

Somente com um volume maior é possível contratar um player mais eficaz, como grandes transportadoras ou algumas startups especializadas no mercado.

5. PREZE PELO PRAZO

Além do preço do frete, é preciso buscar parceiros que tenham boas opções de prazo de entrega. Isso pode ser decisivo na hora da compra. Ninguém quer esperar 30 dias úteis para receber um produto em casa.

Caio Mattos diz que o certo é escolher formas de envio com cuidado. “Ter mais de uma opção, como agendamento ou entrega expressa, com certeza, pode ajudar a sua loja a vender mais”, destaca.

Recomenda-se levantar os custos antes de acoplar qualquer serviço adicional. Deve-se entender se é uma oportunidade ou se é um custo que vai drenar o faturamento do seu negócio.

6. TENHA BOAS FORMAS DE RECEBIMENTO

Para expandir o seu negócio na Internet, tenha em mente que mais de um parceiro para receber pagamentos pode ser um plus na sua relação com o consumidor. São várias opções disponíveis no mercado hoje, então pesquise para saber quais se encaixam melhor a suas necessidades.

A PagSeguro, do UOL, não tem mensalidade fixa. É descontada uma taxa de R$0,40, além de uma fatia que varia de 3,99% a 4.99%, dependendo do tempo que se quer receber. Caso o cliente opte por fazer um parcelamento em até 12 vezes sem acréscimo, a loja virtual pagará uma taxa de 2.99% ao mês. A empresa oferece ainda 25 opções de meio de pagamento.

A plataforma Mercado Pago também não cobra mensalidade fixa. O lojista paga uma taxa de 4,99% por cada pagamento que receber. O Mercado Pago permite que a loja receba por meio de seis opções de bandeiras de cartão de crédito, além do boleto bancário.

Já o PayPal oferece a opção de receber o pagamento em até 24 horas. Para isso, o empresário paga uma taxa de 4,79%, além de um valor fixo de R$0,60 por transação. Caso queira esperar para receber 30 dias após a venda, a taxa cai para R$3.6%.

Outra opção é o Moip. A plataforma tem taxas mais salgadas se comparadas às citadas anteriormente. Cada transação com cartão de crédito rende a cobrança de uma taxa fixa de R$ 0,69, além do desconto de 5,49% do valor de venda. Esse percentual cai para 3,49%, caso o cliente opte por fazer débito on-line.

7. PLANEJE AÇÕES

Não tem como fugir de algo importante. Se você quer vender mais, aposte em uma boa estratégia de marketing digital. Mesmo com pouco investimento, é possível registrar bons resultados e, o melhor, é possível mensurar o retorno dessas ações. “Complementar a isso, recomendo um planejamento antecipado levando em conta as sazonalidades, como Dia das Mães, Black Friday e Natal. Além dos momentos de promoção que a empresa queira criar”, exemplifica Denis Casita.

Outro ponto importante é criar relacionamento com os clientes, entendendo seu comportamento de compras e oferecendo os produtos certos na hora certa. Algumas ações básicas de CRM, como um desconto ou vale no aniversário fazem toda a diferença.

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FISGANDO CLIENTES NAS REDE

 ATRAIA CLIENTE PARA O INÍCIO DO FUNIL DE VENDAS:

Use SEO de palavras-chave para ranquear artigos no Google, use propagandas no Google e redes sociais. Entre outras estratégias, esteja presente na vida do prospect e o faça descobrir que o serviço ou produto existe.

PROMOVA TROCAS COM O CLIENTE:

Quando um prospect começa a seguir a empresa na rede social, isso significa que ele entrou no funil. Promova pequenos engajamentos e mostre que ele precisa do produto. Na sequência, mostre números, resenhas positivas e também a reputação do produto na mídia.

 CRIE O SENSO DE URGÊNCIA:

Agora que o cliente está envolvido no funil de vendas, crie o senso de urgência: está na hora do desconto relâmpago, ou a falta de estoque entrar em ação. Crie um ambiente para que ele realize a compra.

AVALIE A COMPRA:

Uma vez que a venda foi feita e que o cliente começou a usar o produto, é preciso trabalhar para garantir que ele realmente teve a melhor experiência. Ele gostou? Funcionou? Como é possível melhorar? Ele recomendaria para um amigo? Foi possível surpreender o cliente e ir além das expectativas?

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.