OUTROS OLHARES

DESAFIOS DA ADOLESCÊNCIA

A passagem da vida infantil para a adulta não é fácil – e não só para os jovens, mas também para pais e educadores. Nos últimos anos essa fase se tornou mais longa e as mudanças sociais e culturais que determinam o processo de amadurecimento e a constituição subjetiva. O que antes era coletivo e tradicional se tornou nos últimos anos “patológico”, “problemático”.

Desafios da adolescência

Sabemos que o ser humano não nasce com um destino já estabelecido em seu genoma. Embora muita coisa esteja prevista geneticamente, a grande vantagem do homem sobre as outras espécies é sua capacidade de ser moldado pela relação com o outro, com a sua própria história e com a cultura. Desde o nascimento, ou até antes dele, o sujeito irá se constituir a partir daquilo que experimenta enquanto vivências reais, imaginárias e simbólicas. Um efeito dessa historicidade do desenvolvimento humano é percebido nas evidentes mudanças nas suas etapas ao longo dos últimos 300 anos, a ponto de podermos localizar a origem do conceito de infância no século 17 e a origem do da adolescência no século 20.

As transformações sociais, culturais e psicológicas têm alongado o tempo de passagem da infância à maturidade. Desse processo, emerge um sujeito meio criança, meio adulto, e demorou muito tempo para que a própria ciência passasse a reconhecê-lo. Adolescente, adolescência e adolescer. Mas em que consiste esta etapa da vida, pela qual passam todos os homens contemporâneos? A definição de adolescência é importante, pois existe muita confusão em relação a isso. A forma mais fácil de defini-la é tomar como referência a idade. A partir do referencial cronológico a Organização Mundial da Saúde (OMS) define adolescência como o período da vida que vai precisamente dos 10 anos até os 19 anos, 11 meses e 29 dias. Já o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) considera adolescente entre 12 e 18 anos podendo ir até 21 anos em casos especiais, quando os jovens cumprem medidas socioeducativas.

Nessa fase ocorrem pelo menos três fenômenos importantes do desenvolvimento humano: do ponto de vista biológico, a puberdade, com o amadurecimento sexual e reprodutor; do ponto de vista social, a passagem da infância para a vida adulta, com a assunção de papéis adultos e a autonomia em relação aos pais; e, do ponto de vista psicológico, a estruturação de uma identidade definitiva para a subjetividade.

PUBERDADE PRECOCE

Houve nos últimos anos uma mudança nos limites de idade que definem a adolescência, que antes começava aos 12 anos e terminava aos 18. Por que essas mudanças ocorreram? Estamos aqui diante de um dos fenômenos mais interessantes dos últimos 120 anos, que evidencia a historicidade dos períodos do desenvolvimento e da vida humana acima apontada, determinada por transformações sociais, psicológicas, culturais e biológicas.

Entre outras mudanças, vem ocorrendo uma antecipação do começo da puberdade. A menarca, como se define a primeira menstruação, no início do século 20 surgia por volta dos 15 anos. Atualmente acontece, em média, aos 12. Como geralmente a menarca é antecedida de três anos pelos primeiros sinais da adolescência, seu início pode ser aos 9 anos, em média. Essa antecipação se deve a vários fatores. Um deles é o aumento do peso corporal, que se deu em função das melhores condições de saúde e alimentação, mas também por um maior apelo para o amadurecimento sexual, determinado pelo imaginário veiculado nos meios de comunicação. Meninos e meninas fortemente submetidos a esse apelo, que atingem certa estatura e peso precocemente, têm a menarca ou a ejaculação mais cedo.

A própria existência da adolescência é bem marcada historicamente. Podemos dizer que ela é um fenômeno da contemporaneidade. Nas sociedades que não passaram pelas transformações que delineiam hoje o mundo ocidental, e mesmo nas sociedades atuais tradicionais, a passagem da infância para a vida adulta acontece de forma tranquila, amparada por rituais socialmente estabelecidos, fazendo com que esta mudança seja vivida de forma coletiva, ritualizada, tradicional. Além disso, é transmitida de uma geração a outra por séculos.

Nas sociedades ocidentais que se caracterizam pela globalização e pela emergência de modalidades complexas nos papéis sociais em função da sofisticação do trabalho e uma maior diversidade de subjetividades, ocorre, de um lado, um alargamento do tempo da formação profissional, que chega até os 25 anos e a antecipação do término da infância, por outro uma infinidade de possiblidades no devir sujeito. A adolescência, assim, torna-se um período ampliado. Nas sociedades modernas, o adolescer passou então a ser um processo vivenciado de forma individual, de acordo com os ideais de liberdade e singularidade reinantes. Assim, todas as dificuldades que envolvem a passagem da infância para a vida adulta terão de ser vividas pelo jovem solitariamente. Com as transformações físicas e psicológicas, o adolescente e quem compartilha de sua vida se veem mobilizados a criar formas de se estabelecer na vida adulta. Sem rituais, cada um vai viver esse processo de forma única, singular.

A necessidade de “ritualizar” a passagem passa então a ser considerada problemática, e isso torna-se “o” adolescer. Daí o importante conceito de “síndrome da adolescência normal”, dos psicanalistas Arminda Aberastury e Maurício Knobel. O que antes era coletivo e tradicional hoje é “patológico e problemático”. O que antes era marcado pelo amadurecimento biológico, e finalizado por um ritual de iniciação, hoje é vivido singularmente e de forma muito diversificada: é o primeiro beijo, a primeira transa, o piercing, a tatuagem, a viagem sem os pais e o trabalho. Dentre essas diversas formas de adolescer encontramos as mais problemáticas, as mais sofridas, e também as patológicas. Porém, a diferenciação entre o normal e o patológico é difícil, e promove-se muita estigmatização e patologização diante dos estranhos comportamentos dos jovens.

O conceito de “síndrome da adolescência normal” foi criado para evidenciar exatamente este aspecto: na passagem da infância para a vida adulta, mais do que um período de tempo, o sujeito terá de cumprir a tarefa de viver os lutos pela perda do corpo infantil, luto pelos pais idealizados da infância e situar-se subjetivamente como adulto. Aqui devemos ressaltar a presença da palavra “luto”, que revela a perda de algo muito valioso.  Essa perda é vivida com grande sofrimento, mas temos de criar meios de substituí-la por novas aquisições reais, imaginárias e simbólicas. Na adolescência temos duas grandes formas do sofrimento psíquico: melancolia e atuação impulsiva.

Ser do contra, ter manias com alimentos diferentes, vestir-se de forma estranha, cultuar ídolos, passar a gostar mais dos amigos que dos pais, conhecer novas religiões e até mesmo experimentar variadas formas de ser, inclusive na sexualidade, todas essas vivências são comportamentos que fazem parte do processo de experimentação para encontrar a forma nova do ego. Estar meio deprimido, chorar sem motivo aparente, ser alegre de forma exagerada, reivindicar atitudes inesperadas dos pais são parte dessa elaboração do luto. O processo também é vivenciado com angústia, depressão e agressividade.

É importante salientar que na contemporaneidade todas as passagens são problemáticas, pois os parâmetros históricos foram perdidos para todas as etapas do crescimento humano, por conta da complexidade do mundo ocidental contemporâneo. Assim, é difícil crescer, adolescer, ser adulto, assumir a paternidade, envelhecer e morrer. Mas o adolescer passou a ser o problemático, numa espécie de condensação dos problemas sobre os jovens.

O adolescer dos pais de hoje já é antigo e o novo adolescer lhes parece problemático, mais pela falta de identificação entre o processo de amadurecimento das diferentes gerações que propriamente porque estamos diante de uma “juventude perdida”. O que perdemos foram as semelhanças: outrora o adolescer era o mesmo durante séculos, além de ser totalmente ritualizado. Hoje, com a velocidade das mudanças, o adolescente de uma geração causa estranhamento e perplexidade para a anterior. Todos sofrem com isso. Os pais, principalmente, sentem-se desorientados e vivem o luto da perda do filho dócil, companheiro – e muito idealizado –, que agora os troca pela “balada com a turma” e não é mais o primeiro aluno da classe. Os jovens, por outro lado, ficam expostos a um excesso de crítica, são estigmatizados e, infelizmente, muitas vezes abandonados e incompreendidos.

O adolescer é um dos eventos cheios de emboscadas que temos de enfrentar na vida moderna. As crises relacionadas às transformações envolvem a todos. Pais, educadores e profissionais da saúde também fazem parte dela e frequentemente manifestam sintomas ao enfrentar a convivência com os jovens, revivendo suas próprias adolescências. O desamparo e a necessidade de criar os próprios rituais de passagem estão presentes em todos os períodos da vida humana, como no envelhecer, no aposentar-se e até mesmo no morrer. O homem contemporâneo está pagando, e caro, com solidão e angústia a troca dos rituais tradicionais pela liberdade e pela individualidade.

Algumas culturas ainda mantêm esses rituais, e penso que são muito acolhedores para muitos jovens e pais, como por exemplo, o bar mitzvah (para os meninos) ou bat mitzvah (para as meninas) entre os judeus.

Desafios da adolescência.2

NO BRASIL

Os problemas nessa fase da vida existem e não são poucos. O mais grave aspecto que envolve o adolescente brasileiro se refere à mortalidade por causas externas, entre as quais se destacam os óbitos violentos: homicídios, suicídios e acidentes, que atingem níveis alarmantes. Tudo se passa como se estivéssemos em guerra declarada. Hoje, na faixa etária que vai de zero a 20 anos, é entre os 15 e os 20 que se concentra a maior mortalidade. Há 30 anos, o grande desafio era reduzir a mortalidade infantil, ou seja, na faixa de zero a 1 ano de vida. De certa forma, essa batalha importante foi vencida. Houve um deslocamento do pico de mortalidade para a faixa etária entre 15 e 24 anos, bem como nos tipos de óbito, pois se antes a criança morria de desnutrição ou infecção, hoje os jovens es- tão morrendo por causas violentas. É esse o grande desafio de quem trabalha com adolescentes no Brasil na atualidade, principalmente em regiões de maior carência e violência.

O que estaria determinando esses números? Não pretendemos esclarecer de forma definitiva o assunto, até porque sobre ele não existe consenso, mas podemos fazer algumas observações a partir de certas experiências. Os jovens são vítimas e também agentes nesse cenário. Um aspecto evidente é que muitas dessas mortes são consequência do envolvimento com ações ilegais, até mesmo criminosas – jovens são mortos no enfrenta- mento entre grupos, por domínio e poder, ou no choque com a polícia. Muitas mortes de- correm de conflitos em bares ou bailes, onde a violência e as brigas terminam de forma trágica. Existe exagero quando se relaciona a violência à pobreza, embora essa associação seja em parte verdadeira. Estamos diante de um problema complexo, em que atuam muitos determinantes.

Um olhar mais cuidadoso para esta realidade encontra o que se chama de “comportamento de risco”, e a morte é o resultado de um processo que tem seus antecedentes ou sua história individual e única. Por isso, o estudo de caso é uma ferramenta muito valiosa, pois nos leva a conhecer as singularidades dos componentes deste cenário. Falhas da função materna e paterna somam-se à falta de acolhimento, de oportunidades, num cenário social de carências e falta de seriedade por parte do Estado, pois a grande maioria desses jovens está em regiões carentes das grandes cidades. Assim, a “crônica da morte anunciada” é evidente. Em geral ocorre algum problema na constituição familiar ligado à ausência do pai (é comum o adolescente ser filho de uma primeira ligação da mãe, e o novo parceiro dela não aceitar o jovem muito bem, podendo ocorrer hostilidade contra o rapaz). Alia-se a essa situação uma atitude superprotetora da mãe, que toma o filho como parceiro de suas desilusões, em geral submetendo-se aos caprichos de um jovem exigente. O quadro recorrente apresenta um jovem que, embora arrogante, não tem êxito nos estudos e no trabalho, e com frequência é analfabeto funcional (de certa forma, resultado de falhas no processo educacional).

Não se destaca em atividades esportivas e artísticas, ou não teve oportunidade de se descobrir competente em alguma delas, por falhas e faltas de uma educação mais consciente sobre o que é ser jovem. Em geral, a vida escolar torna-se algo sem valor. Não existe oportunidade para descobrir competências ou vocações desconhecidas. O comportamento agressivo manifesta-se diante de qualquer frustração. Encaminhado para algum atendimento psicológico, ou não se vinculou ou foi atendido de forma inadequada. Ao se ver mais livre, o jovem envolve-se em condutas ilegais, é capturado por apelos midiáticos e fundamentalistas. Está no “olho do furacão”, já que muito perto de se envolver com lideranças negativas ou com formas imaginárias de ter poder e conseguir realizar seus desejos através da violência.

Como interromper esse caminho é um desafio. Mas a experiência tem mostrado que políticas públicas intersetoriais são eficientes na medida em que se trabalha em parcerias, envolvendo todos os tipos de profissionais e a família. O ECA é uma referência para esse tipo de trabalho, porém existe um grande vazio na sua realização. Mas devemos principalmente atuar cedo e caso a caso. Jean-Jacques Rassial afirma que dois filmes tocaram pontos essenciais para o público jovem: Imensidão azul e Sociedade dos poetas mortos. Esses filmes tratam do gozo não sexual que é avizinhar-se com a morte.

Entre os filmes brasileiros essa realidade é retratada de forma muito adequada e sensível no filme Através da janela (2000, de Tata Amaral) que conta a história de um jovem e sua mãe em processo de luto e melancolia pela morte do pai e marido. Os dois se envolvem numa dinâmica incestuosa que, de um lado, alivia a dor decorrente da perda e, de outro, impele o jovem a um comportamento transgressivo, sem a interdição necessária da função paterna e com uma alienante conivência da mãe. No filme, o jovem acaba envolvido na criminalidade. Esse “outro” com poder de uma captura alienada sobre o jovem pode ser encarnado por muitos agentes.

O adolescer pode lançar os jovens a desafios de independência, de escolhas profissionais e da barreira do vestibular. É comum   encontrar uma saída para esse desafio numa gravidez precoce, que os recoloca no papel de cuidadores de bebês, escolhendo ser mãe, ou pai, o que funciona como uma solução inconsciente de retorno à condição infantil. Portanto, nem sempre a gravidez adolescente é indesejada. Pelo contrário, é uma saída, ou fuga, para o espaço doméstico como alternativa ao enfrentamento do árduo caminho para a vida adulta.

A adolescência pode ser muito traumática para um jovem que já tenha dado mostras de fragilidades egoicas. As transformações físicas e psicológicas vão resultar numa violenta fragmentação do ego. É por isso que na adolescência costumam ocorrer problemas de saúde mental importantes, tais como anorexia, esquizofrenia, pânico, depressão, (principalmente a depressão manifestada por sintomas agressivos), melancolia, auto e hetero- agressividade, todos tendo como desencadeantes dificuldades no processo de elaboração dos três lutos anteriormente vivido. Assim, alguns pais não conseguem mais enfrentar o desafio e as dificuldades que envolvem a tarefa de exercer a paternidade de um adolescente. Muitos se deprimem, se angustiam e usam o discurso dos perigos e dos riscos para impedir que o filho cresça, mantendo-o na posição infantil, a fim de garantir a posição de pais de uma eterna criança. É comum esse processo de domínio sobre o filho ser perpetrado com atitudes autoritárias, geradoras de grandes conflitos familiares.

Mas encontramos mais uma vez situações opostas: diante de um jovem caseiro, inibido e desinteressado pelas baladas, alguns pais se preocupam, pois entendem que algo não está normal. É interessante notar que diante de pais muito liberais e avançados, o processo do adolescimento vai se dar na direção oposta. Ser retraído é forma de o adolescente “ser do contra” ou diferente dos pais e encontrar sua própria subjetividade.

Desafios da adolescência.3

PROFISSÃO, ÍDOLOS E AMOR

A passagem da infância para a maturidade será concluída se o jovem encontrar um caminho na busca de um papel social, o que não é fácil num país de grande índice de desemprego. A escolha de uma carreira é muito importante nesse caminho, mas a organização dos vestibulares por carreiras antecipa e dificulta muito a escolha. Nem sempre as dificuldades com o vestibular decorrem de nível de conhecimento e de uma concorrência extrema. Podem ocorrer por uma total falta de decisão e de escolhas. Aos 18 anos, é algo que pode ser esperado. Se o jovem ainda nem sabe bem quem é, como pode escolher o que será profissionalmente?

Encontrar referências para seguir no processo de construção de uma identidade na adolescência implica busca de parâmetros fora dos modelos parentais. Os pais já estão incorporados à subjetividade, às vezes até demais, e agora é preciso certo afastamento dessas referências. Daí vem a necessidade que os adolescentes sentem de buscar seus ídolos e amigos. Nem sempre, porém, as referências existentes são adequadas.

Nesse momento de transição as companhias afetivas são fundamentais, e aqui destacamos as amizades, intensas, profundas e prazerosas. Não existe adolescência sem a turma ou a “galera”.

É sempre bom lembrar que muitas revoluções nas ciências e nas artes tiveram como protagonistas os jovens. O amadurecimento implica numa grande potência intelectual e criativa, que podem se perder no labirinto de imagens e propostas nas redes sociais contemporâneas.

A grande descoberta da adolescência é a do amor, que vai ser um importantíssimo sinal de qualidade na construção da subjetividade. Ter a capacidade de investir uma pessoa como um verdadeiro parceiro no amor vai marcar definitivamente o fim das escolhas edípicas (com a dissolução do complexo de Édipo), posicionando o jovem no caminho definitivo da maturidade. Os adolescentes são sensíveis, disponíveis e ávidos para viver o namoro, e há exagero quando se fala de promiscuidade amorosa entre eles, pois muitos buscam viver uma grande paixão. Aqui encontramos, talvez, a essência e a beleza de todo o processo do adolescimento.

Novamente surgem emboscadas, pois diante da angústia desencadeada pelas perdas e transformações, a relação amorosa pode ser vivida com sentimentos de domínio, simbiose, dependência, representando um deslocamento de modalidades relacionais problemáticas da infância. Grandes sofrimentos, ou mesmo suicídios, decorrem de frustrações nas relações amorosas.

O amor na adolescência inspira romancistas, poetas, músicos e cineastas, muitas vezes com ênfase em seus aspectos apaixonados, violentos e trágicos. Mas com a psicanálise constatamos que, desde a infância, é a partir dos cuidados e do amor do outro que se constitui o corpo e, depois, o ego infantil. Em outras palavras, é do olhar impregnado de amor do outro que o ego infantil tira sua força para se constituir e ter seu lugar na cultura. Na adolescência mudam os protagonistas, o espelho constitutivo agora é o outro do sexo e das relações na turma. O corpo e o ego revivem a experiência de não integração e da ressignificação e é novamente no encontro com o olhar de um parceiro, na amizade, no amor e na transferência terapêutica que o sujeito vai se reapropriar de sua nova identidade.

WAGNER RANÑA – é pediatra e psicanalista, mestre em psiquiatra infanto juvenil, membro do Departamento de Psicanálise da Criança do Instituto Sedes Sapientiae, onde é professor do curso de Psicossomática Psicanalítica.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

Blog O Cristão Pentecostal

"Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertam-se! Convertam-se dos seus maus caminhos!" Ezequiel 33:11b

Agayana

Tek ve Yek

Envision Eden

All Things Are Possible Within The Light Of Love

4000 Wu Otto

Drink the fuel!

Ms. C. Loves

If music be the food of love, play on✨

troca de óleo automotivo do mané

Venda e prestação de serviço automotivo

darkblack78

Siyah neden gökkuşağında olmak istesin ki gece tamamıyla ona aittken 💫

Babysitting all right

Serviço babysitting todos os dias, também serviços com outras componentes educacionais complementares em diversas disciplinas.

M.A aka Hellion's BookNook

Interviews, reviews, marketing for writers and artists across the globe

Gaveta de notas

Guardando idéias, pensamentos e opiniões...

Isabela Lima Escreve.

Reflexões sobre psicoterapia e sobre a vida!

Roopkathaa

high on stories

La otra luna de Picasso

El arte es la esencia de la espiritualidad humana.

%d blogueiros gostam disto: