PSICOLOGIA ANALÍTICA

UMA FILOSOFIA DA SAÚDE

A psicossomática não é uma terapêutica alternativa, mas um desenvolvimento da medicina Tradicional. Seguindo critérios científicos, procura restabelecer a unidade possível entre pensamento e matéria.

Uma filosofia da saúde

Psicossomática, um termo infeliz. O destino incerto da disciplina depende muito dessa designação excessivamente vaga e, em muitos sentidos, contraditória. Vaga porque se presta a interpretações equivocadas, até mesmo entre especialistas, que se esforçam para encontrar uma definição unitária e consensual. Contraditória porque separa aquilo que deveria unir, conservando os dois conceitos de “psiquê” e de “soma” desvinculados.

Outra confusão deriva do fato deque, a partir do início do século XX, os médicos começaram a definir como “psicossomáticos” os distúrbios físicos não passíveis de verificação orgânica e aparentemente causados por origens psicológicas. Não raro, o diagnóstico trazia algum desdém, a doença psicossomática era não só percebida como menos digna que as doenças “verdadeiras”, mas também frequentemente relegada à condição de doença imaginária. por fim, nos últimos tempos, o termo tem coincidido com uma atitude de oposição à medicina oficial e seu aparato tecnológico excessivo, com uma abertura generalizada às medicinas alternativas.

Então, no que consiste atualmente a psicossomática? Certamente é uma disciplina que conserva o seu objetivo originário, ou seja, a reintegração entre res cogitans e res extensa, entre pensamento e matéria, entre mente e corpo. Tal divisão, estabelecida por Descartes no século XVII, influenciou profundamente o pensamento ocidental, abrindo caminho à tendência mecanicista (ainda na base da medicina moderna), favorecendo o desenvolvimento tecnológico em níveis cada vez mais elevados de especialização.

Mas restabelecer a unidade não significa retomar aos tempos de Hipócrates e à sua teoria dos rumores. Em muito menos distanciar-se de tudo o que a medicina descobriu e demonstrou nesses anos, ainda que de uma perspectiva puramente orgânica.

“A medicina psicossomática não é um retorno ao passado, muito menos uma variante da medicina alternativa: pelo contrário, é uma evolução da medicina tradicional, a única possível”, explica Giovanni Fava, professor titular de psicologia clínica da Universidade de Bolonha e diretor da revista Psychotherapy and Psychossomatics, “Hoje se sabe que cada doença apresenta uma origem multifatorial e resulta da interação de inúmeros fatores.

O paradigma de referência é o modelo biopsicossocial de George Engel, segundo o qual a patologia é resultado de fatores biológicos, genéticos, endocrinológicos, imunológicos, psicológicos, sociais e relacionais. Assim, não tem mais sentido o conceito de “doença psicossomática”: agora sabemos que doenças originariamente consideradas como psicossomáticas não o são, e que outras tidas como não psicossomáticas, em alguns indivíduos de fato são. “Na verdade, todos os distúrbios devem ser considerados psicossomáticos, já que, uma doença é sempre acompanhada de sofrimento psicológico,” acrescenta Giancarlo Trombini, um docente de psicologia clínica da Universidade de Bolonha e primeiro titular de uma cátedra italiana de medicina psicossomática. Paradoxalmente, é o próprio estado da doença que restitui o sentido da unidade entre mente e corpo, já que não há doença em que não entrem em jogo – como causa, co- causa ou consequência –  fatores emocionais e psíquicos.

Mas, com tamanhas ambições, não se corre o risco de perpetuar a nebulosidade da disciplina? De fato, há o perigo, e a confusão acerca do assunto o demonstra. É por isso que os psicossomáticos italianos consideram positiva a decisão de promover a psicossomática a uma especialidade universitária nos Estados Unidos, onde foi introduzida como subdisciplina da psiquiatria em 2003, com a tarefa de enfrentar tudo o que diz respeito aos componentes psicológicos das doenças: de estilos de vida arriscados” a consequências emotivas de doenças como infarto, tumores ou aids.

“Trata-se de uma visão da psicossomática muito influenciada pela psiquiatria, que se afasta do modelo biopsicossocial adotado na Europa e na Itália, adverte Luigi Grassi, docente de psiquiatria na Universidade de Ferrara. Mas pode ter o mérito de normatizar a formação em psicossomática, reduzindo as ambiguidades e as más interpretações dessa palavra. “Se a especialidade for também introduzida na Itália, há o perigo de que a psicossomática seja identificada com a psiquiatria clínica, que é o setor que se ocupa da prevenção, do diagnóstico e do tratamento de doenças psiquiátricas em pacientes que se dirigem ao médico. “Deve-se fazer uma distinção”, ressalta Fava. “A psiquiatria clínica tem como âmbito de ação os departamentos de medicina e cirurgia e enfoca essencialmente a comorbidade entre doença médica e distúrbio psiquiátrico. Porém a psicossomática é multidisciplinar e tem como objetivo a integração dos conhecimentos.

ABORDAGEM GLOBAL

Em suma, a psicossomática hoje quer dizer pelo menos duas coisas. Antes de tudo, é uma filosofia, uma abordagem do doente em sentido global, que deveria ser regra de todo médico. ‘Mas há também uma conotação especializada, sublinha Fava. “O médico psicossomático adquire competências interdisciplinares específicas caracterizadas pela atenção aos fatores psicossociais. Isso inclui algumas disciplinas emergentes, por exemplo, a psiquiatria clínica, mas também a psicooncologia e a psiconeuroendocrinologia, que estão dando passos gigantescos na compreensão da relação entre emoções e doenças.”

Segundo os conhecimentos atuais, os caminhos que permitem a passagem entre emoção e mudanças físicas partem principalmente da região límbica que está conectada ao hipotálamo e à hipófise.  Os sistemas envolvidos, verdadeiros e autênticos canais entre mente e corpo, são quatro, muscular-esquelético, neurovegetativo, psiconeuroendócrino e imunológico.

“Hoje temos muitos instrumentos de pesquisa, que nos permitem mostrar o que efetivamente acontece no organismo”, explica Massimo Biondi, diretor do Departamento de Ciências Psiquiátricas e Medicina Psicológica da Universidade La Sapienza, de Roma. “Em suma, a psicossomática moderna se fundamenta em demonstrações e explicações partilhadas, relatadas na imprensa científica internacional. Não basta dizer ‘o stress provoca resfriado’ ou ‘quem é muito agressivo corre risco de infarto. É necessário provar isso, com resultados reproduzíveis, e expor as bases biológicas e química “

 NÃO APENAS HIPÓTESES

Na prática, a pesquisa em psicossomática, hoje, se move sobre os trilhos da pesquisa científica, não se limitando, mais a hipóteses interpretativas de matriz psicanalítica, que caracterizaram seu começo. As correspondências específicas entre conflito e doença, ou entre personalidade e doença, são atualmente teorias abandonadas. “Continuam válidos somente alguns conceitos, como a relação entre o comportamento de tipo A – hostil, irritável, competitivo –  e a doença coronária, cuja hipótese foi lançada pelo cardiologista Meyer Friedman e confirmada por várias pesquisas, embora também questionada por outras”, observa Marco Rigatelli, diretor da unidade operacional de psiquiatria do Policlínico de Modena. “Outro conceito antigo que sobrevive, apesar de formulado já há alguns anos, é o que a escola francesa de Pierre Marty chamou de “pensamento operatório” e a escola americana de Peter Sifneos, de “alexitimia” ao paciente que tende a somatizar, a comunicar um transtorno psicológico sob a forma de distúrbios somáticos, tem uma grave dificuldade de exprimir os próprios sentimentos, não sabe elaborar adequadamente as emoções.”

Diversos escudos recentes indicaram a presença de alexitimia em cerca de um terço dos pacientes afetados por doenças orgânicas crônicas. “Diante de uma experiência estressante, o alexitimico desenvolve uma reação somática em vez de emotiva por uma espécie de curto-circuito”, explica Constanzo Gala, psiquiatra da Universidade de Milão. “Na prática, é incapaz de elaborar as experiências emotivas em pensamento e as traduz em manifestações físicas”.

A somatização é um fenômeno bastante disseminado, calcula-se que, entre 30% e 50% dos casos de pessoas que procuram atendimento médico, a causa orgânica da doença não é identificada. Confrontando tais condições (que vão do cólon irritável à nevrose cardíaca, da fibromialgia à síndrome da fadiga crônica, muitas vezes o médico se limita ao exame físico, algum teste de laboratório e um diagnóstico de “distúrbio funcional’, para depois mandar o paciente para casa sem tomar qualquer providência.

Uma pesquisa recente em endocrinologia revelou a discrepância entre o que é percebido pelo médico e o que é percebido pelo doente, ressalta Giovanni Fava. “Frequentemente o doente ouve coisas do tipo ‘o senhor não tem nada’ ou ‘fique tranquilo, está tudo bem’, quando na verdade está mal. Normalmente essas pessoas acabam por recorrer à medicina alternativa.”

QUANDO A VIDA FAZ MAL

A medicina psicossomática gostaria de preencher a lacuna, fornecendo respostas até mesmo nessas situações. Um impulso importante à pesquisa vem dos estudos sobre stress e sobre a relação entre stress e doenças, com base nos quais se desenvolveu ampla documentação científica. Pesquisas mais recentes colocaram em evidência o papel de eventos precoces da vida na geração de suscetibilidade a doenças específicas, a separação prematura da mãe, por exemplo, ativa o sistema hipotálamo-supra-renal e aumenta a secreção de prolactina, tornando o organismo mais vulnerável, inclusive em épocas muito tardias. Os abusos sexuais são frequentemente associados a dores crônicas e a síndrome do cólon irritável ao passo que uma história de maus-tratos predispõe a diversos comportamentos de risco, além de outras doenças,

Outros estudos demonstraram que eventos muito estressantes (morte de um parente, mudança de trabalho ou de casa) influenciam o sistema neuroendócrino e imunológico de várias maneiras, contribuindo para desencadear doenças endócrinas, cardiovasculares, respiratórias, gastrintestinais, imunológicas, de pele e tumorais. Além dos eventos singulares, analisou-se também o papel de condições estressantes crônicas (por exemplo, insatisfação profissional ou indisposições de natureza afetiva).

A concomitância de distúrbios físicos e psicológicos é objeto de uma vasta área de pesquisa: no caso das doenças médicas crônicas (tais como doenças vasculares, tumores, aids), um em cada quatro pacientes apresenta simultaneamente um distúrbio psiquiátrico, geralmente de natureza depressiva, que piora a qualidade de vida e às vezes reduz a sobrevida do paciente. Por outro lado, pode ainda comprometer sua disponibilidade para seguir com as terapias, induzindo ao suicídio por deliberada omissão terapêutica: o diabético que para de tomar insulina, o doente com insuficiência renal que interrompe a hemodiálise, o infartado que retoma a um trabalho demasiadamente estressante.

“Em geral se pensa que a depressão é consequência óbvia de doenças particularmente graves, observa Rigatelli. ”Pelo contrário, em três de cada quatro pacientes não há depressão, ou seja, é frequente, mas não inevitável. Por isso, é importante estudar os fatores que favorecem a depressão, assim como aprender a reconhecê-la e tratá-la a tempo”. A propósito, uma das associações mais estudadas é entre depressão e infarto cardíaco. Um número considerável de pesquisas confirmam que a queda do humor aumenta a possibilidade de adoecer e também de morrer por problemas cardiovasculares, tanto que hoje a depressão é considerada um fator de risco independente para as coronariopatias.

A associação entre depressão e tumor é outro campo bastante estudado na psicopatologia. “Antigamente se pensava até que houvesse uma personalidade propensa ao tumor’, recorda Luigi Grassi. “Dizia-se que quem é passivo, desmoralizado, desistente apresentava mais risco de câncer. Hoje essa ideia mudou bastante. O que piora o prognóstico não é a personalidade, mas um distúrbio que pode ser curado de forma eficaz.

A depressão, responde bem a psicoterapias interpessoais e de grupo. Por sua vez, a psicoterapia cognitivo-comportamental é mais indicada no caso de ansiedade antecipatória e dor, distúrbios também frequentes em caso tumoral. Além disso, está provada a eficácia das intervenções psicoeducacionais, por meio das quais se ensinam aos doentes os elementos essenciais para gerir o stress ligado à doença.

Dessa forma, abre-se uma nova era para a psicossomática. Porém como resistir à setorialização cada vez mais exacerbada da medicina, que sem dúvida se move em direção oposta. “Estamos bastante empenhados na área de formação, por meio da qual procuramos ensinar os princípios da psicossomática e as técnicas de comunicação a todos os funcionários da saúde”, explica Grassi. “Mas muitos doentes ainda refutam a figura do psicólogo ou do psiquiatra, associando-a a doenças mentais mais graves: assim não é fácil fazer com que os transtornos emocionais venham à tona.” Trombini destaca a importância de equipes multidisciplinares’: Não se pode esperar que uma só pessoa seja capaz de curar qualquer distúrbio em todos os níveis, haja vista a quantidade de conhecimentos necessários. Mais realista e útil é pensar em desenvolver grupos de trabalho cujos membros tenham, tanto sensibilidade à psicossomática quanto competências específicas. É uma abordagem que parece trazer resultados positivos, sobretudo quando se trata de crianças e quando se torna necessária uma intervenção preventiva na família”. 

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AS PSICOSSOMÁTICAS

Quando se fala das relações entre o psiquismo e o organismo, é essencial delimitar-se que existem a psicossomática da medicina, a da psicologia e a da psicanálise. Embora possa haver traços, distantes, de parentesco entre as três, elas constituem recortes radicalmente diferentes, modos incompatíveis entre si de vislumbrar e pensar as relações entre os processos psíquicos e o organismo.

A psicossomática médica é o receptáculo dos restos incompreendidos da medicina. Segundo os manuais de diagnóstico psiquiátrico, tem um “componente psicossomático” a doença que não comporta uma explicação científica reconhecida. Podem ter uma “vertente” psíquica os sintomas não justificados por evidências orgânicas ou exames laboratoriais. O emaranhado celular, como sede causal das doenças, não está jamais excluído. Esse raciocínio pressupõe que, com o avanço da pesquisa, reduz-se a participação do psiquismo – como estrutura abstrata e destacada da anatomia – na gênese das doenças.

Assim, configura-se o equívoco que apaga a distinção entre causa e mecanismo. Pois para o médico, um aumento da frequência cardíaca é causado pela produção de adrenalina. Esta, na verdade, não passa do mecanismo que leva à taquicardia. A verdadeira causa estará na esfera psíquica: um drama existencial, uma dificuldade, uma situação de medo. Portanto, o uso de medicações no tratamento de sintomas ou quadros clínicos diagnosticados pelo psiquiatra se restringe a uma intervenção, no mais das vetes prediria, nos mecanismos bioquímicos. Se interferimos nos processos celulares, nosso tratamento se limita a um controle do quadro clínico. As causas, e portanto, a cura, ficam num segundo plano.

A psicologia insere-se no mesmo terreno epistemológico que a medicina. Ambas são herdeiras da cisão entre corpo e mente estabelecida por Descartes. Mas, a verdadeira divisão está entre corpo e organismo. O primeiro, entendido como conjunto de representações, unidade constituída por uma associação entre símbolos e imagens construída na primeira infância e imutável ao longo da vida. O segundo refere-se ao objeto da anatomia, à conectude dos órgãos, à intimidade descrita pela medicina.

As ciências da natureza desvendam o como, mas desejamos saber o porquê. A medicina criará sempre novos recursos para neutralizar ou reverter os distúrbios do organismo. Mas para o sujeito que sofre restará sempre a busca dos significados, dos sentidos que escapam, de uma outra cura.

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PSICOSSOMATICA TEM 50 ANOS NO BRASIL

Há pelo menos meio século, médicos e profissionais da saúde em geral trabalham com a psicossomática no país. Os estudos começaram em São Paulo e depois ganharam alcance nacional. Em setembro, a ABMP (Associação Brasileira de Medicina Psicossomática) comemorou 40 anos de fundação, com 20 regionais estaduais que oferecem cursos de formação em todo o país.

Na psicossomática, é famosa a expressão que diz que o profissional de saúde “não olha só o exame, mas o paciente nem olha a doença, mas o doente”. Mas os profissionais fazem questão de ressaltar a psicossomática não é uma disciplina das faculdades de medicina, muito menos uma especialidade médica, como a pediatria., a oftalmologia ou a cardiologia.

“Não é, nunca foi e jamais será”, afirma o médico, professor de psiquiatria e conselheiro do CFM (Conselho Federal de Medicina) Luiz Salvador de Miranda Sá Júnior.  A frase de efeito, aparentemente dura, é uma defesa da psicossomática. “Deve estar presente em todas as especialidades, porque é uma forma de vero paciente e a saúde com enfoques holísticos que não separam a mente do corpo”‘, explica.

O professor compara a psicossomática à ética. “Independentemente da especialidade, o médico deve “ser ético”, diz ele. “Superamos o dualismo cartesiano, que separava corpo e mente. Penso que a tendência da medicina é ser psicossomática e social.”‘

Para Maria Rosa Spinelli, presidente da ABMP-SP (Regional do Estado de São Paulo da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática), é crucial que a psicossomática não seja enquadrada. “Não é possível falar de uma especialidade em psicossomática. É uma abordagem que todo profissional da saúde deve ter”, diz Spinelli, que é psicóloga. “O que temos são cursos de formação para profissionais interessados. Eles são especialistas em suas áreas e aprofundam uma abordagem global dos pacientes.”

Segundo a presidente e o conselheiro, a abordagem psicossomática, e as principais faculdades de medicina do país oferecem em seus currículos tópicos específicos.  A psiquiatria é a especialidade psicossomática por excelência, mas a ginecologia e obstetrícia, a oncologia, a neurologia e a gastroenterologia também têm avançado nessa abordagem.

Entre os filiados à associação de psicossomática, entre professores e alunos dos cursos de formação, há médicos, psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, farmacêuticos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, professores de educação física; bioquímicos e até físicos, assistentes sociais e administradores.

De acordo com Spineli, mais da metade dos associados têm mestrado ou doutorado em suas áreas de atuação, e a medicina psicossomática obedece aos padrões científicos de pesquisa e de procedimento definidos pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pelo CFM.

A própria OMS, segundo a psicóloga, tem um entendimento bastante psicossomático para saúde. A antiga definição de “ausência de doenças” foi substituída pelo conceito que, em linhas gerais, pode ser traduzido como o equilíbrio físico, mental, espiritual e social.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.