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COMO LIDAR COM A EXIGÊNCIA DAS ESCOLHAS?

No mundo moderno é cada vez mais intensa a cobrança de uma atitude, ou seja, todos precisam optar por um lado: o partido político, a ideologia, a cor preferida, a orientação sexual e por aí vai.

Como lidar com a exigência das escolhas

Os últimos acontecimentos do país têm gerado uma cobrança de uma atitude cidadã em que todos precisam definir um lado da moeda, o partido político, uma ideologia, a cor preferida, a orientação sexual definida etc. Como isso influencia na perda do equilíbrio emocional?

Para começar, uma pergunta: “Existe equilíbrio emocional?” Já vimos algum bebe nascer sorrindo? A entrada no mundo para nós, seres humanos já é a porta de entrada para a angústia. Um afeto ou o único que não engana não se explica, não se nomeia, não tem um objeto. É o caos. Em sua etimologia, angústia tem sua origem do latim, angustus, estreiteza, limite de espaço ou de tempo. Ansiedade ou aflição intensa; ânsia, agonia. Daí a expressão: “aperto no peito”.

Em seu livro O Conceito de Angústia, Kierkegaard defende que a diferença entre o medo e a angustia é que no medo existe um objeto definido, concreto, e ao identificarmos tal objeto é possível evitá-lo e controlar o medo. Ao contrário da angústia, que não temos clareza, certeza do objeto que a provoca, faz com que o estado de angústia permaneça em nós.

DOIS LADOS DA ANGÚSTIA

Daí, podemos afirmar que a angustia é e sempre será consequência da nossa existência humana. Mas também o motor de nossos desejos de eterna busca da felicidade. Para sempre incompleta. A angústia não é nossa condenação, é nossa condição de existir.

Imagina se existisse somente uma única cor, um único sabor, uma única forma de prazer, um único trabalho, uma única mulher, um único homem, que o fizesse se apaixonar por toda sua vida. Ou, mesmo existindo várias cores, vários sabores, várias formas de prazer, tudo que há no mundo, você seria predeterminado, direcionado a somente uma entre todas as possibilidades. E nada mais chamaria sua atenção. O que você perderia? E o que você ganharia?

Talvez você esteja pensando: seria enfadonho, monótono, previsível demais. Mas, convenhamos, por outro lado, muito reconfortante. Seria quietude. Seria a ausência da angústia que nos marca como humanos. Mas por que a angústia nos caracteriza como seres humanos? Porque, o homem sabe que sabe, por isso se angustia, e o animal, por não saber que sabe, apenas cumpre o que é da sua natureza.

Luc Ferry aponta que o que difere o homem dos animais é a liberdade.

O animal age por seu instinto natural, inato a toda espécie, “uma espécie de software do qual nunca pode desviar­ se”. E, por isso, está fadado à repetição, privado da liberdade de escolha. É o que é, por natureza. “‘O homem, ao contrário, vai se definir ao mesmo tempo por sua liberdade, não obedece a programas definidos, não é predeterminado. Ferry cita o texto abaixo de Rousseau como exemplificação magnífica dessa ideia:

Em cada animal não vejo senão uma máquina engenhosa, à qual a natureza ofereceu sentidos para recompor-se por si mesma, e para defender-se, até certo ponto, de tudo o que tende a destruí-la ou estragá-la. Percebo exatamente as mesmas coisas na máquina humana, com a diferença de que a natureza faz tudo nas ações do animal, enquanto o homem concorre para as suas, na qualidade de agente livre. Um escolhe ou rejeita por instinto, e o outro por um ato de liberdade: o que faz com que o animal não se afaste da regra que lhe é prescrita, mesmo quando lhe fosse vantajoso fazê-lo, e que o homem se afaste frequentemente dela em seu prejuízo. Assim é que o pombo morreria de fome perto de uma vasilha repleta das melhores carnes, e um gato, diante de uma porção de frutos ou de grãos, embora tanto um quanto o outro pudesse perfeitamente se nutrir com o alimento que desdenha, se ousasse experimentá-lo. É assim que os homens dissolutos se entregam a excessos que lhes provocam febre e morte porque o espírito deprava os sentidos, e a vontade fala, ainda quando a natureza se cala. Mas, mesmo que as dificuldades que cercam todas essas questões permitissem a discussão sobre essa diferença entre o homem e o animal, há outra qualidade muito específica que os distingue, e sobre o qual não pode haver contestação:  é a faculdade de se aperfeiçoar, faculdade que, com a ajuda de circunstâncias, desenvolve sucessivamente todas as outras e reside em nós, tanto na espécie quanto no indivíduo. Enquanto um animal é, ao fim de alguns meses, o que será durante toda a sua vida, e sua espécie, ao fim de mil anos, o que era no primeiro desses mil anos.  Por que o homem está sujeito a ser imbecil? Não é absolutamente porque retorna assim a seu estado primitivo, e o animal, que nada adquiriu e nada tem a perder, permanece sempre com seu instinto, e o homem, perdendo com a velhice e outros acidentes tudo o que a perfectibilidade lhe havia feito adquirir, torna a cair mais baixo do que o próprio animal?

 BICHO É BICHO

Amparo Caridade diz:  Na passagem do animal ao homem é a linguagem que faz a mediação e elucida a característica humana do desejo de ser desejado. É a linguagem que possibilita o anúncio e o reconhecimento desse desejo pelo outro. Dizer desse desejo ao outro e saber se dele desejado é o próprio gozo. Isso é tarefa da linguagem. É porque somos animais falantes, pensantes, imaginativos, que transformamos a linearidade do estabelecido”.

Podemos então caracterizar o homem como o único animal:

Que cria, que constrói história, que modifica a própria história, que tem liberdade, que escolhe, que tem angustia que se arrepende, que, por não poder voltar o tempo para refazer suas escolhas, rumina seu passado, para na vida. Que tem medo do futuro, ansiedade por não poder controlá-lo. Que arrisca prever seu futuro, que concretiza ou ultrapassa suas previsões. Que tem linguagem, que não entende o que o outro faz, mesmo escutando e falando a mesma língua. Que é perfectível, que se aperfeiçoa, que inventa, que constrói casas, que reforma casas, que guarda as suas primeiras invenções em museus. Tem censura, esconde o corpo, cria moda, compra vários sapatos para somente dois pés. Condena o sexo e faz sexo escondido, mas vende sexo explícito. Somente o homem fala dos outros pelas costas, inventa, conta mentira, sabe o que lhe faz bem e escolhe o que lhe faz mal. Sabe amar e também odiar, o único animal que planeja meticulosamente uma tortura, cria objetos para sua execução e escolhe quem torturar. É falante, nasce na França, fala francês, mas pode aprender mandarim. Nasce rico e pode se tornar pobre. Nasce pobre e pode se tornar rico. Cria leis e é julgado por seus atos. É constituído por extremos: coragem e medo, fraqueza e força, prazer e dor. Nomeia as virtudes e os vícios. Nasce dependente e precisa ser cuidadoso para sobreviver. Torna-se humano a partir das relações com o outro, através da educação, da linguagem, da cultura e do afeto. Pelas relações, torna-se um ser social, aparado pelo afeto. Pelas relações, legitima a importância do outro na vida. Pelas relações, conhece os prazeres e as dores. Entre o sofrimento e a alegria, elege a felicidade como significado para sua existência. Ilusoriamente, acredita e procura a felicidade permanente.

Buscamos a felicidade, principalmente no amor, a realização do desejo de amar e sermos amados como a alternativa de negarmos a nossa condição de ser só.

COMPLETUDE

O diálogo de Platão O Banquete retrata a explicação da eterna busca pela completude ainda tão almejada por todos nós. Aristófanes relata que, no início, os seres eram duplos e esféricos, tinham duas cabeças, quatro pernas e quatro braços, os órgãos genitais eram três: um possuía duas metades masculinas; o segundo, duas metades femininas e o terceiro, andrógeno, metade masculina e feminina. Tinham como características bravura e força excepcionais, que os levaram a escalar o céu com a intenção de desafiar os deuses, mas Zeus cortou-os ao meio como punição e enfraquecimento de suas forças. Acabava a completude, a unidade, a felicidade. Esse mito explica o anseio do homem por uma totalidade do ser a partir da busca incessante de sua outra metade. O mito de Aristófanes nos salvaria da solidão, nos resgatando ao estado de inteireza, de totalidade através da união perfeita. A vitória de sermos felizes para sempre.

Sponville, comentando esse mito: “A partir de então cada um é obrigado a buscar a sua outra metade, como se diz, e é uma expressão que devemos tomar ao pé da letra: outrora,” formávamos um todo, completo ( ..) , outrora éramos um”; mas eis-nos “separados de nós mesmos” não parando de buscar aquele todo que éramos. Essa busca, esse desejo e o que chamamos de amor, e, quando satisfeito, é a condição da felicidade. De fato, somente o amor recompõe a antiga natureza, ao se esforçar por fundir dois seres num só e curar a natureza humana. (p. 248).

Ainda em O Banquete, de Platão, Sócrates, em contrapartida como mito de Aristófanes através de Diotima, diz, em relação ao amor! que o amor não é completude, mas incompletude, não é fusão, mas busca. O amor é desejo e desejo é falta. O que não temos, o que não somos, o que nos falta, eis os objetos do desejo e do amor (p. 253).

E se sempre nos falta alguma coisa é porque somos incompletos. A partir dessa constatação de sermos só, podemos considerar que a angústia faz parte da existência humana.

É angustiante nascer e mais angustiante a constatação da morte. Somos seres afetivos e mortais. E a morte não tem uma lógica, uma sequência, uma “fila” com ordem certa.

A finitude é a única garantia da vida. Como conciliar o desejo de vida, por nós e por todos que amamos, diante da soberania da morte? Ao conhecermos o amor, o afeto, o desejo, automaticamente nos deparamos com o medo e com a angústia. Quanto mais amor, mais medo de perder. Somente por isso a felicidade perde a possibilidade de ser garantida. Mas também por isso a vida se revela como mistério. Uma aventura. A morte, que é tão temida, dá ainda mais sentido à vida. A incerteza que nos angustia é a mesma que nos impulsiona a viver. Uma provocação à nossa liberdade para driblarmos e irmos mais além do que somos.

Fantasticamente, vamos atrás daquilo que sabemos que nunca vamos encontrar movidos pela liberdade de ser.

Negar a angústia é negar nossa condição de seres temporais. Negar o tempo é querer parar seu impulso destruidor, parando também seu impulso criador. Isso é desejar a eternidade, mas a eternidade do presente. Um presente em que desaparece à perspectiva do ‘porvir’ e à memória do que ‘somos’ no passado de nossa história. Afinal, existir é coexistir com o passar do tempo, mesmo que isso signifique correr um risco constante. Ou coexistir com uma angústia que nunca cessa (Araújo, 2000, p. 171). Diante da compreensão da angústia não como uma patologia, mas inerente à nossa existência, é mera ilusão buscar a felicidade negando essa verdade do existir humano.

O exercício da liberdade é individual, escolher fazer da vida não um por acaso, mas um por querer. Escolhas movidas pelo desejo de sairmos do banco de passageiro e assumirmos o de motorista, tendo a angústia assentada ao lado, com companhia constante dessa viagem.

Mas o que nos impede de vivenciarmos a nossa liberdade! Somos seres livres, isso é fato. Mesmo com alguns determinismos: um corpo que ocupa um espaço e está sujeito à deterioração, um tempo que o limita, uma cultura que impõe leis e costumes, somos livres para ultrapassarmos, superarmos e criarmos novas formas de viver. Escolher entre o sim ou o não é sempre uma escolha. O não escolher, o ceder, o desistir, o delegar ao outro a nossa vida também são escolhas. Segundo Sartre: “O homem é escravo de sua liberdade.”

E como definir, simplistamente, a liberdade: liberdade não é poder fazer o que deseja? Então, o nosso ponto de partida não é a liberdade em si, mas o nosso desejo. Porque uma escolha exige um desejo. E o desejo, esse sim, exige um saber que é individual. O que eu desejo? Como reconhecer o meu desejo? Como assumir o meu desejo? Como identificar o meu desejo diante de tantas possibilidades?

Uma coisa puxa outra. O que está intrínseco na nossa angústia diante das nossas escolhas são as perdas. Porque o desejo é escolha, mas as perdas são consequências. E isso nos remete à total falta de garantia. Abandonar alternativas que poderiam ser talvez, melhores chances de felicidade. Escolher o que perder, no escuro, na incerteza, sem ter feito test. drive, sem ter conhecido, experimentado, sempre com a dúvida se as melhores possibilidades ficaram para trás.

EQUILÍBRIO EMOCIONAL

A ditadura do prazer impõe frustrações ou alternativas irreais para satisfazê-la. Não podemos eleger a felicidade permanente como sinônimo de saúde emocional, mas a diluição das inúmeras dimensões que formam os dois lados da moeda do viver. A alegria não seria tão encantadora se fosse a experiência de tristeza, a vitória não seria tão saborosa se não existissem os inúmeros momentos de esforços, a escolha não seria tão sofrida se não tivéssemos perdas. A vida como falta

de garantia, viver é sempre a tentativa de se viver intranquilamente bem.

E qual o nosso grande desafio, hoje, diante de um mundo de possibilidades? Como escolher, quando o muito é possível?

Se antes a escolha de uma profissão se restringia entre ciências biológicas, exatas ou humanas, hoje temos especialidade da especialidade da especialidade. Se ontem conhecíamos somente os meninos e as meninas da nossa rua, e as meninas, na sua maioria, “recatadas”, preservando seus “tesouros” para depois do casamento, deixavam de ser acessíveis, hoje todos e todas ou quase todos e todas são possibilidades reais.

Hoje, diante de tantas opções, é como se tivéssemos um saquinho de pipoca, que vamos comendo, comendo…sempre procurando pela mais doce. Porque a possibilidade de um prazer maior ainda está por vir.

Como conciliar a ditadura desse prazer permanente com a angústia de perder por ter que escolher? E diante de tantas possiblidades nos deparamos com uma liberdade mais real do que nunca. Porque, agora as possibilidades não estão mais restritas, tudo está de bandeja nas nossas casas. Como um álbum de fotos, que não tivemos tempo de vivera história. Fazemos parte da vida de todo mundo e todo mundo faz parte da nossa vida. Será que temos mais possibilidades do que desejamos? O que os olhos não veem o coração não sente. O que os ouvidos não ouvem o coração não sente. O que os dedos não teclam o coração não sente. O que a mente não sabe, o coração não sente. Quais as consequências desse excesso de informação em nossas vidas? Se antes estávamos blindados pela limitação dos recursos e lentidão de como chegavam as informações, nos protegendo da consciência sobre nossa ignorância, hoje é “esfregado em nossa cara” que estamos atrasados no tempo e no espaço. Cada minuto “desconectado” é um mundo que passou e que não fez parte da minha vida. Agora, fica constatada a minha ignorância. Agora, estou consciente de que não sei com a cobrança de que eu deveria saber o que “todo mundo” já está sabendo.

Essa nova realidade mudou radicalmente nossa forma de viver e estar no mundo: os nossos comportamentos, comunicação, relacionamento, fidelidade, educação, lazer, compras, trabalho, profissão, linguagem… Um outro mundo, mudanças tão rápidas que a maioria de nós não teve tempo para se preparar. Um sentimento de estranhamento, inadequação, peixe “fora d’água.  Mais do que nunca, quando as opções aumentam, a angústia se multiplica. Perder pouco é mais fácil do que perder muito. A poesia de Cecília Meireles, Ou Isto ou Aquilo, mais do que nunca; está atualizada:

‘”Ou se tem chuva e não se tem sol,

ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,

Ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,

quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa estar ao mesmo tempo nos dois lugares

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce, ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo… e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,

se saio correndo ou fico tranquilo.

Mas não consegui entender ainda

qual é melhor: se é isto ou aquilo”.

Mas perder é sempre perder. Antes a agonia era como conseguir andar em dois carrinhos ao mesmo tempo, hoje nem se fôssemos centopeias teríamos pés para tantos carrinhos.

Receitas mágicas, novidades, invenções, referências, manuais de certo e de errado, tudo instantâneo, provisório, transitório, o que fazia mal, volta fazendo bem, o que era vilão volta como herói, o que era desconhecido, surge como essencial, o que era consagrado some como condenado e nós nem havíamos experimentado ainda. O sentimento de dívida, de atraso faz parte do nosso dia a dia. Sempre teremos um lugar que deveríamos já ter visitado, uma comida que deveria ter sido saboreada, uma boca que deveria ter sido beijada, uma opinião que deveria ter sido compartilhada.

COBRANÇAS

Frente a esse universo de possibilidades nos é cobrado e nos cobramos posicionar com conhecimento e segurança. Liberdade de escolha não vem só. Intima a responsabilidade do que será escolhido e a angústia de abandonar o que foi perdido.

Quanto mais liberdade, mais escolhas. Quanto mais escolhas, mais responsabilidade. Quanto mais responsabilidade, mais medo, mais angústia

Finalizando esse trabalho, entrei em uma cafeteria pau dar a última lida no texto. Pedi um café. A atendente prontamente me serviu:

– Você deseja adoça-lo?

Cai na besteira de dizer que sim.

– O que você escolhe, Açúcar tradicional;

Refinado;

Mascavo;

Orgânico;

Adoçante liquido;

Em pó;

Diet;

Sucralose;

Sacarina;

Frutose;

Aspartame;

Sorbital;

Estévia.

E eu que queria tomar somente um cafezinho!

 Como lidar com a exigência das escolhas.2

CIDA LOPES – é psicóloga clínica, terapeuta cognitiva, educadora sexual, autora dos livros Gente é Gente, Bicho é Bicho e Rosazul: Nem tão Rosa, nem tão Azul. É professora do curso de pós-graduação em Sexologia Clínica (Fumec-BH), professora do curso de especialização Casc – Curso Avançado de Sexologia Clínica – BH, professora de Sexologia Clínica e Sexualidade na Infância e na Adolescência – Ciclo Ceap-BH/instituto Veda de Terapia Cognitiva – SP/Cetc-BH, coordenadora de projetos de Educação Sexual, consultora e palestrante em Sexologia, Sexualidade na Infância e na Adolescência e Relações Humanas.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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