ALIMENTO DIÁRIO

MATEUS 27: 50-56 – PARTE – I

Alimento diário

A Morte de Cristo

Temos aqui, em detalhes, um relato da morte de Cristo e várias passagens memoráveis em relação ao evento.

I – A maneira como Ele deu o seu último suspiro (v. 50). Entre a terceira e a sexta hora, ou seja, entre as nove da manhã e o meio-dia, conforme a nossa contagem do tempo, Ele foi pregado na cruz, e logo depois da hora nona, ou seja, entre as três e as quatro da tarde, Ele morreu. Esta era a hora da oferta do sacrifício da tarde, e a hora em que o cordeiro da páscoa era morto. Cristo, a nossa Páscoa, foi sacrificado por nós e ofereceu a si mesmo no entardecer do mundo como um sacrifício a Deus, sacrifício que tinha um cheiro bom. Foi a essa hora do dia que o anjo Gabriel comunicou a Daniel aquela gloriosa profecia a respeito do Messias (Daniel 9.21,24ss.). E alguns pensam que, desde aquele exato momento em que o anjo o pronunciou até esse momento em que Cristo morreu, se passaram apenas setenta semanas, quer dizer, quatrocentos e noventa anos, até esse dia, até essa hora; assim como a partida de Israel do Egito ocorreu ao final de quatrocentos e trinta anos, naquele mesmo dia (Êxodo 12.41).

Duas coisas são registradas aqui quanto ao modo como Cristo morreu.

1. Que Ele gritou em voz alta, como antes (v. 46). Mas:

(1) Isso era um sinal, após todas as suas dores e cansaço, de que a sua vida era uma vida sadia, e a sua disposição era forte. A voz de homens moribundos é uma das primeiras coisas a falhar; com uma respiração ofegante e uma língua vacilante, algumas poucas palavras sem sentido são ditas com dificuldade, e mais dificilmente ouvidas. Mas Cristo, pouco antes de morrer, falou como um homem no vigor de suas forças, para mostrar que a sua vida não lhe fora arrancada, mas fora por Ele entregue, voluntariamente, nas mãos de seu Pai, como seu próprio ato e vontade. Aquele que tinha força para gritar dessa forma enquanto morria, podia ter se libertado da prisão sob a qual estava, e ter desafiado as forças da morte; mas, para mostrar que pelo Espírito Eterno Ele estava se oferecendo, sendo o Sacerdote e o Sacrifício, Ele gritou em voz alta.

(2) Essa passagem foi significativa. Essa voz alta mostra que Ele atacou os nossos inimigos espirituais com uma coragem desprovida de qualquer temor. Tal coragem e determinação revelam-no como sincero em sua causa, e ousado na batalha. Ele estava agora despojando os principados e as potestades, e com essa voz alta estava manifestando a sua autoridade, como alguém que é poderoso para salvar (Isaias 63.1). Compare essa passagem com Isaías 52.13,14. Ele agora se curvou com todo o seu poder, como fez Sansão, quando disse: “Morra eu com os filisteus” (Juízes 16.30). O seu chamado em voz alta, quando morreu, anunciava que a sua morte devia ser propagada e proclamada ao mundo todo; a sua morte diz respeito a toda a humanidade, e assim cada ser humano tem que prestar atenção a ela. O clamor de Cristo era como o toque da trombeta sobre os sacrifícios.

2. Que Ele então entregou o espírito. Esta é a perífrase comum para morrer; para mostrar que o Filho de Deus, sobre a cruz, morreu verdadeira e corretamente pela violência da dor a que foi submetido. A sua alma foi separada de seu corpo, e assim o seu corpo esteve ali verdadeira e realmente morto. Era correto que Ele, de fato, morresse, pois este era um requisito da obra da salvação; assim estava escrito, tanto nas cartas fechadas dos conselhos divinos como nas cartas abertas das profecias divinas; e, por essa razão, Ele deveria sofrer e morrer. Sendo a morte o castigo pela quebra do primeiro Testamento (Certamente morrerás), o Mediador do Novo Testamento deve fazer a expiação das transgressões através da morte, pois de outra maneira não há remissão (Hebreus 9.15). Ele havia se encarregado de tornar a sua alma uma oferta pelo pecado; e Ele o fez, quando rendeu o espírito e voluntariamente o entregou.

II – Os milagres que acompanharam a sua morte. Considerando que o Senhor Jesus Cristo realizou tantos milagres durante a sua vida, pode ríamos esperar a realização de alguns milagres relativos a Ele em sua morte, pois foi registrado que o seu Nome seria Maravilhoso. Se Ele tivesse sido levado, como Elias, em uma carruagem de fogo, isso já teria sido, por si só, um milagre suficiente; mas ser levado da terra através de uma cruz infame era essencial para que a sua humilhação fosse acompanhada da emanação de sinais da glória divina.

1. “E eis que o véu do templo se rasgou em dois”. Essa relação deve ter sido observada com admiração: “Vire-se para o lado e veja esse maravilhoso sinal, e fique maravilhado com ele”. Exatamente quando o nosso Senhor Jesus morria, na hora do sacrifício da tarde, e em um dia solene, quando os sacerdotes estavam oficiando no Templo e podiam ser testemunhas oculares desse milagre, o véu do Templo foi rasgado por uma força invisível; aquele véu que separava o lugar santo do lugar santíssimo. Eles o haviam condenado por dizer: “Eu derribarei este templo”, interpretando as suas palavras de forma literal; agora, através dessa amostra do seu poder, Ele os fez saber que, se desejasse, poderia ter confirmado o pensamento deles, destruindo o templo de forma literal. Neste, como nos outros milagres de Cristo, havia um mistério.

(1)  Havia uma correspondência com o templo do corpo de Cristo, que agora se desintegrava. Esse era o templo verdadeiro, no qual habitava a plenitude de Deus; quando Cristo clamou em voz alta, e entregou o espírito, e assim dissolveu aquele templo, o templo literal fez como um eco àquele grito e respondeu ao golpe ao rasgar o seu véu. Note que a morte é o evento pelo qual o véu da carne é rasgado; esse é o véu que se interpõe entre nós e o Santo dos Santos. A morte de Cristo foi assim, e a morte dos verdadeiros cristãos também é assim.

(2)  Ele revelava e esclarecia os mistérios do Antigo Testamento. O véu do Templo servia para encobrir – como aquele que estava sobre o rosto de Moisés -, e por isso era considerado uma cobertura. Pois qualquer pessoa que visse a mobília do Santo dos Santos sofreria uma grande punição, exceto o sumo sacerdote, e apenas uma vez por ano, com grande cerimônia e através de uma nuvem de fumaça. Isso representava a escuridão dessa dispensação (2 Coríntios 3.13). Mas agora, através da morte de Cristo, tudo foi exposto, e os mistérios foram revelados, de forma que até mesmo aquele que passar correndo poderá interpretar o significado deles. Agora vemos que o propiciatório anunciava Cristo, a grande Propiciação; o pote de maná tipificava Cristo, o Pão da vida. Assim, todos nós, com o rosto descoberto, contemplamos, como em um espelho (o que ajuda a visão, enquanto o véu a prejudica), a glória do Senhor. Os nossos olhos veem a salvação.

(3)  Ele anunciava a união do judeu com o gentio, pela remoção da pare de divisória entre eles, representada pela lei cerimonial, pela qual os judeus eram diferenciados de todos os outros povos (como um jardim fechado), trazidos para perto de Deus, enquanto os outros eram mantidos à distância. Cristo, em sua morte, repelia a lei cerimonial, cancelava aquele manuscrito de leis, tirava -o do caminho, pregava-o na cruz, e destruiu assim aquele muro de separação; e, ao abolir essas instituições, eliminou a hostilidade e fez, em si, de dois um único novo homem (assim como dois quartos se transformam em um, e este se torna grande e luminoso ao se derrubar a divisória), dessa forma fazendo a paz (Efésios 2.14-16). Cristo morreu para despedaçar todos os véus que separa m, e para fazer de todos os povos um só povo em si mesmo (João 17.21).

(4)  El e indicava a consagração e demonstração de um novo e vigoroso caminho para Deus. O véu impedia as pessoas de chegarem perto do lugar santíssimo, onde estava a Shequiná. Mas o véu rasgado indicava que Cristo, através da sua morte, abriu um caminho para Deus:

[l) Para si mesmo. Esse era o grande dia de expiação, quando nosso Senhor Jesus, como o grande Sumo Sacerdote, não pelo sangue de bodes e bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no lugar santíssimo; o véu rasgado simboliza isso (Hebreus 9.7ss.). Tendo oferecido o seu sacrifício no tabernáculo externo, o sangue desse devia, agora, ser aspergido sobre o propiciatório que estava dentro do recinto que era separado pelo véu. Portanto: “Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória”; o Sacerdote da glória. “E o farei aproximar, e ele se chegará a mim” (Jeremias 30.21). Embora o Senhor Jesus não ascendesse ao lugar santíssimo pessoalmente até quarenta dias mais tarde, ainda assim Ele conquistou imediatamente o direito de entrar, e já tinha uma admissão virtual.

[2] Para nós nele: é dessa forma que o apóstolo o emprega (Hebreus 9.19,20). Nós temos ousadia de entrar no lugar santíssimo, através do novo e vigoroso caminho que Ele consagrou para nós, pelo véu. Ele morreu para nos levar a Deus e, assim, rasgou o véu da culpa e da ira que se interpunha entre nós e Ele, removeu os querubins e a espada inflamada, e abriu o caminho para a árvore da vida. Nós temos agora livre acesso, através de Cristo, ao trono da graça, ou ao trono de Deus, e no futuro teremos acesso ao trono da glória (Hebreus 4.16; 6.20). Rasgar o véu indicava (como expressa esplendidamente o antigo hino) que, quando Cristo tivesse derrotado a dureza da morte, Ele abriria o Reino dos céus para todos os crentes. Nada pode obstruir ou impedir o nosso acesso ao céu, pois o véu está rasgado; uma porta nos foi aberta no céu (Apocalipse 4.1).

2. A terra de fato estremeceu; não apenas o monte Calvário, onde Cristo foi crucificado, mas a terra toda e os países vizinhos. Esse terremoto indicava duas coisas.

(1)  A terrível maldade daqueles que crucificaram a Cristo. A terra, ao tremer sob tal angústia, dava o seu testemunho da inocência daquele que foi perseguido, e contra a impiedade daqueles que o perseguiram. A criação, como um todo, jamais havia gemido sob um fardo tão pesado quanto o da crucificação do Filho de Deus. E os miseráveis culpados que o crucificaram também sentiram esse peso. A terra tremeu, como se temesse abrir a sua boca para receber o sangue de Cristo, que era muito mais precioso do que o sangue de Abel, que ela havia recebido e pelo qual foi amaldiçoada (Genesis 4.11,12). Ao mesmo tempo, a terra parecia estar ansiosa para abrir a sua boca e engolir aqueles revoltosos que haviam levado o Senhor à morte, assim como havia engolido a Datâ e Abirão por um crime muito menor. Quando o profeta quis expressar o grande aborrecimento de Deus pela iniquidade dos iníquos, ele perguntou: “Por causa disso, não se comoverá a terra?” (Amos 8.8).

(2)  As gloriosas realizações da cruz de Cristo. Esse terremoto indicava o poderoso choque, mas também o golpe fatal, que agora fora desferido contra o reino de Satanás. Tão vigoroso era o ataque que Cristo desferia sobre as potestades do inferno, que (como na antiguidade, quando saiu de Seir, quando marchou pelo campo de Edom) a terra tremeu (Juízes 5.4; Salmos 68.7,8). Deus fará tremer todas as nações, quando o Desejado de todas as nações vier. Ainda haverá uma ocasião em que todas as coisas serão abaladas, e entendemos que ela está ligada a esse evento (Ageu 2.6,21).

3. As rochas se partiram. A parte mais dura e firme da terra sentiu esse choque poderoso. Cristo havia dito que, se as crianças parassem de gritar “Hosana”, as pedras gritariam imediatamente; e agora, de fato, elas o fizeram, proclamando a glória do Jesus sofredor, e se mostraram sensíveis ao mal que lhe fora feito, sim, mais sensíveis do que os judeus de coração endurecido, que também, em breve, ficariam contentes ao encontrar uma abertura em alguma rocha e uma rachadura nas rochas ás­ peras, para se esconderem do rosto daquele que está assentado sobre o trono. Veja Apocalipse 6.16; Isaias 2.21. Mas, quando a ira de Deus se derramar como um fogo, as rochas serão por Ele derribadas (Naum 1.6). Jesus Cristo é a Rocha; e a quebra daquelas rochas indicava a quebra dessa rocha:

(1)  Para que, em suas fendas, pudéssemos nos esconder, como Moisés na fenda da rocha em Horebe, para que ali possamos contemplar a glória do Senhor, como ele o fez (Êxodo 33.22). A pomba de Cristo está oculta nas fendas das penhas (Cantares 2.14), ou seja, como aludem alguns, abrigada nas feridas de nosso Senhor Jesus, a Rocha fendida.

(2)  Para que, de suas fendas, rios da água da vida possam fluir e nos acompanhar no deserto, como ocorreu com a rocha que Moisés feriu (Êxodo 17.6) e que Deus fendeu (Salmos 78.15); e aquela rocha era Cristo (1 Coríntios 10.4). Quando celebramos o memorial da morte de Cristo, nossos corações duros e insensíveis é que devem ser fendidos, e não as nossas vestes. Aquele coração que não se rende à apresentação do Cristo crucificado, nem se derrete em sua presença, é evidente­ mente mais duro que uma rocha.

4. Os sepulcros se abriram. Esse assunto não foi relatado de forma tão completa como desejaria a nossa curiosidade; pois as Escrituras não pretendiam satisfazê-la; aparentemente, o mesmo terremoto que fendeu as rochas abriu os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam ressuscitaram. A morte para os santos não é mais do que um descanso do corpo, e o sepulcro é a cama em que dormem. Eles se levantaram pelo poder do Senhor Jesus (v. 53), saíram dos túmulos após a ressurreição dele, e foram para Jerusalém, a cidade santa, e apareceram a muitos. Então, aqui:

(1)  Podemos levantar muitas interrogações relativas a isso, as quais não podemos responder, como, por exemplo:

[1] Quem eram esses santos que, de fato, ressuscitaram. Alguns pensam que eram os antigos patriarcas, que tiveram o cuidado de pedir para serem sepultados na terra de Canaã, talvez na convicção do benefício dessa ressurreição precoce. Cristo havia recentemente demonstrado a doutrina da ressurreição através do exemplo dos patriarcas (cap. 22.32), e aqui estava uma rápida confirmação de seu argumento. Outros pensam que aqueles que ressuscitaram eram santos que viveram naquela época, em que o Senhor Jesus Cristo viveu em carne, mas que morreram antes dele; como se u pai José, Zacarias, Simeão, João Batista e outros, que eram conhecidos dos discípulos, enquanto viviam, e eram, dessa forma, adequados para servir como testemunhos para eles, em uma aparição posterior. E se supusermos que eles eram os mártires, que, na época do Antigo Testamento, haviam selado as verdades de Deus com o seu sangue, e que foram assim exaltados e reconhecidos? Cristo particularmente os apontou como os seus antecessores (cap. 23.35). Também encontramos (Apocalipse 20.4,5) que aqueles que foram degolados pelo testemunho que deram a respeito de Jesus ressuscitaram antes do restante dos mortos. Aqueles que sofrem com Cristo reinarão primeiro com Ele.

[2] Não se sabe ao certo se (como pensam alguns) eles ressuscitaram por ocasião da morte de Cristo e permaneceram em algum lugar, só entrando na cidade depois da ressurreição dele. Ou se (como pensam outros), embora seus sepulcros (que os fariseus ha­ viam construído e adornado, cap. 23.29, e que assim se tornaram notáveis) tenham sido agora destruídos pelo terremoto (pois Deus jamais considera o apreço hipócrita), ainda assim eles não reviveram nem se levantaram até após a ressurreição do Senhor. Parece mais provável que os detalhes sejam mencionados aqui para que o relato seja mais conciso.

[3] Alguns pensam que eles ressuscitaram apenas para dar testemunho da ressurreição de Cristo para aqueles a quem apareceram e, terminado o seu testemunho, retiraram-se, novamente, para os seus sepulcros. Mas é mais apropriado à glória deles e de Cristo supor, embora não possamos prová-lo, que eles ressuscitaram como Cristo, para nunca mais morrer, e assim ascenderam à glória com Ele. O que sabemos com certeza a respeito deles é que a segunda morte não tem poder sobre aqueles que participam da primeira ressurreição.

[4] A quem eles apareceram (não para todas as pessoas, mas para muitos), se inimigos ou amigos, de que maneira apareceram, quantas vezes, o que disseram e fizeram, e como desapareceram, são segredos que não nos pertencem; não devemos desejar saber mais do que aquilo que foi escrito. O relato tão breve desse assunto é uma clara indicação, para nós, de que não devemos olhar nessa direção em busca de uma confirmação da nossa fé; temos uma profecia mais detalhada e precisa. Veja Lucas 16.31.

(2)  Ainda assim, podemos tirar boas lições desse episódio.

[1] Que mesmo aqueles que viveram e morreram antes da morte e da ressurreição de Cristo, obtiveram o benefício da redenção através delas, assim como aqueles que viveram depois; pois Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hebreus 13.8).

[2] Que Jesus, ao morrei venceu, desarmou e neutralizou a morte. Aqueles santos que ressuscitaram eram verdadeiros troféus da vitória da cruz de Cristo sobre os poderes da morte, que Ele, dessa maneira, expôs publicamente. Tendo, através da morte, destruído aquele que tinha o poder da morte, Jesus, desse modo, levou cativo o cativeiro e foi glorificado nesses cativos retomados, cumprindo neles as Escrituras: “E os resgatarei da morte” (Oseias 13.14).

[3] Que, em virtude da ressurreição de Cristo, os corpos de todos os santos, na plenitude dos tempos, ressuscitarão novamente. Esta era uma garantia da ressurreição universal no último dia, quando todos aqueles que estiverem em sepulturas ouvirão a voz do Filho de Deus. E, talvez, Jerusalém seja por isso chamada aqui de cidade santa, porque os santos, na ressurreição universal, entrarão na nova Jerusalém; esta será, na verdade, aquilo que a Jerusalém terrena era apenas no nome e no simbolismo, a cidade santa (Apocalipse 21.2).

[4] Que todos os santos, pela influência da morte de Cristo, e de conformidade com ela, em verdade ressuscitarão da morte do pecado para uma vida de justiça. Eles serão ressuscitados com Ele para uma vida divina e espiritual; eles entrarão na cidade santa, tornando-se seus cidadãos, e habitarão nela. Por essa razão, muitos os consideram como pessoas que não são deste mundo.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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