GESTÃO E CARREIRA

MENOS EMPATIA, MAIS SUCESSO

Excesso de preocupação com os outros prejudica avanço pessoal

Menos empatia, mais sucesso

Mitos dos negócios como Mark Zuckerberg, Steve Jobs ou Elon Musk protagonizam relatos de atitudes agressivas, desleais ou egoístas com seus colaboradores (temas até de roteiros cinematográficos), que em nada ajudam sua reputação. Surpresa: seu sucesso se deve também a esse comportamento. Pelo menos é o que defende estudo publicado no blog Psychology Today, segundo o qual excesso de empatia (uma característica geralmente vista como positiva e desejável) pode ser prejudicial para a evolução profissional. Isso porque ser muito empático acaba colocando as demandas de colegas ou subordinados acima das próprias necessidades da pessoa, diminuindo a habilidade de tomar decisões em seu interesse. Ao contrário, traços psicopatas, que não levam muito em consideração os outros, podem gerar um processo de decisão mais efetivo porque focam na necessidade objetiva dos negócios e não em apenas agradar aos colegas. Trocando em miúdos, um mundo doente.

Não por acaso, CEOs e líderes de equipe apresentam quatro vezes mais tendências à psicopatia do que os demais profissionais. Mas o estudo não defende simplesmente a adoção de atitudes psicopatas: a solução para assegurar sucesso pessoal seria adotar um comportamento de “autopreservação”, ou seja, não hesitar em tomar decisões duras, como demitir alguém claramente incompetente ou inútil para a empresa, sem se preocupar com eventuais reações emocionais. Como resumem os autores, a arte da empatia é considerar as necessidades dos outros sem ignorar as próprias.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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