ALIMENTO DIÁRIO

MATEUS 24: 4 – 31 – PARTE IV

20180104_191605

Predições Terríveis

VII – O Senhor Jesus lhes prediz a repentina propagação do Evangelho no mundo, próxima a essa época de grandes eventos (vv. 27,28): “Assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do Homem”. Isto surge aqui como um antídoto contra o veneno desses enganadores, que diziam: “Eis que o Cristo está aqui ou ali”; compare com Lucas 17.23,24: “Não vades, nem os sigais, porque, como o relâmpago ilumina desde uma extremidade inferior do céu até à outra extremidade, assim será também o Filho do Homem no seu dia”.

1. Isto parece, primeiramente, referir-se à sua vinda para estabelecer o seu reino espiritual no mundo. Onde o Evangelho veio com a sua luz e o seu poder, ali veio o Filho do Homem, e de uma maneira bastante contrária à dos enganadores e falsos Cristos, que vinham se infiltrando no deserto, ou nas casas (2 Timóteo 3.6). Cristo vem, não com “espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”. O Evangelho seria notável por duas coisas:

(1) A sua rápida pregação. Ele voará como o relâmpago; assim o Evangelho será pregado e propagado. O Evangelho é luz (João 3.19), e neste aspecto, não é como o relâmpago, que é um brilho repentino, e já se vai, pois ele é a luz do sol, e a luz do dia; mas é como o relâmpago nos seguintes aspectos:

[1] É uma luz vinda do céu, como o relâmpago. É Deus, e não o homem, que envia os relâmpagos, e os comanda, para que possam ir e dizer: “Eis-nos aqui” (Jó 38.35). E Deus que os envia (Jó 37.3). Para o homem, é um dos milagres da natureza, acima do seu poder de realização, e um dos mistérios da natureza, acima da sua capacidade de compreender. O relâmpago vem do céu. “Os seus relâmpagos alumiam o mundo” (SI 97.4).

[2] É visível e evidente, como o relâmpago. Os enganadores mantinham as. suas profundezas com Satanás no deserto e nas casas, afastando a luz. Os hereges eram chamados de lucifugae os que evitam a luz. Mas a verdade não procura os cantos, embora algumas vezes possa ser forçada a ir até eles, como a mulher no deserto, embora “vestida do sol” (Apocalipse 12.1,6). Cristo pregava o seu Evangelho abertamente (João 18.20), e os seus apóstolos, “sobre os telhados” (cap. 10.27), não “em qualquer canto” (Atos 26.26). Veja Salmos 98.2.

[3] O Evangelho foi repentino e surpreendeu o mundo, como o relâmpago. Os judeus realmente tinham tido predições sobre ele, mas para os gentios ele foi completamente inesperado, e veio sobre eles com uma energia incalculável, por mais prevenidos que estivessem. Foi uma luz vinda das trevas (cap. 4.16; 2 Coríntios 4.6). Nós lemos sobre as armas sendo dissipadas pelos raios (2 Samuel 22.15; Salmos 144.6). Os poderes das trevas foram dissipados e vencidos pelo relâmpago do Evangelho.

[4] Ele se propaga por todos os lugares, e de maneira rápida e irresistível, como o relâmpago, que surge, supõe-se, do leste (está escrito que Cristo sobe “da banda do sol nascente”, ou seja, do leste, Apocalipse 7.2; Isaias 41.2), em direção ao oeste. A propagação do cristianismo a tantos países distantes, de diversas línguas, com instrumentos tão improváveis, destituído de todas as vantagens seculares, e enfrentando tanta oposição, e em tão pouco tempo, foi um dos maiores milagres que já se realizou para a sua confirmação. Aqui estava Cristo sobre o seu cavalo branco, sugerindo rapidez, além de força, e prosseguindo, “saiu vitorioso e para vencer” (Apocalipse 6.2). A luz do Evangelho nasceu com o sol e prosseguiu com ele, para que os seus raios chegassem “aos confins do mundo” (Romanos 10.18). Compare com Salmos 19.3,4. Embora ele fosse combatido, ele nunca poderia ficar confinado a um deserto, ou a uma casa, como estavam os enganadores; mas dessa maneira, de acordo com o que disse Gamaliel, provou que era de Deus, que não poderia ser desfeito (Atos 5.38,39). Cristo fala de mostrar-se até o ocidente, por­ que ele se propagou mais efetivamente naqueles países que estão ao oeste de Jerusalém, como observa o Sr. Herbert, na sua igreja militante. Com que rapidez a luz do Evangelho alcançou a ilha da Grã-Bretanha! Tertuliano, que escreveu no século II, observa isto:  A estabilidade da Grã-Bretanha, embora inacessível aos romanos, foi ocupada por Jesus Cristo. Esta foi uma obra do Senhor.

(2) Outra coisa notável a respeito do Evangelho era o seu estranho sucesso naqueles lugares onde ele se propagou. Ele reunia multidões, não por nenhuma compulsão externa, mas como se fosse por um instinto, uma tendência natural, como a que traz as aves de rapina às suas presas, “pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão as águias” (v. 28), e onde Cristo é pregado, as almas se reúnem para ouvir. Alguém poderia pensar que a ascensão de Cristo, deixando a terra, e a pregação do Cristo crucificado deveriam afastar todos os homens do Senhor. Porém, ocorrerá o contrário. Ele atrairá todos a si (João 12.32), de acordo com a profecia de Jacó, “e a ele se congregarão os povos” (Genesis 49.10). Veja Isaias 60.8. As águias estarão onde o cadáver estiver, pois ele é alimento para elas, é um banquete para elas; “onde há mortos, ela aí está” (Jó 39.30). Sabe-se que as águias possuem uma estranha astúcia e prontidão de olfato para encontrar a presa, e se lançam a ela rapidamente (Jó 9.26). Assim, aqueles cujos espíritos Deus estimula serão efetivamente atraídos a Jesus Cristo, para se alimentarem dele. Para onde deve ir a águia, a não ser para a presa? Para onde deve ir a alma, a não ser para Jesus Cristo, que tem “as palavras de vida eterna”? As águias irão distinguir o que é adequado para elas daquilo que não o é; assim também, aqueles que têm os sentidos espirituais treinados, irão diferenciar a voz do bom Pastor daquela de um malfeitor ou ladrão. Os santos estarão onde o Cristo verdadeiro está, e não onde estão os falsos Cristos. Isto se aplica ao desejo pela presença de Cristo e pela comunhão com Ele, que estão em cada alma. Onde Ele estiver, em suas atividades, ali os seus servos deverão decidir ficar. Um princípio vivo de graça é um tipo de instinto natural que está em todos os santos, e que os atrai a Cristo para que se alimentem dele.

2. Alguns interpretam esses versículos como referindo-se a vinda do Filho do Homem para destruir Jerusalém (Malaquias 3.1,2,5). Naquele evento, houve uma exibição tão extraordinária de poder e justiça divinos, que ele é chamado de vinda de Cristo.

Aqui se sugerem duas coisas a este respeito:

(1)  Que para a maioria das pessoas isso seria tão inesperado como um relâmpago, que, na verdade, avisa do trovão que o segue, mas é surpreendente por si só. Os enganadores dizem: “Eis que o Cristo está aqui”, para nos libertar; ou: Ele está ali, como se fosse um ser criado pelos seus próprios caprichos. Mas antes que eles se deem conta, a ira do Cordeiro, o Cristo verdadeiro, os prenderá, e eles não conseguirão escapar.

(2)  Que isso pode ser tão esperado quanto o voo da águia até os cadáveres. Embora eles se afastem do dia do mal, ainda assim a desolação virá tão certamente quanto as aves de rapina voam até um cadáve1 que está exposto, em campo aberto.

[1] Os judeus eram tão corruptos e degenerados, tão vis e maldosos, que tinham se tornado um cadáver, detestáveis ao justo julgamento de Deus; eles também eram tão facciosos e sediciosos, e provocavam tanto os romanos, de tantas maneiras, que eles tinham se tornado ofensivos aos seus rancores, e eram uma presa convidativa para eles.

[2] Os romanos eram como uma águia, e a insígnia dos seus exércitos era uma águia. Diz-se que o exército dos caldeus voou “como águias que se apressam à comida” (Habacuque 1.8). A destruição da Babilônia do Novo Testamento é representada por um chamado às aves de rapina, para que comessem e se banqueteassem da carne dos mortos (Apocalipse 19.17,18). Conhecidos malfeitores terão os seus olhos devorados pelos “pintãos da águia” (Provérbios 30.17); os judeus serão presos, mortos e não serão sepultados (Jeremias 7.33; 16.4).

[3] Os judeus não poderão se proteger dos romanos, assim como um cadáver não pode se proteger das águias.

[4] A destruição encontrará os judeus onde eles estiverem, da mesma maneira como as águias sentem o odor da sua presa. Note que quando um povo, pelo seu pecado, se transforma em cadáver, pútrido e repulsivo, nada se pode esperar, exceto que Deus envie águias, para devorá-lo e destruí-lo.

3. Isso é bastante aplicável ao dia do juízo, à vinda do nosso Senhor Jesus Cristo nesse dia, e à “nossa reunião com Ele” (2 Tessalonicenses 2.1). Veja aqui:

(1)  Como Ele virá: “Como o relâmpago”. Já era chegada a sua hora de passar “deste mundo para o Pai”. Por isso, aqueles que procuram Cristo não devem ir ao deserto, nem ao interior das casas, nem ouvir a qualquer pessoa que faça um sinal com o dedo, convidando-os a uma visão de Cristo; mas devem olhar para cima, pois “a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador” (Filipenses 3.20). Ele virá “com as nuvens”, como faz o relâmpago, “e todo olho o verá”, pois se diz que é natural que todas as criaturas vivas voltem os seus rostos em direção ao relâmpago (Apocalipse 1.7). Cristo irá aparecer para todo o mundo, de uma extremidade do céu até a outra; nada poderá se esconder da luz e do calor daquele dia.

(2)  Como os santos se reunirão a Ele. Da mesma maneira como as águias se aproximam do cadáver, por instinto natural e com a maior rapidez e diligência imagináveis. Os santos, quando forem levados até a glória, serão  VII – O Senhor Jesus lhes prediz a repentina propagação do Evangelho no mundo, próxima a essa época de grandes eventos (vv. 27,28): “Assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do Homem”. Isto surge aqui como um antídoto contra o veneno desses enganadores, que diziam: “Eis que o Cristo está aqui ou ali”; compare com Lucas 17.23,24: “Não vades, nem os sigais, porque, como o relâmpago ilumina desde uma extremidade inferior do céu até à outra extremidade, assim será também o Filho do Homem no seu dia”.

4. Isto parece, primeiramente, referir-se à sua vinda para estabelecer o seu reino espiritual no mundo. Onde o Evangelho veio com a sua luz e o seu poder, ali veio o Filho do Homem, e de uma maneira bastante contrária à dos enganadores e falsos Cristos, que vinham se infiltrando no deserto, ou nas casas (2 Timóteo 3.6). Cristo vem, não com “espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”. O Evangelho seria notável por duas coisas:

(1) A sua rápida pregação. Ele voará como o relâmpago; assim o Evangelho será pregado e propagado. O Evangelho é luz (João 3.19), e neste aspecto, não é como o relâmpago, que é um brilho repentino, e já se vai, pois ele é a luz do sol, e a luz do dia; mas é como o relâmpago nos seguintes aspectos:

[1] É uma luz vinda do céu, como o relâmpago. É Deus, e não o homem, que envia os relâmpagos, e os comanda, para que possam ir e dizer: “Eis-nos aqui” (Jó 38.35). E Deus que os envia (Jó 37.3). Para o homem, é um dos milagres da natureza, acima do seu poder de realização, e um dos mistérios da natureza, acima da sua capacidade de compreender. O relâmpago vem do céu. “Os seus relâmpagos alumiam o mundo” (SI 97.4).

[2] É visível e evidente, como o relâmpago. Os enganadores mantinham as. suas profundezas com Satanás no deserto e nas casas, afastando a luz. Os hereges eram chamados de lucifugae os que evitam a luz. Mas a verdade não procura os cantos, embora algumas vezes possa ser forçada a ir até eles, como a mulher no deserto, embora “vestida do sol” (Apocalipse 12.1,6). Cristo pregava o seu Evangelho abertamente (João 18.20), e os seus apóstolos, “sobre os telhados” (cap. 10.27), não “em qualquer canto” (Atos 26.26). Veja Salmos 98.2.

[3] O Evangelho foi repentino e surpreendeu o mundo, como o relâmpago. Os judeus realmente tinham tido predições sobre ele, mas para os gentios ele foi completamente inesperado, e veio sobre eles com uma energia incalculável, por mais prevenidos que estivessem. Foi uma luz vinda das trevas (cap. 4.16; 2 Coríntios 4.6). Nós lemos sobre as armas sendo dissipadas pelos raios (2 Samuel 22.15; Salmos 144.6). Os poderes das trevas foram dissipados e vencidos pelo relâmpago do Evangelho.

[4] Ele se propaga por todos os lugares, e de maneira rápida e irresistível, como o relâmpago, que surge, supõe-se, do leste (está escrito que Cristo sobe “da banda do sol nascente”, ou seja, do leste, Apocalipse 7.2; Isaias 41.2), em direção ao oeste. A propagação do cristianismo a tantos países distantes, de diversas línguas, com instrumentos tão improváveis, destituído de todas as vantagens seculares, e enfrentando tanta oposição, e em tão pouco tempo, foi um dos maiores milagres que já se realizou para a sua confirmação. Aqui estava Cristo sobre o seu cavalo branco, sugerindo rapidez, além de força, e prosseguindo, “saiu vitorioso e para vencer” (Apocalipse 6.2). A luz do Evangelho nasceu com o sol e prosseguiu com ele, para que os seus raios chegassem “aos confins do mundo” (Romanos 10.18). Compare com Salmos 19.3,4. Embora ele fosse combatido, ele nunca poderia ficar confinado a um deserto, ou a uma casa, como estavam os enganadores; mas dessa maneira, de acordo com o que disse Gamaliel, provou que era de Deus, que não poderia ser desfeito (Atos 5.38,39). Cristo fala de mostrar-se até o ocidente, por­ que ele se propagou mais efetivamente naqueles países que estão ao oeste de Jerusalém, como observa o Sr. Herbert, na sua igreja militante. Com que rapidez a luz do Evangelho alcançou a ilha da Grã-Bretanha! Tertuliano, que escreveu no século II, observa isto:  A estabilidade da Grã-Bretanha, embora inacessível aos romanos, foi ocupada por Jesus Cristo. Esta foi uma obra do Senhor.

(2) Outra coisa notável a respeito do Evangelho era o seu estranho sucesso naqueles lugares onde ele se propagou. Ele reunia multidões, não por nenhuma compulsão externa, mas como se fosse por um instinto, uma tendência natural, como a que traz as aves de rapina às suas presas, “pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão as águias” (v. 28), e onde Cristo é pregado, as almas se reúnem para ouvir. Alguém poderia pensar que a ascensão de Cristo, deixando a terra, e a pregação do Cristo crucificado deveriam afastar todos os homens do Senhor. Porém, ocorrerá o contrário. Ele atrairá todos a si (João 12.32), de acordo com a profecia de Jacó, “e a ele se congregarão os povos” (Genesis 49.10). Veja Isaias 60.8. As águias estarão onde o cadáver estiver, pois ele é alimento para elas, é um banquete para elas; “onde há mortos, ela aí está” (Jó 39.30). Sabe-se que as águias possuem uma estranha astúcia e prontidão de olfato para encontrar a presa, e se lançam a ela rapidamente (Jó 9.26). Assim, aqueles cujos espíritos Deus estimula serão efetivamente atraídos a Jesus Cristo, para se alimentarem dele. Para onde deve ir a águia, a não ser para a presa? Para onde deve ir a alma, a não ser para Jesus Cristo, que tem “as palavras de vida eterna”? As águias irão distinguir o que é adequado para elas daquilo que não o é; assim também, aqueles que têm os sentidos espirituais treinados, irão diferenciar a voz do bom Pastor daquela de um malfeitor ou ladrão. Os santos estarão onde o Cristo verdadeiro está, e não onde estão os falsos Cristos. Isto se aplica ao desejo pela presença de Cristo e pela comunhão com Ele, que estão em cada alma. Onde Ele estiver, em suas atividades, ali os seus servos deverão decidir ficar. Um princípio vivo de graça é um tipo de instinto natural que está em todos os santos, e que os atrai a Cristo para que se alimentem dele.

5. Alguns interpretam esses versículos como referindo-se a vinda do Filho do Homem para destruir Jerusalém (Malaquias 3.1,2,5). Naquele evento, houve uma exibição tão extraordinária de poder e justiça divinos, que ele é chamado de vinda de Cristo.

Aqui se sugerem duas coisas a este respeito:

(1)  Que para a maioria das pessoas isso seria tão inesperado como um relâmpago, que, na verdade, avisa do trovão que o segue, mas é surpreendente por si só. Os enganadores dizem: “Eis que o Cristo está aqui”, para nos libertar; ou: Ele está ali, como se fosse um ser criado pelos seus próprios caprichos. Mas antes que eles se deem conta, a ira do Cordeiro, o Cristo verdadeiro, os prenderá, e eles não conseguirão escapar.

(2)  Que isso pode ser tão esperado quanto o voo da águia até os cadáveres. Embora eles se afastem do dia do mal, ainda assim a desolação virá tão certamente quanto as aves de rapina voam até um cadáve1 que está exposto, em campo aberto.

[1] Os judeus eram tão corruptos e degenerados, tão vis e maldosos, que tinham se tornado um cadáver, detestáveis ao justo julgamento de Deus; eles também eram tão facciosos e sediciosos, e provocavam tanto os romanos, de tantas maneiras, que eles tinham se tornado ofensivos aos seus rancores, e eram uma presa convidativa para eles.

[2] Os romanos eram como uma águia, e a insígnia dos seus exércitos era uma águia. Diz-se que o exército dos caldeus voou “como águias que se apressam à comida” (Habacuque 1.8). A destruição da Babilônia do Novo Testamento é representada por um chamado às aves de rapina, para que comessem e se banqueteassem da carne dos mortos (Apocalipse 19.17,18). Conhecidos malfeitores terão os seus olhos devorados pelos “pintãos da águia” (Provérbios 30.17); os judeus serão presos, mortos e não serão sepultados (Jeremias 7.33; 16.4).

[3] Os judeus não poderão se proteger dos romanos, assim como um cadáver não pode se proteger das águias.

[4] A destruição encontrará os judeus onde eles estiverem, da mesma maneira como as águias sentem o odor da sua presa. Note que quando um povo, pelo seu pecado, se transforma em cadáver, pútrido e repulsivo, nada se pode esperar, exceto que Deus envie águias, para devorá-lo e destruí-lo.

6. Isso é bastante aplicável ao dia do juízo, à vinda do nosso Senhor Jesus Cristo nesse dia, e à “nossa reunião com Ele” (2 Tessalonicenses 2.1). Veja aqui:

(1)  Como Ele virá: “Como o relâmpago”. Já era chegada a sua hora de passar “deste mundo para o Pai”. Por isso, aqueles que procuram Cristo não devem ir ao deserto, nem ao interior das casas, nem ouvir a qualquer pessoa que faça um sinal com o dedo, convidando-os a uma visão de Cristo; mas devem olhar para cima, pois “a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador” (Filipenses 3.20). Ele virá “com as nuvens”, como faz o relâmpago, “e todo olho o verá”, pois se diz que é natural que todas as criaturas vivas voltem os seus rostos em direção ao relâmpago (Apocalipse 1.7). Cristo irá aparecer para todo o mundo, de uma extremidade do céu até a outra; nada poderá se esconder da luz e do calor daquele dia.

(2)  Como os santos se reunirão a Ele. Da mesma maneira como as águias se aproximam do cadáver, por instinto natural e com a maior rapidez e diligência imagináveis. Os santos, quando forem levados até a glória, serão levados “sobre asas de águias” (Êxodo 19.4), e sobre asas de anjos. Eles “subirão com asas como águias”, e, como elas, renovarão a sua juventude.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

Blog O Cristão Pentecostal

"Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertam-se! Convertam-se dos seus maus caminhos!" Ezequiel 33:11b

Agayana

Tek ve Yek

Envision Eden

All Things Are Possible Within The Light Of Love

4000 Wu Otto

Drink the fuel!

Ms. C. Loves

If music be the food of love, play on✨

troca de óleo automotivo do mané

Venda e prestação de serviço automotivo

darkblack78

Siyah neden gökkuşağında olmak istesin ki gece tamamıyla ona aittken 💫

Babysitting all right

Serviço babysitting todos os dias, também serviços com outras componentes educacionais complementares em diversas disciplinas.

M.A aka Hellion's BookNook

Interviews, reviews, marketing for writers and artists across the globe

Gaveta de notas

Guardando idéias, pensamentos e opiniões...

Isabela Lima Escreve.

Reflexões sobre psicoterapia e sobre a vida!

Roopkathaa

high on stories

La otra luna de Picasso

El arte es la esencia de la espiritualidad humana.

%d blogueiros gostam disto: