GESTÃO E CARREIRA

O SHOPPING DO SEU NEGÓCIO

Se a sua empresa ainda tem dúvidas se deve estar presente em um marketplace, veja os benefícios e as oportunidades que se abrirão ao optar por essa estratégia.

O shopping do seu negócio

Se você está começando no mercado e ainda não vende no e­commerce, ou já tenham uma loja virtual, mas queira melhorar o desempenho das suas vendas, o marketplace se tornou um dos caminhos mais bem-sucedidos no País nos últimos tempos. Segundo a Sieve – empresa de inteligência de preços -, quase 20% das ofertas do e-commerce brasileiro já se dão por meio deles.

Segundo o CEO do Elo7 – marketplace de produtos criativos e autorais-, Carlos Curioni, os marketplaces são hoje um dos grandes apoiadores dos PMEs no Brasil. ”Além de oferecerem um espaço onde esse empreendedor poderá criar e desenvolver sua marca na internet, é também uma opção mais econômica para as empresas que ainda não conseguem investir em uma loja física ou em um site próprio”, afirma.

Entrar em um marketplace significa também participar das principais vitrines do Brasil. Além da visibilidade de marca, é uma estratégia que requer baixo investimento, o que é essencial para quem está começando. “Em um modelo tradicional, um lojista precisa investir em marketing (anúncios, adwords, newsletters) para atrair usuários para seu e-commerce. Esse investimento é feito sem a garantia de venda, além de exigir um bom fôlego financeiro. No marketplace ele só pagará a comissão, que geralmente é uma porcentagem predeterminada caso a venda seja concretizada”, conta o CEO do Digital Commerce Group – que detém as plataformas EZ Commerce, CORE e a recém-lançada Octopus, voltada totalmente a marketplaces -, Henrique Mengue.

ESTRATÉGIA

Claro que ter seus produtos ou serviços na internet podendo ser vistos por milhares de pessoas é sempre uma boa estratégia para alavancar ainda mais o negócio. No entanto, para o fundador da ReachOut Business Solutions, Edsel Oliveira, é importante que o empreendedor tenha consciência do que ele deseja alcançar ao criar e divulgar sua empresa nesse tipo de canal. “O marketplace pode ser uma opção dentro de uma estratégia. Como, por exemplo, se a estratégia for deixar o produto disponível ao consumidor, sem ter o próprio e-commerce. Porém, é fundamental lembrar que o produto estará concorrendo com outros muito similares, onde o fator preço é relevante”, avalia.

Para o diretor de marketplace e serviços do Walmart.com, Luiz Pimentel, não há dúvidas de que ele seja o canal perfeito. “O Marketplace é uma grande oportunidade para as PMEs – como já dito, o pequeno empreendedor não precisa gastar com marketing, além disso, acessa toda base de clientes, não corre risco de fraude, recebendo o pagamento. Enfim, uma grande vantagem versus canais de marketing pagos onde não se tem certeza sobre a venda”, reforça.

Sem contar ainda que é uma plataforma de fácil utilização. Em poucos minutos, é possível começar a vender um produto, sem grandes burocracias e sem nenhuma dificuldade.  “O pequeno e microempreendedor deve diversificar os seus canais de vendas e ampliar a disponibilidade do seu produto para a maior quantidade de clientes possíveis. Por esse motivo, nada mais fácil que estar em uma plataforma de tecnologia que tem milhões de visitantes por mês nas diferentes regiões do Brasil”, informa o diretor de marketplace do Mercado Livre, Leandro Soares.

 OS DOIS LADOS DA MOEDA

Importante o empreendedor saber, contudo, que não é só porque ele está inserido no marketplace que não poderá ter um e-commerce. É importante, na verdade, ter os dois. “O e-commerce é a sua marca, sua relação direta com os clientes. O marketplace traz o volume, mas, após uma venda, o cliente poderá virar um cliente direto, melhorando a sua margem”, acredita o CEO do Digital Commerce Group.

Carlos Curioni complementa que uma opção não exclui a outra e existem muitos negócios com presença nos dois canais. Entretanto, o marketplace tipicamente apresenta três vantagens sobre uma loja virtual típica: O custo inicial para montar a loja é menor, o marketplace faz o papel de marketing para o negócio e, na maioria dos casos, não há custo fixo para a operação.

Edsel Oliveira diz ainda que, se for o caso, alguns marketplaces podem até enriquecer a presença on-line. Afinal, assim como a loja física e o varejo on­line são complementares, os marketplaces e os e-commerces podem trabalhar juntos e se complementarem. “Prova é que o Mercado Livre possui uma ferramenta chamada Mercado Shops para qualquer pessoa e empresa produzir seu próprio site de e-commerce. Além disso, por meio do sistema de APTs do Mercado Livre é possível fazer o espelhamento da nossa plataforma com outros sites, isto é, ao anunciar um produto no XYZ, o vendedor adicionará um estoque, ao vender, a quantidade será subtraída do estoque das duas plataformas, fazendo assim com que o gerenciamento se torne muito fácil e intuitivo”,  exemplifica o diretor Leandro Soares.

Ele reforça ainda que, ao contrário do que muitos empreendedores pensam, o varejo on-line também não é excludente do off-line, e sim complementar. ”A loja física não é dispensável por causa das vendas on-line e vice­ versa. Umas das novidades do mercado de e-commerce tem sido a compra no on-line e retirada no off-line. E por que uma pessoa compraria no on-line e retiraria no off-line? Isso ocorre porque na internet é muito mais simples e rápido comparar preços, fabricantes e modelos de produtos, e não existem os custos de transporte entre diversas lojas ou shoppings e/ou estacionamento, tempo de deslocamento que é um agravante em grandes cidades, entre outros fatores”.

OPERAÇÃO

É importante entender que trabalhar em um marketplace e atender clientes no varejo on-line não tem muitas diferenças do mundo físico. Segundo Soares do Mercado Livre, é preciso dar atenção ao cliente, responder às perguntas de forma rápida e clara, apresentar bem o produto e ter um processo de pós-venda cuidadoso. “Para isso, é preciso entender qual o tamanho da demanda desse produto, o que pode demonstrar a necessidade da contratação de um gerente de e­commerce para gerenciar a operação. É necessário ainda investirem treinamento para o setor de vendas e logística. Existem microempresas que não possuem funcionários ou têm apenas um. Mas há outras que já começam a operação precisando de mais investimentos. Então é necessário analisar caso a caso”, afirma.

Por isso, Henrique Mengue dá algumas dicas para começar a operar dentro de um Marketplace: “O primeiro ponto é decidir quais produtos o lojista venderá. A dica aqui é procurar se diferenciar, pois o desejo do marketplace é ter um grande mix de produtos. Vender o que todo mundo já vende pode tirar sua competitividade”, alerta o CEO do Digital Commerce Group.

Além disso, ele afirma que é preciso o empresário conversar com os próprios marketplaces. “Todos eles possuem canais para cadastrar novos Sellers (nome dado a um vendedor dentro de um marketplace). Nessa conversa, o lojista vai conhecer as taxas, as regras, etc.”, diz Mengue.

Depois disso, organize sua operação. Planejamento aqui é fundamental para o lojista definir como será o processo de compra de produtos, embalagem, expedição e atendimento. É importante lembrar que a venda é realizada pelo Marketplace, mas a entrega e o atendimento serão feitos pela sua empresa.

E, assim como Leandro Soares, Mengue indica que contratar uma plataforma para gestão de marketplace também é indicado. “Sistemas como o Octopus ajudam o empreendedor a administrar a venda em dezenas de marketplaces, tudo centralizado em um único painel. Além da tecnologia, essas empresas ajudam em conceitos e treinam o cliente nas principais operações do marketplace”, ensina.

SEGMENTADOS

Uma dúvida de muitos empreendedores antes de entrar em um marketplace é se é melhor estar presente em um que ofereça vários tipos de produtos e serviços ou naqueles mais segmentados. Edsel Oliveira explica que quando o seu produto está em um marketplace segmentado, ele estará se associando a marcas que também estão presentes nele, o que pode ser uma vantagem. “Mas, muitas vezes, existirão marcas ou produtos que concorrem somente em preço, o que pode prejudicar também a imagem do seu produto”, ajuíza.

Mengue do Digital Commerce Group já diz que isso vai depender do seu segmento. “O importante é testar e ver qual canal se adapta mais ao seu caso. Obviamente, os marketplaces de nicho, como de ‘moda’ ou de ‘decoração’, por exemplo, terão mais consumidores procurando por itens desses segmentos, mas os genéricos podem compor uma venda adicional significativa, já que contam com um tráfego maior. Como o lojista só paga a comissão se vender, a regra é testar todos e analisar o que traz melhores resultados”, aconselha.

POTENCIALIZE

Pronto, você já entrou no marketplace, como fazer agora para potencializar as suas vendas dentro deste canal?

A melhor maneira, de acordo com Henrique Mengue, é com uma boa reputação, conquistada através de um serviço impecável. “É essencial ser cuidadoso com os prazos de entrega, qualidade da embalagem e atendimento pós-venda. Apesar da venda ter acontecido em outro canal, o cliente iniciará um relacionamento com a loja. Além disso, muitos marketplaces criam ‘rankings’ e priorizam vendedores que possuem melhores notas de reputação”, explica.

O diretor do Mercado Livre diz ainda que preço competitivo é um dos fatores que mais chamam a atenção e ajudam na venda também. Porém, sempre destacam a importância de uma foto de boa qualidade que pode ser tirada com qualquer celular hoje em dia. Além disso, a produção de um pequeno vídeo mostrando o funcionamento e a qualidade do produto, descrever no campo ‘descrição os detalhes, como o tempo de uso, tamanho, voltagem, cor e todas as características possíveis, além de possíveis defeitos e estado atual do produto são boas formas de captar melhores vendas também.

Soares ressalta que é de extrema importância responder às perguntas dos interessados de forma rápida e completa. “Uma pessoa que vai a uma loja física e questiona sobre um produto espera ter a resposta rapidamente, o mesmo ocorre na internet. Quanto menor o tempo de resposta, maior a conversão em vendas. É importante lembrar que essas dicas valem tanto para um produto usado como um novo, e um vendedor profissional também pode segui-las para alcançar o sucesso em suas vendas”, indica.

Mengue alerta ainda que é imprescindível estar preparado para vender e atender os clientes.  “Ao entrar nos marketplaces, o vendedor passa a ofertar seus produtos em diferentes canais, com muitos acessos. Grandes portais como Mercado Livre, Americanas, Extra, entre outros, possuem muitos usuários diariamente. A loja que estiver em todos esses portais terá grande chance de realizar vendas, mas a operação deverá estar redonda para atender a essa demanda, lembrando que a reputação é peça ­ chave, e atraso na entrega poderá bani-lo da operação”.

Erros de cadastro, como títulos, descrições, preços e estoques, são outros cuidados que devem ser tomados. Se o marketplace passar uma informação errada para o cliente, o vendedor será corresponsável. É muito importante revisar tudo e garantir que a informação enviada esteja correta.

5 DICAS AO COLOCAR O SEU PRODUTO NO MARKETPLACE

  • Faça um título que diga exatamente qual é o produto que está sendo vendido. Afinal, pense nas buscas. Um bom título deverá conter: Nome do produto + marca + modelo + especificações técnicas e características + serviços adicionais. Exemplo: Capa celular iPhone 6S emborrachada preta verde resistente;
  • Descreva seu produto ou serviço detalhadamente, contendo tamanho, cor, voltagem, tempo de uso, se possui caixa original, manual, garantia, funcionamento em perfeito estado ou o que deve ser arrumado;
  • Coloque sempre fotos e, se possível, até mesmo vídeo que mostre o real estado do produto, com qualidade, preferencialmente de fundo todo branco e em diferentes posições;
  • Ofereça um preço real e competitivo + o valor do frete. Ou seja, pratique os melhores ou bons preços. Trabalhe ofertas. Combos de produtos. Não foque em um único produto, tenha variedade;
  • Tenha atendimento pré e pós-venda, pois o anúncio estará disponível para milhões de pessoas, que farão perguntas para tirar suas dúvidas. Responder a essas perguntas de forma rápida e eficiente, sanando todas as dúvidas fará com que o produto seja vendido. Após a venda, não deixe de responder ao seu comprador caso ele tenha dúvidas e outras necessidades. O pós­ venda é muito importante.

 

5 DICAS PARA NÃO QUEIMAR A REPUTAÇÃO NO MARKETPLACE

1 –  Não anunciar um produto e vendê-lo sem ter estoque;

2 –  Não demorar horas ou dias para responder a uma pergunta feita na plataforma;

3 –  Enviar o produto o mais rápido possível e sempre manter o seu cliente informado sobre a entrega;

4 –  Fazer um pós-venda de qualidade. Pode ocorrer de, no momento de logística, ser enviado o produto errado, algum problema durante o transporte, ou até mesmo um defeito de fabricação não identificado antes;

5 –  Seja competitivo, mas não pratique nada antiético na rede. Isso se espalhará rapidamente.

 

CONFIRA ALGUNS MARKETPLACES DO MERCADO

MERCADO LIVRE

Mercado Livre é uma companhia de tecnologia na América Latina presente em 19 países que oferece soluções de comércio eletrônico para que pessoas físicas e em presas possam comprar, vender, pagar, anunciar e enviar produtos e serviços por meio da internet. “Desde que foi fundado, em 1999, ele vem ajudando pessoas físicas, micro e pequenos empresários, além de potencializar e influenciar no surgimento de novos empreendedores”, diz o diretor de marketplace da empresa, Leandro Soares.

De acordo com pesquisa encomendada pelo Mercado Livre em 2013, em parceria com a Nielsen, 150 mil famílias na América Latina vivem da renda gerada pelos negócios no Mercado Livre. Somente no Brasil, são 50 mil famílias. A empresa possui também diversos clientes que começaram como pessoa física ou microempreendedor e hoje são grandes vendedores na internet.

Investindo cada vez mais para que isso aconteça, eles possuem diversos materiais e eventos. Entre eles, a Universidade Mercado Livre pocket, que ocorre em diferentes cidades do Brasil, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, etc., e o Mercado Livre Experience, que já acontece há três anos. “Esses eventos são para apresentar as facilidades da nossa plataforma e ensinar sobre o varejo on-line, nos aproximar de nossos vendedores e motivar o empreendedorismo”, declara Soares.

Entre suas áreas de negócios estão: Mercado Livre.com; Mercado Pago; Mercado Livre Classificados; Mercado Livre Publicidade; Mercado Envios + Axado; e KPL, que oferece soluções de comércio eletrônico para que pessoas e empresas possam comprar, vender, pagar, anunciar e enviar produtos por meio da internet. “Hoje, o Mercado Livre.com atende mais de 152 milhões de usuários registrados e criou um mercado com ampla variedade de bens e serviços de uma forma fácil, segura e eficiente. Em abril de 2015, o Mercado Livre Brasil adquiriu a empresa KPL Soluções, provedora de ferramentas de gestão para o e-commerce. Com a KPL, passamos a oferecer sistemas de ERP e BackOffice para empresas de e­commerce – mais um serviço de seu ecossistema de soluções. Em junho de 2016, adquirimos o Axado, empresa de soluções em gestão de frete que simplifica a logística e a torna mais eficiente, em relação ao prazo, valor e rastreamento da entrega, reduzindo os custos logísticos”, mostra.

ELO 7

Criado em 2008, o Elo7 é hoje um dos maiores marketplaces de produtos criativos e autorais do País.

O site possui três milhões de produtos anunciados e mais de 70 mil vendedores cadastrados.

Além disso, o Elo? lançou no mercado uma nova forma de compra on-line, que torna a compra por celulares tão fácil quanto usar um aplicativo de mensagens. “Com a tecnologia exclusiva chamada Talk7, o Elo? é o marketplace pioneiro ao criar e migrar suas vendas para o novo sistema de compras via chat em tempo real”, afirma o CEO da empresa, Carlos Curioni.

Com a tecnologia desenvolvida pelo próprio Elo7, o comprador consegue fazer tudo pelo chat. Desde perguntas ao vendedor até receber sugestões de materiais, cores e texturas que integrarão o produto, e concretizar o pedido na mesma interface. “Isso simplifica e agiliza muito a vida de quem compra, porque o pedido e a conversa com o vendedor ficam organizados em uma linha de tempo fácil de ser consultada pelo celular de qualquer lugar”, explica Curioni.

Segundo ele, o criador de produtos criativos e autorais que entra no marketplace encontrará na plataforma um local para divulgar suas criações, se posicionar no mercado e encontrar compradores interessados em produtos criativos e autorais. Além disso, a plataforma também oferece todo tipo de suporte para a criação da sua loja – desde dicas para ter uma loja mais atraente até o auxílio para gerenciar seu próprio negócio. “O Elo? t em como maior objetivo desenvolver as melhores tecnologias e oferecer aos vendedores soluções simples e práticas para o gerenciamento de suas vendas, e para os compradores, uma experiência de compra fora de série”, afirma.

Em 2015, a empresa fechou com 30 mil novos lojistas, conquistando um crescimento expressivo, com a marca de R$300 milhões em volume de transações e um crescimento de 80% se comparado ao mesmo período de 2014. Para 2018, pretendem manter esse ritmo para chegar ao final do ano com R$500 milhões em vendas, além de crescimento de 66%.

WALMART.COM

Em outubro de 2013, o Walmart também começou a oferecer uma plataforma marketplace no mercado brasileiro. De acordo com o diretor de marketplace e serviços da empresa, Luiz Pimentel, eles investiram em recursos financeiros e pessoal capacitado. “Hoje, possibilitamos que um lojista assine contrato conosco on-line. Damos orientação quanto à melhor forma de divulgar o catálogo e seu conteúdo, visando acelerar as vendas. Além disso, damos feedback constante do que pode ser melhorado.

E nos baseamos em comentários de nossos clientes quanto à satisfação obtida na experiência de compra”, mostra.

Aqueles que utilizarem a plataforma de marketplace do Walmart terão acesso a todos os milhares de clientes que acessam o próprio site. “Hoje contamos com o processo de contrato mais rápido do mercado, um laboratório de integração presencial para sanar todas as dúvidas do lojista, grande ajuda no processo de geração de conteúdo para vender mais, fortes investimentos em marketing que ajudam a dar visibilidade aos produtos, acesso às informações de produtos mais buscados no site e pós-venda conectado com o lojista para dar mais rapidez e satisfação aos consumidores”, informa Pimentel.

O catálogo da empresa já disponibiliza mais de dois milhões de itens. O número de lojistas cresceu 350% em 2017 se comparado ao ano anterior.

 HOUPET

Lançada em maio de 2016, a Holipet funciona como um marketplace de serviços pet além de outras funcionalidades de divulgação e buscas de eventos, produtos e estabelecimentos pet. Trata-se de uma plataforma que possibilita aos profissionais deste mercado ampliar o seu negócio de maneira sustentável, facilitar a comunicação com os donos de animais de estimação que possuem necessidades semelhantes, mas muitas vezes especificas, e também apoiar causas de proteção animal.

Segundo a fundadora da empresa, Vanessa Louzada, eles já possuem 280 usuários consumidores cadastrados, 40 prestadores e 101 estabelecimentos. “Os marketplaces promovem e ampliam em um único local a oferta de produtos e serviços para os micro ou pequenos empreendedores. É o local ideal para esse público! Quando se trata de um segmento específico é ainda melhor, pois tanto o marketplace quanto os anunciantes convergem para o mesmo objetivo, além de ganhar referência dada pelos próprios consumidores.

É o que queremos com a Holipet, ser o marketplace referência do segmento pet para micro ou pequenos prestadores de serviços e lojistas”, pontua.

Para os consumidores, a Holipet oferece facilidades na busca e contratação de serviços através de filtros por região, avaliação, preços, etc. É possível também buscar locais petfriendly, eventos, animais perdidos e resgatados e um blog cheio de informações e dicas para o dia a dia de quem tem pets.

“Já para o prestador de serviço ou estabelecimento pet, oferecemos recursos que os permitem organizar o seu negócio e proporcionamos uma boa possibilidade de aumento de receita. Além da publicidade do perfil ser disponibilizado para o consumidor final e do agendamento dos serviços on-line, oferecemos agenda inteligente, envio de SMS, lembretes, relatórios de gestão, site institucional e busca por produtos, entre outras funcionalidades”, informa Vanessa.

VINTECONTO

O Marketplace voltado para freelancers e empresas funciona como um canal onde o profissional e o estudante monetiza o que ama fazer.

Traz uma exclusividade de serviços em sua maioria por R$20,00. Fundada em dezembro de 2015, a CEO da empresa, Monique Medeiros Costa, conta que, no marketplace, freelancer compra de freelancer, profissionais buscam ajuda com tarefas do dia a dia e, principalmente, pequenos empresários que estão começando um negócio com pouco capital procuram a plataforma para contratar serviços de qualidade comprovada na página de cada freelancer com o melhor preço do mercado brasileiro.

São serviços essenciais para empresas como logotipo, cartão de visitas, criação de aplicativos, folders, criação e otimização de sites, além de diversos recursos para a internet. “Isso faz toda a diferença para muitos pequenos empresários e redes de franquias que estão começando um negócio, seja ele virtual ou não. Temos criação de e-books, criação de conteúdo criativo e otimizado para os mecanismos de busca, comerciais, vídeos demonstrativos de produtos e de apresentação da empresa, serviços de marketing, assistente virtual. E também estamos crescendo nossa categoria de cursos virtuais e educação”, divulga.

Inicialmente, Monique diz que investiram R$57 mil na plataforma e hoje estão esperando gerar em torno de R$500 mil em receita. Já passaram de 10 mil usuários e devem ultrapassar 15 mil até o final deste ano. “Esse é um ótimo número para nós, porque 95% dos clientes voltam para contratar mais serviços poucos dias após o uso da Vinte conto”, comemora.

A CEO diz que quem entra no marketplace pode vender quantos serviços quiser, pagando apenas uma taxa de 12% só quando vendem.

“Tudo o que o freelancer precisa fazer é anunciar o serviço uma vez e esperar por muitos e-mails de notificações de suas vendas e de perguntas dos clientes. Tempo é algo que valorizamos muito na Vinte conto. Então ele não precisa visitar a plataforma diariamente e enviar propostas aos clientes, ele expõe todo o seu trabalho e aguarda a manifestação dos clientes. Marketplaces como o nosso é uma tendência, já que o mercado de freelancers cresce a cada dia. Os empreendedores têm a oportunidade de contratar serviços pelo menor preço do mercado, de ficar por dentro das ferramentas de marketing mais recentes e ao mesmo tempo ajudam a Vinte conto a manter este espaço para todos que tenham um talento e queiram monetizá-lo”, comemora.

 XBW

A empresa é uma plataforma destinada a intermediar o contato entre compradores e fornecedores de produtos e serviços de diversos segmentos. Surgiu em 2014, desenvolvida no parque tecnológico Tecnosinos.

Segundo o CEO da empresa, Anderson Detogni, para uma empresa cadastrar seu negócio na plataforma, ela deve pagar uma assinatura mensal de R$35,00. “Esse é o único valor cobrado e não há diferença de preço em relação ao tamanho da companhia. Além de facilitar o encontro entre grupos de empresas, a plataforma ainda é capaz de cruzar os dados de seus clientes para indicar, a cada assinante, potenciais compradores ou vendedores. Outra facilidade oferecida aos assinantes é o banco de prestadores de serviço, no qual constam profissionais de áreas como contabilidade, advocacia e marketing, que podem se cadastrar de graça no site. Juntando tudo isso, posso dizer que as companhias conseguem concentrar todas as suas necessidades em um único lugar, o que facilita muito os processos do dia a dia. Também contribui para diminuir custos e maximizar ganhos”, explica Detogni.

Ele diz que já são mais de 6 mil empresas e 250 mil usuários. A plataforma já gerou mais de R$2 milhões em negócios fechados, e o movimento dobrou de maio para junho, somando mais de 500 mil visitas. Até o final de 2018, a

expectativa é que a XBW chegue a 16 mil empresas assinantes. “Pequenos negócios conseguem aparecer ao lado de grandes corporações e até mesmo disputar com elas.

Atualmente, das mais de 6 mil empresas cadastradas, quase 80% são pequenas e médias. Todo mês, o empreendedor recebe também um relatório que pode ajudar no fechamento de novos negócios de compra ou venda”, informa.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.