PSICOLOGIA ANALÍTICA

NEUROCIÊNCIA AFETIVA

Processamento das emoções básicas praticamente não varia entre a população, diz novo estudo.

Neurociência afetiva

As diferenças individuais seriam maiores nas emoções sociais, enquanto raiva, medo, tristeza e alegria atuam sob mecanismos cerebrais semelhantes na maioria das pessoas, segundo pesquisa conduzida na Universidade de Aalto (Finlândia). Estudando o processamento emocional no cérebro, verificando as estruturas e os padrões de comportamento envolvidos, por meio de computação, o levantamento mostrou que as emoções básicas parecem ser determinadas biologicamente, ao menos de forma parcial. Já emoções como gratidão, desprezo, orgulho e vergonha baseiam-se em maior medida na experiência e no aprendizado, o que explicaria a maior variação individual.

Na condução da pesquisa, explicam seus responsáveis, diferentes estados emocionais dos participantes foram evocados com filmes, imagens mentais ou imagens guiadas baseadas em narrativas. Depois disso, um algoritmo classificador foi treinado para conectar as emoções específicas e os dados cerebrais relacionados a elas. O método para medir a atividade do cérebro nesse processo foi baseado no nível de oxigênio no sangue, fornecendo informações sobre a ativação cerebral com precisão milimétrica.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.