PSICOLOGIA ANALÍTICA

Suicídio

SUICÍDIO

Suicídio: Um homicídio de si mesmo

Este artigo tende em vislumbrar o suicídio na sua dimensão social. Desse modo, portanto, preconizando acerca de suas informações basilares como: a etimologia da palavra, a epidemiologia, os motivadores e os métodos utilizados; ademais, as compreensões distintas por parte de teóricos, as contribuições do Sociólogo Émile Durkheim, ressaltando também os três tipos de suicídios por ele propostos, e a influência que o social exerce para o seu desencadeamen

1.INTRODUÇÃO

Percebe-se que a morte é um fenômeno inerente à existência de todas as espécies. No entanto, há contrastes em sua compreensão pelas culturas, isso, portanto, é nitidamente perceptível quando é suscitada pelo ato suicida: na cultura ocidental, por exemplo, a morte desencadeada pelo ato suicida é compreendida como uma denúncia de desordem psíquica e/ou social, sendo inclusive enclausurada pelos meios de comunicação em massa; na cultura oriental, entretanto, comumente, é compreendida como um fato normal e de decisão peculiar do indivíduo que se encontra à procura de algum propósito.

No tocante aos estudos sobre o suicídio, torna-se relevante salientar que o mesmo é analisado por exímios intelectuais. Portanto, ao aprofundar-se no tema deve-se ter cautela e discernimento, pois a magnitude de pressupostos que há ao seu respeito no acervo científico é congruente às considerações contraditórias, assim, não se atentando aos contrastes poder-se-á hesitar em compreendê-lo de maneira equivocada.

Seguindo a linha de raciocínio do sociólogo Émile Durkheim (1969 APUD ANGERAMI, 1986), ao proferir que “O suicídio é a trágica denúncia de uma crise coletiva”, este artigo enfoca em analisar o suicídio em sua dimensão social, pois é nítido que a sociedade, no limiar do século XXI, encontra-se submetida aos padrões impostos pelo sistema capitalista, tornando-se, portanto, uma máquina de consumo que funciona a todo o vapor. No entanto, não se restringindo senão em consumir bens materiais, mas também as relações sociais como afirma Bauman (2008) ao referir-se aos relacionamentos da contemporaneidade como “relações puras”, ou seja, relacionamentos efêmeros, sem amor e amizade desenvolvidos e regidos somente pela utilidade e pela satisfação.

Por último, é relevante ressaltar que para o desenvolvimento deste artigo fora necessário embasar-se em referenciais teóricos de exímios intelectuais que dedicam-se em analisar o suicídio; foram utilizadas pesquisas, apostilas e artigos científicos como base para o desenvolvimento dos temas; e que todos os textos utilizados foram elucidados na referência final como fonte de pretensas pesquisas pelo leitor.

2. SUICÍDIO

O suicídio, segundo Kovács (1992 APUD CAMUS), pode ser considerado o único problema filosófico verdadeiramente sério, isso, porque cogitar sobre a vida, se ela vale à pena ou não ser vivida, é de incumbência fundamental da filosofia.

Para alguns teóricos e exímios intelectuais, o ato suicida é compreendido como um homicídio, um homicídio de si mesmo, onde o indivíduo, então, exerce o papel de protagonista e o de produtor: é assassino e assassinado (MENNINGER, 1965 APUD KOVÁCS, 1992).

No tocante à compreensão do ato suicida, torna-se relevante salientar que determinados teóricos e intelectuais analisam-no sob prismas distintos: há os que o compreendem senão em uma dimensão individual, ou seja, concepção de que somente o indivíduo determina a sua morte; e há aqueles que o compreendem em uma dimensão social e individual, ou seja, concepção de que a sociedade é quem induz o indivíduo a suicidar-se. Desse modo, portanto, em uma dimensão restrita, individual, compreende-se o ato suicida como uma auto eliminação consciente, voluntária e intencional; em uma dimensão abrangente, social, compreende-se como um ato suscitado por processos autodestrutivos inconscientes, lentos e crônicos (LEVY, 1979 APUD KOVÁCS, 1992).

Em síntese, indiferente dos contrastes existentes em suas compreensões, o que se pode saber com exatidão acerca do suicídio é que este fenômeno é demasiado complexo para poder compreendê-lo e identificá-lo com precisão, pois não está categoricamente relacionado aos acontecimentos recentes, mas, pode, como comumente dados elucidam, estar relacionado a épocas passadas da vida do indivíduo (LEVY,1979 KOVÁCS,1992 apud).

2.1 ETIMOLOGIA DA PALAVRA SUICÍDIO

No acervo etimológico, a palavra suicídio apresenta distintos significantes. No entanto Levy (1979 APUD KOVÁCS, 1992), de maneira coesa e com fundamentação teórica, postula que a terminologia suicídio é oriunda da junção de duas palavras: sui e caedes. A primeira que significa si mesmo; a segunda que significa ação de matar. Tornando-se, portanto, ação de matar a si mesmo. É relevante ressaltar que a palavra suicídio foi inserida no dicionário da língua francesa no ano de 1778.

2.2 EPIDEMIOLOGIA

Na contemporaneidade, nos Estados Unidos, o suicídio é considerado a oitava causa global de morte ulterior às doenças cardíacas, cancerígenas, cerebrovasculares, pneumonia, influenza, diabete, relacionadas aos fatores pulmonares crônicos e aos acidentes. Além disso, indícios elucidam também que o homem comete quatro vezes mais o ato suicida em relação à mulher, porém o segundo tem, por sua vez, maior probabilidade de tentá-lo (KAPLAN & SADOCK, 2007).

Kastenbaum (1983 APUD Kovács, 1992) disponibiliza informações ainda mais precisas ao proferir que existem relações entre o ato suicida e a idade, pois indícios demonstram que a taxa de suicídio em indivíduos idosos é mais elevada: justifica-se devido aos acontecimentos extremamente desvitalizantes, ou seja, isolamento social, desemprego, aflições econômicas e perda de pessoas queridas; proferindo também que o índice de suicídio em homens é desencadeado devido ao maior nível de intolerância; que em países como, por exemplo, Hungria e Japão os suicídios são relacionados às práticas educativas e às repressões emocionais; e que a taxa de suicídio demonstra-se mais elevada em pessoas que vivem sozinhas.

No tocante ao Brasil, dados elucidam que a profissão mais vulnerável ao suicídio é a Medicina: justifica-se pelo fato de que esta é uma profissão na qual os profissionais trabalham sob pressão e por estarem mais próximos às drogas; que, em média, 5.000 adolescentes suicidam-se no país por ano, afirmando que o suicídio em jovens é desencadeado devido às suas famílias nucleares: justifica-se porque apresentam maior nível de separação entre os pais, alcoolismo, envolvimento com ocorrências policiais e a justiça, fatores relacionados à susceptibilidade, rejeições e uma menor capacidade de suportar as frustrações (CARSSOLA, 1984 APUD KOVÁCS, 1992).

3.MOTIVADORES E MÉTODOS UTILIZADOS

Segundo Kaplan e Sadock (2007), o ato suicida pode ser motivado por distintos fatores como, por exemplo, pela ocupação e profissão do indivíduo; pela condição socioeconômica; pela idade, como salientado anteriormente na epidemiologia; pela raça; e pelo uso de drogas. Além do mais, o ato suicida pode ser desencadeado devido à pertença aos subgrupos minoritários, pois são vulneráveis às situações de tensão; e pelo estado civil, pessoas solteiras são mais vulneráveis (KALINA E KAVADLOFF, 1983 APUD KOVÁCS, 1992).

Por conseguinte, segundo Angerami (1986), os indivíduos que tentam o ato suicida não categoricamente anseiam em desaparecerem, ou definitivamente morrerem, mas, sim, procuram por algo além como, por exemplo, o paraíso e a reencarnação. Ademais, complementa proferindo que, comumente, pacientes revelam em seus discursos que tentaram suicidarem-se porque buscavam muito mais do que morrerem, mas por ser a única alternativa cabível que acharam para as suas vidas, tornando nítido que a busca ao suicídio é a tentativa de solucionar determinados conflitos existências. Desse modo, portanto, conclui que a morte surge como sequência e não como uma busca deliberada, assim, torna-se extremamente difícil identificar se os indivíduos ao tentarem suicidarem-se buscam realmente à morte.

No tocante aos métodos utilizados. Kaplan e Sadock (2007) postulam que entre os indivíduos do gênero masculino e feminino existem algumas distinções em relação ao método utilizado ao ato suicida: os homens, comumente, realizam o ato suicida utilizando métodos mais agressivos como, por exemplo, armas de fogo, enforcamentos e/ou saltos livres de lugares íngremes; as mulheres, comumente, utilizam métodos menos agressivos, não que os sejam, como, por exemplo, hiperdosagem de substâncias psicoativas e/ou veneno. Torna-se relevante salientar que a utilização de armas de fogo como método ao ato suicida em indivíduos do gênero feminino vem aumentando significativamente.

4. CONTRIBUIÇÕES DO SOCIÓLOGO ÉMILE DURKHEIM (1858 – 1917)

Nascido em Épinal no ano de 1858, especificamente no dia 15 de abril. Para Émile Durkheim, a sociedade é como um corpo biológico, desse modo, deve ser analisado de maneira perspicaz para que depois se possa analisar a sua anatomia e descobrir as causas e as curas de suas doenças (DURKHEIM APUD MEKSENAS).

O exímio sociólogo foi quem primeiramente compreendeu o suicídio de maneira sistêmica, abordando questões que em épocas vindouras seriam nomeadas de interacionais, postulando ser um ato desencadeado e relacionado às crises no contexto social. Nessa linha de raciocínio, chegou à conclusão de que o indivíduo e a sociedade formam um binômio indivisível, tornando-se, portanto, um macro nesta temática (DURKHEIM, 1969 APUD ANGERAMI, 1986). Ademais, é considerado um dos pais da Sociologia, tendo sido fundador da escola francesa, posterior a Marx, que combinava a pesquisa empírica com a teoria sociológica. Sendo relevante ressaltar também que é considerado, na contemporaneidade, um dos mais proeminentes teóricos do conceito da coesão social.

Segundo Durkheim (1971 APUD KOVÁCS, 1992), em uma de suas obras (O suicídio, 1897), o suicídio é um ato influenciado pelo social e a cultura, nessa perspectiva, portanto, categoriza-o em três tipos. São eles:

  • Suicídio egoísta: este tipo de suicídio refere-se à vontade pessoal do indivíduo e é resultado de uma individualização exacerbada. É suscitado devido à falta de laços firmes a algum tipo de grupo social. Sendo relevante ressaltar que pode ser mitigado, ou menos ocorrente, em sociedades interacionistas onde há mais vínculos afetivos.

O ato neste tipo de suicídio é justificado pelos indivíduos por estarem inseridos em uma sociedade ativista e, portanto, sentem-se desesperados, sem razões significantes para continuarem a viverem e a única solução plausível que consideram é dar fim à vida (DURKHEIM, 1971 APUD KOVÁCS, 1992);

  • Suicídio altruísta: este tipo de suicídio refere-se à intensa integração do indivíduo em grupos sociais. Motivos externos como a desonra podem levar à condenação. É, portanto, perceptível o suicídio altruísta em formas de ritos martírios e sacrifícios.
    Como exemplificação tem-se kamikazes japoneses, os mulçumanos e casos no exército, devido à intensa disciplina (DURKHEIM, 1971 APUD KOVÁCS, 1992).

É importante ressaltar que as taxas deste tipo de suicídio são mais elevadas em países ricos, pois os pobres conseguem lidar melhor com as situações (CABRAL, 2013);

  • Suicídio anômico: este tipo de suicídio refere-se à situação anomia social, ou seja, quando à sociedade está desprovida de regras, assim, gerando intensa frustração se a normalidade anterior não for mantida.

Como exemplificação deste tipo de suicídio tem-se, por exemplo, as crises econômicas, onde há um desajustamento integral das regras normais da sociedade, então, determinados indivíduos ficam em condições inferiores a que ocupavam anteriormente (CABRAL, 2013).

Ademais, seguindo a linha de raciocínio de que o ato suicida é induzido pelo social e a cultura, Durkheim atem-se em compreender qual era a visão e as influências que as religiões exerciam para tal. Desse modo, portanto, será contextualizado, a seguir, para a melhor compreensão.

(Pessini, 1999; Bathia, 2002 APUD Moreira e Lotufo, 2004) As religiões, comumente, repudiam e castigam de maneira veemente a interrupção da vida. Objetivam em considerá-la como um sagrado dom de Deus que, por sua vez, o homem não desfruta de nenhum direito de interrompê-la voluntariamente.

Os autores complementam proferindo que as religiões como, por exemplo, o Cristianismo, o Islamismo, o Judaísmo e o Hinduísmo mesmo com algumas considerações variadas são contra o ato suicida. Portanto, torna-se relevante ressaltar também que até mesmo o Budismo não ruminando acerca da existência de Deus repudia veemente o ato suicida.

O sociólogo Francês Émile Durkheim fora muito perspicaz quanto ao estudo das relações entre o suicídio e as religiões. Comparando as taxas de suicídio em distintos países, considerando primordialmente a religião predominante em cada um deles. Os resultados denunciaram que, em média, há uma probabilidade de 50% a mais de ocorrência do ato suicida em países onde a religião predominante é a do protestantismo do que em países que professam as doutrinas do catolicismo (DURKHEIM, 1966 APUD MOREIRA E LOTUFO, 2004).

Mesmo que as Religiões, comumente, repudiem o ato suicida, é pernicioso analisar a taxa de suicídio avaliando somente pelo viés religioso, pois os indivíduos podem afirmar que professam os dogmas de alguma determinada religião, porém não ser legítima a afirmação. Portanto, existem métodos de avaliar o nível de religiosidade do indivíduo como, por exemplo, analisando a frequência das atividades de seu grupo de pertença religioso (KOENIG, 2000 APUD MOREIRA E LOTUFO, 2004).

As denominações Religiosas, por sua vez, contribuem para que o ato suicida não seja realizado, pois fazem com que os indivíduos se interajam constantemente, sentindo-os importantes. Funcionam como uma rede de apoio (Moreira e Lotufo, 2004). Nesta perspectiva, portanto, o sociólogo Durkheim salienta que as crenças e as práticas são as dimensões integradoras das religiões. Quanto mais numerosas e fortes forem elas, maior será a integração das pessoas à vida do grupo e menor será a probabilidade de suicídio. A participação do indivíduo no grupo dá à vida maior sentido, provê significado através da devoção aos outros, fornece uma ideologia, distraindo as pessoas de problemas pessoais que poderiam, em outras circunstâncias, liberar tendências suicidas (DURKHEIM,1966 APUD MOREIRA E LOTUFO, 2004). Concluindo-se, portanto, que as religiões são um significante fator mitigador dos atos suicidas.

5.A INFLUÊNCIA DO SOCIAL

Percebe-se que na contemporaneidade o homem moderno do Ocidente compreende o suicídio como um comportamento que denuncia algum acontecimento, pormenor uma insatisfação, do contexto onde está inserido, sendo considerado a sua ação de maneira mais autônoma. Entretanto, em épocas antecedentes o suicídio era compreendido e até repudiado pelas culturas (KALINA E KOVADLOFF, 1983 APUD KOVÁCS, 1992).

Desse modo, portanto, complementa Kalina e Kovadloff (1983 APUD ANGERAMI, 1986) proferindo que em sociedades antigas as comunidades preocupavam-se mais com o comportamento individual dos cidadãos, entretanto em sociedades contemporâneas é perceptível que a preocupação ao regimento coletivo é eminente. Os indivíduos são obrigados a seguirem os padrões impostos, restando-lhes apenas duas saídas. São elas:

  • O suicídio coletivo: que é socialmente legitimado, onde enquadra vícios alienações e submissão ideológica;
  • O suicídio pessoal: que refere-se às questões extremistas políticos, que encontram-se inflamados na modernidade.

Ademais, o autor complementa preconizando que na sociedade moderna, muitos comportamentos, e não somente os suicídios, estão assumindo caráter de normalidade. O homem moderno está acompanhando as tendências destrutivas. Portanto o suicídio é um fenômeno que não deve ser analisado e compreendido de maneira individual, pois desqualifica as possibilidades de compreensão da realidade. Por conseguinte, presume-se que em uma época onde já efetivou-se a legitimação cultural das condutas autodestrutivas, a função da sociedade é guiar os indivíduos a estas condutas de maneira sutil e astuta, pois ao adaptarem-se, irão obedecer, obedecendo-a nada será alterado senão a favor dos interesses do poder político e econômico. No entanto o processo de guia aos indivíduos, comumente, comete falhas e estes suicidam-se e fracassam as expectativas da sociedade.

Por fim, mesmo que o suicídio seja analisado senão como um ato individual, apresentando comportamentos de isolamento do contexto social e baixa autoestima, percebe-se que a sociedade contribui significativamente para o seu desencadeamento. Não somente do suicídio, mas também de outras patologias e a despersonificação dos indivíduos (KALINA E KOVADLOFF, 1983 APUD ANGERAMI, 1986).

6. A INCLUSÃO

Infelizmente, em relação à cultura oriental, as pessoas da cultura ocidental têm uma concepção simplória acerca dos fenômenos. Isso, portanto, torna-se nítido como, por exemplo, quando se refere à morte, e ainda mais quando é suscitada pelo ato suicida: a cultura oriental realiza o suicídio e o compreende como uma maneira de honrar ou buscar a um determinado propósito; a cultura ocidental, entretanto, o compreende como uma denúncia ou uma insatisfação do meio onde o indivíduo está inserido. Desse modo, portanto, percebe-se que preconizar acerca do suicídio é uma tarefa árdua, pois o campo de estudo é abrangente e ao mesmo tempo prenhe de contrastes.

Devido à realidade da sociedade onde coabitamos, não se poderia sucumbir à concepção que analisa e considera o suicídio senão como uma ação individual. Isso, porque as relações íntimas estão cada vez menos duradouras, ou pelo menos as que necessitam de afeto e atenção. Sendo assim, presume-se que o suicídio seja uma denúncia dessa realidade que a cada dia, de maneira silenciosa, abarca as relações.

Enfim, é perceptível que este artigo não se desempenhou em abordar determinadas questões, que talvez sejam de primordial instância, mas fora realizado de maneira atenciosa para elucidar que o ser humano não deve ser compreendido somente em uma concepção individual, sendo assim, deve-se compreendê-lo conforme sua realidade, época, cultura e sociedade onde esteja inserido.
Devemos atentarmo-nos à realidade, pois talvez seja ela a única que nos revela, mesmo que seja de maneira abrupta, qual o caminho estamos trilhando na história.

REFERÊNCIAS

ARGERAMI, Valdemar Augusto. Suicídio: uma alternativa à vida, uma visão clínica existencial. – São Paulo: Traço Ed.: 1986.
BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadorias; tradução: Carlos Alberto Medeiros. –Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.: 2008.
CABRAL, João Francisco P. Sobre o suicídio na sociologia de Émile Durkheim. Colaborador Brasil Escola, Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU, Mestrado em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. 2013.
KAPLAN & SADOCK. Compêndio de Psiquiatria Ciência do comportamento e psiquiatria clínica.: Tradução: Claudia Dornelles … [et al.]. –Porto Alegre: Artmed, 2007.
KOVÁCS, Maria Júlia. Morte e desenvolvimento humano. – São Paulo: Casa do Psicólogo, 1992.
MEKSENAS, Paulo. Aprendendo sociologia: A paixão de conhecer a vida. – Edições Loyola 6° edição.
MOREIRA, AM; LOTUFO, FN. Religião e Comportamento suicida. 2004.

Jonathas Rafael*

Aluno do Curso de graduação em Psicologia da Instituição FACED – Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis de Divinópolis.

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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