GESTÃO E CARREIRA

As dimensões da integridade

AS DIMENSÕES DA INTEGRIDADE

Basta dar uma olhada nos jornais para nos depararmos com condutas eticamente questionáveis no mundo dos negócios. Não há setor que fuja dessa realidade. E a notícia pode ter origem em qualquer país, inclusive naqueles que tomamos por exemplares. Porém, seria um erro pensar que a ética é uma questão individual. O ser humano vive e atua em sociedade. Portanto, não podemos deixar de considerar o impacto das nossas decisões nos outros nem a influência dos outros em cada um de nós. O que podemos fazer a respeito disso? A melhor maneira de evitar condutas imorais não é tanto uma questão de marcar os limites do não ético, mas sim fomentar um comportamento íntegro. A integridade se compõe de três dimensões:

INTEGRIDADE NO QUE PENSAMOS.

Chamamos de oportunista alguém que não se mantém fiel a uns valores e que atua segundo as vantagens de cada ocasião. Tendo, e mantendo, uns princípios e valores morais, asseguramos um entorno de liberdade – tanto do ponto de vista individual, porque evita que percamos de vista o que consideramos importante, quanto do ponto de vista social, porque nos liberam da arbitrariedade de quem ostenta o poder em cada momento. Quando não nos deixamos guiar pela força da razão, acabamos sucumbindo à razão da força.

INTEGRIDADE NO QUE DIZEMOS.

Uma condição necessária à integridade é a veracidade. Dificilmente diremos que alguém é íntegro se não diz as coisas como são ou se expressa coisas diferentes das que pensa. A falta de veracidade prejudica profundamente a confiança, algo que se deve ter muito presente na comunicação interna e externa da empresa. De toda forma, a veracidade não significa que todos devam saber tudo. Há ocasiões em que a integridade obriga a calar, por exemplo, como acontece com o “sigilo profissional”.

INTEGRIDADE NO QUE FAZEMOS.

Uma pessoa íntegra cumpre o que anuncia, sem fissuras entre suas palavras e seus atos. É o oposto do fingimento, que consiste em dizer uma coisa e fazer outra, tanto por uma vontade débil como por uma intenção viciada (prometeu-se algo que não se pensava cumprir). Um aspecto da integridade é a coerência entre o que pensamos e o que fazemos. Há uma contínua retroalimentação entre essas duas ordens, de tal forma que, como disse o filósofo Gabriel Marcel, “se não vive como pensa, acaba pensando como vive”.

 

JOAN FONTRODONA – Professor de ética nos negócios e diretor acadêmico do Center for Business in Society, e Pablo Sanz, assistente de pesquisa no Departamento de Ética nos Negócios, ambos do Iese Business School, da Espanha

 

Autor: Vocacionados

Sou evangélico, casado, presbítero, professor, palestrante, tenho 4 filhos sendo 02 homens (Rafael e Rodrigo) e 2 mulheres (Jéssica e Emanuelle), sou um profundo estudioso das escrituras e de tudo o que se relacione ao Criador.

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